Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 9 de março de 2016
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O Facebook comprou o aplicativo Masquerade, mais conhecido por MSQRD. O aplicativo cria filtros que alteram o rosto dos usuários em selfies e vídeos em primeira pessoa.
O serviço, chamado de MSQRD, foi muito utilizado no Brasil no dia da cerimônia do Oscar – com a montagem em que as pessoas podiam acrescentar o rosto de Leonardo Di Caprio com as estatuetas acima das suas selfies ou vídeos. Recentemente, o app ganhou um recurso que troca os rostos de duas pessoas fotografadas uma ao lado da outra.
Veja o exemplo da postagem no perfil de Luciano Huck no Instagram/Snapchat:
O apresentador fez uma postagem utilizando o novo recurso e como companhia – Angélica. Notem os rostos estão trocados.
Facebook e Masquerade confirmaram a transação nesta quarta-feira (9), mas o valor da transação não foi divulgado.
“No Masquerade, estamos trabalhado duro para fazer o vídeo mais divertido e envolvente através da criação de filtros que melhoram e alteram a aparência das pessoas. Agora, nós estamos animados para unir forças com Facebook e trazer a tecnologia para ainda mais pessoas.” – disse Eugene Nevgen, presidente-executivo da MSQRD.
Leia a íntegra publicada em post no Facebook de Eugene.
FONTE: ClicRbs
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O Facebook comprou o aplicativo Masquerade, mais conhecido por MSQRD. O aplicativo cria filtros que alteram o rosto dos usuários em selfies e vídeos em primeira pessoa.
O serviço, chamado de MSQRD, foi muito utilizado no Brasil no dia da cerimônia do Oscar – com a montagem em que as pessoas podiam acrescentar o rosto de Leonardo Di Caprio com as estatuetas acima das suas selfies ou vídeos. Recentemente, o app ganhou um recurso que troca os rostos de duas pessoas fotografadas uma ao lado da outra.
Veja o exemplo da postagem no perfil de Luciano Huck no Instagram/Snapchat:
O apresentador fez uma postagem utilizando o novo recurso e como companhia – Angélica. Notem os rostos estão trocados.
Facebook e Masquerade confirmaram a transação nesta quarta-feira (9), mas o valor da transação não foi divulgado.
“No Masquerade, estamos trabalhado duro para fazer o vídeo mais divertido e envolvente através da criação de filtros que melhoram e alteram a aparência das pessoas. Agora, nós estamos animados para unir forças com Facebook e trazer a tecnologia para ainda mais pessoas.” – disse Eugene Nevgen, presidente-executivo da MSQRD.
Leia a íntegra publicada em post no Facebook de Eugene.
FONTE: ClicRbs
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
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A Nokia ainda produz bons celulares, mas não está caminhando bem financeiramente. E seu novo lançamento, o Asha 501, pode ser uma das suas salvações, principalmente por um acordo firmado com algumas operadoras: o acesso gratuito ao Facebook.
O novo smartphone popular da companhia custa US$ 100 é a aposta da companhia para ganhar cada vez mais mercado nos mercados emergentes como Brasil e Índia e outros países subdesenvolvidos, onde o acesso à internet é escasso.
Vaughan Smith, chefe de parcerias móveis do Facebook, presente no evento de lançamento do aparelho, apresentou este objetivo em coletiva de imprensa. Segundo ele, cinco bilhões de pessoas ainda não usam a internet. "Como podemos ajudar estas pessoas a ficarem online mais rápido, para terem um vida mais rica?", ele pergunta para em seguida responder: "Facebook".
E os mercados emergentes amam o Facebook, o que justifica a aposta da Nokia. Brasil e Índia são os maiores países na rede social depois dos Estados Unidos, como nota o Mashable. A companhia finlandesa crê que o aparelho poderá se popularizar com este recurso, mesmo sem acesso à rede 3G, sendo compatível apenas com o 2G.
Para o Facebook, o acordo é ótimo, já que seu modelo de negócios depende de cada vez mais utilizando seus serviços. Também é positivo para as operadoras, que terão mais clientes, atraídos pela oferta de acesso gratuito à rede social em qualquer lugar, que poderão consumir dados com outros recursos. Já a Nokia vê a chance de expandir-se em um dos nichos mais lucrativos do mercado.
No Brasil, alguns clientes da TIM já possuem acesso gratuito ao Facebook. A rede social também já lançou um serviço chamado Facebook Zero, no qual toda a interação é feita por SMS, que busca atingir o público que ainda usam os "featurephones", os celulares comuns, sem acesso à internet.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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A Nokia ainda produz bons celulares, mas não está caminhando bem financeiramente. E seu novo lançamento, o Asha 501, pode ser uma das suas salvações, principalmente por um acordo firmado com algumas operadoras: o acesso gratuito ao Facebook.
O novo smartphone popular da companhia custa US$ 100 é a aposta da companhia para ganhar cada vez mais mercado nos mercados emergentes como Brasil e Índia e outros países subdesenvolvidos, onde o acesso à internet é escasso.
Vaughan Smith, chefe de parcerias móveis do Facebook, presente no evento de lançamento do aparelho, apresentou este objetivo em coletiva de imprensa. Segundo ele, cinco bilhões de pessoas ainda não usam a internet. "Como podemos ajudar estas pessoas a ficarem online mais rápido, para terem um vida mais rica?", ele pergunta para em seguida responder: "Facebook".
E os mercados emergentes amam o Facebook, o que justifica a aposta da Nokia. Brasil e Índia são os maiores países na rede social depois dos Estados Unidos, como nota o Mashable. A companhia finlandesa crê que o aparelho poderá se popularizar com este recurso, mesmo sem acesso à rede 3G, sendo compatível apenas com o 2G.
Para o Facebook, o acordo é ótimo, já que seu modelo de negócios depende de cada vez mais utilizando seus serviços. Também é positivo para as operadoras, que terão mais clientes, atraídos pela oferta de acesso gratuito à rede social em qualquer lugar, que poderão consumir dados com outros recursos. Já a Nokia vê a chance de expandir-se em um dos nichos mais lucrativos do mercado.
No Brasil, alguns clientes da TIM já possuem acesso gratuito ao Facebook. A rede social também já lançou um serviço chamado Facebook Zero, no qual toda a interação é feita por SMS, que busca atingir o público que ainda usam os "featurephones", os celulares comuns, sem acesso à internet.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
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Nos últimos dias é provável que você tenha recebido em seu feed de notícias uma mensagem de algum contato sobre uma reportagem no Fantástico, que fala sobre a privacidade do Facebook. Saiba que a mensagem, que pede que "desmarque a opção 'Comentários e opções Curtir' no meu perfil", é apenas mais uma corrente que circula na rede - também conhecida por hoax.
Citar a reportagem do Fantástico é apenas um artifício para dar um teor confiável à mensagem. Há também variações do texto, sem a parte do Fantástico, mas a essência é a mesma: O simples fato de pedir aos amigos que desmarquem a opção "comentários e curtir" no seu perfil não fará com que essas "atividades fiquem restritas aos meus amigos e familiares, e não se tornem domínio público", como afirma a mensagem. Ao desmarcar a opção no perfil do amigo, como solicitado, a única coisa que você conseguirá é deixar de receber esse tipo de atualização desse amigo em seu feed de notícias.
A única coisa que pode garantir a sua privacidade na rede social é o modo como é configurada a privacidade do seu perfil. O usuário pode optar por ter o perfil totalmente bloqueado, inclusive para todas as pessoas da lista de contatos, simplesmente colocando todas as configurações para "somente eu".
Certas informações do perfil - como álbuns de fotos, informações pessoais ou mesmo postagens no mural feitas por você ou por um contato autorizado - também podem ter a visualização limitada para "amigos", ou "amigos de amigos", se assim desejar.
A rede social mostrará - ou não - as informações de acordo com o que você modificar em cada parte do perfil. Então não se preocupe se um amigo seu curtir sua foto se ela estiver limitada a apenas "amigos" - ela só poderá aparecer para pessoas fora da sua rede de contatos se você permitir isso.
Ainda não há como limitar comentários em fotos ou postagens de amigos, se as configurações do seu colega estiver aberta ao público, por exemplo. Mas a vantagem da Linha do Tempo é essa. Caso não se lembre, na versão anterior do Facebook, tudo o que você fazia na rede - inclusive comentários nos murais alheios - ficava registrado no seu mural, para qualquer um ver.
Com a Linha do Tempo, o seu Registro de Atividades só pode ser visto por você e seus comentários em murais alheios só poderão ser visualizados pelo dono do mural ou se algum bisbilhoteiro entrar no perfil do seu amigo e ver a sua publicação. Fora isso, se você não quiser que ninguém veja o que você comenta, é mais fácil mandar uma mensagem privada.
Como configurar privacidade de opções "curtir"
Para que as pessoas não saibam quais páginas você curtir, é possível ocultar essas informações no próprio perfil. Vá para a página inicial, clique na caixinha Opções "curtir" e, quando a página carregar, clique no botão "Editar", no topo direito da tela.
Você também pode modificar as configurações dos seus favoritos na seta ao lado de cada área, como mostra a imagem abaixo:
É possível configurar a exibição para "público", "amigos", "somente eu". Também é possível limitar a exibição para "amigos de amigos" ou para grupos ou pessoas específicas clicando na opção "personalizado".
O mesmo pode ser feito nas outras caixas de favoritos que aparecem na página, como livros, televisão, jogos, e todos os outros "curtir", bem como em álbuns inteiros ou com fotos específicas.
Outras opções como "quem pode publicar na sua linha do tempo", ou "quem pode ver o que outros publicaram na sua linha do tempo", ou fotos e publicações em que você foi marcado também podem ser limitadas. Para tal, clique na engrenagem ao lado de "página inicial", no topo direito da tela. Lá você encontrará a opção "Linha do tempo e marcação".
É comum também vermos fotos de colegas na barra de anúncios (localizada ao lado direito da tela), seguidas por um "Fulano curtiu isso" - caso tenha realmente curtido a página. É possível que sua foto de perfil apareça para outros contatos da mesma forma. Isso também é possível restringir.
Basta ir em "configurações de conta" na engrenagem no topo da página. Selecionar "Anúncios do Facebook" (no menu do lado esquerdo da tela) e clicar em "Editar configuração de anúncios sociais" em "Anúncios e Amigos". Opte pelo "Ninguém" e pronto.
Lembrando que "somente os amigos confirmados podem ver suas ações ao lado de um anúncio", como o próprio Facebook avisa. Ou seja, somente a lista de contatos poderá ver o que você curtiu acompanhado pelo anúncio.
Há também a opção "Anúncios exibidos por terceiros". Até o momento, a rede social não permite que as informações do usuário sejam utilizadas por terceiros. Mas, se isso ocorrer no futuro, optando também pelo "Ninguém" nessa área, a sua conta estará protegida também fora da rede.
Vale lembrar que dá para restringir, inclusive, postagens no mural. Antes de publicá-las selecione quem você deseja que as veja e pronto, sua privacidade está garantida - ao menos dentro da rede.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Nos últimos dias é provável que você tenha recebido em seu feed de notícias uma mensagem de algum contato sobre uma reportagem no Fantástico, que fala sobre a privacidade do Facebook. Saiba que a mensagem, que pede que "desmarque a opção 'Comentários e opções Curtir' no meu perfil", é apenas mais uma corrente que circula na rede - também conhecida por hoax.
Citar a reportagem do Fantástico é apenas um artifício para dar um teor confiável à mensagem. Há também variações do texto, sem a parte do Fantástico, mas a essência é a mesma: O simples fato de pedir aos amigos que desmarquem a opção "comentários e curtir" no seu perfil não fará com que essas "atividades fiquem restritas aos meus amigos e familiares, e não se tornem domínio público", como afirma a mensagem. Ao desmarcar a opção no perfil do amigo, como solicitado, a única coisa que você conseguirá é deixar de receber esse tipo de atualização desse amigo em seu feed de notícias.
A única coisa que pode garantir a sua privacidade na rede social é o modo como é configurada a privacidade do seu perfil. O usuário pode optar por ter o perfil totalmente bloqueado, inclusive para todas as pessoas da lista de contatos, simplesmente colocando todas as configurações para "somente eu".
Certas informações do perfil - como álbuns de fotos, informações pessoais ou mesmo postagens no mural feitas por você ou por um contato autorizado - também podem ter a visualização limitada para "amigos", ou "amigos de amigos", se assim desejar.
A rede social mostrará - ou não - as informações de acordo com o que você modificar em cada parte do perfil. Então não se preocupe se um amigo seu curtir sua foto se ela estiver limitada a apenas "amigos" - ela só poderá aparecer para pessoas fora da sua rede de contatos se você permitir isso.
Ainda não há como limitar comentários em fotos ou postagens de amigos, se as configurações do seu colega estiver aberta ao público, por exemplo. Mas a vantagem da Linha do Tempo é essa. Caso não se lembre, na versão anterior do Facebook, tudo o que você fazia na rede - inclusive comentários nos murais alheios - ficava registrado no seu mural, para qualquer um ver.
Com a Linha do Tempo, o seu Registro de Atividades só pode ser visto por você e seus comentários em murais alheios só poderão ser visualizados pelo dono do mural ou se algum bisbilhoteiro entrar no perfil do seu amigo e ver a sua publicação. Fora isso, se você não quiser que ninguém veja o que você comenta, é mais fácil mandar uma mensagem privada.
Como configurar privacidade de opções "curtir"
Para que as pessoas não saibam quais páginas você curtir, é possível ocultar essas informações no próprio perfil. Vá para a página inicial, clique na caixinha Opções "curtir" e, quando a página carregar, clique no botão "Editar", no topo direito da tela.
Você também pode modificar as configurações dos seus favoritos na seta ao lado de cada área, como mostra a imagem abaixo:
É possível configurar a exibição para "público", "amigos", "somente eu". Também é possível limitar a exibição para "amigos de amigos" ou para grupos ou pessoas específicas clicando na opção "personalizado".
O mesmo pode ser feito nas outras caixas de favoritos que aparecem na página, como livros, televisão, jogos, e todos os outros "curtir", bem como em álbuns inteiros ou com fotos específicas.
Outras opções como "quem pode publicar na sua linha do tempo", ou "quem pode ver o que outros publicaram na sua linha do tempo", ou fotos e publicações em que você foi marcado também podem ser limitadas. Para tal, clique na engrenagem ao lado de "página inicial", no topo direito da tela. Lá você encontrará a opção "Linha do tempo e marcação".
É comum também vermos fotos de colegas na barra de anúncios (localizada ao lado direito da tela), seguidas por um "Fulano curtiu isso" - caso tenha realmente curtido a página. É possível que sua foto de perfil apareça para outros contatos da mesma forma. Isso também é possível restringir.
Basta ir em "configurações de conta" na engrenagem no topo da página. Selecionar "Anúncios do Facebook" (no menu do lado esquerdo da tela) e clicar em "Editar configuração de anúncios sociais" em "Anúncios e Amigos". Opte pelo "Ninguém" e pronto.
Lembrando que "somente os amigos confirmados podem ver suas ações ao lado de um anúncio", como o próprio Facebook avisa. Ou seja, somente a lista de contatos poderá ver o que você curtiu acompanhado pelo anúncio.
Há também a opção "Anúncios exibidos por terceiros". Até o momento, a rede social não permite que as informações do usuário sejam utilizadas por terceiros. Mas, se isso ocorrer no futuro, optando também pelo "Ninguém" nessa área, a sua conta estará protegida também fora da rede.
Vale lembrar que dá para restringir, inclusive, postagens no mural. Antes de publicá-las selecione quem você deseja que as veja e pronto, sua privacidade está garantida - ao menos dentro da rede.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
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Na sexta-feira passada, 12, o Facebook discretamente soltou uma atualização para seus usuários, permitindo que eles coloquem emoticons nos comentários dos posts. Até então, só era possível incluir os desenhos nos bate-papos.
A novidade ainda não funciona nas postagens, somente em comentários. E se o Facebook sequer informou sobre isso, também não disse nada sobre quando será possível escrever diretamente na Linha do Tempo com emoticons.
São mais de 20 desenhos, incluindo desde os tradicionais (coração e caretas diversas) até outros mais curiosos, como um robô, um pinguim e... Chris Putnam (:putnam:), a representação de um engenheiro da rede social.
E então, gostaram da novidade?
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Na sexta-feira passada, 12, o Facebook discretamente soltou uma atualização para seus usuários, permitindo que eles coloquem emoticons nos comentários dos posts. Até então, só era possível incluir os desenhos nos bate-papos.
A novidade ainda não funciona nas postagens, somente em comentários. E se o Facebook sequer informou sobre isso, também não disse nada sobre quando será possível escrever diretamente na Linha do Tempo com emoticons.
São mais de 20 desenhos, incluindo desde os tradicionais (coração e caretas diversas) até outros mais curiosos, como um robô, um pinguim e... Chris Putnam (:putnam:), a representação de um engenheiro da rede social.
E então, gostaram da novidade?
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
On 10:43 AM by Anônimo in Facebook No comments
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Na quinta-feira da semana passada, dia 4, o Facebook atingiu um patamar colossal ao se tornar uma rede que reúne 1 bilhão de internautas no mundo. Isso significa que uma a cada sete pessoas do planeta possui conta no site, ou seja, um sétimo da população da Terra pode ser considerado cliente de Mark Zuckerberg. É um tremendo status para um serviço que começou há menos de dez anos, afinal, o Facebook conseguiu reunir gostos, hábitos e preferências de toda essa multidão.
"O número é realmente impressionante", declara Liráucio Girardi Jr., doutor em sociologia e professor na Faculdade Cásper Líbero e na Universidade Municipal de São Caetano do Sul. O acadêmico considera o fato "um belo casamento entre engenharia da computação e engenharia social".
Serviços como este mostram como a sociedade continua trabalhando para vencer barreiras de expressão. O advento da comunicação em massa, explica o professor, serviu tanto para derrubar a territorialização da comunicação, quanto para criar filtros, pois passamos a depender de intermediários (partidos, donos de jornais, editores, donos de gravadoras, empresários e diretores canais de televisão e rádio etc.).
"O Facebook (e outros antes dele) amplificou o 'express yourself 2.0'. O custo de se produzir e distribuir/compartilhar informação, fotos, filmes, música, poesia, opinião foi reduzido quase que a zero", comenta Girardi. "Zuckerberg parece ter entendido muito bem o significado disso - ou se apropriou bem dessa ideia."
Luli Radfaher, Ph.D. em comunicação digital e professor na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, acredita que o Facebook ainda vai crescer mais. Muito mais. "Ele está entrando num patamar gigantesco, a caminho de se transformar em algo como Google e Microsoft", disse. "O Facebook é a rede social, as pessoas estão lá para compartilhar, trocar ideias, informações etc., e só ele atende a essas funções plenamente."
Vigia
O Facebook é mesmo um facilitador incontestável no campo comunicacional, prova disso é que a rede forma atualmente 140,3 bilhões de conexões - ou "amizades". Mesmo assim, há outro tema a ser observado no site: ele reúne uma quantidade não revelada de informações, agora sobre 1 bilhão de sujeitos. Isso não é perigoso?
Ambos os especialistas ouvidos pelo Olhar Digital concordam que não há com o que se preocupar em relação à retenção de dados. Para Girardi, o Facebook se vê obrigado a manter uma conduta polida justamente por ser constantemente vigiado. Isso porque a lógica comercial esbarra na lógica da cultura hacker, centrada na informação livre, na descentralização, na desconfiança com relação às autoridades. "A questão é saber até que ponto o Facebook vai conseguir andar no fio da navalha", diz. "Atualmente, ele tem sido forçado a respeitar esses princípios pelos próprios membros da cultura hacker."
Já Radfaher diz que o barulho em torno dos dados chega a ser injustificável, pois o Facebook não é o único com tamanho banco de dados - as operadoras de cartão de crédito, por exemplo, podem saber menos hábitos, mas têm mais poder financeiro sobre cada um de seus clientes. "O problema é outro, porque os dados não são meus há muito tempo; o problema é como eles são usados, pra quem são vendidos e por quê. Eu quero saber o que estão fazendo com minhas informações."
Segundo ele, o ideal seria que os dados fossem todos abertos, ao invés de pertencer a determinados grupos, já que ninguém sabe ao certo o que acontece com o que é publicado na internet.
Educação
Esbarra-se, ainda, noutra questão: as pessoas sabem o que é o Facebook? O professor da USP acha que não, que a maioria dos usuários sabe usá-lo, mas não entende bem o funcionamento dele e o porquê de sua existência. Seria necessário aplicar seriamente a alfabetização digital, que é a compreensão real do que querem dizer as ferramentas.
Por mais que esteja sob vigilância constante - afinal, atente a 1/7 da Terra - o Facebook não passa de um serviço privado, que pertence a acionistas e pode muito bem mudar o que quiser sem perguntar nada a nenhum dos usuários. O Olhar Digital relembrou recentemente alguns dos termos concordados por todos os que resolvem se tornar parte dessa comunidade (veja aqui); são as regras de convivência, que deixam uma coisa bem clara: a rede pode até ser social, mas não é sua.
"A maior parte dos usuários das redes sociais não tem muita noção dos aspectos sociais, culturais, jurídicos ou políticos da rede. Como não tem, também, sobre a maioria dos recursos que usa no seu dia a dia", explica Girardi. "Assim como o Google", complementa Radfaher, "ninguém entende que o Google pertence a alguém, acham que é um serviço público."
Imbatível?
Ainda não se sabe o que acontecerá com o Facebook e até onde vai, só que ele tem lutado para manter os usuários ativos pelo máximo de tempo possível. Isso começou com a adoção da Linha do Tempo, anunciada por Zuckerberg com o propósito de transformar a rede social na "casa" dos internautas. Depois vieram os investimentos maciços em plataformas móveis, pelas quais pode-se levar o site a qualquer lugar.
Para desespero do Google e seu Google+, o Facebook não deve ser substituído por um serviço semelhante, na opinião de Radfaher, mas sim por outra plataforma, algo completamente diferente. A exemplo disso, ele cita a Globo, maior rede televisiva do Brasil, que até hoje não encontrou concorrente à altura - números de audiência comprovam isso - mas aos poucos tem perdido terreno para a internet.
"O Facebook conseguiu aquele tamanho que é bom o bastante, grande o suficiente. Pensa no tamanho daquilo, é muito difícil deixar o Facebook, a dor de sair é muito maior do que a satisfação de estar em outra rede", declara ele, que sentencia: "O valor do Facebook não está nele, mas nas relações que ele criou."
Girardi acha que o fundamental é que os princípios de liberdade na web sejam sempre lembrados, discutidos e defendidos publicamente - nas escolas, nos meios de comunicação, no debate sobre o marco civil da internet, nas reuniões entre amigos. "É preciso que indivíduos e grupos inspirados na cultura hacker participem do debate público e do próprio processo de controle e de inovação que pretende criar um mundo melhor para as pessoas."
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Na quinta-feira da semana passada, dia 4, o Facebook atingiu um patamar colossal ao se tornar uma rede que reúne 1 bilhão de internautas no mundo. Isso significa que uma a cada sete pessoas do planeta possui conta no site, ou seja, um sétimo da população da Terra pode ser considerado cliente de Mark Zuckerberg. É um tremendo status para um serviço que começou há menos de dez anos, afinal, o Facebook conseguiu reunir gostos, hábitos e preferências de toda essa multidão.
"O número é realmente impressionante", declara Liráucio Girardi Jr., doutor em sociologia e professor na Faculdade Cásper Líbero e na Universidade Municipal de São Caetano do Sul. O acadêmico considera o fato "um belo casamento entre engenharia da computação e engenharia social".
Serviços como este mostram como a sociedade continua trabalhando para vencer barreiras de expressão. O advento da comunicação em massa, explica o professor, serviu tanto para derrubar a territorialização da comunicação, quanto para criar filtros, pois passamos a depender de intermediários (partidos, donos de jornais, editores, donos de gravadoras, empresários e diretores canais de televisão e rádio etc.).
"O Facebook (e outros antes dele) amplificou o 'express yourself 2.0'. O custo de se produzir e distribuir/compartilhar informação, fotos, filmes, música, poesia, opinião foi reduzido quase que a zero", comenta Girardi. "Zuckerberg parece ter entendido muito bem o significado disso - ou se apropriou bem dessa ideia."
Luli Radfaher, Ph.D. em comunicação digital e professor na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, acredita que o Facebook ainda vai crescer mais. Muito mais. "Ele está entrando num patamar gigantesco, a caminho de se transformar em algo como Google e Microsoft", disse. "O Facebook é a rede social, as pessoas estão lá para compartilhar, trocar ideias, informações etc., e só ele atende a essas funções plenamente."
Vigia
O Facebook é mesmo um facilitador incontestável no campo comunicacional, prova disso é que a rede forma atualmente 140,3 bilhões de conexões - ou "amizades". Mesmo assim, há outro tema a ser observado no site: ele reúne uma quantidade não revelada de informações, agora sobre 1 bilhão de sujeitos. Isso não é perigoso?
Ambos os especialistas ouvidos pelo Olhar Digital concordam que não há com o que se preocupar em relação à retenção de dados. Para Girardi, o Facebook se vê obrigado a manter uma conduta polida justamente por ser constantemente vigiado. Isso porque a lógica comercial esbarra na lógica da cultura hacker, centrada na informação livre, na descentralização, na desconfiança com relação às autoridades. "A questão é saber até que ponto o Facebook vai conseguir andar no fio da navalha", diz. "Atualmente, ele tem sido forçado a respeitar esses princípios pelos próprios membros da cultura hacker."
Já Radfaher diz que o barulho em torno dos dados chega a ser injustificável, pois o Facebook não é o único com tamanho banco de dados - as operadoras de cartão de crédito, por exemplo, podem saber menos hábitos, mas têm mais poder financeiro sobre cada um de seus clientes. "O problema é outro, porque os dados não são meus há muito tempo; o problema é como eles são usados, pra quem são vendidos e por quê. Eu quero saber o que estão fazendo com minhas informações."
Segundo ele, o ideal seria que os dados fossem todos abertos, ao invés de pertencer a determinados grupos, já que ninguém sabe ao certo o que acontece com o que é publicado na internet.
Educação
Esbarra-se, ainda, noutra questão: as pessoas sabem o que é o Facebook? O professor da USP acha que não, que a maioria dos usuários sabe usá-lo, mas não entende bem o funcionamento dele e o porquê de sua existência. Seria necessário aplicar seriamente a alfabetização digital, que é a compreensão real do que querem dizer as ferramentas.
Por mais que esteja sob vigilância constante - afinal, atente a 1/7 da Terra - o Facebook não passa de um serviço privado, que pertence a acionistas e pode muito bem mudar o que quiser sem perguntar nada a nenhum dos usuários. O Olhar Digital relembrou recentemente alguns dos termos concordados por todos os que resolvem se tornar parte dessa comunidade (veja aqui); são as regras de convivência, que deixam uma coisa bem clara: a rede pode até ser social, mas não é sua.
"A maior parte dos usuários das redes sociais não tem muita noção dos aspectos sociais, culturais, jurídicos ou políticos da rede. Como não tem, também, sobre a maioria dos recursos que usa no seu dia a dia", explica Girardi. "Assim como o Google", complementa Radfaher, "ninguém entende que o Google pertence a alguém, acham que é um serviço público."
Imbatível?
Ainda não se sabe o que acontecerá com o Facebook e até onde vai, só que ele tem lutado para manter os usuários ativos pelo máximo de tempo possível. Isso começou com a adoção da Linha do Tempo, anunciada por Zuckerberg com o propósito de transformar a rede social na "casa" dos internautas. Depois vieram os investimentos maciços em plataformas móveis, pelas quais pode-se levar o site a qualquer lugar.
Para desespero do Google e seu Google+, o Facebook não deve ser substituído por um serviço semelhante, na opinião de Radfaher, mas sim por outra plataforma, algo completamente diferente. A exemplo disso, ele cita a Globo, maior rede televisiva do Brasil, que até hoje não encontrou concorrente à altura - números de audiência comprovam isso - mas aos poucos tem perdido terreno para a internet.
"O Facebook conseguiu aquele tamanho que é bom o bastante, grande o suficiente. Pensa no tamanho daquilo, é muito difícil deixar o Facebook, a dor de sair é muito maior do que a satisfação de estar em outra rede", declara ele, que sentencia: "O valor do Facebook não está nele, mas nas relações que ele criou."
Girardi acha que o fundamental é que os princípios de liberdade na web sejam sempre lembrados, discutidos e defendidos publicamente - nas escolas, nos meios de comunicação, no debate sobre o marco civil da internet, nas reuniões entre amigos. "É preciso que indivíduos e grupos inspirados na cultura hacker participem do debate público e do próprio processo de controle e de inovação que pretende criar um mundo melhor para as pessoas."
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
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Mais um viral ganhou força no Facebook nos últimos dias. Você já deve ter visto algum colega seu publicando um texto enorme, uma espécie de “aviso de privacidade”, afirmando que com ele o usuário protegerá todos os dados presentes na rede social, evitando que qualquer pessoa ou entidade - inclusive do governo americano - possa utilizá-los para outros fins que o internauta não gostaria.
Mas o que acontece é que o texto não passa de uma corrente, que já causou reclamações e até paródias. O fato é que, ao compartilhar o aviso, você estará apenas incomodando seus amigos. A rede social de Mark Zuckerberg já possui uma política de termos de uso e uma outra sobre o uso de dados no site – que informam ao usuário sobre quais informações o site recebe e para quais fins elas são utilizadas.
O Facebook deixa claro que só utiliza informações dos usuários com o consentimento dos mesmos. “Embora você esteja nos permitindo usar as informações que recebemos sobre você, você sempre será o proprietário de todas as suas informações. Sua confiança é importante para nós, e é por isso que não compartilhamos informações sobre você com outros a menos que tenhamos: recebido sua permissão; notificado você, informando-o nesta política, por exemplo; ou removido seu nome ou outras informações de identificação pessoal do site”, informa a página da política de uso de dados do site.
Ao se inscrever no site, o usuário já está concorda com essa política, ou seja, esse simples aviso no seu mural não fará diferença alguma. Caso você não concorde, o Facebook te dá a opção de excluir sua conta.
Dois fatores utilizados no corpo do hoax, como são chamadas essas histórias falsas que circulam na Internet, podem induzir o usuário a acreditar que ele seja verdadeiro. O primeiro deles é afirmar que o Facebook se tornou uma "entidade de capital aberto".
Isso significa apenas que a empresa se tornou pública e pode vender ações no mercado. Isso não influencia em nada na política de privacidade do site.
Outro dado curioso é o "UCC" ao final do texto, identificado como se fosse uma lei internacional que punirá quem não respeitar o aviso. A sigla é americana, mas certamente não tem relação com privacidade. UCC significa Uniform Commercial Code - em tradução livre, Código Comercial Uniforme -, um código que trata de transações comerciais e assuntos afins.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Mais um viral ganhou força no Facebook nos últimos dias. Você já deve ter visto algum colega seu publicando um texto enorme, uma espécie de “aviso de privacidade”, afirmando que com ele o usuário protegerá todos os dados presentes na rede social, evitando que qualquer pessoa ou entidade - inclusive do governo americano - possa utilizá-los para outros fins que o internauta não gostaria.
Mas o que acontece é que o texto não passa de uma corrente, que já causou reclamações e até paródias. O fato é que, ao compartilhar o aviso, você estará apenas incomodando seus amigos. A rede social de Mark Zuckerberg já possui uma política de termos de uso e uma outra sobre o uso de dados no site – que informam ao usuário sobre quais informações o site recebe e para quais fins elas são utilizadas.
O Facebook deixa claro que só utiliza informações dos usuários com o consentimento dos mesmos. “Embora você esteja nos permitindo usar as informações que recebemos sobre você, você sempre será o proprietário de todas as suas informações. Sua confiança é importante para nós, e é por isso que não compartilhamos informações sobre você com outros a menos que tenhamos: recebido sua permissão; notificado você, informando-o nesta política, por exemplo; ou removido seu nome ou outras informações de identificação pessoal do site”, informa a página da política de uso de dados do site.
Ao se inscrever no site, o usuário já está concorda com essa política, ou seja, esse simples aviso no seu mural não fará diferença alguma. Caso você não concorde, o Facebook te dá a opção de excluir sua conta.

Dois fatores utilizados no corpo do hoax, como são chamadas essas histórias falsas que circulam na Internet, podem induzir o usuário a acreditar que ele seja verdadeiro. O primeiro deles é afirmar que o Facebook se tornou uma "entidade de capital aberto".
Isso significa apenas que a empresa se tornou pública e pode vender ações no mercado. Isso não influencia em nada na política de privacidade do site.
Outro dado curioso é o "UCC" ao final do texto, identificado como se fosse uma lei internacional que punirá quem não respeitar o aviso. A sigla é americana, mas certamente não tem relação com privacidade. UCC significa Uniform Commercial Code - em tradução livre, Código Comercial Uniforme -, um código que trata de transações comerciais e assuntos afins.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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terça-feira, 31 de julho de 2012
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O Facebook está adicionando um novo recurso para os membros da rede social marcarem links que acham interessantes para serem abertos em outra hora.
Segundo o The Verge, tanto o aplicativo para iOS quanto as versões móvel e de desktop do site do Facebook ganharão a funcionalidade em breve. Com ela, ao encontrar um post interessante, o usuário poderá salvá-lo para ler mais tarde.
Assim, quem acessa o Facebook do iPhone, por exemplo, e encontra um link enviado por um amigo mas não tem tempo de ler na hora, poderá segurar o post por alguns segundos para que ele fique salvo em uma pasta na parte de favoritos da rede social. Ao acessar novamente via qualquer dispositivo e entrar na pasta, os links estarão lá para serem lidos.
Já na versão de desktop da rede social, o botão "Salvar" vai aparecer na parte inferior do post, ao lado do "Curtir - Comentar - Compartilhar".
Por enquanto há detalhes apenas do novo recurso no site do Facebook e no aplicativo para iOS, mas é bastante provável que ele também seja incorporado ao app de Android e em outros sistemas móveis.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Facebook está adicionando um novo recurso para os membros da rede social marcarem links que acham interessantes para serem abertos em outra hora.
Segundo o The Verge, tanto o aplicativo para iOS quanto as versões móvel e de desktop do site do Facebook ganharão a funcionalidade em breve. Com ela, ao encontrar um post interessante, o usuário poderá salvá-lo para ler mais tarde.
Assim, quem acessa o Facebook do iPhone, por exemplo, e encontra um link enviado por um amigo mas não tem tempo de ler na hora, poderá segurar o post por alguns segundos para que ele fique salvo em uma pasta na parte de favoritos da rede social. Ao acessar novamente via qualquer dispositivo e entrar na pasta, os links estarão lá para serem lidos.
Já na versão de desktop da rede social, o botão "Salvar" vai aparecer na parte inferior do post, ao lado do "Curtir - Comentar - Compartilhar".
Por enquanto há detalhes apenas do novo recurso no site do Facebook e no aplicativo para iOS, mas é bastante provável que ele também seja incorporado ao app de Android e em outros sistemas móveis.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 10 de julho de 2012
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Está cansado de ver seus feed de notícias do Facebook cheio de atualizações de aplicativos e jogos sem graça, postagens de pessoas com as quais você não fala desde o ensino médio e conteúdo morno no geral? Se sim, é hora de apimentá-lo para ter certeza de que está recebendo as atualizações de pessoas que gosta, bem como notícias e informações de seu interesse.
Na realidade há um número espantoso de opções para isso, como editar sua lista de amigos, adicionar interesses, usar o botão “curtir” e esconder as coisas que você odeia. Aprimorar seu feed irá requerer um pouco de esforço da sua parte, mas se você é um fã da rede, aqui está o que precisa ser feito para levar sua participação nela a outro nível.
Amigo ou conhecido?
O FB permite que você classifique seus amigos como “próximos” ou “conhecidos”. Categorizar pessoas como “conhecidas” pode melhorar os updates que você recebe, já que perderá as atualizações de pessoas chatas que não vê há dez anos. Você ainda irá receber updates deles, mas apenas os mais importantes.
A rede possui uma ferramenta automatizada que ajuda a organizar sua lista de amigos, para que você não tenha que classificar um por um. O FB gera uma lista de amigos que ele acha serem apenas seus conhecidos, e pergunta se você gostaria de vê-los menos em seu feed.
Embora o Facebook faça um ótimo trabalho ao eliminar conhecidos com base nas pessoas com as quais você interage ou não, é bom verificar as seleções para se certificar de que um amigo não foi parar na lista errada. Você pode executar a ferramenta quantas vezes quiser para continuar aprimorando as atualizações que recebe.
Ainda muito barulhento
Se você ainda está recebendo updates de pessoas indesejadas depois de utilizar a ferramenta de organização, é possível se livrar delas rapidamente.
Digamos que você queira silenciar Frank porque ele posta muitas atualizações de jogos. Passe o mouse sobre a postagem dele e clique na seta para baixo no canto superior direito. A partir do menu drop-down, selecione “apenas importante”, e as atualizações do FarmVille de Frank irão desaparecer instantaneamente.
Utilize “Interesses”
Seu perfil no Facebook possui um recurso chamado “Interesses” que permite que você assine categorias gerais, como fotografia, tecnologia ou design. Cada categoria contém pessoas, páginas da rede e marcas na rede que se relacionam com aquele interesse em particular. Se você assinar o interesse "Chefs", por exemplo, verá atualizações públicas em seu feed de notícias de 25 chefs famosos, como Anthony Bourdain, Cat Cora, Jamie Oliver e Wolfgang Puck.
Para apimentar seu feed com o recurso, vá até “Interesses” e clique em “+ Adicionar Interesses” no canto superior direito da coluna central. Na próxima página você poderá navegar através de listas populares criadas por outros usuários da rede. Se não encontrar algo que goste, será possível criar sua própria lista clicando em “+ Cria Lista” no canto superior direito.
As atualizações de listas de interesse geralmente se agregam em duas ou três postagens de diferentes pessoas na lista de uma só vez. O blogueiro Robert Scoble, que vem defendendo alguns dos métodos descritos neste artigo por vários meses, aponta que os interesses do Facebook são uma ótima maneira de obter notícias e informações de pessoas que você não julga tão importantes a ponto de se inscrever em suas atualizações, mas de quem você ainda gostaria de receber notícias de vez em quando.
Curta coisas
Outro caminho para adicionar itens interessantes em seu feed de notícias é "curtir" coisas. Os itens que você curte podem incluir, por exemplo, páginas de marcas. Se navegar pela rede para encontrar coisas que você gosta é muito trabalhoso, apenas mantenha-se atento aos botões "Curtir" espalhados nela. A ideia é curtir todos os tipos de marcas e sites, não apenas artigos. Fazendo isso você terá mais atualizações de seu interesse sobre uma marca ou personalidade.
Comece a bloquear
Você não apenas pode adicionar conteúdo ao seu feed de notícias para melhorá-lo, como também pode tirar itens dele. A melhor coisa a ser feita é eliminar atualizações específicas que te incomodam - para mim, é o fluxo interminável de atualizações de jogos.
Digamos que as atualizações de amigos jogando CityVille estão te deixando louco. Passe o mouse sobre uma atualização do game e clique na seta para baixo, na parte superior direita da área de status. Na parte inferior do menu drop-down que aparecerá, selecione a opção que diz "ocultar tudo de Cityville".
Principais Histórias e Mais Recentes
Por padrão, o Facebook mostra a você apenas o que ele acredita ser os itens mais relevantes de amigos, listas de interesses e curtir, que são baseados em diversos fatores como seus relacionamentos com o autor da postagem e a popularidade do post.
Se você preferir ver as últimas atualizações - independente da popularidade - clique em "Classificar" no topo do seu feed de notícias e selecione a opção "Mais Recente" do menu drop-down. Sua escolha será lembrada nas próximas vezes em que você acessar a rede.
Barra de atualizações em tempo-real
O FB possui uma barra à direita da tela (ticker) que mostra suas últimas atualizações, comentários e atividades de seus amigos em tempo-real. É um fluxo permanente de informações que podem causar sobrecarga na rede. Dê a você mesmo um tempo e livre-se dela de duas formas.
A primeira delas é ir ao canto inferior direito do seu feed e clicar no desenho da seta com um colchete, para esconder a barra lateral. A desvantagem deste método é que ele esconde sua janela de chat também.
Outra maneira é ajustar a sua janela do bate-papo para cobrir a irritante atualização. Para isso, segure na barra divisora que está localizada entre a janela de contatos e a caixa de atualizações em tempo real. Assim que visualizar a seta dupla, clique e arraste até que a janela desapareça.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Para você que vive reclamando de tudo no facebook, agora não tem mais desculpas...

Está cansado de ver seus feed de notícias do Facebook cheio de atualizações de aplicativos e jogos sem graça, postagens de pessoas com as quais você não fala desde o ensino médio e conteúdo morno no geral? Se sim, é hora de apimentá-lo para ter certeza de que está recebendo as atualizações de pessoas que gosta, bem como notícias e informações de seu interesse.
Na realidade há um número espantoso de opções para isso, como editar sua lista de amigos, adicionar interesses, usar o botão “curtir” e esconder as coisas que você odeia. Aprimorar seu feed irá requerer um pouco de esforço da sua parte, mas se você é um fã da rede, aqui está o que precisa ser feito para levar sua participação nela a outro nível.
Amigo ou conhecido?
O FB permite que você classifique seus amigos como “próximos” ou “conhecidos”. Categorizar pessoas como “conhecidas” pode melhorar os updates que você recebe, já que perderá as atualizações de pessoas chatas que não vê há dez anos. Você ainda irá receber updates deles, mas apenas os mais importantes.
A rede possui uma ferramenta automatizada que ajuda a organizar sua lista de amigos, para que você não tenha que classificar um por um. O FB gera uma lista de amigos que ele acha serem apenas seus conhecidos, e pergunta se você gostaria de vê-los menos em seu feed.
Embora o Facebook faça um ótimo trabalho ao eliminar conhecidos com base nas pessoas com as quais você interage ou não, é bom verificar as seleções para se certificar de que um amigo não foi parar na lista errada. Você pode executar a ferramenta quantas vezes quiser para continuar aprimorando as atualizações que recebe.
Ainda muito barulhento
Se você ainda está recebendo updates de pessoas indesejadas depois de utilizar a ferramenta de organização, é possível se livrar delas rapidamente.
Digamos que você queira silenciar Frank porque ele posta muitas atualizações de jogos. Passe o mouse sobre a postagem dele e clique na seta para baixo no canto superior direito. A partir do menu drop-down, selecione “apenas importante”, e as atualizações do FarmVille de Frank irão desaparecer instantaneamente.
Utilize “Interesses”
Seu perfil no Facebook possui um recurso chamado “Interesses” que permite que você assine categorias gerais, como fotografia, tecnologia ou design. Cada categoria contém pessoas, páginas da rede e marcas na rede que se relacionam com aquele interesse em particular. Se você assinar o interesse "Chefs", por exemplo, verá atualizações públicas em seu feed de notícias de 25 chefs famosos, como Anthony Bourdain, Cat Cora, Jamie Oliver e Wolfgang Puck.
Para apimentar seu feed com o recurso, vá até “Interesses” e clique em “+ Adicionar Interesses” no canto superior direito da coluna central. Na próxima página você poderá navegar através de listas populares criadas por outros usuários da rede. Se não encontrar algo que goste, será possível criar sua própria lista clicando em “+ Cria Lista” no canto superior direito.
As atualizações de listas de interesse geralmente se agregam em duas ou três postagens de diferentes pessoas na lista de uma só vez. O blogueiro Robert Scoble, que vem defendendo alguns dos métodos descritos neste artigo por vários meses, aponta que os interesses do Facebook são uma ótima maneira de obter notícias e informações de pessoas que você não julga tão importantes a ponto de se inscrever em suas atualizações, mas de quem você ainda gostaria de receber notícias de vez em quando.
Curta coisas
Outro caminho para adicionar itens interessantes em seu feed de notícias é "curtir" coisas. Os itens que você curte podem incluir, por exemplo, páginas de marcas. Se navegar pela rede para encontrar coisas que você gosta é muito trabalhoso, apenas mantenha-se atento aos botões "Curtir" espalhados nela. A ideia é curtir todos os tipos de marcas e sites, não apenas artigos. Fazendo isso você terá mais atualizações de seu interesse sobre uma marca ou personalidade.
Comece a bloquear
Você não apenas pode adicionar conteúdo ao seu feed de notícias para melhorá-lo, como também pode tirar itens dele. A melhor coisa a ser feita é eliminar atualizações específicas que te incomodam - para mim, é o fluxo interminável de atualizações de jogos.
Digamos que as atualizações de amigos jogando CityVille estão te deixando louco. Passe o mouse sobre uma atualização do game e clique na seta para baixo, na parte superior direita da área de status. Na parte inferior do menu drop-down que aparecerá, selecione a opção que diz "ocultar tudo de Cityville".
Principais Histórias e Mais Recentes
Por padrão, o Facebook mostra a você apenas o que ele acredita ser os itens mais relevantes de amigos, listas de interesses e curtir, que são baseados em diversos fatores como seus relacionamentos com o autor da postagem e a popularidade do post.
Se você preferir ver as últimas atualizações - independente da popularidade - clique em "Classificar" no topo do seu feed de notícias e selecione a opção "Mais Recente" do menu drop-down. Sua escolha será lembrada nas próximas vezes em que você acessar a rede.
Barra de atualizações em tempo-real
O FB possui uma barra à direita da tela (ticker) que mostra suas últimas atualizações, comentários e atividades de seus amigos em tempo-real. É um fluxo permanente de informações que podem causar sobrecarga na rede. Dê a você mesmo um tempo e livre-se dela de duas formas.
A primeira delas é ir ao canto inferior direito do seu feed e clicar no desenho da seta com um colchete, para esconder a barra lateral. A desvantagem deste método é que ele esconde sua janela de chat também.
Outra maneira é ajustar a sua janela do bate-papo para cobrir a irritante atualização. Para isso, segure na barra divisora que está localizada entre a janela de contatos e a caixa de atualizações em tempo real. Assim que visualizar a seta dupla, clique e arraste até que a janela desapareça.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Para você que vive reclamando de tudo no facebook, agora não tem mais desculpas...
segunda-feira, 2 de julho de 2012
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O desenvolvedor norte-americano Tom Waddington estava fuçando o código do Facebook em busca de novidades e descobriu que há por lá um botão que ainda não foi liberado para os usuários da rede social: "Want" ("quero"). A ferramenta seria utilizada para indicar produtos para uma lista de desejos de cada usuário, ainda por ser criada.
De acordo com o programador, a opção está presente no código JavaScript como uma das opções de plug-ins sociais do serviço. "As mudanças foram adicionadas no Javacript do Facebook na última quinta-feira", disse o desenvolvedor ao Mashable.
Ele testou o botão "want" em seu site, mas não teve muito progresso. "O botão aparece no site, mas ao clicá-lo você recebe uma mensagem de erro", explica.
Waddington ainda contou ao Mashable que descobriu outras ferramentas invisíveis, como "page events" (eventos de uma página), "privacy selector" (seletor de privacidade), ou "social context" (contexto social). A função de cada um deles ainda não é conhecida. "O Facebook ainda não autorizou ninguém a usar os novos apps", diz Waddington.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O desenvolvedor norte-americano Tom Waddington estava fuçando o código do Facebook em busca de novidades e descobriu que há por lá um botão que ainda não foi liberado para os usuários da rede social: "Want" ("quero"). A ferramenta seria utilizada para indicar produtos para uma lista de desejos de cada usuário, ainda por ser criada.
De acordo com o programador, a opção está presente no código JavaScript como uma das opções de plug-ins sociais do serviço. "As mudanças foram adicionadas no Javacript do Facebook na última quinta-feira", disse o desenvolvedor ao Mashable.
Ele testou o botão "want" em seu site, mas não teve muito progresso. "O botão aparece no site, mas ao clicá-lo você recebe uma mensagem de erro", explica.
Waddington ainda contou ao Mashable que descobriu outras ferramentas invisíveis, como "page events" (eventos de uma página), "privacy selector" (seletor de privacidade), ou "social context" (contexto social). A função de cada um deles ainda não é conhecida. "O Facebook ainda não autorizou ninguém a usar os novos apps", diz Waddington.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
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Como já aconteceu diversas vezes, um novo sorteio falso de iPhone está enganando milhares de usuários no Facebook. Dessa vez, uma página portuguesa que afirma que irá sortear mais de 20 smartphones já atraiu mais de 70 mil pessoas na rede social.
Para participar da “promoção”, o usuário precisa compartilhar a imagem com uma pilha de iPhones – essa foto, inclusive, já foi compartilhada em outros sorteios falsos desde o final do ano passado. A justificativa para o sorteio dos aparelhos é que eles estariam sem a película exterior de proteção para as caixas.
Atualmente com 150 mil fãs, a página A Tua Cara não me É Estranha (BRONCA) fez o seguinte anúncio em sua página: “Recebemos 22 iPhones 4S que não podem ser comercializados por se encontrarem sem e película exterior da caixa. Vamos SORTEAR os 22 iPhones através desta página a quem PARTILHAR esta imagem. A Oferta termina às 23:59 do dia 3 Junho. (sic).” Detalhe: a data do prazo do sorteio já foi alterada três vezes apenas durante a produção dessa reportagem.
Em meio aos mais de 7.500 mil comentários da imagem com os iPhones, é possível notar vários usuários afirmando que trata de um sorteio falso, enquanto outros parecem ignorar o aviso e comentam logo embaixo que querem ganhar um dos aparelhos.
Como a assessoria da Apple já afirmou anteriormente para a Macworld Brasil, a empresa não realiza nenhum tipo de sorteio de seus produtos.
Vale lembrar que é possível denunciar práticas fraudulentas desse tipo no Facebook ao simplesmente clicar na opção Denunciar Esta Foto, logo abaixo da imagem, e seguir os passos.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Como já aconteceu diversas vezes, um novo sorteio falso de iPhone está enganando milhares de usuários no Facebook. Dessa vez, uma página portuguesa que afirma que irá sortear mais de 20 smartphones já atraiu mais de 70 mil pessoas na rede social.
Para participar da “promoção”, o usuário precisa compartilhar a imagem com uma pilha de iPhones – essa foto, inclusive, já foi compartilhada em outros sorteios falsos desde o final do ano passado. A justificativa para o sorteio dos aparelhos é que eles estariam sem a película exterior de proteção para as caixas.
Atualmente com 150 mil fãs, a página A Tua Cara não me É Estranha (BRONCA) fez o seguinte anúncio em sua página: “Recebemos 22 iPhones 4S que não podem ser comercializados por se encontrarem sem e película exterior da caixa. Vamos SORTEAR os 22 iPhones através desta página a quem PARTILHAR esta imagem. A Oferta termina às 23:59 do dia 3 Junho. (sic).” Detalhe: a data do prazo do sorteio já foi alterada três vezes apenas durante a produção dessa reportagem.
Em meio aos mais de 7.500 mil comentários da imagem com os iPhones, é possível notar vários usuários afirmando que trata de um sorteio falso, enquanto outros parecem ignorar o aviso e comentam logo embaixo que querem ganhar um dos aparelhos.
Como a assessoria da Apple já afirmou anteriormente para a Macworld Brasil, a empresa não realiza nenhum tipo de sorteio de seus produtos.
Vale lembrar que é possível denunciar práticas fraudulentas desse tipo no Facebook ao simplesmente clicar na opção Denunciar Esta Foto, logo abaixo da imagem, e seguir os passos.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
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Crackers têm utilizado um artifício de criação de complementos para navegadores para criar um malware que se espalha no Facebook por meio de cliques fraudulentos, afirma um pesquisador em segurança da empresa de antivirus Kaspersky Lab.
O Crossrider é um framework legítimo em Javascript que implementa uma API unificada (Interface de Programação de Aplicativos) para desenvolver complementos dos navegadores Firefox, Chrome e Internet Explorer. Essa API permite que desenvolvedores escrevam um código para rodar em diferentes navegadores e, consequentemente, em diferentes sistemas operacionais.
O framework ainda está em uma versão beta e seus criadores planejam adicionar suporte para o navegador Safari em breve. “É muito raro analisar um arquivo malicioso escrito na forma de plugin para vários navegadores. É ainda mais raro se deparar com plugins criados usando códigos mulltiplataforma", diz o especialista em malware Sergey Golovanov, do Kaspersky Lab, no blog da empresa, na última segunda-feira.
O novo malware recebeu o nome de LilyJade e está sendo vendido em sites ocultos de discussão por 1000 dólares. Seu criador afirma que o aplicativo pode infectar também navegadores que rodam em Linux ou Mac. Como não há arquivos executáveis nele, nenhum antivírus pode detectá-lo.
O malware parece ter sido criado para atuar como um falso clique capaz de fraudar propagandas em sites como Yahoo, YouTube, Bing/MSN, AOL, Google e Facebook. Quando os usuários clicam no link dessas propagandas, o criador do malware ganha dinheiro através de programas afiliados. Para se disseminar, o LilyJade utiliza o controle que tem sobre os navegadores infectados, aproveitando-se de sessões ativas do Facebook para enviar mensagens de spam em nome desses usuários autenticados.
Os links inclusos nas mensagens de spam que o LilyJade envia por meio do Facebook direcionam os usuários a sites responsáveis por rodar o código malicioso do malware. Pacotes como esse se aproveitam da vunerabilidade de softwares desatualizados - normalmente plugins como Java, Flash Palyer ou Adobe Reader - com o intuito de infectar computadores com o malware.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Crackers têm utilizado um artifício de criação de complementos para navegadores para criar um malware que se espalha no Facebook por meio de cliques fraudulentos, afirma um pesquisador em segurança da empresa de antivirus Kaspersky Lab.
O Crossrider é um framework legítimo em Javascript que implementa uma API unificada (Interface de Programação de Aplicativos) para desenvolver complementos dos navegadores Firefox, Chrome e Internet Explorer. Essa API permite que desenvolvedores escrevam um código para rodar em diferentes navegadores e, consequentemente, em diferentes sistemas operacionais.
O framework ainda está em uma versão beta e seus criadores planejam adicionar suporte para o navegador Safari em breve. “É muito raro analisar um arquivo malicioso escrito na forma de plugin para vários navegadores. É ainda mais raro se deparar com plugins criados usando códigos mulltiplataforma", diz o especialista em malware Sergey Golovanov, do Kaspersky Lab, no blog da empresa, na última segunda-feira.
O novo malware recebeu o nome de LilyJade e está sendo vendido em sites ocultos de discussão por 1000 dólares. Seu criador afirma que o aplicativo pode infectar também navegadores que rodam em Linux ou Mac. Como não há arquivos executáveis nele, nenhum antivírus pode detectá-lo.
O malware parece ter sido criado para atuar como um falso clique capaz de fraudar propagandas em sites como Yahoo, YouTube, Bing/MSN, AOL, Google e Facebook. Quando os usuários clicam no link dessas propagandas, o criador do malware ganha dinheiro através de programas afiliados. Para se disseminar, o LilyJade utiliza o controle que tem sobre os navegadores infectados, aproveitando-se de sessões ativas do Facebook para enviar mensagens de spam em nome desses usuários autenticados.
Os links inclusos nas mensagens de spam que o LilyJade envia por meio do Facebook direcionam os usuários a sites responsáveis por rodar o código malicioso do malware. Pacotes como esse se aproveitam da vunerabilidade de softwares desatualizados - normalmente plugins como Java, Flash Palyer ou Adobe Reader - com o intuito de infectar computadores com o malware.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
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A General Motors afirmou recentemente que anunciar no Facebook não vale a pena e não dá retorno ao anunciante, e tirou um investimento de US$ 10 milhões feito na rede social. E, de acordo com um estudo da agência de marketing Greenlight, a montadora está correta: o Facebook não é bom para publicidade.
Uma pesquisa feita pela agência mostrou que 44% dos usuários do Facebook jamais clicariam em um link de anúncio que apareça na rede social. Outros 31% afirmaram que "raramente" se interessariam pelo anúncio, e apenas 13% dizem que clicariam "regularmente", segundo a CNET.
O Facebook acredita que a cobrança de anúncios dentro da rede social é uma das maneiras de lucrar com o serviço. Os usuários cadastrados recebem a publicidade de diversas maneiras - seja em uma parte específica no menu da direita ou na forma de um "artigo destacado" no Feed de Notícias.
Além de cobrar de empresas, a rede social estuda formas de lucrar com os usuários comuns. Recentemente, o Facebook começou a testar uma ferramenta que permite que o usuário pague uma pequena taxa para destacar seu post no meio do Feed de Notícias de amigos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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A General Motors afirmou recentemente que anunciar no Facebook não vale a pena e não dá retorno ao anunciante, e tirou um investimento de US$ 10 milhões feito na rede social. E, de acordo com um estudo da agência de marketing Greenlight, a montadora está correta: o Facebook não é bom para publicidade.
Uma pesquisa feita pela agência mostrou que 44% dos usuários do Facebook jamais clicariam em um link de anúncio que apareça na rede social. Outros 31% afirmaram que "raramente" se interessariam pelo anúncio, e apenas 13% dizem que clicariam "regularmente", segundo a CNET.
O Facebook acredita que a cobrança de anúncios dentro da rede social é uma das maneiras de lucrar com o serviço. Os usuários cadastrados recebem a publicidade de diversas maneiras - seja em uma parte específica no menu da direita ou na forma de um "artigo destacado" no Feed de Notícias.
Além de cobrar de empresas, a rede social estuda formas de lucrar com os usuários comuns. Recentemente, o Facebook começou a testar uma ferramenta que permite que o usuário pague uma pequena taxa para destacar seu post no meio do Feed de Notícias de amigos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
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O primeiro dia após o lançamento do novo recurso do Facebook, que permite adicionar a opção de ser um doador de órgãos à Linha do Tempo, foi bastante positivo para instituições que procuram doadores. O Donate Life California, por exemplo, teve um aumento de 800% nos cadastros após a liberação da novidade, de acordo com a CNET.
O recurso, anunciado ontem por Mark Zuckerberg, permite que os usuários da rede social informem na timeline que são doadores de órgãos. A rede social, então, facilita a conexão dessas pessoas a quem esteja precisando de transplante.
Para quem não é registrado em nenhum centro de doação de órgãos, a opção também oferece links para organizações na cidade do usuário que façam cadastro de interessados em doar seus órgãos para ajudar pessoas que precisam.
Por enquanto, o recurso é restrito a usuários dos Estados Unidos e do Reino Unido, mas pode ser ampliado para outras localidades no futuro. De acordo com a rede social, apenas no país norte-americano, 114 mil pessoas estão na fila à espera de um coração, rim ou fígado. "Muitos desses - uma média de 18 por dia - morrem esperando", afirmou a rede social em um release.
"A missão do Facebook é simples: ajudar a fazer um mundo mais aberto e conectado. Mas a nossa comunidade tem mostrado que, ao conectar e dividir, o mundo fica menor e melhor. Um único indivíduo pode mudar a vida de outro e, no Facebook, chamamos isso de poder dos amigos", afirmou a empresa.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O primeiro dia após o lançamento do novo recurso do Facebook, que permite adicionar a opção de ser um doador de órgãos à Linha do Tempo, foi bastante positivo para instituições que procuram doadores. O Donate Life California, por exemplo, teve um aumento de 800% nos cadastros após a liberação da novidade, de acordo com a CNET.
O recurso, anunciado ontem por Mark Zuckerberg, permite que os usuários da rede social informem na timeline que são doadores de órgãos. A rede social, então, facilita a conexão dessas pessoas a quem esteja precisando de transplante.
Para quem não é registrado em nenhum centro de doação de órgãos, a opção também oferece links para organizações na cidade do usuário que façam cadastro de interessados em doar seus órgãos para ajudar pessoas que precisam.
Por enquanto, o recurso é restrito a usuários dos Estados Unidos e do Reino Unido, mas pode ser ampliado para outras localidades no futuro. De acordo com a rede social, apenas no país norte-americano, 114 mil pessoas estão na fila à espera de um coração, rim ou fígado. "Muitos desses - uma média de 18 por dia - morrem esperando", afirmou a rede social em um release.
"A missão do Facebook é simples: ajudar a fazer um mundo mais aberto e conectado. Mas a nossa comunidade tem mostrado que, ao conectar e dividir, o mundo fica menor e melhor. Um único indivíduo pode mudar a vida de outro e, no Facebook, chamamos isso de poder dos amigos", afirmou a empresa.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
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O Facebook assinou contratos com diversos fornecedores de segurança e lançou uma loja de antivírus na rede social. No chamado Antivirus MarketPlace, usuários podem fazer downloads de softwares de segurança da McAfee, Norton, Sophos, Trend Micro e Microsoft de graça. Segundo o site Cnet, os pacotes podem ser utilizados de seis meses a um ano, dependendo do software.
Além da loja de antivírus, o Facebook também informou que as cinco companhias concordaram em entregar suas listas negras de sites infectados à rede social. O próprio Facebook já possui um ranking com os links maliciosos, mas, agora, com a ajuda de empresas especializadas, poderá ser mais eficaz no bloqueio de URLs mal intencionadas.
Os softwares disponibilizados na loja já podem ser baixados por usuários de Windows ou Mac. Para fazer o download é preciso estar logado na sua conta da rede social. Clique aqui para conhecer o Antivirus MarketPlace.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Facebook assinou contratos com diversos fornecedores de segurança e lançou uma loja de antivírus na rede social. No chamado Antivirus MarketPlace, usuários podem fazer downloads de softwares de segurança da McAfee, Norton, Sophos, Trend Micro e Microsoft de graça. Segundo o site Cnet, os pacotes podem ser utilizados de seis meses a um ano, dependendo do software.
Além da loja de antivírus, o Facebook também informou que as cinco companhias concordaram em entregar suas listas negras de sites infectados à rede social. O próprio Facebook já possui um ranking com os links maliciosos, mas, agora, com a ajuda de empresas especializadas, poderá ser mais eficaz no bloqueio de URLs mal intencionadas.
Os softwares disponibilizados na loja já podem ser baixados por usuários de Windows ou Mac. Para fazer o download é preciso estar logado na sua conta da rede social. Clique aqui para conhecer o Antivirus MarketPlace.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 27 de março de 2012
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Um número cada vez maior de empregadores está percebendo que permitir que os funcionários usem o Facebook no trabalho é uma válvula de escape que os tornam mais "felizes e confortáveis". Pelo menos é no que acreditam vários gestores de tecnologia da informação, de acordo com o site Computerworld.
A permissão de acesso à rede social seria uma espécie de "troca justa" por muitas horas de trabalho no escritório, com horas complementares em casa. A companhia de análise Gartner também reportou, no início de março, que cada vez menos companhias estão bloqueado o Facebook. Em 2010, quase 50% delas bloqueavam.
"Se você trabalha de 12 a 15 horas por dia, haverá momentos em que você gostará de dar uma pausa e se conectar com a realidade - e falar com os amigos e com a família permite que isso aconteça", afirmou um consultor de uma empresa de análises de Chicago, nos Estados Unidos. "Essas ferramentas permitem que você trabalhe por muitas horas sem enloquecer", concluiu.
O número caírá ainda mais daqui dois anos, com cerca de 30% das empresas aplicando bloqueio ao Facebook em 2014, segundo a Gartner. A taxa de queda anual da restrição às redes sociais pelas corporações é de 10% ao ano.
FONTE: terra.com.br
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Um número cada vez maior de empregadores está percebendo que permitir que os funcionários usem o Facebook no trabalho é uma válvula de escape que os tornam mais "felizes e confortáveis". Pelo menos é no que acreditam vários gestores de tecnologia da informação, de acordo com o site Computerworld.
A permissão de acesso à rede social seria uma espécie de "troca justa" por muitas horas de trabalho no escritório, com horas complementares em casa. A companhia de análise Gartner também reportou, no início de março, que cada vez menos companhias estão bloqueado o Facebook. Em 2010, quase 50% delas bloqueavam.
"Se você trabalha de 12 a 15 horas por dia, haverá momentos em que você gostará de dar uma pausa e se conectar com a realidade - e falar com os amigos e com a família permite que isso aconteça", afirmou um consultor de uma empresa de análises de Chicago, nos Estados Unidos. "Essas ferramentas permitem que você trabalhe por muitas horas sem enloquecer", concluiu.
O número caírá ainda mais daqui dois anos, com cerca de 30% das empresas aplicando bloqueio ao Facebook em 2014, segundo a Gartner. A taxa de queda anual da restrição às redes sociais pelas corporações é de 10% ao ano.
FONTE: terra.com.br
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segunda-feira, 26 de março de 2012
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Antes só era possível compartilhar arquivos com outros usuários do disco virtual, mas agora versão web oferece integração com a rede social.
Nesta semana o Dropbox recebeu uma atualização que permite compartilhar os arquivos com os usuários do Facebook. Antes só era possível enviar links dos conteúdos pessoais armazenados no disco virtual com um e-mail vinculado a uma conta no Dropbox.
Para usar o novo recurso, basta selecionar uma pasta com o botão direito do mouse e clicar em “Invite to folder” (convidar para a pasta). Quando a aparecer a página de compartilhamento, clique em “Invite Facebook friends” (em destaque na foto abaixo) para enviar o link de download da pasta para um contato do seu Facebook.
Basta clicar em "Invite Facebook friends" e inserir o nome do seu amigo na rede social
Com o novo recurso, o Dropbox pode se tornar ainda mais popular no segmento de discos virtuais, já que os maiores concorrentes do serviço, como o SugarSynch e o Box, não possem essa integração com a rede social mais usada do mundo. Não sabe como usar os discos virtuais? Veja algumas dicas no nosso tutorial.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Antes só era possível compartilhar arquivos com outros usuários do disco virtual, mas agora versão web oferece integração com a rede social.
Nesta semana o Dropbox recebeu uma atualização que permite compartilhar os arquivos com os usuários do Facebook. Antes só era possível enviar links dos conteúdos pessoais armazenados no disco virtual com um e-mail vinculado a uma conta no Dropbox.
Para usar o novo recurso, basta selecionar uma pasta com o botão direito do mouse e clicar em “Invite to folder” (convidar para a pasta). Quando a aparecer a página de compartilhamento, clique em “Invite Facebook friends” (em destaque na foto abaixo) para enviar o link de download da pasta para um contato do seu Facebook.
Basta clicar em "Invite Facebook friends" e inserir o nome do seu amigo na rede social
Com o novo recurso, o Dropbox pode se tornar ainda mais popular no segmento de discos virtuais, já que os maiores concorrentes do serviço, como o SugarSynch e o Box, não possem essa integração com a rede social mais usada do mundo. Não sabe como usar os discos virtuais? Veja algumas dicas no nosso tutorial.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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O cientista e pesquisador do laboratório de computação social da HP, Bernardo Huberman, acredita que a privacidade na internet como é conhecida hoje em dia está prestes a chegar ao fim. Para ele, em um futuro não muito distante, revelar um segredo em redes sociais somente acontecerá sob o pagamento em dinheiro. "Os usuários devem ser pagos para participar do Facebook e do Twitter, por exemplo", constatou em entrevista para o Terra.
A afirmação não é fruto do acaso. Huberman lidera uma pesquisa no centro da HP na qual identifica e estabelece a importância do usuário na construção e na consolidação de uma rede social. "Atualmente, uma empresa é capaz de conhecer os hábitos até mesmo quando as pessoas não estão conectadas a partir de um dispositivo", exemplificou.
As companhias de análise estratificam os dados e os transformam em tendências comerciais. Com isso, elas são capazes de projetar as horas em que um funcionário de uma empresa, por exemplo, está no banheiro ou almoçando por conta não somente da queda no tráfego online mas também das informações divulgadas na web.
"A questão é que elas são muito valiosas", afirmou o cientista em relação às informações fornecidas publicamente em site, que complementou que as pessoas ainda não têm a dimensão de como a divulgação de um livro recém-lido, por exemplo, pode ajudar a traçar o perfil do usuário. "As companhias vendem os dados dos usuários para empresas de marketing, que lucram toneladas de dinheiro em cima disso", afirmou.
Nada mais justo, portanto, de acordo com o cientista, que os usuários participem dos lucros das companhias - que se baseiam primordialmente nas pessoas, e não na tecnologia, para se tornar um sucesso digital. Esse é o caso, aliás, do próprio Facebook, que, com quase 900 milhões e usuários em todo o planeta, deve entrar na bolsa de valores em maio deste ano com um valor estimado de US$ 5 bilhões, sem nenhum centavo compartilhado com os usuários, às exceção do que responde pelo nome de Mark Zuckerberg.
Projetos que pagam o usuário já existem na web
A UberMedia, criadora de vários aplicativos populares de redes sociais (como o Echonfon), lançou a Chime.in. O diferencial da novidade, segundo o CEO da empresa, Bill Gross, é que ela trabalhará com um sistema para pagar os usuários pelos posts.
Além de recompensar os usuários, o sistema de pagamento usa o dinheiro como atrativo para que as pessoas participem dela ativamente - o que tem sido um problema para as novatas: atrair público. "Quando há dinheiro envolvido, você consegue um nível de seriedade que não existe se não há pagamento", afirma. O YouTube já aposta na mesma premissa, e paga aos usuários por conteúdos muito populares, na expectativa de que a qualidade dos vídeos seja o destaque. A prática também já foi testada pelo Blogger, do Google.
Um outro exemplo é a rede social espanhola TuyYou, que pretende oferecer uma comissão pelas compras realizadas pelos usuários recomendados. Além de uma plataforma de comércio eletrônico, o TuyYou permite compartilhar conteúdo e realizar contatos profissionais.
FONTE: terra.com.br
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O cientista e pesquisador do laboratório de computação social da HP, Bernardo Huberman, acredita que a privacidade na internet como é conhecida hoje em dia está prestes a chegar ao fim. Para ele, em um futuro não muito distante, revelar um segredo em redes sociais somente acontecerá sob o pagamento em dinheiro. "Os usuários devem ser pagos para participar do Facebook e do Twitter, por exemplo", constatou em entrevista para o Terra.
A afirmação não é fruto do acaso. Huberman lidera uma pesquisa no centro da HP na qual identifica e estabelece a importância do usuário na construção e na consolidação de uma rede social. "Atualmente, uma empresa é capaz de conhecer os hábitos até mesmo quando as pessoas não estão conectadas a partir de um dispositivo", exemplificou.
As companhias de análise estratificam os dados e os transformam em tendências comerciais. Com isso, elas são capazes de projetar as horas em que um funcionário de uma empresa, por exemplo, está no banheiro ou almoçando por conta não somente da queda no tráfego online mas também das informações divulgadas na web.
"A questão é que elas são muito valiosas", afirmou o cientista em relação às informações fornecidas publicamente em site, que complementou que as pessoas ainda não têm a dimensão de como a divulgação de um livro recém-lido, por exemplo, pode ajudar a traçar o perfil do usuário. "As companhias vendem os dados dos usuários para empresas de marketing, que lucram toneladas de dinheiro em cima disso", afirmou.
Nada mais justo, portanto, de acordo com o cientista, que os usuários participem dos lucros das companhias - que se baseiam primordialmente nas pessoas, e não na tecnologia, para se tornar um sucesso digital. Esse é o caso, aliás, do próprio Facebook, que, com quase 900 milhões e usuários em todo o planeta, deve entrar na bolsa de valores em maio deste ano com um valor estimado de US$ 5 bilhões, sem nenhum centavo compartilhado com os usuários, às exceção do que responde pelo nome de Mark Zuckerberg.
Projetos que pagam o usuário já existem na web
A UberMedia, criadora de vários aplicativos populares de redes sociais (como o Echonfon), lançou a Chime.in. O diferencial da novidade, segundo o CEO da empresa, Bill Gross, é que ela trabalhará com um sistema para pagar os usuários pelos posts.
Além de recompensar os usuários, o sistema de pagamento usa o dinheiro como atrativo para que as pessoas participem dela ativamente - o que tem sido um problema para as novatas: atrair público. "Quando há dinheiro envolvido, você consegue um nível de seriedade que não existe se não há pagamento", afirma. O YouTube já aposta na mesma premissa, e paga aos usuários por conteúdos muito populares, na expectativa de que a qualidade dos vídeos seja o destaque. A prática também já foi testada pelo Blogger, do Google.
Um outro exemplo é a rede social espanhola TuyYou, que pretende oferecer uma comissão pelas compras realizadas pelos usuários recomendados. Além de uma plataforma de comércio eletrônico, o TuyYou permite compartilhar conteúdo e realizar contatos profissionais.
FONTE: terra.com.br
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
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Usuários estão cada vez mais antissociais e zelam pela privacidade ao deletar comentários, marcações em fotos e até mesmo amizades
Ter mais de mil contatos? Fazer novas amizades? Ser popular? Que nada! A nova tendência no Facebook agora é deletar comentários, marcações em fotos e até mesmo os amigos - tudo a favor da privacidade. É o que afirma um novo estudo conduzido pelo instituto Pew Internet and American Life Project, que afirma que os usuários estão cada vez mais antissociais.
O instituto entrevistou mais de 2 mil adultos e denominou esse fenômeno como "a poda" das redes sociais. Alguns dados interessantes revelam que 63% dos usuários deletaram pessoas, outros 44% excluíram comentários feitos por outros em suas páginas e 37% retiraram as marcações de fotos.
Os membros também estão com um papel mais ativo quando o assunto é manter suas informações privadas, com 58% dos internautas afirmando que usam altos níveis de privacidade para que apenas seus amigos adicionados vejam seus perfis mais detalhadamente. As mulheres são ainda mais restritas, com 67% usando o nível mais alto de segurança, contra 48% do público masculino.
Segundo o Red Tape, um dos grandes motivos para "a poda', talvez, seja o arrependimento. O estudo descobriu que 11% dos usuários do Facebook declararam ter postado algo que se arrependeram depois - os homens têm o dobro de chance de afirmar isso (15%). Além disso, membros com mais de 50 anos (5%) possuem muito menos tendência a expressar essas características do que indivíduos com menos de 29 anos (15%).
No entanto, uma área onde a idade não faz diferença é nas definições de privacidade. Enquanto 23% dos membros com 65 anos ou mais escolhem um nível de privacidade mais baixa, 22% com menos de 29 anos escolhem o mesmo. Mas vale lembrar que jovens também têm mais tendência a cancelar amizades (71%), em comparação com os mais velhos (41%).
A pesquisa da Pew mostra uma mudança em relação ao mesmo estudo realizado em 2009. Na época, somente 30% haviam retirado marcações de fotos, contra os 37% de 2011, e somente 56% haviam cancelado um pedido ou deletado uma amizade do Facebook, contra 63% no ano passado.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Usuários estão cada vez mais antissociais e zelam pela privacidade ao deletar comentários, marcações em fotos e até mesmo amizades
Ter mais de mil contatos? Fazer novas amizades? Ser popular? Que nada! A nova tendência no Facebook agora é deletar comentários, marcações em fotos e até mesmo os amigos - tudo a favor da privacidade. É o que afirma um novo estudo conduzido pelo instituto Pew Internet and American Life Project, que afirma que os usuários estão cada vez mais antissociais.
O instituto entrevistou mais de 2 mil adultos e denominou esse fenômeno como "a poda" das redes sociais. Alguns dados interessantes revelam que 63% dos usuários deletaram pessoas, outros 44% excluíram comentários feitos por outros em suas páginas e 37% retiraram as marcações de fotos.
Os membros também estão com um papel mais ativo quando o assunto é manter suas informações privadas, com 58% dos internautas afirmando que usam altos níveis de privacidade para que apenas seus amigos adicionados vejam seus perfis mais detalhadamente. As mulheres são ainda mais restritas, com 67% usando o nível mais alto de segurança, contra 48% do público masculino.
Segundo o Red Tape, um dos grandes motivos para "a poda', talvez, seja o arrependimento. O estudo descobriu que 11% dos usuários do Facebook declararam ter postado algo que se arrependeram depois - os homens têm o dobro de chance de afirmar isso (15%). Além disso, membros com mais de 50 anos (5%) possuem muito menos tendência a expressar essas características do que indivíduos com menos de 29 anos (15%).
No entanto, uma área onde a idade não faz diferença é nas definições de privacidade. Enquanto 23% dos membros com 65 anos ou mais escolhem um nível de privacidade mais baixa, 22% com menos de 29 anos escolhem o mesmo. Mas vale lembrar que jovens também têm mais tendência a cancelar amizades (71%), em comparação com os mais velhos (41%).
A pesquisa da Pew mostra uma mudança em relação ao mesmo estudo realizado em 2009. Na época, somente 30% haviam retirado marcações de fotos, contra os 37% de 2011, e somente 56% haviam cancelado um pedido ou deletado uma amizade do Facebook, contra 63% no ano passado.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
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Velhos boatos e “pegadinhas” da internet parecem estar ganhando adaptações e vida nova no Facebook, mas há quem também “curta” e publique – às vezes sem querer – vírus e conteúdos “virais” espalhados por apps adicionados ao perfil da rede social. A coluna de hoje mostra um pouco desses ataques e outros boatos, além de trazer algumas dicas para evitá-los.
Seguindo o exemplo das mensagens via e-mail, publicações no Facebook que oferecem conteúdos extraordinários ou incríveis são a isca preferida dos criminosos para atrair internautas à pragas digitais. Um exemplo: no início deste mês de fevereiro, a fabricante de antivírus Sophos divulgou um alerta sobre um vírus espalhado pelo Facebook em uma mensagem que prometia imagens da CNN de ataques dos Estados Unidos ao Irã – um suposto início da “terceira guerra mundial”.
Criminosos brasileiros já utilizaram táticas com o humor para chamar atenção. Em um dos ataques, uma página com o Tiririca foi inclusive colocada nos “anúncios” do Facebook. A página, ao ser carregada, solicitava um download de um arquivo. Quem fizesse o download e executasse o programa seria infectado com um vírus que rouba senhas bancárias.
Outro comportamento comum no Facebook é o compartilhamento de boatos ou fraudes. Chamados tecnicamente de “hoaxes”, alguns desses temas são – mais uma vez – apenas variações do que já circulava via e-mail.
Um exemplo bastante comum é o que solicita que uma imagem seja compartilhada para que alguém (normalmente uma criança) ganhe uma ajuda em dinheiro. As imagens normalmente dizem que, para cada compartilhamento ou clique em “Curtir”, uma quantia em dinheiro será transferida para a vítima exposta na imagem. Essas informações são mentirosas.
Internautas até criaram imagens com personagens de desenhos para brincar com a sugestão pouco realista dessas imagens.
Adicionar plug-ins e aplicativos ao perfil do Facebook de forma descuidada é perigoso. Informações que você não acredita que está compartilhando ficarão acessíveis ao responsável pelo app. Além disso, o plug-in pode publicar informações no seu mural sem o seu consentimento – na verdade, você já autorizou a publicação de conteúdo quando adicionou o software ao perfil. De forma silenciosa, enquanto navega na web, o plug-in pode estar interagindo com seu perfil no Facebook.
Finalmente, existe o problema com falsas promoções. Nas últimas semanas, muitos perfis ofereceram promoções com iPhones: “basta clicar ou curtir para concorrer”, afirmavam os anúncios. As publicações também eram mentirosas. Apesar de não haver um dano imediato, os fraudadores conseguem um ganho de popularidade com esse tipo de ação, o que polui a rede social, diminui a utilidade dela como ferramenta e incentiva a realização de mais “pegadinhas”.
O que fazer?
As dicas são simples:
- Mantenha o seu navegador de internet e os plug-ins do navegador (como Flash e leitor de PDF) atualizados. Isso serve para evitar ataques que exploram brechas nesses softwares e que poderiam ser disseminados pela rede social para infectar o PC.
- Não faça o download de programas a partir de links na rede social.
- Tenha cuidado ao participar de “promoções” na rede social. Na dúvida, verifique com as marcas envolvidas se aquela ação realmente está sendo realizada. Às vezes, promoções em uma rede social são divulgadas em outra. Nesses casos, uma breve pesquisa é suficiente para tirar a dúvida.
- Não compartilhe conteúdos que sugerem a transferência de dinheiro para alguém com um mero “curtir” ou “compartilhar”. Pesquise antes de compartilhar algo que parece suspeito.
- Não adicione qualquer app ao seu Facebook e verifique os controles de privacidade da rede social
FONTE: g1.globo.com
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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Agora não tem mais jeito, e o Facebook deixou bem claro: a Timeline será obrigatória para todos os usuários. Mesmo que menos de 10% dos internautas tenham reprovado a nova interface da rede social - podendo incluir até você que está lendo isto -, existem maneiras de deixar o uso das novas ferramentas mais divertido.
O Facebook lançou nesta segunda-feira (30/01), em parceria com a agência americana Definition6, um aplicativo que captura o conteúdo da timeline - fotos, vídeos e textos - e cria um videoclipe com todo o conteúdo já postado na sua conta da rede social. O vídeo dura aproximadamente um minuto, e pode ser feito com qualquer usuário - desde que esteja cadastrado no site, claro.
O serviço, chamado Timeline Movie Marker, está disponível apenas nos idiomas inglês, francês, espanhol e alemão. Para criar o clipe, é necessário entrar com seu login e senha, e permitir o acesso aos dados publicados na sua timeline. Feito isso, o aplicativo vai fazer uma busca por todas as suas postagens na rede, e você pode até escolher entre cinco músicas de fundo para adicionar ao projeto.
Ao final do mapeamento de conteúdo, caso não tenha gostado, você poderá alterar algumas das principais imagens inclusas na sua apresentação, além da trilha sonora. Concluídas suas modificações, os internautas podem compartilhar os vídeos com seus amigos no Facebook.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Agora não tem mais jeito, e o Facebook deixou bem claro: a Timeline será obrigatória para todos os usuários. Mesmo que menos de 10% dos internautas tenham reprovado a nova interface da rede social - podendo incluir até você que está lendo isto -, existem maneiras de deixar o uso das novas ferramentas mais divertido.
O Facebook lançou nesta segunda-feira (30/01), em parceria com a agência americana Definition6, um aplicativo que captura o conteúdo da timeline - fotos, vídeos e textos - e cria um videoclipe com todo o conteúdo já postado na sua conta da rede social. O vídeo dura aproximadamente um minuto, e pode ser feito com qualquer usuário - desde que esteja cadastrado no site, claro.
O serviço, chamado Timeline Movie Marker, está disponível apenas nos idiomas inglês, francês, espanhol e alemão. Para criar o clipe, é necessário entrar com seu login e senha, e permitir o acesso aos dados publicados na sua timeline. Feito isso, o aplicativo vai fazer uma busca por todas as suas postagens na rede, e você pode até escolher entre cinco músicas de fundo para adicionar ao projeto.
Ao final do mapeamento de conteúdo, caso não tenha gostado, você poderá alterar algumas das principais imagens inclusas na sua apresentação, além da trilha sonora. Concluídas suas modificações, os internautas podem compartilhar os vídeos com seus amigos no Facebook.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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