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quarta-feira, 24 de abril de 2013
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O Google apertou o cerco contra empresas que disponibilizam barras de ferramentas alternativas junto com downloads de softwares, de acordo com post no blog da companhia.
Nos últimos 90 dias, a gigante de buscas contabilizou mais de 100 mil reclamações sobre barras que mudaram as configurações do navegador ou dificuldades de desinstalação das ferramentas que aparecem de surpresa no browser.
A questão gira em torno da publicidade exibida nestas barras de ferramentas, que é a forma como elas geram receita. Os anúncios são exibidos por meio das ferramentas do Google, que quer evitar experiências negativas do usuário.
A partir de agora, a instalação automática deverá ser pré-aprovado pelo Google, oferecer a desinstalação da ferramenta em um clique, exibir com transparência informações sobre o que será baixado e instalar-se apenas em um navegador por download.
Um dos alvos da gigante de buscas é a AVG. A empresa de antivírus oferece junto da versão gratuita do software uma barra de buscas segura, que exibe publicidade e atrapalha os internautas. Outra empresa que será afetada é a Babylon, responsável pelo software de tradução.
O CEO da AVG informou ao Paid Content, no entanto, que assinou um novo contrato de dois anos com o Google e cumpriu todas as novas condições da empresa. De acordo com ele, a barra já pode ser desinstalada em um clique.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Google apertou o cerco contra empresas que disponibilizam barras de ferramentas alternativas junto com downloads de softwares, de acordo com post no blog da companhia.
Nos últimos 90 dias, a gigante de buscas contabilizou mais de 100 mil reclamações sobre barras que mudaram as configurações do navegador ou dificuldades de desinstalação das ferramentas que aparecem de surpresa no browser.
A questão gira em torno da publicidade exibida nestas barras de ferramentas, que é a forma como elas geram receita. Os anúncios são exibidos por meio das ferramentas do Google, que quer evitar experiências negativas do usuário.
A partir de agora, a instalação automática deverá ser pré-aprovado pelo Google, oferecer a desinstalação da ferramenta em um clique, exibir com transparência informações sobre o que será baixado e instalar-se apenas em um navegador por download.
Um dos alvos da gigante de buscas é a AVG. A empresa de antivírus oferece junto da versão gratuita do software uma barra de buscas segura, que exibe publicidade e atrapalha os internautas. Outra empresa que será afetada é a Babylon, responsável pelo software de tradução.
O CEO da AVG informou ao Paid Content, no entanto, que assinou um novo contrato de dois anos com o Google e cumpriu todas as novas condições da empresa. De acordo com ele, a barra já pode ser desinstalada em um clique.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
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Apesar da Microsoft sempre ter destacado com certa frequência as melhorias e novidades do Internet Explorer 10 no Windows 8, a companhia ficou praticamente no silêncio a respeito do navegador e o Windows 7, sistema operacional da empresa que está presente em 44% dos PCs que possuem o software da empresa.
No ano passado, quando a multinacional apresentou o IE10 pela primeira vez, a companhia prometeu que o novo browser rodaria não só na versão desktop do Windows 8, mas também no Windows 7, lançado em 2009.
Apesar da companhia de Redmond ter atualizado os previews do navegador para Windows 8 seis vezes, quando liberou o preview do Windows 8, no fim de maio, completou-se quase um ano que não há nenhuma prévia do IE10 para o Windows 7 - a última versão compatível com o software atual da empresa foi liberada em junho de 2011.
Um documento voltado para desenvolvedores continua garantindo que “assim que for lançado, o Internet Explorer 10 estará disponível para Windows 7, Windows 8, Windows Server 2008 e Windows Server 2012”. Um porta-vez da companhia confirmou que a Microsoft está comprometida a produzir uma versão do browser para o Windows 7, mas sem informar data ou prazo, os usuários ficam impacientes.
Em novembro do ano passado, a Microsoft afirmou que iria enviar versões beta e RC (release candidate) do IE10 para seu atual sistema operacional, “antes da disponibilidade geral do IE10”. Entretanto, não está claro se esses planos ainda estão de pé, já que o IE 10, pelo menos no Windows 8, está a poucos meses de aparecer.
A Microsoft, todavia, não quis comentar o assunto e não afirmou se vai, de fato, liberar as versões do IE10 antes do lançamento final do browser. Usuários e desenvolvedores web ficaram irritados com a companhia, argumentando que o este silêncio irá prejudicar as chances de adoção do browser. A maiores perguntas - quando o IE10 a Microsoft planeja lançar o Windows 7 e se essa edição será idêntica àquela do Windows 8 - também permanecem sem resposta.
Há especulações de que o IE10 não deve aparecer na atual versão do sistema operacional até a Microsoft enviar aos usuário o segundo Service Pack (SP2). Baseado na trajetória da empresa, o prazo já está quase vencendo: o SP2 do Windows XP apareceu três anos depois da edição de lançamento, enquanto que o SP2 do Vista apareceu dois anos depois de sua chegada ao mercado; vale lembrar que o Windows 7 chegou às lojas em outubro de 2009.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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No ano passado, quando a multinacional apresentou o IE10 pela primeira vez, a companhia prometeu que o novo browser rodaria não só na versão desktop do Windows 8, mas também no Windows 7, lançado em 2009.
Apesar da companhia de Redmond ter atualizado os previews do navegador para Windows 8 seis vezes, quando liberou o preview do Windows 8, no fim de maio, completou-se quase um ano que não há nenhuma prévia do IE10 para o Windows 7 - a última versão compatível com o software atual da empresa foi liberada em junho de 2011.
Um documento voltado para desenvolvedores continua garantindo que “assim que for lançado, o Internet Explorer 10 estará disponível para Windows 7, Windows 8, Windows Server 2008 e Windows Server 2012”. Um porta-vez da companhia confirmou que a Microsoft está comprometida a produzir uma versão do browser para o Windows 7, mas sem informar data ou prazo, os usuários ficam impacientes.
Em novembro do ano passado, a Microsoft afirmou que iria enviar versões beta e RC (release candidate) do IE10 para seu atual sistema operacional, “antes da disponibilidade geral do IE10”. Entretanto, não está claro se esses planos ainda estão de pé, já que o IE 10, pelo menos no Windows 8, está a poucos meses de aparecer.
A Microsoft, todavia, não quis comentar o assunto e não afirmou se vai, de fato, liberar as versões do IE10 antes do lançamento final do browser. Usuários e desenvolvedores web ficaram irritados com a companhia, argumentando que o este silêncio irá prejudicar as chances de adoção do browser. A maiores perguntas - quando o IE10 a Microsoft planeja lançar o Windows 7 e se essa edição será idêntica àquela do Windows 8 - também permanecem sem resposta.
Há especulações de que o IE10 não deve aparecer na atual versão do sistema operacional até a Microsoft enviar aos usuário o segundo Service Pack (SP2). Baseado na trajetória da empresa, o prazo já está quase vencendo: o SP2 do Windows XP apareceu três anos depois da edição de lançamento, enquanto que o SP2 do Vista apareceu dois anos depois de sua chegada ao mercado; vale lembrar que o Windows 7 chegou às lojas em outubro de 2009.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
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A incubadora de startups Strangeloops Networks colheu alguns dados bem interessantes sobre a relação entre navegadores e tendências de compras dos seus usuários. Em um texto para o VentureBeat, o executivo da empresa Joshua Bixby divulgou uma lista de quatro diferenças importantes entre os usuários de Chrome, Firefox e Internet Explorer na hora de gastar dinheiro na internet.
Uma das descobertas mais relevantes não depende do browser: segundo a pesquisa, pessoas que usam versões mais novas de navegadores gastam consideravelmente mais do que aqueles usuários que demoram para atualizar o software. "Em um dos sites analisados, descobri que o valor dos pedidos era 29% mais alto para usuários do Internet Explorer 8 em comparação com os que ainda estão no IE7", afirma Bixby.
Outro ponto destacado pelo analista é de que os usuários do navegador da Microsoft supostamente visitariam mais sites (20% a mais que Chrome e Firefox) e gastariam mais tempo em cada um deles (entre 30 e 45 segundos a mais, em média).
Por último, a pesquisa também analisou os usuários do iPhone e levantou que eles visitariam menos sites e passariam menos tempo neles. O autor teoriza que isso se daria porque o iPhone seria um gadget melhor que seus concorrentes, levando seus adeptos a concluirem seus afazerem mais rapidamente.
Em comparação com os usuários do Android, as pessoas que usam o Safari visitam um número 31% menor de websites e passam 28% menos tempo conectados neles.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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A incubadora de startups Strangeloops Networks colheu alguns dados bem interessantes sobre a relação entre navegadores e tendências de compras dos seus usuários. Em um texto para o VentureBeat, o executivo da empresa Joshua Bixby divulgou uma lista de quatro diferenças importantes entre os usuários de Chrome, Firefox e Internet Explorer na hora de gastar dinheiro na internet.
Uma das descobertas mais relevantes não depende do browser: segundo a pesquisa, pessoas que usam versões mais novas de navegadores gastam consideravelmente mais do que aqueles usuários que demoram para atualizar o software. "Em um dos sites analisados, descobri que o valor dos pedidos era 29% mais alto para usuários do Internet Explorer 8 em comparação com os que ainda estão no IE7", afirma Bixby.
Outro ponto destacado pelo analista é de que os usuários do navegador da Microsoft supostamente visitariam mais sites (20% a mais que Chrome e Firefox) e gastariam mais tempo em cada um deles (entre 30 e 45 segundos a mais, em média).
Por último, a pesquisa também analisou os usuários do iPhone e levantou que eles visitariam menos sites e passariam menos tempo neles. O autor teoriza que isso se daria porque o iPhone seria um gadget melhor que seus concorrentes, levando seus adeptos a concluirem seus afazerem mais rapidamente.
Em comparação com os usuários do Android, as pessoas que usam o Safari visitam um número 31% menor de websites e passam 28% menos tempo conectados neles.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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