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quinta-feira, 10 de março de 2016
On 2:14 PM by Unknown in Microsoft, Sistemas Operacionais, Windows, Windows 7, Windows 8, Windows XP No comments
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O Windows 7 ainda reina sozinho como sistema operacional mais popular do mundo, mas ele precisa começar a se cuidar, porque o Windows 10 está chegando. Um relatório da StatCounter indica que a nova versão do sistema da Microsoft já é a segunda mais popular do mundo, superando a edição 8.1 em pouco mais de seis meses no mercado.
A pesquisa mostra que no último mês, todas as versões antigas do Windows (XP, 7 e 8.1) caíram em uso, tirando a 10, indicando que os usuários estão fazendo a migração para a nova plataforma em vez de adquirir novos computadores com sistemas antigos.
O gráfico dá a entender que a estratégia de oferecer a atualização gratuitamente funcionou para alavancar a migração. É curioso observar como houve uma queda acentuada no percentual de usuários do Windows 7 a partir de agosto, quando o Windows 10 passou a estar disponível para o público.
O objetivo da Microsoft até 2018 é que pelo menos 1 bilhão de dispositivos estejam rodando o Windows 10. Seguindo este ritmo de crescimento rápido, que já chegou a 200 milhões de usuários em 6 meses, a meta não parece tão distante assim, e pode ser alcançada.
Contudo, será interessante ver o que acontecerá depois de julho de 2016, quando o Windows 10 deixará de ser oferecido gratuitamente. O gráfico continuará subindo com pessoas atualizando seus softwares depois ao fim da oferta? A venda de novos PCs alavancará os números do sistema? Ou a plataforma irá estagnar? São perguntas para as quais só teremos respostas a partir de agosto.
FONTE: Olhar Digital
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O Windows 7 ainda reina sozinho como sistema operacional mais popular do mundo, mas ele precisa começar a se cuidar, porque o Windows 10 está chegando. Um relatório da StatCounter indica que a nova versão do sistema da Microsoft já é a segunda mais popular do mundo, superando a edição 8.1 em pouco mais de seis meses no mercado.
A pesquisa mostra que no último mês, todas as versões antigas do Windows (XP, 7 e 8.1) caíram em uso, tirando a 10, indicando que os usuários estão fazendo a migração para a nova plataforma em vez de adquirir novos computadores com sistemas antigos.
O gráfico dá a entender que a estratégia de oferecer a atualização gratuitamente funcionou para alavancar a migração. É curioso observar como houve uma queda acentuada no percentual de usuários do Windows 7 a partir de agosto, quando o Windows 10 passou a estar disponível para o público.
O objetivo da Microsoft até 2018 é que pelo menos 1 bilhão de dispositivos estejam rodando o Windows 10. Seguindo este ritmo de crescimento rápido, que já chegou a 200 milhões de usuários em 6 meses, a meta não parece tão distante assim, e pode ser alcançada.
Contudo, será interessante ver o que acontecerá depois de julho de 2016, quando o Windows 10 deixará de ser oferecido gratuitamente. O gráfico continuará subindo com pessoas atualizando seus softwares depois ao fim da oferta? A venda de novos PCs alavancará os números do sistema? Ou a plataforma irá estagnar? São perguntas para as quais só teremos respostas a partir de agosto.
FONTE: Olhar Digital
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quarta-feira, 9 de março de 2016
On 10:03 AM by Unknown in Atualizações, Notícias, Rumor, Sistemas Operacionais, Twitter, Windows 10 No comments
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A Microsoft está desenvolvendo um aplicativo que poderá ser usado para desbloquear computadores com Windows 10 pelo smartphone, sem a necessidade de digitar senhas.
A novidade foi revelada por um usuário do Twitter, que postou uma captura de tela mostrando a página do app de autenticação.
Ainda em fase beta, o aplicativo usa o Bluetooth do dispositivo móvel para encontrar computadores presentes nos arredores. O usuário só precisa escolher qual é o seu e tocar nele para que seja feito o desbloqueio.
Versões futuras do serviço incluirão suporte ao sistema de ID da Microsoft, conexão com navegadores e VPN. Entretanto, pode ser que a solução permaneça exclusiva para usuários de celulares com Windows Phone, pois, como ressalta o The Verge, a empresa não oferece a versão atual do app autenticador para Android ou iOS.

FONTE: Olhar Digital
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
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O Windows XP chegou às lojas em outubro de 2001. Com grandes novidades em sua interface, aos poucos ele foi conquistando as pessoas de todo o mundo. Mesmo tendo o criticado Internet Explorer 6 como navegador oficial, o SO sempre trabalhou com muita solidez e velocidade nunca antes vista.
Além disso, desde o começo, ele sempre funcionou de forma muito robusta, apresentando poucos problemas com relação a congelamentos e a temida tela azul da morte. E quem utilizou Windows 95 ou 98 sabe muito bem que, antes do XP, esses acontecimentos eram rotina.
Porém, dizem que tudo na vida tem um ciclo – e com o SO mais utilizado de todos os tempos isso não é diferente. Os recursos do Windows XP estão ficando ultrapassados, e a Microsoft já anunciou o fim do suporte ao software. Parece que aquele momento chegou: é hora de você partir para um novo sistema operacional.
Atualizações serão descontinuadas
Não somos nós que estamos decretando o fim do Windows XP. Quem faz isso é a própria Microsoft, que anunciou de forma oficial a interrupção de qualquer suporte ao SO. A data já foi cravada: 8 de abril de 2014. Ou seja, você tem menos de dois anos para pensar em qual será o seu próximo sistema operacional. E não se trata só do Windows XP. O Office 2003 também não contará mais com o suporte da companhia.
Fim do suporte tem data marcada
Segundo a companhia, a descontinuidade do software se deve a vários fatores. A chamada Política de Ciclo de Vida de Suporte, desenvolvida pela empresa junto aos seus clientes, aponta um tempo de 10 anos para que esse acompanhamento seja realizado.
Além disso, a evolução da tecnologia requer, inevitavelmente, que novas soluções sejam criadas, tudo para que as demandas inovadoras em TI, aquelas que não existiam 10 anos atrás, possam ser atendidas da maneira correta.
Por fim, a Microsoft também cita o fato de que as vendas do Windows 7 e do Office 2010 superaram as do XP, sendo as versões com melhor desempenho mercadológico da história. E a prova disso é o fato de que o 7 já é mais utilizado que o XP, pelo menos nos Estados Unidos.
Riscos
O fim do suporte dado pela Microsoft é determinante para que uma série de problemas comece a surgir com mais frequência no Windows XP. Atualizações de segurança, por exemplo, não estarão mais disponíveis, algo capaz de comprometer os dados do seu computador.
Pacotes de melhorias e compatibilidade, além dos drivers, também não vão mais aparecer. Que tal comprar um novo mouse wireless e não poder utilizá-lo? No caso de empresas, esses problemas podem ser ainda maiores, pois, além de o sistema ultrapassado atrapalhar a produtividade dos empregados, os bancos de dados da companhia estarão sempre à mercê dos riscos e brechas de segurança.
Isso inclusive já é de conhecimento público, uma vez que várias pesquisas apontam o Windows 7 como sendo comprovadamente mais seguro que o seu irmão mais velho, como esse relatório da própria Microsoft foi capaz de mostrar.
Desenvolvedores também abandonarão o barco
Com a descontinuidade anunciada pela gigante de Redmond, inevitavelmente o número de pessoas que utiliza o Windows XP deve cair drasticamente. E, como os desenvolvedores não têm tempo e dinheiro a perder, eles vão para onde houver maior potencial de mercado.
Com isso, não só o sistema operacional perde suporte como praticamente tudo o que você utiliza também será “abandonado”. Isso diz respeito não só a aplicações normais, mas também a ferramentas de sistema e programas essenciais para uma melhor experiência de uso. Dessa forma, problemas de compatibilidade, falta de grandes novidades e lentidão serão cada vez mais comuns em computadores com o SO.
A Microsoft tem razão?
Em uma postagem assinada por Kristina Libby e publicada no Windows Experience Blog, a companhia traz até mesmo um infográfico para mostrar como o mundo da tecnologia evoluiu nos últimos 10 anos, ilustrando de forma criativa a necessidade de todos nós nos atualizarmos.
E nesse ponto a Microsoft tem razão. Muitas pessoas apresentam certa resistência na hora de adotar coisas novas, mas quase sempre isso é necessário. Um exemplo simples: você estava satisfeito com as fitas VHS, porém, hoje em dia, com certeza não abre mão do DVD ou do Blu-ray para utilizar um antigo videocassete.
As necessidades mudam à medida que a tecnologia avança. Se para rodar o Windows XP era preciso ter um PC com processador de 300 MHz, atualmente uma máquina dessas é lenta até mesmo quando comparada a celulares. E, com os hardwares avançados de agora, contar com um SO que saiba “o que fazer” com todos esses recursos é fundamental.
O Windows 7 já conta, por exemplo, com várias ferramentas de gerenciamento de energia, algo fundamental, uma vez que o mercado de computadores móveis cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Já o próximo SO da Microsoft trará a interface Metro e toda a adaptação necessária para ser compatível também com os tablets – produtos que nem imaginávamos utilizar em 2001, ano de lançamento do XP.
E agora, para onde correr?
Como a Microsoft ainda suportará o Windows XP até abril de 2014, você tem cerca de 22 meses para escolher como vai se atualizar. Para usuários domésticos é bastante tempo, mas empresas precisam correr para se adaptar às novidades trazidas por sistemas diferentes.
E a escolha é sua. Há várias alternativas ao seu dispor – e que incluem não só os sistemas da Microsoft, Windows 7, 8 ou Vista (sim, este último é brincadeirinha!), mas também outros tipos de SO, como o Linux ou o OS X.
A grande batalha das fabricantes de PCs para conseguir baratear os produtos e conseguir vendê-los por preços mais baixos acabou incentivando a evolução de algumas distribuições do mais famoso sistema operacional livre do planeta. O Ubuntu, por exemplo, é muito popular e bastante elogiado. Além disso, se você vai trocar de máquina, pode também considerar a compra de um Mac e começar a experimentar tudo o que o OS X tem de diferente do Windows.
Agora, se você não se vê longe dos sistemas operacionais da Microsoft, há duas opções disponíveis: adotar o Windows 7 imediatamente e já começar a usufruir de todas as suas funcionalidades ou, então, aproveitar esses últimos meses de vida do XP para ver qual será o desempenho do Windows 8 – para só depois tomar uma decisão.
Há quem acredite que o próximo SO será um fracasso, e que o Windows 7 repetirá o feito do XP, que atropelou o Vista e se manteve firme até os dias de hoje. Porém, como nós não podemos prever o futuro, nos resta somente esperar e ver como será o desempenho e aceitação do novo sistema.
Até por isso, uma boa alternativa pode ser ficar em cima do muro. A Microsoft estuda oferecer descontos muito atraentes para quem tiver recém-adquirido o Windows 7 e, no ano que vem, quiser migrar para o novo sistema operacional.
Não largo por nada!
Bem, se você é fiel até o fim e não quer abandonar o Windows XP de jeito nenhum, saiba que a Microsoft não vai “proibir” ninguém de utilizar o SO. Caso você tenha que reinstalar o sistema, por exemplo, a ativação continuará funcionando normalmente.
Além disso, para os mais otimistas, existem chances de a falta de atualizações não fazer tanta diferença assim, pelo menos no que diz respeito às brechas de segurança. O pensamento é: em 2014, poucos malwares serão desenvolvidos exatamente para o XP. E, depois de cerca de 12 anos de suporte, não é possível que a Microsoft tenha deixado algo relevante passar.
.....
E você, ainda utiliza o Windows XP? Concorda com a Microsoft e acha que chegou a hora de ele se aposentar ou acredita que o sistema operacional ainda tem muito combustível para queimar?
FONTE: tecmundo.com.br
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O Windows XP chegou às lojas em outubro de 2001. Com grandes novidades em sua interface, aos poucos ele foi conquistando as pessoas de todo o mundo. Mesmo tendo o criticado Internet Explorer 6 como navegador oficial, o SO sempre trabalhou com muita solidez e velocidade nunca antes vista.
Além disso, desde o começo, ele sempre funcionou de forma muito robusta, apresentando poucos problemas com relação a congelamentos e a temida tela azul da morte. E quem utilizou Windows 95 ou 98 sabe muito bem que, antes do XP, esses acontecimentos eram rotina.
Porém, dizem que tudo na vida tem um ciclo – e com o SO mais utilizado de todos os tempos isso não é diferente. Os recursos do Windows XP estão ficando ultrapassados, e a Microsoft já anunciou o fim do suporte ao software. Parece que aquele momento chegou: é hora de você partir para um novo sistema operacional.
Atualizações serão descontinuadas
Não somos nós que estamos decretando o fim do Windows XP. Quem faz isso é a própria Microsoft, que anunciou de forma oficial a interrupção de qualquer suporte ao SO. A data já foi cravada: 8 de abril de 2014. Ou seja, você tem menos de dois anos para pensar em qual será o seu próximo sistema operacional. E não se trata só do Windows XP. O Office 2003 também não contará mais com o suporte da companhia.
Fim do suporte tem data marcada
Segundo a companhia, a descontinuidade do software se deve a vários fatores. A chamada Política de Ciclo de Vida de Suporte, desenvolvida pela empresa junto aos seus clientes, aponta um tempo de 10 anos para que esse acompanhamento seja realizado.
Além disso, a evolução da tecnologia requer, inevitavelmente, que novas soluções sejam criadas, tudo para que as demandas inovadoras em TI, aquelas que não existiam 10 anos atrás, possam ser atendidas da maneira correta.
Por fim, a Microsoft também cita o fato de que as vendas do Windows 7 e do Office 2010 superaram as do XP, sendo as versões com melhor desempenho mercadológico da história. E a prova disso é o fato de que o 7 já é mais utilizado que o XP, pelo menos nos Estados Unidos.
Riscos

O fim do suporte dado pela Microsoft é determinante para que uma série de problemas comece a surgir com mais frequência no Windows XP. Atualizações de segurança, por exemplo, não estarão mais disponíveis, algo capaz de comprometer os dados do seu computador.
Pacotes de melhorias e compatibilidade, além dos drivers, também não vão mais aparecer. Que tal comprar um novo mouse wireless e não poder utilizá-lo? No caso de empresas, esses problemas podem ser ainda maiores, pois, além de o sistema ultrapassado atrapalhar a produtividade dos empregados, os bancos de dados da companhia estarão sempre à mercê dos riscos e brechas de segurança.
Isso inclusive já é de conhecimento público, uma vez que várias pesquisas apontam o Windows 7 como sendo comprovadamente mais seguro que o seu irmão mais velho, como esse relatório da própria Microsoft foi capaz de mostrar.
Desenvolvedores também abandonarão o barco
Com a descontinuidade anunciada pela gigante de Redmond, inevitavelmente o número de pessoas que utiliza o Windows XP deve cair drasticamente. E, como os desenvolvedores não têm tempo e dinheiro a perder, eles vão para onde houver maior potencial de mercado.
Com isso, não só o sistema operacional perde suporte como praticamente tudo o que você utiliza também será “abandonado”. Isso diz respeito não só a aplicações normais, mas também a ferramentas de sistema e programas essenciais para uma melhor experiência de uso. Dessa forma, problemas de compatibilidade, falta de grandes novidades e lentidão serão cada vez mais comuns em computadores com o SO.
A Microsoft tem razão?
Em uma postagem assinada por Kristina Libby e publicada no Windows Experience Blog, a companhia traz até mesmo um infográfico para mostrar como o mundo da tecnologia evoluiu nos últimos 10 anos, ilustrando de forma criativa a necessidade de todos nós nos atualizarmos.
E nesse ponto a Microsoft tem razão. Muitas pessoas apresentam certa resistência na hora de adotar coisas novas, mas quase sempre isso é necessário. Um exemplo simples: você estava satisfeito com as fitas VHS, porém, hoje em dia, com certeza não abre mão do DVD ou do Blu-ray para utilizar um antigo videocassete.
As necessidades mudam à medida que a tecnologia avança. Se para rodar o Windows XP era preciso ter um PC com processador de 300 MHz, atualmente uma máquina dessas é lenta até mesmo quando comparada a celulares. E, com os hardwares avançados de agora, contar com um SO que saiba “o que fazer” com todos esses recursos é fundamental.
O Windows 7 já conta, por exemplo, com várias ferramentas de gerenciamento de energia, algo fundamental, uma vez que o mercado de computadores móveis cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Já o próximo SO da Microsoft trará a interface Metro e toda a adaptação necessária para ser compatível também com os tablets – produtos que nem imaginávamos utilizar em 2001, ano de lançamento do XP.
E agora, para onde correr?
Como a Microsoft ainda suportará o Windows XP até abril de 2014, você tem cerca de 22 meses para escolher como vai se atualizar. Para usuários domésticos é bastante tempo, mas empresas precisam correr para se adaptar às novidades trazidas por sistemas diferentes.
E a escolha é sua. Há várias alternativas ao seu dispor – e que incluem não só os sistemas da Microsoft, Windows 7, 8 ou Vista (sim, este último é brincadeirinha!), mas também outros tipos de SO, como o Linux ou o OS X.

A grande batalha das fabricantes de PCs para conseguir baratear os produtos e conseguir vendê-los por preços mais baixos acabou incentivando a evolução de algumas distribuições do mais famoso sistema operacional livre do planeta. O Ubuntu, por exemplo, é muito popular e bastante elogiado. Além disso, se você vai trocar de máquina, pode também considerar a compra de um Mac e começar a experimentar tudo o que o OS X tem de diferente do Windows.
Agora, se você não se vê longe dos sistemas operacionais da Microsoft, há duas opções disponíveis: adotar o Windows 7 imediatamente e já começar a usufruir de todas as suas funcionalidades ou, então, aproveitar esses últimos meses de vida do XP para ver qual será o desempenho do Windows 8 – para só depois tomar uma decisão.
Há quem acredite que o próximo SO será um fracasso, e que o Windows 7 repetirá o feito do XP, que atropelou o Vista e se manteve firme até os dias de hoje. Porém, como nós não podemos prever o futuro, nos resta somente esperar e ver como será o desempenho e aceitação do novo sistema.
Não largo por nada!
Bem, se você é fiel até o fim e não quer abandonar o Windows XP de jeito nenhum, saiba que a Microsoft não vai “proibir” ninguém de utilizar o SO. Caso você tenha que reinstalar o sistema, por exemplo, a ativação continuará funcionando normalmente.
Além disso, para os mais otimistas, existem chances de a falta de atualizações não fazer tanta diferença assim, pelo menos no que diz respeito às brechas de segurança. O pensamento é: em 2014, poucos malwares serão desenvolvidos exatamente para o XP. E, depois de cerca de 12 anos de suporte, não é possível que a Microsoft tenha deixado algo relevante passar.
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E você, ainda utiliza o Windows XP? Concorda com a Microsoft e acha que chegou a hora de ele se aposentar ou acredita que o sistema operacional ainda tem muito combustível para queimar?
FONTE: tecmundo.com.br
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
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Com a transposição cada vez maior de aplicativos e serviços para a nuvem, o que está por trás da tela importa cada vez menos.
Durante décadas, ficamos brigando e discutindo a respeito de sistemas operacionais. “Mac OS X é melhor do que Windows!”, “Por que migrar para o Windows 7 se o XP está ótimo?”, “Todos vocês estão errados, o Linux é a melhor escolha!”. Entretanto, todos esses argumentos estão próximos de cair por terra.
Graças aos avanços da virtualização, tecnologias de computação em nuvem e web, importa cada vez menos para os usuários qual sistema operacional está por trás das telas dos computadores – ou mesmo dos tablets ou smartphones. Não me entenda mal. Os sistemas operacionais continuarão importantes enquanto utilizarmos computadores, porém, para maioria das pessoas, os softwares são importantes apenas para aqueles que estiverem nos bastidores.
Olhe para o desktop: cada vez mais aplicações podem ser utilizadas apenas com um navegador. Exemplo é o sistema operacional da Google, o Chrome OS, construído a partir da ideia de que um navegador é tudo que um usuário realmente precisa, e a empresa estende essa ideia através de um ecossistema de softwares que incluiu Gmail para mensagens e o Docs como pacote produtividade para o trabalho.
A supremacia do browser está ficando cada vez mais perto com os avanços da tecnologia web (como o surgimento do HTML 5), que estão tornando o navegador ainda mais poderoso (e se você ainda não notou o avanço dessa tecnologia, até a Adobe está abandonando o Flash para investir no HTML 5).
O poder da nuvem
Enquanto isso, o software como serviço, usado apenas para aplicações corporativas, está se tornando mais comum entre os usuários – não é uma ideia apenas do Google. Outras opções incluem programas como Dropbox, que oferecem acesso universal a armazenamento de dados sem a necessidade de um servidor de arquivos. A Apple, por sua vez, está utilizando o iCloud tanto para mover seus conteúdos para nuvem, desde serviços de armazenagem até dados e conteúdos multimídia e gerenciamento de e-mail e contatos. A Microsoft não fica para trás, e também está fazendo suas mudanças, oferecendo produtos como o Office 365.
No mundo corporativo, o modelo antigo de cliente/servidor está sendo transformado, ao ponto que serviços baseados em cloud computing ficam responsáveis por cada vez mais funções. Usuários – e muitas vezes CIOS e CTOs, por exemplo – cada vez têm menos ideia de onde suas aplicações e dados “vivem”. Os responsáveis pelo setor de TI sabem que a nuvem fica em um determinado data center, e só. Uma progressão similar está ocorrendo no mundo dos consumidores, com serviços e armazenagem de dados sendo transferidos para a nuvem.
Por trás de tudo isso, nos data centers que constituem a nuvem, racks e mais racks de servidores rodam sistemas operacionais virtuais para dar conta da demanda dos usuários. De volta à Tecnologia de Informação, não existe mais a necessidade de preencher essa demanda ao estourar a capacidade de um servidor físico. Ao invés disso, um programa automatizado ou um administrador de sistema apenas requisita mais espaço ou poder de processamento.
Tudo isso significa que, no mundo corporativo e do consumidor final, o sistema operacional que você estiver usando e o tipo de dispositivo (seja um PC, tablet ou smartphone) terá uma importância cada vez menor. Tudo que importa aos usuários é simplesmente possuir um bom navegador e banga larga suficiente.
A curto prazo, a computação se tornará uma comodidade. Enquanto a nossa conexão à Internet continuar funcionando, ficaremos tão preocupados com os detalhes de nossos sistemas operacionais quanto a respeito de como a eletricidade chega às nossas casas.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Com a transposição cada vez maior de aplicativos e serviços para a nuvem, o que está por trás da tela importa cada vez menos.
Durante décadas, ficamos brigando e discutindo a respeito de sistemas operacionais. “Mac OS X é melhor do que Windows!”, “Por que migrar para o Windows 7 se o XP está ótimo?”, “Todos vocês estão errados, o Linux é a melhor escolha!”. Entretanto, todos esses argumentos estão próximos de cair por terra.
Graças aos avanços da virtualização, tecnologias de computação em nuvem e web, importa cada vez menos para os usuários qual sistema operacional está por trás das telas dos computadores – ou mesmo dos tablets ou smartphones. Não me entenda mal. Os sistemas operacionais continuarão importantes enquanto utilizarmos computadores, porém, para maioria das pessoas, os softwares são importantes apenas para aqueles que estiverem nos bastidores.
Olhe para o desktop: cada vez mais aplicações podem ser utilizadas apenas com um navegador. Exemplo é o sistema operacional da Google, o Chrome OS, construído a partir da ideia de que um navegador é tudo que um usuário realmente precisa, e a empresa estende essa ideia através de um ecossistema de softwares que incluiu Gmail para mensagens e o Docs como pacote produtividade para o trabalho.
A supremacia do browser está ficando cada vez mais perto com os avanços da tecnologia web (como o surgimento do HTML 5), que estão tornando o navegador ainda mais poderoso (e se você ainda não notou o avanço dessa tecnologia, até a Adobe está abandonando o Flash para investir no HTML 5).
O poder da nuvem
Enquanto isso, o software como serviço, usado apenas para aplicações corporativas, está se tornando mais comum entre os usuários – não é uma ideia apenas do Google. Outras opções incluem programas como Dropbox, que oferecem acesso universal a armazenamento de dados sem a necessidade de um servidor de arquivos. A Apple, por sua vez, está utilizando o iCloud tanto para mover seus conteúdos para nuvem, desde serviços de armazenagem até dados e conteúdos multimídia e gerenciamento de e-mail e contatos. A Microsoft não fica para trás, e também está fazendo suas mudanças, oferecendo produtos como o Office 365.
No mundo corporativo, o modelo antigo de cliente/servidor está sendo transformado, ao ponto que serviços baseados em cloud computing ficam responsáveis por cada vez mais funções. Usuários – e muitas vezes CIOS e CTOs, por exemplo – cada vez têm menos ideia de onde suas aplicações e dados “vivem”. Os responsáveis pelo setor de TI sabem que a nuvem fica em um determinado data center, e só. Uma progressão similar está ocorrendo no mundo dos consumidores, com serviços e armazenagem de dados sendo transferidos para a nuvem.
Por trás de tudo isso, nos data centers que constituem a nuvem, racks e mais racks de servidores rodam sistemas operacionais virtuais para dar conta da demanda dos usuários. De volta à Tecnologia de Informação, não existe mais a necessidade de preencher essa demanda ao estourar a capacidade de um servidor físico. Ao invés disso, um programa automatizado ou um administrador de sistema apenas requisita mais espaço ou poder de processamento.
Tudo isso significa que, no mundo corporativo e do consumidor final, o sistema operacional que você estiver usando e o tipo de dispositivo (seja um PC, tablet ou smartphone) terá uma importância cada vez menor. Tudo que importa aos usuários é simplesmente possuir um bom navegador e banga larga suficiente.
A curto prazo, a computação se tornará uma comodidade. Enquanto a nossa conexão à Internet continuar funcionando, ficaremos tão preocupados com os detalhes de nossos sistemas operacionais quanto a respeito de como a eletricidade chega às nossas casas.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
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Segundo diretor da empresa, Brasil e México serão os primeiros da América Latina a receber netbooks da plataforma. Preços não foram revelados.
O sistema operacional baseado na nuvem da Google, o Chrome OS, deverá chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2012. É o que garante o Ricardo Zamora, gerente de comunicação da empresa no México.
Em conferência realizada na Cidade do México, capital do país, o executivo afirmou que México e Brasil serão os primeiros países da América Latina a receber netbooks da plataforma. Considerando que modelos da Samsung e da Acer já estão sendo comercializados nos Estados Unidos, é provável que estas mesmas empresas os ofereçam por aqui.
No mercado americano é possível adquirir um aparelho com o SO – e sem conexão 3G – por 300 dólares (540 reais). Zamora, porém, não revelou quais serão os preços no Brasil, nem se o sistema de aluguel vigente nos EUA – segundo o qual cada empresa paga 28 dólares (50 reais) mensais por dispositivo – será adotado.
Embora as vendas de netbooks venham diminuindo à medida que as de tablets aumentam, a Google parece ainda confiar no sucesso desses modestos notebooks. Nesta segunda-feira (21/11), por exemplo, anunciou novidade para a plataforma Chrome OS.
Além de um novo aparelho – um Samsung Chromebook Series 5 mais barato – o sistema ganhou uma tela de login mais limpa, que, segundo a gigante, é carregada em até oito segundos. A interface das novas abas também foi alterada: atalhos para aplicativos de músicas e jogos e para o gerenciador de arquivos foram adicionados.
FONTE:idgnow.uol.com.br/
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Segundo diretor da empresa, Brasil e México serão os primeiros da América Latina a receber netbooks da plataforma. Preços não foram revelados.
O sistema operacional baseado na nuvem da Google, o Chrome OS, deverá chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2012. É o que garante o Ricardo Zamora, gerente de comunicação da empresa no México.
Em conferência realizada na Cidade do México, capital do país, o executivo afirmou que México e Brasil serão os primeiros países da América Latina a receber netbooks da plataforma. Considerando que modelos da Samsung e da Acer já estão sendo comercializados nos Estados Unidos, é provável que estas mesmas empresas os ofereçam por aqui.
No mercado americano é possível adquirir um aparelho com o SO – e sem conexão 3G – por 300 dólares (540 reais). Zamora, porém, não revelou quais serão os preços no Brasil, nem se o sistema de aluguel vigente nos EUA – segundo o qual cada empresa paga 28 dólares (50 reais) mensais por dispositivo – será adotado.
Embora as vendas de netbooks venham diminuindo à medida que as de tablets aumentam, a Google parece ainda confiar no sucesso desses modestos notebooks. Nesta segunda-feira (21/11), por exemplo, anunciou novidade para a plataforma Chrome OS.
Além de um novo aparelho – um Samsung Chromebook Series 5 mais barato – o sistema ganhou uma tela de login mais limpa, que, segundo a gigante, é carregada em até oito segundos. A interface das novas abas também foi alterada: atalhos para aplicativos de músicas e jogos e para o gerenciador de arquivos foram adicionados.
FONTE:idgnow.uol.com.br/
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
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O Google não quer mais que o Chrome OS seja exclusivo para netbooks e notebooks. A empresa agora pretende colocar seu sistema operacional também em desktops, segundo o DigiTimes.
Recentemente, Eric Schmidt, antigo CEO da empresa, disse a fabricantes de PCs em Taiwan sobre os benefícios de desktops que usam o Chrome OS. Porém, os parceiros não se mostraram muito confiantes de que o sistema operacional do Google seja bem recebido em computadores, mesmo com boot rápido e preço baixo.
A falta de entusiasmo dos fabricantes deve-se à baixa procura por notebooks que usam o sistema - chamados de Chromebook. Para essas empresas, a falta de interesse nos dispositivos que usam o Chrome OS mostra que poucos estariam interessados em usar desktops com o sistema.
O Chrome OS foi anunciado em 2009 e os primeiros aparelhos com o sistema chegaram ao mercado em junho de 2011. Ele usa tudo a partir da web: a grande integração com a nuvem faz com que usuários não precisem instalar programas, apenas usar aplicativos online a partir do navegador Chrome.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Google não quer mais que o Chrome OS seja exclusivo para netbooks e notebooks. A empresa agora pretende colocar seu sistema operacional também em desktops, segundo o DigiTimes.
Recentemente, Eric Schmidt, antigo CEO da empresa, disse a fabricantes de PCs em Taiwan sobre os benefícios de desktops que usam o Chrome OS. Porém, os parceiros não se mostraram muito confiantes de que o sistema operacional do Google seja bem recebido em computadores, mesmo com boot rápido e preço baixo.
A falta de entusiasmo dos fabricantes deve-se à baixa procura por notebooks que usam o sistema - chamados de Chromebook. Para essas empresas, a falta de interesse nos dispositivos que usam o Chrome OS mostra que poucos estariam interessados em usar desktops com o sistema.
O Chrome OS foi anunciado em 2009 e os primeiros aparelhos com o sistema chegaram ao mercado em junho de 2011. Ele usa tudo a partir da web: a grande integração com a nuvem faz com que usuários não precisem instalar programas, apenas usar aplicativos online a partir do navegador Chrome.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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