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terça-feira, 19 de junho de 2012

On 4:52 PM by Anônimo in ,    No comments
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Um estudo comentado na edição desta segunda-feira do The New York Times relaciona determinados comportamentos de usuários da internet com indícios da depressão. Os pesquisadores do departamento de Ciência e Tecnologia da Universidade de Missouri escolheram um grupo de 216 pessoas, avaliaram quais delas poderiam sofrer com a doença – cerca de 30% - e depois monitoraram os seus hábitos online. A descoberta? Existem padrões que unem quase todos aqueles  que apresentam o distúrbio psicológico.

O perfil 'depressivo' delineado pelo estudo se confunde bastante com a noção geral do que é um nerd ou um aficionado em tecnologia. De acordo com os cientistas, pessoas depressivas tendem a usar excessivamente o e-mail e ferramentas de bate-papo, exageram na atenção que dão ao compartilhamento de arquivos, usam diversos sites e aplicativos ao mesmo tempo e adoram videogames.

O uso excessivo e desorganizado da internet indicaria que pessoas com esses hábitos teriam mais tendências de desenvolver distúrbios de concentração, ansiedade e humor. Os pesquisadores pretendem criar um software que ajude essas pessoas a admitirem que enfrentam problemas e que as ajude a tratá-lo.

A tese completa poderá ser lida no próximo número da revista acadêmica IEEE Technology and Society.



FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

On 10:55 AM by Anônimo in , ,    No comments
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De acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Ibope Nielsen, o número de internautas no Brasil cresceu para 82,4 milhões de pessoas neste primeiro trimestre de 2012. Segundo o estudo, o crescimento foi de 3% em relação ao mês anterior e 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados levam em conta os acessos em casa, no trabalho ou em lanhouses.

O número de usuários que usaram a web em casa ou no trabalho em abril foi de 48,9 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2011. 40 milhões de pessoas acessaram a internet majoritariamente de suas casas, crescimento de 14,2% se o dado for comparado com os colhidos em abril do ano passado.

O estudo ainda descobriu aumento do tráfego em sites de certos nichos, se comparados com o mês anterior – eventos (14,2%), estilo de vida (8,2%) gastronomia (5,5%) finanças (4,3%), hotéis (3,2%) são as áreas mais expressivas.



FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

On 11:44 AM by Anônimo in , ,    No comments
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A General Motors afirmou recentemente que anunciar no Facebook não vale a pena e não dá retorno ao anunciante, e tirou um investimento de US$ 10 milhões feito na rede social. E, de acordo com um estudo da agência de marketing Greenlight, a montadora está correta: o Facebook não é bom para publicidade.

Uma pesquisa feita pela agência mostrou que 44% dos usuários do Facebook jamais clicariam em um link de anúncio que apareça na rede social. Outros 31% afirmaram que "raramente" se interessariam pelo anúncio, e apenas 13% dizem que clicariam "regularmente", segundo a CNET.

O Facebook acredita que a cobrança de anúncios dentro da rede social é uma das maneiras de lucrar com o serviço. Os usuários cadastrados recebem a publicidade de diversas maneiras - seja em uma parte específica no menu da direita ou na forma de um "artigo destacado" no Feed de Notícias.

Além de cobrar de empresas, a rede social estuda formas de lucrar com os usuários comuns. Recentemente, o Facebook começou a testar uma ferramenta que permite que o usuário pague uma pequena taxa para destacar seu post no meio do Feed de Notícias de amigos.
 

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

On 11:32 AM by Anônimo in , ,    No comments
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De acordo com os principais tomadores de decisão de TI, empresas por todo o mundo estão aderindo aos estilos móveis de trabalho como uma maneira de fortalecer as inovações empresariais.  O Índice de Workshifting Global da Citrix, divulgado dia 30/03, revela que 93% das empresas terão implantado políticas de workshifting até o fim de 2013, muito acima dos 37% que já oferecem o workshifting para todos ou alguns funcionários.

O workshifting é um estilo móvel de trabalho alterando o local, horário e recursos para otimizar o tempo do profissional. Para algumas pessoas, isso significa levar o trabalho para lugares onde elas encontram inspiração e podem ser mais produtivas. Para as empresas, isso significa reduzir os custos dos negócios e de TI e, ao mesmo tempo, oferecer a flexibilidade de trabalhar em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo.

De acordo com os tomadores de decisão de TI, os benefícios do workshifting incluem: - a capacidade do usuário de escolher o melhor horário, local e dispositivo para trabalhar. 71% dos entrevistados apontaram que usam o workshifting para deixar as pessoas trabalharem em qualquer lugar e 63% para que elas trabalhem em casa quando necessário;

- acesso constante aos desktops e aplicativos. 94% dos tomadores de decisão de TI seniores concordam que a continuidade de vários negócios é muito importante, e 93% dos entrevistados concordam que a virtualização do desktop foi uma solução muito eficaz;

- a redução dos custos foi apontada como fator por 45% dos entrevistados. 39% mencionaram a possibilidade de recrutar mão de obra em regiões de menor custo, 38% fizeram referência à redução de custos imobiliários e 26% se referiram à sustentabilidade ambiental;

- atrair e manter os melhores profissionais através do trabalho flexível, remoto e estratégias de locais de trabalho alternativos. 51% dos tomadores de decisão de TI indicaram que adotam políticas de workshifting para ajudar a atrair e manter grandes talentos. Quase a metade dos entrevistados também apontou que o workshifting oferece acesso a um grupo de trabalhadores muito maior, facilitando a colaboração com e entre os parceiros terceirizados, empreiteiros, parceiros de negócios, funcionários temporários e consultores.

Virtualização do Desktop é a Plataforma Tecnológica do Workshifting A virtualização do desktop está emergindo como uma tecnologia fundamental para flexibilizar o local de trabalho: 91% das empresas planejam implantar a tecnologia até o fim de 2013.  Entre as empresas que estão adotando a virtualização de desktops, 57% apontam que estão implantando ou irão implantar a tecnologia para permitir o workshifting. A virtualização de desktops permite que funcionários acessem aplicativos e dados da empresa em qualquer lugar, a qualquer hora e em um dispositivo de sua escolha.  Além disso, os benefícios de segurança da virtualização do desktop garantem que as informações confidenciais da empresa estejam protegidas contra perda e roubo.  De acordo com os entrevistados, 92% das empresas adotaram ou estão adotando a virtualização de desktops para aprimorar a segurança da informação. As pessoas também podem se beneficiar de reuniões on-line e serviços de compartilhamento de arquivos, fomentando a colaboração independentemente da localização de cada indivíduo.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 28 de março de 2012

On 11:16 AM by Anônimo in , ,    No comments
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A pornografia online pode ser considerada um fator de risco ultrapassado. O motivo? Segundo a Kaspersky Lab, as redes sociais se tornaram veículos mais perigosos do que sites adultos.

Os cibercriminosos estão tirando vantagem do fato dos internautas passarem grande parte do tempo em páginas como Twitter, Facebook ou Google+. As páginas com conteúdo adulto sempre foram usadas como iscas, mas estão perdendo popularidade, sobretudo depois do sucesso das redes sociais. Atualmente, sites pornôs representam a disseminação de 14% dos links maliciosos, e as mídias sociais já são responsáveis por 21% desses malwares. A lógica é simples: quanto mais popular o serviço, maior a presença de links maliciosos com o objetivo de direcionar os usuários para sites falsos ou infectados.

A maioria dos links maliciosos descobertos pela equipe de analistas da Kaspersky Lab em redes sociais está no Facebook e em seu clone russo, o VKontakte. Dessa forma, na teoria, o Brasil deve se preocupar com o relatório, já que o país é o quarto na lista de países latino-americanos que mais acessam o site de Mark Zuckerberg.

Em um ranking de métodos mais populares para disseminação de malware, os cibercriminosos preferem o popular serviço de vídeos, YouTube, onde estão hospedados quase 1 em cada 3 dos links maliciosos encontrados pela Kaspersky Lab (31%). Os serviços de busca continuam a ser um canal importante de distribuição de links maliciosos, com 22% dos golpes na internet, realizados por meio da manipulação de resultados no Google e de outros motores de pesquisa.
 

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 13 de março de 2012

On 12:47 PM by Anônimo in , ,    No comments
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Antigamente, era fácil prever que as dúvidas e perguntas das crianças seriam solucionadas pelos próprios pais ou pessoas próximas a elas. Mas as novas tecnologias mudaram esse tipo de comportamento, já que uma pesquisa britânica da Birmingham Science City mostrou que 54% dos pequenos de 6 a 15 anos de idade consultaram primeiro o Google antes de seus pais ou professores.

De acordo com o Daily Mail, o estudo entrevistou 500 crianças de 6 a 15 anos, e só 19% dos entrevistados afirmaram ter usado um dicionário impresso uma vez na vida. As enciclopédias vieram em último lugar no relatório, quando um quarto das crianças admitiu que nunca viu e nem sabia o que é uma. Questionados sobre o que seria uma enciclopédia, os pequenos soltaram palpites como um meio de transporte para viajar e uma ferramenta usada em operações.

Também foram entrevistados alguns professores, que não se saíram nada bem no estudo. Apenas 3% das crianças com idade entre 6 e 14 anos disseram que procurariam respostas com um professor, e só um quarto delas tiraria dúvidas com seus pais antes de acessarem o Google.

O estudo destacou a importância que a tecnologia passou a ter nessa nova geração. Para a doutora Pam Waddell, diretora do Birmingham Science City, "as crianças agora crescem em um ambiente onde a tecnologia digital é aceita como padrão, portanto, não é surpreendente que os jovens escolham obter respostas pelo Google, com apenas um toque, ao invés de se consultarem com amigos, pais ou professores".

Waddell, no entanto, acredita que isso não seja necessariamente uma coisa ruim, pois só mostra como os mecanismos tecnológicos dessa geração se tornaram comuns para as crianças, e como elas se sentem confortáveis diante deles.

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 9 de março de 2012

On 2:07 PM by Anônimo in , ,    No comments
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Uma pesquisa realizada pela Universidade de Maryland (Estados Unidos) levantou uma questão interessante sobre as redes sociais. Será que o Facebook e outros sites de relacionamento virtual podem acelerar o surgimento da fobia social e a depressão? De acordo com Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática da PUC/SP, quando uma pessoa já tem pré-disposição ou apresenta sintomas de que não está bem, as redes podem ser uma facilitadora.

O jornalista Gabriel Nunes (nome fictício), que trabalha com mídias sociais e é diagnosticado com fobia social há dez anos, compartilha da mesma opinião. Ele, que já sofreu na pele o que é se esconder por trás das redes, diz que boa parte das vezes que usa a internet ou conhece uma pessoa pela web é pra fugir de sua realidade. Ele até acredita que seu destino profissional de trabalhar com as redes sociais foi uma escolha inconsciente. "Eu parei na comunicação bem de paraquedas e nunca me imaginei trabalhando com isso. Mas, acredito que a facilidade que tenho de mexer nas redes se deve ao fato de eu ter fobia social, já que trabalho com um público que não me vê e não me conhece", explica.

Segundo Luciana, sites como Facebook, Orkut ou Twitter são canais que trazem prazer e preenchem uma lacuna na vida da pessoa como a falta de contato com outros seres humanos. Com isso, é possível que a rede contribua para que o usuário permaneça mais tempo isolado e faça deste ambiente virtual sua fuga. "Uma pessoa que tem dificuldade de se relacionar vai encontrar ali pessoas para participar da vida e, às vezes, este contato virtual é o suficiente", comenta.

Um indivíduo com propensão à depressão e fobia social tende a usar as redes de forma dependente da mesma forma como acontece com as drogas. A pessoa faz daquela prática sua evasão dos problemas. No entanto, a dependência à internet, de acordo com Luciana, não é identificada pela quantidade de tempo gasto na rede, mas sim nas coisas que foram deixadas de lado para que o usuário permanecesse conectado. "Aquele que deixa de fazer coisas e estar entre amigos e família para permanecer conectado também tem maus hábitos na rede", afirma. "O problema não é a ferramenta. É o uso que fazemos dela", completa.

Por outro lado, as redes sociais também podem auxiliar no tratamento da fobia social. A psicóloga conta que, durante a atividade terapêutica, é necessário fazer com que o paciente encontre suas habilidades e, para isso, é possível utilizar ferramentas extras como, no caso, sites de relacionamento. Porém, para que o resultado seja positivo, é necessário que a pessoa tome consciência de que os relacionamentos que ela mantém na rede podem ser transportados à vida real. "Até dá para usar a rede como recurso, mas depende muito do caso. O paciente precisa gostar deste tipo de site e o psicólogo precisa ter familiaridade com estas ferramentas", diz.

No caso de Gabriel, a internet o ajudou a fazer amigos, porque, segundo ele, era mais fácil conversar com alguém sem estar cara a cara. Um dos principais motivos é que na internet você pode construir uma imagem da maneira que quiser, criar uma personalidade que pode ou não ser a verdadeira. Outro ponto positivo, de acordo com Gabriel, é que a web pode ser um caminho para que as coisas aconteçam no mundo real. "Na rede é possível esconder várias coisas como defeitos e traumas, justamente por esta construção de personalidade. Mas, ao meu ver, a internet é mais uma fuga do que uma solução para os problemas", ressalta. "Você até pode se apegar à internet pra fazer com que essa sensação se amenize e, assim, conseguir ter um relacionamento com outras pessoas. Mas, sempre vai rolar uma ponta de desconfiança, sabe?", completou.

Sobre a fobia social

A fobia social também é conhecida como transtorno de ansiedade social, transtorno ansioso social ou sociofobia. Trata-se de uma síndrome ansiosa caracterizada por manifestações de alarme, tensão nervosa e desconforto desencadeadas pela exposição à avaliação social. A condição psiquiátrica, segundo a psicóloga Luciana, é bem difícil de ser revertida, uma vez que se trata de uma pessoa com timidez extrema.

De acordo com a psicóloga, uma pessoa diagnosticada com fobia social tem vergonha de comer na frente dos outros, não conta dinheiro em público com medo de errar, não fala com estranhos e mal consegue se comunicar com conhecidos. Além disso, ela se sente muito mal em situações que precisa conhecer pessoas novas.

Quer contribuir com a discussão? Você acredita que as redes sociais aceleram a fobia social ou podem ajudar para que as pessoas transportem seus relacionamentos virtuais para a vida real? Escreva nos comentários abaixo. E se você sofre de fobia social, conte-nos quais experiências na web te proporcionaram bons resultados.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 2 de março de 2012

On 2:09 PM by Anônimo in ,    No comments
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Há uma boa chance de que os jovens que estão crescendo no moderno mundo conectado de hoje se tornem pessoas capazes de decisões ágeis e brilhantes, caso não se transformem em indivíduos incapazes de se concentrar pelo tempo necessário para ler um bom livro. É o que dizem 1.021 profissionais da tecnologia, críticos e estudantes pesquisados pelo Pew Research Center.

Os entrevistados se dividem praticamente meio a meio sobre o impacto da tecnologia onipresente em adolescentes e jovens da chamada "geração Y". Na pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, 55% dos respondentes concordaram com a declaração de que, em 2020, os cérebros dos jovens terão "conexões" diferentes dos cérebros de pessoas com mais de 35 anos, permitindo bons resultados em termos de se localizar respostas rapidamente.

Mas 42% dos entrevistados se declararam pessimistas, concordando com a afirmação de que, em 2020, os jovens usuários de tecnologia se distrairão facilmente, não terão capacidade para raciocínio em profundidade e se preocuparão apenas com satisfação instantânea. "Existe uma tensão entre os aspectos positivos e negativos daquilo que prevemos", disse Janna Anderson, professora associada da Universidade Elon, na Carolina do Norte, e uma das responsáveis pelo estudo. "No momento, muitos dos entrevistados respondem que a vida deles já é assim. Estão todos antecipando que seja esse o desfecho", afirmou ela à Reuters. As previsões da pesquisa atraem atenção porque um levantamento semelhante realizado no começo dos anos de 1990 previu com precisão os conflitos que surgiriam entre a tecnologia online e os direitos autorais, as instituições estabelecidas e a proteção da privacidade, disse Anderson.

Os entrevistados ofereceram previsões coerentes sobre a capacitação de que os jovens necessitarão em 2020. Entre elas estão a capacidade de solução de problemas de maneira colaborativa, a busca efetiva de informação online, e a avaliação da qualidade dessa informação.

"Em contraste, a capacidade de ler alguma coisa e refletir seriamente sobre ela durante algumas horas não será desimportante, mas terá menos importância, para a maioria das pessoas", disse Jonathan Grudin, diretor de pesquisa da Microsoft e um dos entrevistados no levantamento, em um comentário citado pelo Pew.

Muitos dos pesquisados apóiam reformas educacionais para tornar jovens distraídos mais capazes de se concentrar e lidar com tecnologias de conexões sempre ativas. Entre as sugestões estão espaços de descanso, meditação, áreas de silêncio e períodos afastados de dispositivos conectados à Internet. Alvaro Retena, importante especialista em tecnologia da Hewlett-Packard, previu estagnação da tecnologia e mesmo na literatura, como resultado da redução dos períodos de concentração.

A pesquisa foi realizada online entre 28 de agosto e 31 de outubro de 2011. Dos pesquisados, 40% são cientistas ou funcionários de uma faculdade ou universidade e 12% trabalham para companhias de tecnologia da informação.



FONTE: tecnologia.terra.com.br
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

On 11:25 AM by Anônimo in , ,    No comments
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Entre todas as visitas feitas à Internet em dezembro de 2011, 19,38% delas tiveram como destino sites da categoria Redes Sociais e Fóruns. A participação desta categoria é três vezes maior do que a verificada para a categoria de Sites Adultos, que ficou com 5,29% das visitas no mesmo período. É o que revela a pesquisa mais recente da Experian Hitwise.

Na comparação com dezembro de 2010, os sites de conteúdo adulto apresentaram um crescimento de 0,67% no ano contra ano, saindo de 4,62% para 5,28% de participação em visitas em todo o Brasil. Já as redes sociais cresceram 3,84%, saindo de 15,54% em dezembro de 2010 para 19,38% em dezembro de 2011. 

Esse crescimento das redes sociais se reflete no dado recentemente divulgado pela Experian Hitwise de que o Facebook passou o Orkut no Brasil, atingindo 33,60% das visitas a Redes Sociais e Fóruns na primeira semana de 2012. O Orkut passou a ocupar a segunda posição do ranking, com 32,68%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Facebook cresceu 25,47%, enquanto o Orkut viu queda de 23,24%.

Comparação internacional

Em outros países, os sites de conteúdo adulto e as redes sociais têm menor participação em visitas do que no Brasil.

Nos Estados Unidos, a categoria de sites de conteúdo adulto ficou com 4,54% da preferência dos usuários, atrás também de Redes Sociais e Fóruns (14,57%), Ferramentas de Busca (10,89%) e Sites de e-mail (5,62%).

Em comparação com outras regiões, a categoria de sites de conteúdo adulto também apresenta variação. Em Hong Kong, a categoria teve 2,90% de participação em visitas em dezembro de 2011, seguida de Cingapura (3,33%), França (4,28%), Nova Zelândia (5,12%). Os acessos à categoria no Brasil estão atrás de Canadá (5,32%), Austrália (5,45%) e Reino Unido (5,83%).



FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

On 8:58 AM by Anônimo in ,    No comments
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Pode parecer curioso, mas o hábito de mascar chiclete acompanha a humanidade por milhares de anos. Há quem diga que até mesmo o filósofo Sócrates se divertia com a goma de mascar.


Mas você sabia que mascar chiclete pode deixar as pessoas mais inteligentes, além de reforçar o desempenho mental, sem quaisquer efeitos colaterais? Pelo menos é o que afirma um estudo realizado por psicólogos da Universidade St. Lawrence (Estados Unidos).


O experimento foi realizado com 159 alunos que foram colocados numa sequência de exigentes tarefas cognitivas, tais como a repetição de números aleatórios e alguns enigmas de lógica. Os resultados apontaram que metade dos entrevistados que mascaram chiclete (tanto dos tipos sem açúcar como com adição de açúcar) se saíram melhor que os outros em cinco dos seis testes.


De acordo com o site Wired, estudos anteriores já obtinham respostas semelhantes, como, por exemplo, o fato da goma de mascar ser mais eficiente que a cafeína. Já essa pesquisa recente investigou as vantagens que o chiclete pode oferecer. No entanto, os efeitos causados pelo "alimento" duram, aproximadamente, cerca de 20 minutos.


Mesmo com os bons resultados, ainda não se sabe o que estimula o impulso mental que, aparentemente, não depende de glicose - uma vez que o chiclete sem açúcar gera os mesmos benefícios. Os pesquisadores afirmam que a goma melhora o desempenho devido à sensação de prazer que a mastigação propicia. Em outras palavras, o ato de mascar faz os indivíduos "acordarem" e se focarem nas tarefas do dia a dia.




FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

On 8:48 AM by Anônimo in , ,    No comments
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Sim, é isso mesmo o que você leu: as mídias sociais estão nos deixando loucos. Longe de ser uma cena do filme "O Iluminado", é essa a conclusão tirada de um infográfico feito pela Assisted Livin Today (ALT), uma empresa especializada em qualidade de vida que, mesmo com um foco especial no público da terceira idade, também mostra que alguns estudos valem para todas as idades.

O relatório é chamado de "Como as mídias sociais têm arruinado nossas mentes". Se você está acostumado a receber novidades em 140 caracteres ou assistir vídeos em menos de dez minutos, então você talvez esteja mudando a maneira como o seu cérebro trabalha.

E fica o alerta: pesquisas mostram que esses sites têm tido um profundo efeito na mente humana, o que leva a adotar certos cuidados.

O que tem sido afetado?

Entre as funções do nosso cérebro que mais são afetadas pelas redes sociais, as três principais são: habilidades multitarefas, que exigem raciocínio na hora de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo; interações sociais, seja com colegas do trabalho, amigos ou família; e, por fim, a capacidade de se concentrar e ter atenção.

Todas essas áreas, destaca o infográfico, são atingidas drasticamente pelo excesso de participação no mundo virtual.

Por que tem sido afetado?


Tais distúrbios podem ser caracterizados pela velocidade de informações que vemos todos os dias. Pelo fato de que tudo está disponível para nós quase que instantaneamente, muitos problemas podem ser relacionados à impaciência e espera de algo novo.

Toda vez que isso acontece,  o cérebro precisa "se reinventar" e pode ser alvo de graves interrupções que prejudicam o rendimento do ser humano. Nossos "miolos" estão em constante mudança e adaptação, e esse processo não pode ser feito em questão de minutos, mas sim de maneira gradativa.

Um exemplo: dez anos atrás, o tempo que levávamos para prestar mais atenção no conteúdo online era de 12 minutos. Hoje, essa medição caiu para apenas cinco segundos. E isso não está ligado à idade, já que pessoas jovens são mais desatentas que usuários mais velhos.

Estamos mais esquecidos


25% dos indivíduos esquecem os nomes ou detalhes de amigos próximos e até mesmo de parentes. Além disso, 7% não se lembram do próprio aniversário, de vez em quando. Um dos dados mais assustadores talvez seja este: no Reino Unido, só no ano passado, foram perdidos mais de R$ 464 bilhões de reais em acidentes causados pela falta de atenção das pessoas.

No trabalho, por exemplo, isso é visto de perto: a média de checagem dos emails feita pelos funcionários varia de 30 a 40 vezes em uma hora, ou seja, cerca de uma vez a cada 1,5 minutos.

Seus relacionamentos pessoais também são atingidos

A vida social também é afetada pelas redes sociais. A oxitocina, o hormônio responsável por estimular confiança e empatia pelas coisas, alcança altos picos quando os internautas estão conectados, podendo até dar a mesma sensação que temos quando falamos com amigos ou família. Os efeitos do estresse, aliás, também tendem a cair quando usuários utilizam o Twitter, por exemplo.

E os números?

Sobre as redes sociais, o infográfico ALT revela que, todos os dias, 500 mil pessoas ingressam no Twitter. A partir daí, 12 milhões de novos usuários seguem 64 pessoas ou mais, e 1,5 milhões seguem mais de 511 outras contas.

Já no Facebook, os dados também surpreendem: por mês, cada usuário gasta 700 bilhões de minutos no site e instalam 20 milhões de aplicativos por dia - muitas vezes porque preferem se distrair. Além disso, 41,6% da população já acessa seus emails pelo celular.

Oque fazer?


Para encerrar, o relatório aponta que os efeitos das mídias sociais no cérebro humano ainda não são o objetivo principal das pesquisas atuais nesse segmento, mas que essas definições são importantes e têm de ser levadas a sério.

Você pode observá-las em si mesmo e fazer uma análise de como sua atenção pode ter mudado nos últimos anos. Inclusive, nós do Olhar Digital já fizemos um teste para medir o seu grau de dependência tecnológica, que pode ser usado também para se ter uma ideia se você é ou não viciado em internet e outras ferramentas.



FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

On 9:41 AM by Anônimo in , ,    No comments
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De acordo com um relatório conduzido pela Cisco Connected World Technology, um total de 33% da população mundial prefere a liberdade das mídias sociais, flexibilidade de dispositivos móveis e mobilidade dentro do ambiente de trabalho a ter um salário maior ou aceitar uma nova proposta de emprego.

Foram entrevistados 2,8 mil estudantes universitários e jovens profissionais de 14 países. Isso inclui também o Brasil que, segundo o estudo, possui 44% de trabalhadores que optam por internet liberada para acessar redes sociais como Twitter e Facebook do que receberem mais pelos seus respectivos serviços.

Mais da metade dos universitários de todo o mundo (56%) afirma que, caso encontrasse uma empresa que proibisse o acesso a mídias sociais, prefeririam não aceitar a proposta da vaga, ou, se aceitassem, tentariam encontrar uma forma de contornar a política corporativa da companhia. No Brasil, esse percentual chegou a 74%.

Ainda de acordo com a pesquisa, 90% dos jovens brasileiros planejam perguntar sobre o uso de redes sociais durante as entrevistas de emprego, sendo que esse será um fator fundamental para 53% dos candidatos em sua decisão de aceitar ou não o trabalho. Já a média mundial para o mesmo tópico é de 64% e 24%, respectivamente.

Na opinião da Cisco, os números apontam a importância da relação entre a internet, cultura de mão de obra e as vantagens competitivas das empresas, indicando que os métodos tradicionais de atrair e reter jovens profissionais podem ser menos importantes, uma vez que a geração "milênio" abrange a maior parte da força de trabalho.



FONTE:olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

On 9:05 AM by Anônimo in ,    No comments
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Levantamento da consultoria Lab42 ainda mostra que maior rede social também é muito usada para início de novos relacionamentos.

Cerca de um terço dos internautas já terminou um relacionamento por meio de mensagem de texto, e-mail ou Facebook, aponta uma pesquisa feita pela consultoria de mercado Lab42 com aproximadamente 500 usuários de redes sociais acima dos 18 anos.

Mas a maior rede social do mundo, com mais de 800 milhões de usuários, também pode ajudar no início de novas relações. O Facebook foi a segunda opção mais votada sobre qual seria a forma mais indicada para chamar alguém para um primeiro encontro. Felizmente, o bom e velho contato pessoal ficou em primeiro na categoria, com 40% dos votos.



Usuários do Facebook e do Skype agora podem fazer videochamadas entre si

O site de Mark Zuckerberg também foi bem citado sobre que seria a melhor coisa a fazer após conhecer uma pessoa interessante. Quase 60% disse que ficar amigo(a) dela no Facebook é a melhor opção, enquanto que pesquisar em redes sociais ficou em segundo, com 29%. Aquela pesquisada "esperta" no Google aparece logo atrás, com 26%.

O levantamento ainda aponta outras mudanças de comportamento com os novos tempos, em que a tecnologia está cada vez mais presente. Questionados sobre quanto tempo demoram para mudar seu status de relacionamento no Facebook, 52% dos entrevistados disse "imediatamente", enquanto que 38% também não esperaria para contar aos amigos em caso de um novo namoro.

Outra informação interessante é como as pessoas se comunicam com seus amados e amadas diariamente. Em primeiro lugar ficou a ligação para o celular, com 67%, quase empatada com o envio de SMS, que teve 65% das respostas. Com 45%, as mensagens do Facebook aparecem em terceiro, seguidas pelo “antigo” e-mail, com 34%.

A pesquisa da Lab42 foi realizada com 550 usuários de redes sociais entre 27 e 30 de outubro deste ano.





FONTE: idgnow.uol.com.br/
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

On 6:05 PM by Anônimo in ,    No comments

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Pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) sobre o uso de internet por crianças de 5 a 9 anos no Brasil (TIC 2010) mostra que 90% delas usou a rede para ter acesso a jogos online. Segundo este estudo, que entrevistou 2.516 crianças - 2.131 na área urbana e 385 na área rural - de setembro a novembro de 2010, o número das que jogam online é exatamente o dobro das que buscam na rede soluções para trabalhos escolares (45%), brincam em sites com desenhos da TV (42%), fazem pesquisas diversas (35%) ou assistem desenhos animados e vídeos (34%).


Ainda de acordo com a 2ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil (TIC), um terço das crianças que usam a internet acessaram redes sociais como Facebook e Orkut (29%). Enquanto o domicílio é citado pela maioria das crianças de áreas urbanas como principal local de acesso (48%), nas áreas rurais o mais citado é a escola (52%). A maior parte das crianças acessa a internet sozinha (39%), seguido pelo acesso com a mãe (35%), com parentes (29%) e com professores na escola (28%).


A pesquisa questionou ainda as crianças sobre terem alguma vez se sentido ameaçadas ao acessar a rede e um quarto delas (25%) disse que sim. Não foi especificado pela pesquisa qual a espécie de ameaça percebida. O estudo mostrou ainda que 12% conheceu alguém pela internet, 11% enviou fotos suas pela rede e 6% declarou ter sido vítima de piadas ou brincadeira que não gostou.


FONTE:www.terra.com.br

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Os tempos mudam. Cada vez mais se vê crianças passando mais tempo em casa do que na rua. Não é querer criticar o computador, meu ganha pão, mas você passava o dia em casa, quando pequeno?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

On 10:11 AM by Anônimo in , ,    No comments
Uma pesquisa da University of Alabama, e da Lock Haven University, ambas nos EUA, aponta que SMS e Facebook fazem com que as notas dos estudantes caiam. O mesmo não ocorre com o uso do e-mail, mesmo se acessado durante as horas de estudo.

Chamado de "A Decade of Distractions: How Multitasking Affects Students", o estudo tem como objetivo analisar a utilização de mídias sociais no contexto acadêmico. Nele, 52% dos entrevistados disseram que recebem e enviam SMSs e outros 34% usam o Facebook, ambos durante os estudos.

"Os estudantes usam o Facebook e as mensagens de texto para socializarem com os amigos, e recorrem ao e-mail para comunicarem-se com seus professores. Por isso, consideramos que as atividades sociais conduzirão a resultados menos positivos, e as atividades acadêmicas, a resultados mais positivos", diz Junco.

Outro fator que diminui os resultados positivos na escola é o "multitasking", ou seja, realizar diversas tarefas ao mesmo tempo.

FONTE: www.olhardigital.uol.com.br