Mostrando postagens com marcador Internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Internet. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 3 de março de 2016
/*
A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), ligada ao Ministério Público do Distrito Federal, instaurou procedimento para investigar os limites de consumo de internet na banda larga fixa. Em fevereiro, os contratos da Vivo passaram a estabelecer franquias mensais de 10 GB a 130 GB para os novos assinantes do Vivo Internet Fixa, um modelo já adotado nos planos de internet móvel oferecidos no país.
O documento do Ministério Público cita especificamente a notícia publicada com exclusividade pelo Tecnoblog. Segundo o que apuramos em primeira mão, os novos clientes do Vivo Internet Fixa poderão ter a velocidade da conexão reduzida ou cortada após atingirem o limite de franquia. Também há referência ao fato da operadora estudar a possibilidade de implantar o mesmo mecanismo para os assinantes da GVT e Vivo Fibra.
Para o promotor de justiça Paulo Roberto Binicheski, serviços como Netflix, Spotify e YouTube, que consomem mais dados, “estão amplamente disseminados na cultura atual da internet e torná-los onerosos é retirar um enorme contingente de usuários do livre acesso à rede”. Segundo o promotor, as operadoras de TV por assinatura sofrem a concorrência dos serviços de streaming, que são mais baratos para os usuários, o que obriga as empresas a alterarem suas políticas de preços sob risco de perda de clientela.
O superintendente de competição da Anatel, Carlos Baigorri, havia avaliado a mudança como benéfica para o consumidor, argumentando que, no modelo atual, “quem consome menos paga por quem consome mais”. No entanto, de acordo com Binicheski, a alteração do sistema de cobrança “reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio”.
Vivo, Oi e NET, que possuem a cláusula do limite de franquia em seus contratos, devem responder ao MP quais são os elementos financeiros que determinaram a mudança dos modelos comerciais na banda larga fixa e quais serão as opções dadas aos consumidores. Além disso, a Prodecon requisita à Anatel os estudos que foram realizados e o marco regulatório sobre o tema.
O Tecnoblog procurou as operadoras para solicitar um posicionamento. A Vivo informou que ainda não foi notificada pelo MP e, portanto, não comentará o assunto. Até a última atualização desta matéria, Oi e NET não haviam nos respondido.
FONTE: Tecnoblog
*/
A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), ligada ao Ministério Público do Distrito Federal, instaurou procedimento para investigar os limites de consumo de internet na banda larga fixa. Em fevereiro, os contratos da Vivo passaram a estabelecer franquias mensais de 10 GB a 130 GB para os novos assinantes do Vivo Internet Fixa, um modelo já adotado nos planos de internet móvel oferecidos no país.
O documento do Ministério Público cita especificamente a notícia publicada com exclusividade pelo Tecnoblog. Segundo o que apuramos em primeira mão, os novos clientes do Vivo Internet Fixa poderão ter a velocidade da conexão reduzida ou cortada após atingirem o limite de franquia. Também há referência ao fato da operadora estudar a possibilidade de implantar o mesmo mecanismo para os assinantes da GVT e Vivo Fibra.
Para o promotor de justiça Paulo Roberto Binicheski, serviços como Netflix, Spotify e YouTube, que consomem mais dados, “estão amplamente disseminados na cultura atual da internet e torná-los onerosos é retirar um enorme contingente de usuários do livre acesso à rede”. Segundo o promotor, as operadoras de TV por assinatura sofrem a concorrência dos serviços de streaming, que são mais baratos para os usuários, o que obriga as empresas a alterarem suas políticas de preços sob risco de perda de clientela.
O superintendente de competição da Anatel, Carlos Baigorri, havia avaliado a mudança como benéfica para o consumidor, argumentando que, no modelo atual, “quem consome menos paga por quem consome mais”. No entanto, de acordo com Binicheski, a alteração do sistema de cobrança “reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio”.
Vivo, Oi e NET, que possuem a cláusula do limite de franquia em seus contratos, devem responder ao MP quais são os elementos financeiros que determinaram a mudança dos modelos comerciais na banda larga fixa e quais serão as opções dadas aos consumidores. Além disso, a Prodecon requisita à Anatel os estudos que foram realizados e o marco regulatório sobre o tema.
O Tecnoblog procurou as operadoras para solicitar um posicionamento. A Vivo informou que ainda não foi notificada pelo MP e, portanto, não comentará o assunto. Até a última atualização desta matéria, Oi e NET não haviam nos respondido.
FONTE: Tecnoblog
*/
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
/*

Alguns navegadores da Web pode ser enganados com as chamadas "extensões maliciosas", as quais podem dar a crackers a capacidade de sequestrar a sessão do usuário, espionar webcams, upload e download de arquivos e até invadir smartphones Android.
O consultor de segurança da Deloitte Hungria, Zoltan Balazs, falou sobre o tema que ele chama de “navegadores zumbis" durante a conferência hacker Hacker Halted Conference, que ocorreu durante esta semana em Miami.
Ele afirmou que até um ano atrás, apenas 10 dessas extensões maliciosas eram conhecidas, mas este ano foram identificadas mais 49. "É um aumento vertiginoso", observou Balazs, e ele culpou os fornecedores de antivírus por supostamente ignorar a questão.
"Mesmo depois de dois anos, nenhum dos fornecedores de antivírus detectou essas extensões", disse. Balazs pediu, ainda, que para que fornecedores "se esforcem mais na identificação de extensões maliciosas."
Em sua palestra, Balazs explicou como extensões maliciosas no Firefox, Chrome e Safari foram criadas por crackers, que tentam adicioná-las aos navegadores de usuários por meio de ataques drive-by download ou anexos infectados. "O resultado pode estar dando ao atacante uma maneira de roubar dados ou espionar você", disse.
Em termos de aconselhar empresas preocupadas com a sua base de usuários que podem vir a ser vítimas desses ataques, Balazs disse que estabelecer controle sobre as aplicações pode ajudar. Além disso, no Chrome é possível controlar as extensões que o usuário pode usar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
/*
O investimento publicitário em mídia online continua na lista dos maiores crescimentos em mídia do mercado brasileiro. Entre janeiro e agosto de 2012, segundo dados do Projeto Inter-Meios, a publicidade online cresceu 14,33% comparada com o mesmo período de 2011. Em números absolutos, a internet teve investimentos acumulados de 981 milhões de reais no período, equivalentes a 5,06% do bolo publicitário total.
O total de investimento em publicidade em todos os meios de comunicação no Brasil cresceu 10,07% em relação ao mesmo período do ano passado, acumulando faturamento de 19,375 bilhões de reais. Na lista dos meios que mais cresceram com relação a 2011 ficaram, pela ordem, Digital out-of-home (na categoria de Mídia Exterior) com crescimento de 31,2%; TV por Assinatura, com faturamento 16,04% maior; Cinema, com alta de 14,61%; e Internet, com crescimento de 14,33%.
Duas mídias apenas mantiveram tendência de queda no ano: Guias e Listas, com queda de 14,66% em comparação com o mesmo período de 2011; e Revistas, com faturamento 3,67% menor que no ano passado. Os jornais brasileiros, contrariando a tendência mundial (ainda) cresceram 2,54% em receita no período.
Com relação à divisão da receita total de publicidade, a TV Aberta lidera, engolindo 64,96% do total investido no período de janeiro a agosto de 2012. Em seguida vem o meio Jornal, com 11,46% do bolo; Revistas, com 6,07%; e Internet, com 5,06%.
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia realizado pela PricewaterhouseCoopers com exclusividade para o Meio & Mensagem, que coordena a iniciativa. O relatório mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira, a partir de informações dos próprios veículos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

O investimento publicitário em mídia online continua na lista dos maiores crescimentos em mídia do mercado brasileiro. Entre janeiro e agosto de 2012, segundo dados do Projeto Inter-Meios, a publicidade online cresceu 14,33% comparada com o mesmo período de 2011. Em números absolutos, a internet teve investimentos acumulados de 981 milhões de reais no período, equivalentes a 5,06% do bolo publicitário total.
O total de investimento em publicidade em todos os meios de comunicação no Brasil cresceu 10,07% em relação ao mesmo período do ano passado, acumulando faturamento de 19,375 bilhões de reais. Na lista dos meios que mais cresceram com relação a 2011 ficaram, pela ordem, Digital out-of-home (na categoria de Mídia Exterior) com crescimento de 31,2%; TV por Assinatura, com faturamento 16,04% maior; Cinema, com alta de 14,61%; e Internet, com crescimento de 14,33%.
Duas mídias apenas mantiveram tendência de queda no ano: Guias e Listas, com queda de 14,66% em comparação com o mesmo período de 2011; e Revistas, com faturamento 3,67% menor que no ano passado. Os jornais brasileiros, contrariando a tendência mundial (ainda) cresceram 2,54% em receita no período.
Com relação à divisão da receita total de publicidade, a TV Aberta lidera, engolindo 64,96% do total investido no período de janeiro a agosto de 2012. Em seguida vem o meio Jornal, com 11,46% do bolo; Revistas, com 6,07%; e Internet, com 5,06%.
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia realizado pela PricewaterhouseCoopers com exclusividade para o Meio & Mensagem, que coordena a iniciativa. O relatório mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira, a partir de informações dos próprios veículos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
terça-feira, 16 de outubro de 2012
On 11:16 AM by Anônimo in Celular, Curiosidades, Hardware, Internet, Notebook, Notícias, Wi-Fi No comments
/*
Uma lista de 5 mitos tecnológicos que o Olhar Digital publicou recentemente não foi suficiente e preparamos mais explicações sobre algumas dúvidas bastante comuns dos fãs de tecnologia. Confira abaixo respostas para algumas questões que confundem a cabeça das pessoas:
Celular causa câncer?
Os efeitos do uso constante de telefones celulares na saúde humana ainda são muito discutidos entre pesquisadores. Há muito tempo existe a lenda de que os celulares podem causar câncer, mas, até hoje, nenhum estudo conseguiu relacionar diretamente o uso dos aparelhos ao surgimento e desenvolvimento da doença.
Um estudo recente do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, publicado em junho de 2012, é mais um que não conseguiu chegar a nenhuma conclusão a respeito da influência dos aparelhos na saúde. “Mais estudos são necessários porque a tecnologia da telefonia móvel e a forma como as pessoas usam telefones celulares estão mudando rapidamente”, conclui o estudo.
Diversos fatores foram apontados pelos pesquisadores como possíveis influências na saúde devido ao uso de celulares. “A quantidade de energia de radiofrequência que um usuário de celular está exposto depende da tecnologia dele, da distância entre a antena e o usuário, o tipo de uso e a distância entre o usuário e as torres de sinal.”
Ou seja, os celulares podem até causar câncer, mas não há nada que relacione o uso deles à doença e há diversas formas de usá-lo que podem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um tumor.
O que interfere no sinal do Wi-Fi?
O roteador Wi-Fi é posicionado na sala da casa e, próximo a ele, o sinal é excelente. No entanto, em um quarto no fundo do imóvel ele não pega tão bem e frequentemente quem tenta acessar a rede de lá simplesmente não consegue.
Por que isso acontece? É simples: por ser uma rede sem fio que transmite ondas de rádio, o Wi-Fi pode sofrer interferência de uma série de coisas: desde a parede da casa até mesmo um micro-ondas.
Entre os fatores que interferem nas redes Wi-Fi estão as paredes, portas e o chão da casa, por exemplo. O material usado na construção do imóvel também pode prejudicar o sinal, como tijolos, pedras, concreto, metal, entre outras.
Não é só isso: outros objetos espalhados pela casa também prejudicam o sinal. Celulares com Bluetooth ativado, micro-ondas, telefones sem-fio, babás eletrônicas e outros produtos que também funcionam com ondas também causam uma pequena interferência no Wi-Fi.
A solução ideal para ter o melhor sinal possível é instalar o roteador em um ambiente aberto sem paredes nem nenhum outro tipo de objeto. Parece difícil imaginar isso, e também é bom lembrar que mesmo assim o sinal não será perfeito: ele tem um alcance e, dependendo da distância do roteador, mesmo sem nada que possa interferir, chega uma hora que o sinal começa a ficar mais fraco.
Deixar o carregador conectado prejudica a bateria do notebook?
Dúvidas sobre o uso da bateria são muito comuns. Por muito tempo os produtos usavam baterias de níquel cádmio e, mesmo depois delas serem substituídas pelas de íon de lítio, alguns cuidados que eram recomendados para as baterias antigas continuam sendo considerados para as novas.
Um bom exemplo está na crença de que deixar o notebook ligado na tomada direto, mesmo com a carga cheia, pode prejudicar a bateria. Não é isso o que acontece.
Para começar, as baterias de íon lítio podem ser carregadas repetidamente sem estar com a carga vazia sem que isso prejudique a vida útil delas. E, além disso, notebooks mais recentes contam com sistemas que detectam quando a carga está cheia, desativando o processo de recarga, como explica a Dell em seu site oficial.
Quando o notebook está ligado na tomada, não é a bateria que vai fornecer a energia para ele, e sim a própria tomada - se você tirar a bateria, conseguirá usar o aparelho normalmente.
Portanto, esqueça lendas de que é preciso esperar a carga terminar para carregar o computador, ou que é bom deixar ela descarregar completamente algumas vezes para aumentar a sua vida útil. No caso das baterias de níquel cádmio isso até era verdade, mas com as de íon de lítio isso não acontece.
Uma pilha pode ser recarregada se ficar na geladeira?
Não, a pilha não vai recarregar caso seja colocada na geladeira. Mas é verdade que ela pode, sim, ganhar um tempo de vida "extra" depois de ser resfriada por um tempo.
A carga da pilha é quimicamente gerada e, quando colocada na geladeira, ela se reorganiza e, assim, é possível usar um resto de carga que estava espalhada pela unidade.
Assim, colocar a pilha na geladeira faz com que o resto de carga possa ser usado. Para usar uma pilha por diversas vezes, o único jeito é mesmo comprar uma recarregável.
É possível estragar o HD formatando diversas vezes?
É natural que, com o tempo, o computador fique lento devido ao excesso de dados guardados no HD, por exemplo, e, por isso, muitas vezes é recomendável que o disco rígido seja formatado para voltar a funcionar bem. A partir disso, uma lenda foi criada dizendo que formatar o HD várias vezes pode danificá-lo.
Mas isso não é verdade. A formatação apenas apaga todos os dados guardados no disco rígido, e logo depois ele continua funcionando perfeitamente – e continuará mesmo que seja formatado, por exemplo, uma vez por mês. Portanto, a quantidade de vezes que um HD é formatado não influencia no seu tempo de vida.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
Celular causa câncer?
Os efeitos do uso constante de telefones celulares na saúde humana ainda são muito discutidos entre pesquisadores. Há muito tempo existe a lenda de que os celulares podem causar câncer, mas, até hoje, nenhum estudo conseguiu relacionar diretamente o uso dos aparelhos ao surgimento e desenvolvimento da doença.
Um estudo recente do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, publicado em junho de 2012, é mais um que não conseguiu chegar a nenhuma conclusão a respeito da influência dos aparelhos na saúde. “Mais estudos são necessários porque a tecnologia da telefonia móvel e a forma como as pessoas usam telefones celulares estão mudando rapidamente”, conclui o estudo.
Diversos fatores foram apontados pelos pesquisadores como possíveis influências na saúde devido ao uso de celulares. “A quantidade de energia de radiofrequência que um usuário de celular está exposto depende da tecnologia dele, da distância entre a antena e o usuário, o tipo de uso e a distância entre o usuário e as torres de sinal.”
Ou seja, os celulares podem até causar câncer, mas não há nada que relacione o uso deles à doença e há diversas formas de usá-lo que podem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um tumor.
O que interfere no sinal do Wi-Fi?
O roteador Wi-Fi é posicionado na sala da casa e, próximo a ele, o sinal é excelente. No entanto, em um quarto no fundo do imóvel ele não pega tão bem e frequentemente quem tenta acessar a rede de lá simplesmente não consegue.
Por que isso acontece? É simples: por ser uma rede sem fio que transmite ondas de rádio, o Wi-Fi pode sofrer interferência de uma série de coisas: desde a parede da casa até mesmo um micro-ondas.
Entre os fatores que interferem nas redes Wi-Fi estão as paredes, portas e o chão da casa, por exemplo. O material usado na construção do imóvel também pode prejudicar o sinal, como tijolos, pedras, concreto, metal, entre outras.
Não é só isso: outros objetos espalhados pela casa também prejudicam o sinal. Celulares com Bluetooth ativado, micro-ondas, telefones sem-fio, babás eletrônicas e outros produtos que também funcionam com ondas também causam uma pequena interferência no Wi-Fi.
A solução ideal para ter o melhor sinal possível é instalar o roteador em um ambiente aberto sem paredes nem nenhum outro tipo de objeto. Parece difícil imaginar isso, e também é bom lembrar que mesmo assim o sinal não será perfeito: ele tem um alcance e, dependendo da distância do roteador, mesmo sem nada que possa interferir, chega uma hora que o sinal começa a ficar mais fraco.
Deixar o carregador conectado prejudica a bateria do notebook?
Dúvidas sobre o uso da bateria são muito comuns. Por muito tempo os produtos usavam baterias de níquel cádmio e, mesmo depois delas serem substituídas pelas de íon de lítio, alguns cuidados que eram recomendados para as baterias antigas continuam sendo considerados para as novas.
Um bom exemplo está na crença de que deixar o notebook ligado na tomada direto, mesmo com a carga cheia, pode prejudicar a bateria. Não é isso o que acontece.
Para começar, as baterias de íon lítio podem ser carregadas repetidamente sem estar com a carga vazia sem que isso prejudique a vida útil delas. E, além disso, notebooks mais recentes contam com sistemas que detectam quando a carga está cheia, desativando o processo de recarga, como explica a Dell em seu site oficial.
Quando o notebook está ligado na tomada, não é a bateria que vai fornecer a energia para ele, e sim a própria tomada - se você tirar a bateria, conseguirá usar o aparelho normalmente.
Portanto, esqueça lendas de que é preciso esperar a carga terminar para carregar o computador, ou que é bom deixar ela descarregar completamente algumas vezes para aumentar a sua vida útil. No caso das baterias de níquel cádmio isso até era verdade, mas com as de íon de lítio isso não acontece.
Uma pilha pode ser recarregada se ficar na geladeira?
Não, a pilha não vai recarregar caso seja colocada na geladeira. Mas é verdade que ela pode, sim, ganhar um tempo de vida "extra" depois de ser resfriada por um tempo.
A carga da pilha é quimicamente gerada e, quando colocada na geladeira, ela se reorganiza e, assim, é possível usar um resto de carga que estava espalhada pela unidade.
Assim, colocar a pilha na geladeira faz com que o resto de carga possa ser usado. Para usar uma pilha por diversas vezes, o único jeito é mesmo comprar uma recarregável.
É possível estragar o HD formatando diversas vezes?
É natural que, com o tempo, o computador fique lento devido ao excesso de dados guardados no HD, por exemplo, e, por isso, muitas vezes é recomendável que o disco rígido seja formatado para voltar a funcionar bem. A partir disso, uma lenda foi criada dizendo que formatar o HD várias vezes pode danificá-lo.
Mas isso não é verdade. A formatação apenas apaga todos os dados guardados no disco rígido, e logo depois ele continua funcionando perfeitamente – e continuará mesmo que seja formatado, por exemplo, uma vez por mês. Portanto, a quantidade de vezes que um HD é formatado não influencia no seu tempo de vida.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
sexta-feira, 6 de julho de 2012
/*
Você tinha arquivos no Megaupload? Gostava do serviço? Então prepare-se: o site vai voltar ao ar em breve, muito maior, melhor e mais rápido.
Quem deu o recado foi o próprio fundador, Kim Dotcom. O empresário publicou a informação em sua conta no Twitter em comemoração ao fim do SOPA, do PIPA e do ACTA. Todos os três eram projetos de lei que tinham o objetivo de acabar com a pirataria na internet e aumentar o controle de dados dos usuários.
"SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!”, diz a mensagem de Dotcom na rede social.
Ainda não se sabe quando o site de compartilhamento de arquivos voltará, mas Kim Dotcom parece animado, assim como seus seguidores que fizeram questão de espalhar a mensagem por toda rede.
Em janeiro deste ano, o Megaupload foi fechado por agentes federais norte-americanos sob a acusação de repetidamente violar direitos autorais e promover a pirataria em massa. Na ocasião, o fundador e três executivos da empresa foram presos na Nova Zelândia a pedido das autoridades norte-americanas. Eles respondem pelo processo em liberdade.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

Você tinha arquivos no Megaupload? Gostava do serviço? Então prepare-se: o site vai voltar ao ar em breve, muito maior, melhor e mais rápido.
Quem deu o recado foi o próprio fundador, Kim Dotcom. O empresário publicou a informação em sua conta no Twitter em comemoração ao fim do SOPA, do PIPA e do ACTA. Todos os três eram projetos de lei que tinham o objetivo de acabar com a pirataria na internet e aumentar o controle de dados dos usuários.
"SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!”, diz a mensagem de Dotcom na rede social.
Ainda não se sabe quando o site de compartilhamento de arquivos voltará, mas Kim Dotcom parece animado, assim como seus seguidores que fizeram questão de espalhar a mensagem por toda rede.
Em janeiro deste ano, o Megaupload foi fechado por agentes federais norte-americanos sob a acusação de repetidamente violar direitos autorais e promover a pirataria em massa. Na ocasião, o fundador e três executivos da empresa foram presos na Nova Zelândia a pedido das autoridades norte-americanas. Eles respondem pelo processo em liberdade.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
segunda-feira, 2 de julho de 2012
/*
Qual a importância do uso de cookies de rastreamento que são plantados em seu computador, depois de navegar em sites, para que ele possa acompanhar o que você está fazendo? Acontece que não somente os grandes sites gostam de usá-los, eles também empurram goela abaixo cookies de terceiros.
De acordo com a Keynote Systems, uma análise que fez rastreamento comportamental online em 269 sites raiz em quatro setores diferentes - "notícias e mídia", "serviços financeiros", "viagens e hospitalidade", e "varejo" -, 86% dos sites colocam um ou mais cookies de terceiros em seus visitantes.
A Keynote Systems também diz que 60% desses terceiros tiveram, pelo menos, um rastreador que não prometeu cumprir com pelo menos um padrão de monitoramento comum.
A empresa afirmou que, dos 211 rastreadores terceirizados, "apenas um se comprometeu a honrar com a solicitação de um visitante para não ser rastreado pelo novo recurso 'não quero ser rastreado'." Isto dá aos consumidores uma maneira de escolher. A Keynote diz também ter verificado se houve uma "promessa de manter dados anônimos."
A Keynote descobriu que quase todos os sites das categorias "viagem e hospitalidade" e "notícias e mídia" têm cookies de rastreamento de terceiros. Os sites de "notícia e mídia" disseram "expor os visitantes do site para uma média de 14 empresas de rastreamento terceirizadas durante o curso de uma visita típica." A Keynote também acrescenta que foi "surpreendente" que três em cada quatro sites na categoria "serviços financeiros" também "expõem os visitantes a rastreamento de terceiros."
A Keynote Systems diz que o fenômeno de rastreamento é motivado pela publicidade. "A publicidade comportamental, um uso comum de dados de rastreamento de terceiros, é uma prática cada vez mais comum na rede e uma das principais maneiras com que sites financiam suas operações. Cookies de rastreamento de terceiros são colocados nos browsers dos visitantes do site para rastrear os cliques de um usuário e o caminho que ele fez na Internet. Eles também podem anotar coisas como o que o visitante compra e para onde o visitante vai, uma vez ele deixa uma página."
O diretor de serviços de privacidade da Keynote, Ray Everett, diz que tudo reflete uma "mentalidade de 'faroeste selvagem'" e que "empresas de rastreamento agressivo" poderiam colocar editores do site em uma posição difícil e, até mesmo, expô-los ao risco legal. Mas ele aponta que o "fardo de policiar rastreamento de terceiros recai sobre os ombros dos editores do site", porque eles são claramente responsáveis pelo seu conteúdo e reputação da marca.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/

Qual a importância do uso de cookies de rastreamento que são plantados em seu computador, depois de navegar em sites, para que ele possa acompanhar o que você está fazendo? Acontece que não somente os grandes sites gostam de usá-los, eles também empurram goela abaixo cookies de terceiros.
De acordo com a Keynote Systems, uma análise que fez rastreamento comportamental online em 269 sites raiz em quatro setores diferentes - "notícias e mídia", "serviços financeiros", "viagens e hospitalidade", e "varejo" -, 86% dos sites colocam um ou mais cookies de terceiros em seus visitantes.
A Keynote Systems também diz que 60% desses terceiros tiveram, pelo menos, um rastreador que não prometeu cumprir com pelo menos um padrão de monitoramento comum.
A empresa afirmou que, dos 211 rastreadores terceirizados, "apenas um se comprometeu a honrar com a solicitação de um visitante para não ser rastreado pelo novo recurso 'não quero ser rastreado'." Isto dá aos consumidores uma maneira de escolher. A Keynote diz também ter verificado se houve uma "promessa de manter dados anônimos."
A Keynote descobriu que quase todos os sites das categorias "viagem e hospitalidade" e "notícias e mídia" têm cookies de rastreamento de terceiros. Os sites de "notícia e mídia" disseram "expor os visitantes do site para uma média de 14 empresas de rastreamento terceirizadas durante o curso de uma visita típica." A Keynote também acrescenta que foi "surpreendente" que três em cada quatro sites na categoria "serviços financeiros" também "expõem os visitantes a rastreamento de terceiros."
A Keynote Systems diz que o fenômeno de rastreamento é motivado pela publicidade. "A publicidade comportamental, um uso comum de dados de rastreamento de terceiros, é uma prática cada vez mais comum na rede e uma das principais maneiras com que sites financiam suas operações. Cookies de rastreamento de terceiros são colocados nos browsers dos visitantes do site para rastrear os cliques de um usuário e o caminho que ele fez na Internet. Eles também podem anotar coisas como o que o visitante compra e para onde o visitante vai, uma vez ele deixa uma página."
O diretor de serviços de privacidade da Keynote, Ray Everett, diz que tudo reflete uma "mentalidade de 'faroeste selvagem'" e que "empresas de rastreamento agressivo" poderiam colocar editores do site em uma posição difícil e, até mesmo, expô-los ao risco legal. Mas ele aponta que o "fardo de policiar rastreamento de terceiros recai sobre os ombros dos editores do site", porque eles são claramente responsáveis pelo seu conteúdo e reputação da marca.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
sexta-feira, 29 de junho de 2012
/*
Muitas vezes, não importando qual é o navegador utilizado, teclas de atalho facilitam a vida de muitas pessoas. Mesmo assim, existem vários atalhos que são compartilhados por todos os browsers do mercado e que não são de conhecimento dos seus usuários.
Pensando nisso, reunimos algumas teclas que podem melhorar a sua navegação, seja no Chrome, Firefox, Opera ou Internet Explorer.
Abas
Ctrl+1-8: Troca de abas, conforme a ordem que elas estão abertas;
Ctrl+W ou Ctrl+F4: Feche a aba atual;
Ctrl+Shift+T: Reabrir a última aba que foi fechada;
Ctrl+T: Abrir uma nova aba;
Ctrl+N: Abrir uma nova janela.
Navegação
Alt+esquerda, Backspace: Voltar uma janela;
Alt+direita, Shift+Backspace: Avançar uma janela;
F5: Atualizar a página;
Ctrl+F5: Atualiza a página e o cache do site;
ESC: Para de carregar;
Alt+Home: Abrir a página inicial.
Visualização
Espaço ou Page Down: Descer a uma janela;
Shift+Espaço ou Page Up: Subir uma janela;
Home: Vai para o topo da página;
End: Vai para o final da página.
Barra de Endereços
Ctrl+L ou Alt+D ou F6: Editar a barra de endereços;
Ctrl+Enter: Caso você digite apenas uma palavra na barra de endereços (“Google”, por exemplo), o atalho inclui WWW. e “.com” no começo e final do termo;
Alt+Enter: Abre o endereço digitado na barra de endereços em uma nova aba.
Histórico e Favoritos
Ctrl+H: Abre o histórico do navegador;
Ctrl+J: Abre janela de downloads;
Ctrl+D: Favorita o site atual;
Ctrl+Shift+Del: Abre a janela de limpeza de histórico do navegador.
Funções variadas
Ctrl+P: Imprime a página atual;
Ctrl+U: Abre o código-fonte da página (não funciona no Internet Explorer);
ALT+F4: Fechar navegador
Existem mais atalhos que você conheça e que não estão nesta lista? Compartilhe nos comentários.
FONTE: www.tecmundo.com.br
*/
OPINIÃO:
Para quem trabalha com computadores não é nenhuma novidade essa lista de atalhos. Mas vale lembrar que mesmo quem sabe e não usa, não ve o quento esses atalhos podem tornar mais dinamico e rápido o trabalho.
Fica a dica pra quem quer largar um pouco o mouse de mão...

Muitas vezes, não importando qual é o navegador utilizado, teclas de atalho facilitam a vida de muitas pessoas. Mesmo assim, existem vários atalhos que são compartilhados por todos os browsers do mercado e que não são de conhecimento dos seus usuários.
Pensando nisso, reunimos algumas teclas que podem melhorar a sua navegação, seja no Chrome, Firefox, Opera ou Internet Explorer.
Abas
Ctrl+1-8: Troca de abas, conforme a ordem que elas estão abertas;
Ctrl+W ou Ctrl+F4: Feche a aba atual;
Ctrl+Shift+T: Reabrir a última aba que foi fechada;
Ctrl+T: Abrir uma nova aba;
Ctrl+N: Abrir uma nova janela.
Navegação
Alt+esquerda, Backspace: Voltar uma janela;
Alt+direita, Shift+Backspace: Avançar uma janela;
F5: Atualizar a página;
Ctrl+F5: Atualiza a página e o cache do site;
ESC: Para de carregar;
Alt+Home: Abrir a página inicial.
Visualização
Espaço ou Page Down: Descer a uma janela;
Shift+Espaço ou Page Up: Subir uma janela;
Home: Vai para o topo da página;
End: Vai para o final da página.
Barra de Endereços
Ctrl+L ou Alt+D ou F6: Editar a barra de endereços;
Ctrl+Enter: Caso você digite apenas uma palavra na barra de endereços (“Google”, por exemplo), o atalho inclui WWW. e “.com” no começo e final do termo;
Alt+Enter: Abre o endereço digitado na barra de endereços em uma nova aba.
Histórico e Favoritos
Ctrl+H: Abre o histórico do navegador;
Ctrl+J: Abre janela de downloads;
Ctrl+D: Favorita o site atual;
Ctrl+Shift+Del: Abre a janela de limpeza de histórico do navegador.
Funções variadas
Ctrl+P: Imprime a página atual;
Ctrl+U: Abre o código-fonte da página (não funciona no Internet Explorer);
ALT+F4: Fechar navegador
Existem mais atalhos que você conheça e que não estão nesta lista? Compartilhe nos comentários.
FONTE: www.tecmundo.com.br
*/
OPINIÃO:
Para quem trabalha com computadores não é nenhuma novidade essa lista de atalhos. Mas vale lembrar que mesmo quem sabe e não usa, não ve o quento esses atalhos podem tornar mais dinamico e rápido o trabalho.
Fica a dica pra quem quer largar um pouco o mouse de mão...
quinta-feira, 28 de junho de 2012
/*
Apesar da Microsoft sempre ter destacado com certa frequência as melhorias e novidades do Internet Explorer 10 no Windows 8, a companhia ficou praticamente no silêncio a respeito do navegador e o Windows 7, sistema operacional da empresa que está presente em 44% dos PCs que possuem o software da empresa.
No ano passado, quando a multinacional apresentou o IE10 pela primeira vez, a companhia prometeu que o novo browser rodaria não só na versão desktop do Windows 8, mas também no Windows 7, lançado em 2009.
Apesar da companhia de Redmond ter atualizado os previews do navegador para Windows 8 seis vezes, quando liberou o preview do Windows 8, no fim de maio, completou-se quase um ano que não há nenhuma prévia do IE10 para o Windows 7 - a última versão compatível com o software atual da empresa foi liberada em junho de 2011.
Um documento voltado para desenvolvedores continua garantindo que “assim que for lançado, o Internet Explorer 10 estará disponível para Windows 7, Windows 8, Windows Server 2008 e Windows Server 2012”. Um porta-vez da companhia confirmou que a Microsoft está comprometida a produzir uma versão do browser para o Windows 7, mas sem informar data ou prazo, os usuários ficam impacientes.
Em novembro do ano passado, a Microsoft afirmou que iria enviar versões beta e RC (release candidate) do IE10 para seu atual sistema operacional, “antes da disponibilidade geral do IE10”. Entretanto, não está claro se esses planos ainda estão de pé, já que o IE 10, pelo menos no Windows 8, está a poucos meses de aparecer.
A Microsoft, todavia, não quis comentar o assunto e não afirmou se vai, de fato, liberar as versões do IE10 antes do lançamento final do browser. Usuários e desenvolvedores web ficaram irritados com a companhia, argumentando que o este silêncio irá prejudicar as chances de adoção do browser. A maiores perguntas - quando o IE10 a Microsoft planeja lançar o Windows 7 e se essa edição será idêntica àquela do Windows 8 - também permanecem sem resposta.
Há especulações de que o IE10 não deve aparecer na atual versão do sistema operacional até a Microsoft enviar aos usuário o segundo Service Pack (SP2). Baseado na trajetória da empresa, o prazo já está quase vencendo: o SP2 do Windows XP apareceu três anos depois da edição de lançamento, enquanto que o SP2 do Vista apareceu dois anos depois de sua chegada ao mercado; vale lembrar que o Windows 7 chegou às lojas em outubro de 2009.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/

No ano passado, quando a multinacional apresentou o IE10 pela primeira vez, a companhia prometeu que o novo browser rodaria não só na versão desktop do Windows 8, mas também no Windows 7, lançado em 2009.
Apesar da companhia de Redmond ter atualizado os previews do navegador para Windows 8 seis vezes, quando liberou o preview do Windows 8, no fim de maio, completou-se quase um ano que não há nenhuma prévia do IE10 para o Windows 7 - a última versão compatível com o software atual da empresa foi liberada em junho de 2011.
Um documento voltado para desenvolvedores continua garantindo que “assim que for lançado, o Internet Explorer 10 estará disponível para Windows 7, Windows 8, Windows Server 2008 e Windows Server 2012”. Um porta-vez da companhia confirmou que a Microsoft está comprometida a produzir uma versão do browser para o Windows 7, mas sem informar data ou prazo, os usuários ficam impacientes.
Em novembro do ano passado, a Microsoft afirmou que iria enviar versões beta e RC (release candidate) do IE10 para seu atual sistema operacional, “antes da disponibilidade geral do IE10”. Entretanto, não está claro se esses planos ainda estão de pé, já que o IE 10, pelo menos no Windows 8, está a poucos meses de aparecer.
A Microsoft, todavia, não quis comentar o assunto e não afirmou se vai, de fato, liberar as versões do IE10 antes do lançamento final do browser. Usuários e desenvolvedores web ficaram irritados com a companhia, argumentando que o este silêncio irá prejudicar as chances de adoção do browser. A maiores perguntas - quando o IE10 a Microsoft planeja lançar o Windows 7 e se essa edição será idêntica àquela do Windows 8 - também permanecem sem resposta.
Há especulações de que o IE10 não deve aparecer na atual versão do sistema operacional até a Microsoft enviar aos usuário o segundo Service Pack (SP2). Baseado na trajetória da empresa, o prazo já está quase vencendo: o SP2 do Windows XP apareceu três anos depois da edição de lançamento, enquanto que o SP2 do Vista apareceu dois anos depois de sua chegada ao mercado; vale lembrar que o Windows 7 chegou às lojas em outubro de 2009.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
segunda-feira, 18 de junho de 2012
/*
Um novo modelo de propaganda online, que cresceu incríveis 203% em 2011 segundo um estudo da IDC (International Data Corporation), finalmente começa a ser usado por agências de publicidade brasileiras. Trata-se do real time bidding (RTB), um sistema de compra de mídia em tempo real através de leilões que promete alterar bastante o atual cenário da publicidade digital por aqui. Nos Estados Unidos, mais de 85% das agências e anunciantes já aderiram ao modelo e estima-se que 20% dos investimentos em mídia digital serão efetuados através de RTB até 2014. Até o Facebook anunciou nesta semana que está desenvolvendo um sistema para vender anúncios no modelo do RTB.
Utilizando-se do RTB, as empresas agora poderão comprar - de forma instantânea e com menos intermediários - banners que atingirão justamente o seu público alvo. Através de um software que usa dados particulares (1st party data) e de terceiros (3rd party data), é possível que os anunciantes identifiquem se as pessoas que navegam em determinada página se aproximam do seu target, o público-alvo de determinada campanha, e possam fazer lances em tempo real pelo espaço. Se a empresa vencer o leilão, a publicidade pode ser entregue em instantes.
Quem explica é Ana Maria Nubié, sócia da Agência Click, o principal escritório de publicidade digital do Brasil. "Agora as agências poderão comprar espaços com mais eficiência, com todo o processo sendo feito através da rede, e com isso haverá menos dispersão da publicidade", resume. Antigamente, a compra de publicidade online era feita por volume, sendo calculada pela quantidade de banners adquiridos em uma determinada página por um determinado período de tempo – com isso, o anúncio atingia muita gente que nem sequer estava interessada em vê-lo. Agora será possível que a compra de espaços seja feita por performance, de acordo com a audiência que frequenta determinado site, e com muito mais rapidez.
Segundo o publicitário Fabrício Bruzetti, diretor da Adnetik, a tendência é que a publicidade fique menos setorizada se o real time bidding for usado como complemento em ações publicitárias. "Fizemos uma campanha para vender carros sedan de luxo e usamos o real time bidding, e por isso conseguimos atingir um público específico sem termos que apostar necessariamente nos sites da mídia especializada em carros. Nós usamos dados de terceiros que nos mostraram quais os espaços frequentados por homens de 25/48 anos, com renda de até 180 mil dólares, que fizeram buscas por sedans de luxo nos últimos meses. Com esse modelo conseguimos atingir justamente as pessoas que buscamos".
Mas nem tudo será fácil para as agências, que terão que investir na recapacitação dos profissionais de publicidade. "O publicitário agora terá que ser muito mais focado em dados e terá que entender de tecnologias mais sofisticadas”, opina Ari Meneghini, diretor do Internet Advertising Bureau (IAB).
Meios de comunicação digitais e portais também terão que se adaptar ao novo sistema, mas devem ganhar bastante com a inovação. Com o RTB, os sites conseguirão vender a maior parte dos seus espaços publicitários através do novo sistema. Também será possível uma maior automatização do processo de vendas, e com isso virá uma redução de custos e um maior retorno sobre os investimentos. Os publishers podem definir quais áreas do seu site venderão através do RTB e qual o preço mínimo aceitável para cada uma delas. A principal vantagem é a venda de espaços que anteriormente poderiam ficar ociosos, já que é raro o site que consiga preencher todos os seus espaços com anunciantes. A tendência é que os portais comecem a se aproveitar melhor dos dados dos seus usuários, oferecendo um perfil específico de audiência para as agências e anunciantes.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

Um novo modelo de propaganda online, que cresceu incríveis 203% em 2011 segundo um estudo da IDC (International Data Corporation), finalmente começa a ser usado por agências de publicidade brasileiras. Trata-se do real time bidding (RTB), um sistema de compra de mídia em tempo real através de leilões que promete alterar bastante o atual cenário da publicidade digital por aqui. Nos Estados Unidos, mais de 85% das agências e anunciantes já aderiram ao modelo e estima-se que 20% dos investimentos em mídia digital serão efetuados através de RTB até 2014. Até o Facebook anunciou nesta semana que está desenvolvendo um sistema para vender anúncios no modelo do RTB.
Utilizando-se do RTB, as empresas agora poderão comprar - de forma instantânea e com menos intermediários - banners que atingirão justamente o seu público alvo. Através de um software que usa dados particulares (1st party data) e de terceiros (3rd party data), é possível que os anunciantes identifiquem se as pessoas que navegam em determinada página se aproximam do seu target, o público-alvo de determinada campanha, e possam fazer lances em tempo real pelo espaço. Se a empresa vencer o leilão, a publicidade pode ser entregue em instantes.
Quem explica é Ana Maria Nubié, sócia da Agência Click, o principal escritório de publicidade digital do Brasil. "Agora as agências poderão comprar espaços com mais eficiência, com todo o processo sendo feito através da rede, e com isso haverá menos dispersão da publicidade", resume. Antigamente, a compra de publicidade online era feita por volume, sendo calculada pela quantidade de banners adquiridos em uma determinada página por um determinado período de tempo – com isso, o anúncio atingia muita gente que nem sequer estava interessada em vê-lo. Agora será possível que a compra de espaços seja feita por performance, de acordo com a audiência que frequenta determinado site, e com muito mais rapidez.
Segundo o publicitário Fabrício Bruzetti, diretor da Adnetik, a tendência é que a publicidade fique menos setorizada se o real time bidding for usado como complemento em ações publicitárias. "Fizemos uma campanha para vender carros sedan de luxo e usamos o real time bidding, e por isso conseguimos atingir um público específico sem termos que apostar necessariamente nos sites da mídia especializada em carros. Nós usamos dados de terceiros que nos mostraram quais os espaços frequentados por homens de 25/48 anos, com renda de até 180 mil dólares, que fizeram buscas por sedans de luxo nos últimos meses. Com esse modelo conseguimos atingir justamente as pessoas que buscamos".
Mas nem tudo será fácil para as agências, que terão que investir na recapacitação dos profissionais de publicidade. "O publicitário agora terá que ser muito mais focado em dados e terá que entender de tecnologias mais sofisticadas”, opina Ari Meneghini, diretor do Internet Advertising Bureau (IAB).
Meios de comunicação digitais e portais também terão que se adaptar ao novo sistema, mas devem ganhar bastante com a inovação. Com o RTB, os sites conseguirão vender a maior parte dos seus espaços publicitários através do novo sistema. Também será possível uma maior automatização do processo de vendas, e com isso virá uma redução de custos e um maior retorno sobre os investimentos. Os publishers podem definir quais áreas do seu site venderão através do RTB e qual o preço mínimo aceitável para cada uma delas. A principal vantagem é a venda de espaços que anteriormente poderiam ficar ociosos, já que é raro o site que consiga preencher todos os seus espaços com anunciantes. A tendência é que os portais comecem a se aproveitar melhor dos dados dos seus usuários, oferecendo um perfil específico de audiência para as agências e anunciantes.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
sexta-feira, 15 de junho de 2012
/*
De acordo com o estudo "Indicadores de Mercado", elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a Internet superou os jornais e já é a segunda mídia no Brasil (atrás apenas da TV aberta), alcançando 12% do total (display+search).
Os dados são referentes aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de 840 milhões de reais, sendo 512 milhões em search (sites de busca) e 330 milhões em display (banners em site). Em 2011, esses números foram, respectivamente, de 1,88 bilhão de reais e 1,45 bilhão.
Segundo Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, a Internet já é o meio mais utilizado pelos anunciantes, ficando atrás somente da TV aberta. “A mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. O IAB estimou que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre só confirma a nossa projeção”, completa.
De acordo com a pesquisa, a Internet tem 60% de penetração nas regiões metropolitanas do Brasil. O IAB diz que, em todos os países onde esse índice superou os 40%, os anunciantes migraram para a mídia digital.
Nos países desenvolvidos, a mídia online responde por 20% do mercado publicitário, em média. Na Inglaterra, ela chega a quase 32% do total.
Inter-Meios
De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, a mídia internet está atrás apenas de Revista (360 milhões), Jornal (777 milhões) e TV Aberta (4,26 bilhões).
No entanto, o Inter-Meios não considera o mercado de search.
A diferença entre Internet e Revistas, no entanto, caiu de 93 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011 para 30 milhões este ano.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/

De acordo com o estudo "Indicadores de Mercado", elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a Internet superou os jornais e já é a segunda mídia no Brasil (atrás apenas da TV aberta), alcançando 12% do total (display+search).
Os dados são referentes aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de 840 milhões de reais, sendo 512 milhões em search (sites de busca) e 330 milhões em display (banners em site). Em 2011, esses números foram, respectivamente, de 1,88 bilhão de reais e 1,45 bilhão.
Segundo Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, a Internet já é o meio mais utilizado pelos anunciantes, ficando atrás somente da TV aberta. “A mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. O IAB estimou que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre só confirma a nossa projeção”, completa.
De acordo com a pesquisa, a Internet tem 60% de penetração nas regiões metropolitanas do Brasil. O IAB diz que, em todos os países onde esse índice superou os 40%, os anunciantes migraram para a mídia digital.
Nos países desenvolvidos, a mídia online responde por 20% do mercado publicitário, em média. Na Inglaterra, ela chega a quase 32% do total.
Inter-Meios
De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, a mídia internet está atrás apenas de Revista (360 milhões), Jornal (777 milhões) e TV Aberta (4,26 bilhões).
No entanto, o Inter-Meios não considera o mercado de search.
A diferença entre Internet e Revistas, no entanto, caiu de 93 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011 para 30 milhões este ano.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
/*
Você usa Internet Explorer? Então é melhor ficar atento quando acessar o site da loja de eletrônicos australiana Kogan. A empresa publicou na última quarta-feira (13/06) em seu blog oficial que, de agora em diante, vai cobrar uma taxa adicional de 6,8% sobre qualquer compra realizada no portal por usuários que utilizam o navegador Internet Explorer 7.
Segundo a Kogan, a companhia consegue manter os preços dos produtos baixos e competitivos porque usa a tecnologia para tornar o negócio simples e eficiente, mas que o browser da Microsoft pode retardar esse crescimento. "Uma das coisas que nos prejudica nesse sentido é o fato da nossa equipe de web ter que perder tempo para fazer com que o site apareça normalmente no IE7", diz no comunicado.
A recomendação é que, para quem faz uso do Internet Explorer 7, se atualize para navegadores mais modernos, como o Mozilla Firefox, Google Chrome ou, para quem não quiser abandonar o IE, versões mais recentes do próprio browser. Hoje, a sétima vesão do navegador da Microsoft ainda é usada por 3,43% das pessoas.
Os consumidores que acompanham o anúncio parecem estar satisfeitos com a indicação da Kogan. Muitos deles acreditam que a medida será boa para manter uma navegação mais prática, além de fazer com que esses clientes continuem fiéis ao site.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

Você usa Internet Explorer? Então é melhor ficar atento quando acessar o site da loja de eletrônicos australiana Kogan. A empresa publicou na última quarta-feira (13/06) em seu blog oficial que, de agora em diante, vai cobrar uma taxa adicional de 6,8% sobre qualquer compra realizada no portal por usuários que utilizam o navegador Internet Explorer 7.
Segundo a Kogan, a companhia consegue manter os preços dos produtos baixos e competitivos porque usa a tecnologia para tornar o negócio simples e eficiente, mas que o browser da Microsoft pode retardar esse crescimento. "Uma das coisas que nos prejudica nesse sentido é o fato da nossa equipe de web ter que perder tempo para fazer com que o site apareça normalmente no IE7", diz no comunicado.
A recomendação é que, para quem faz uso do Internet Explorer 7, se atualize para navegadores mais modernos, como o Mozilla Firefox, Google Chrome ou, para quem não quiser abandonar o IE, versões mais recentes do próprio browser. Hoje, a sétima vesão do navegador da Microsoft ainda é usada por 3,43% das pessoas.
Os consumidores que acompanham o anúncio parecem estar satisfeitos com a indicação da Kogan. Muitos deles acreditam que a medida será boa para manter uma navegação mais prática, além de fazer com que esses clientes continuem fiéis ao site.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
quinta-feira, 14 de junho de 2012
/*
Há alguns anos, a Mozilla tinha todos os holofotes voltados para ela - o Firefox era o primeiro desafiante à altura do Internet Explorer em muito tempo. A identidade da companhia com o open source melhorou a percepção do público, o que deu um bom começo para o projeto.
Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março.
Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março.
Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
quarta-feira, 13 de junho de 2012
/*
De acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Ibope Nielsen, o número de internautas no Brasil cresceu para 82,4 milhões de pessoas neste primeiro trimestre de 2012. Segundo o estudo, o crescimento foi de 3% em relação ao mês anterior e 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados levam em conta os acessos em casa, no trabalho ou em lanhouses.
O número de usuários que usaram a web em casa ou no trabalho em abril foi de 48,9 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2011. 40 milhões de pessoas acessaram a internet majoritariamente de suas casas, crescimento de 14,2% se o dado for comparado com os colhidos em abril do ano passado.
O estudo ainda descobriu aumento do tráfego em sites de certos nichos, se comparados com o mês anterior – eventos (14,2%), estilo de vida (8,2%) gastronomia (5,5%) finanças (4,3%), hotéis (3,2%) são as áreas mais expressivas.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

De acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Ibope Nielsen, o número de internautas no Brasil cresceu para 82,4 milhões de pessoas neste primeiro trimestre de 2012. Segundo o estudo, o crescimento foi de 3% em relação ao mês anterior e 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados levam em conta os acessos em casa, no trabalho ou em lanhouses.
O número de usuários que usaram a web em casa ou no trabalho em abril foi de 48,9 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2011. 40 milhões de pessoas acessaram a internet majoritariamente de suas casas, crescimento de 14,2% se o dado for comparado com os colhidos em abril do ano passado.
O estudo ainda descobriu aumento do tráfego em sites de certos nichos, se comparados com o mês anterior – eventos (14,2%), estilo de vida (8,2%) gastronomia (5,5%) finanças (4,3%), hotéis (3,2%) são as áreas mais expressivas.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
terça-feira, 12 de junho de 2012
/*
Um encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) que será realizado em dezembro, em Dubai, vai discutir a possibilidade da instituição ter mais controle sobre a internet. Entre os planejamentos da organização está a criação de uma taxa de internet que poderá dificultar o acesso a sites com alto tráfego como o Google e Facebook, especialmente pelos países em desenvolvimento como o Brasil. Com o novo imposto, sites populares pagariam taxas para continuar funcionando em países estrangeiros, fora dos Estados Unidos.
De acordo com o Cnet, o projeto faz parte de um documento vazado da União Internacional de Telecomunicações (ITU), organização responsável por padronizar e regular as ondas de telecomunicações do mundo. O documento ainda inclui negociações secretas que podem alterar os padrões da internet e permitir que governos monitorem as atividades online da população, além de restringir o acesso a determinados sites.
Esta não é a primeira vez que um projeto como este é proposto. Em 1999, um relatório da ONU sugeriu a criação de uma taxa para envio de emails em países em desenvolvimento. Em 2010, uma ideia semelhante também foi proposta, mas recusada dias depois.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

Um encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) que será realizado em dezembro, em Dubai, vai discutir a possibilidade da instituição ter mais controle sobre a internet. Entre os planejamentos da organização está a criação de uma taxa de internet que poderá dificultar o acesso a sites com alto tráfego como o Google e Facebook, especialmente pelos países em desenvolvimento como o Brasil. Com o novo imposto, sites populares pagariam taxas para continuar funcionando em países estrangeiros, fora dos Estados Unidos.
De acordo com o Cnet, o projeto faz parte de um documento vazado da União Internacional de Telecomunicações (ITU), organização responsável por padronizar e regular as ondas de telecomunicações do mundo. O documento ainda inclui negociações secretas que podem alterar os padrões da internet e permitir que governos monitorem as atividades online da população, além de restringir o acesso a determinados sites.
Esta não é a primeira vez que um projeto como este é proposto. Em 1999, um relatório da ONU sugeriu a criação de uma taxa para envio de emails em países em desenvolvimento. Em 2010, uma ideia semelhante também foi proposta, mas recusada dias depois.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
sexta-feira, 25 de maio de 2012
/*
A partir de hoje, cópias para uso exclusivamente pessoal de CDs de música ou de livros didáticos deixarão de ser crime. A reivindicação é uma das mais antigas entre os que acham necessária uma renovação da lei de direitos autorais brasileira e foi aprovada nesta quinta-feira, 24, por um grupo de juristas que discute em Brasília revisões no Código Penal.
O Brasil tem uma das leis de copyright mais fechadas do mundo, segundo organizações como a Consumers International, e punia o então crime com quatro anos de prisão, enquadrando-o no quesito "violação do direito autoral". A partir de agora, cópias que não objetivam o lucro estarão liberadas.
O texto aprovado diz que "não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto".
*/

A partir de hoje, cópias para uso exclusivamente pessoal de CDs de música ou de livros didáticos deixarão de ser crime. A reivindicação é uma das mais antigas entre os que acham necessária uma renovação da lei de direitos autorais brasileira e foi aprovada nesta quinta-feira, 24, por um grupo de juristas que discute em Brasília revisões no Código Penal.
O Brasil tem uma das leis de copyright mais fechadas do mundo, segundo organizações como a Consumers International, e punia o então crime com quatro anos de prisão, enquadrando-o no quesito "violação do direito autoral". A partir de agora, cópias que não objetivam o lucro estarão liberadas.
O texto aprovado diz que "não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto".
*/
terça-feira, 22 de maio de 2012
/*
O Chrome já vinha ameaçando a liderança do Internet Explorer há algum tempo. Mas agora, pela primeira vez na história, o navegador do Google manteve-se no topo do mercado de browsers durante 7 dias seguidos. A informação é da StatCounter, empresa de pesquisas da web.
Essa mudança de postos pode ser considerada bastante importante, uma vez que o Chrome tem muito menos tempo de mercado que o IE. O Google conseguiu quebrar uma barreira dura, já que o mundo dos browsers costuma ser bem conservador. Afinal, há quantos anos a Microsoft reina absoluta com o seu navegador?
Há cerca de 3 anos, o Chrome representava apenas 3,1% do mercado. Já na semana de 14 a 20 de maio, a participação do navegador do Google chegou a incríveis 32,76%, contra 31,94% do IE. O Firefox segue firme na terceira posição, com 25,47%.
O gráfico abaixo mostra a evolução desse mercado nos últimos 12 meses. É nítida a queda do IE, e também o crescimento do Chrome.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

O Chrome já vinha ameaçando a liderança do Internet Explorer há algum tempo. Mas agora, pela primeira vez na história, o navegador do Google manteve-se no topo do mercado de browsers durante 7 dias seguidos. A informação é da StatCounter, empresa de pesquisas da web.
Essa mudança de postos pode ser considerada bastante importante, uma vez que o Chrome tem muito menos tempo de mercado que o IE. O Google conseguiu quebrar uma barreira dura, já que o mundo dos browsers costuma ser bem conservador. Afinal, há quantos anos a Microsoft reina absoluta com o seu navegador?
Há cerca de 3 anos, o Chrome representava apenas 3,1% do mercado. Já na semana de 14 a 20 de maio, a participação do navegador do Google chegou a incríveis 32,76%, contra 31,94% do IE. O Firefox segue firme na terceira posição, com 25,47%.
O gráfico abaixo mostra a evolução desse mercado nos últimos 12 meses. É nítida a queda do IE, e também o crescimento do Chrome.

FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
segunda-feira, 21 de maio de 2012
/*
Um estudo realizado pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri (Estados Unidos), descobriu que estudantes com sinais de depressão tendem a usar a internet de forma diferente das pessoas que não apresentam sintomas da doença, segundo informações do site Science Daily.
Por meio dos de dados de internet de 216 estudantes, coletados na própria universidade, os pesquisadores identificaram nove padrões de uso da internet que podem indicar depressão nos usuários.
Segundo os responsáveis pelo estudo, os internautas depressivos costumam aproveitar mais os serviços de compartilhamento, além de usar a web de forma randômica, trocando frequentemente entre sites e aplicativos. Este tipo de uso mostra falta de concentração, uma característica frequentemente associada à depressão. Além disso, as pessoas com depressão costumam ser mais adeptas a jogos e vídeo na internet, passando muitas horas alternando entre diversos games e filmes.
O co-autor da pesquisa, Dr. Sriram Chellappan, acredita que este método de associar o uso da internet a quadros de depressão pode ajudar no diagnóstico de outras doenças como anorexia, bulimia, esquizofrenia e déficit de atenção.
"Poderíamos também associar à depressão outros tipos de uso da internet como muitas visitas às redes sociais e uso da web tarde da noite”, finalizou.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/

Um estudo realizado pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri (Estados Unidos), descobriu que estudantes com sinais de depressão tendem a usar a internet de forma diferente das pessoas que não apresentam sintomas da doença, segundo informações do site Science Daily.
Por meio dos de dados de internet de 216 estudantes, coletados na própria universidade, os pesquisadores identificaram nove padrões de uso da internet que podem indicar depressão nos usuários.
Segundo os responsáveis pelo estudo, os internautas depressivos costumam aproveitar mais os serviços de compartilhamento, além de usar a web de forma randômica, trocando frequentemente entre sites e aplicativos. Este tipo de uso mostra falta de concentração, uma característica frequentemente associada à depressão. Além disso, as pessoas com depressão costumam ser mais adeptas a jogos e vídeo na internet, passando muitas horas alternando entre diversos games e filmes.
O co-autor da pesquisa, Dr. Sriram Chellappan, acredita que este método de associar o uso da internet a quadros de depressão pode ajudar no diagnóstico de outras doenças como anorexia, bulimia, esquizofrenia e déficit de atenção.
"Poderíamos também associar à depressão outros tipos de uso da internet como muitas visitas às redes sociais e uso da web tarde da noite”, finalizou.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
*/
segunda-feira, 7 de maio de 2012
/*
A Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, acaba de realizar uma pesquisa que aponta mais um motivo para que a bateria de seu smartphone acabe mais rápido. O estudo mostra que sites móveis mal construídos e desenvolvidos "sugam a bateria" de seu celular.
Os testes foram feitos usando um smartphone com Android. O site do Gmail, por exemplo, foi considerado o mais "verde", ou seja, o site móvel testado que menos consome bateria dos usuários. Isso, em grande parte, é devido ao uso do HTML ao invés do Javascript, que consome mais energia. Já o website da Apple saiu-se mal no teste, já que a empresa não tem uma versão otimizada para dispositivos móveis.
A pesquisa mostra que, se os desenvolvedores tomarem como base o design do site da Wikipedia, por exemplo, o consumo de bateria seria reduzido em cerca de 30%, sem que a experiência do usuário seja afetada: "Esperamos que a pesquisa demonstre a importância de se construir um site otimizado para dispositivos móveis. Sites que não o fazem podem acabar sugando a bateria dos usuários. Isso pode reduzir potencialmente o tráfego do site", diz o relatório, segundo o site da BBC.
Os pesquisadores dão dicas como usar imagens no formato "JPG" para que o site fique mais leve, ao invés dos "GIF" e "PNG", frequentemente usados. Outra dica: "Nossos experimentos sugeriram que usar links ao invés de Javascript reduz muito a energia de processamento para a página".
FONTE:olhardigital.uol.com.br
*/
Os testes foram feitos usando um smartphone com Android. O site do Gmail, por exemplo, foi considerado o mais "verde", ou seja, o site móvel testado que menos consome bateria dos usuários. Isso, em grande parte, é devido ao uso do HTML ao invés do Javascript, que consome mais energia. Já o website da Apple saiu-se mal no teste, já que a empresa não tem uma versão otimizada para dispositivos móveis.
A pesquisa mostra que, se os desenvolvedores tomarem como base o design do site da Wikipedia, por exemplo, o consumo de bateria seria reduzido em cerca de 30%, sem que a experiência do usuário seja afetada: "Esperamos que a pesquisa demonstre a importância de se construir um site otimizado para dispositivos móveis. Sites que não o fazem podem acabar sugando a bateria dos usuários. Isso pode reduzir potencialmente o tráfego do site", diz o relatório, segundo o site da BBC.
Os pesquisadores dão dicas como usar imagens no formato "JPG" para que o site fique mais leve, ao invés dos "GIF" e "PNG", frequentemente usados. Outra dica: "Nossos experimentos sugeriram que usar links ao invés de Javascript reduz muito a energia de processamento para a página".
FONTE:olhardigital.uol.com.br
*/
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
/*
Clássica forma de mensagem ainda resiste no ambiente profissional, apesar do crescimento do Facebook e Twitter; conselhos incluem senhas fortes e conexões HTTPS.
Apesar da popularidade dos meios de comunicação em tempo real como mensagens instantâneas, assim como updates no Facebook e no Twitter, a maioria dos ambientes de trabalho ainda usa e depende do bom e velho e-mail. Por mais útil que ele seja, também pode ser perigoso. Arquivos anexos podem trazer vírus, e mensagens de e-mail podem esconder links para ataques de phishing que te levam a sites falsos em uma tentativa de roubar suas informações de login.
Grandes empresas de tecnologia, incluindo Google e Facebook, buscam estabelecer um novo padrão chamado DMARC para reduzir essas ameaças no futuro. Mas enquanto isso não acontece existem cinco coisas que você pode fazer para deixar seu e-mail mais seguro. Confira abaixo.
1. Use uma senha...
Parece óbvio, mas nem sempre é. Sua senha é sua primeira e mais importante linha de defesa na proteção do e-mail. Apesar de a maioria dos sistemas de e-mail exigir, existem muitas maneiras de não precisar para acessar seu e-mail. Por exemplo, usar o Outlook ou o Thunderbid em um notebook sem nenhuma tela de login deixa expostos todos os e-mails que já foram baixados, mesmo que você use uma senha para fazer o download. Se você não tem senha ou PIN em seu telefone móvel, seu e-mail também é deixado sem proteção. Esteja certo de exigir senhas em qualquer aparelho que tenha e-mail, assim como com em qualquer programa.
2. ...e esteja certa de que é segura
Apesar de usar uma senha ser algo essencial para proteger seus e-mails armazenados localmente, ter um código seguro é algo crítico para e-mails com acesso remoto. Ao usar uma senha que seja complexa, com pelo menos oito caracteres que misture letras e números e inclua maiúsculas e símbolos, o ato de adivinhar ou “crackear” torna-se dramaticamente mais difícil. Além disso, usar senhas diferentes para cada conta que você tem evita que uma exposta em um sistema seja usada e comprometa o acesso a outros serviços.
3. Use conexões HTTPS
Quando estiver em sistemas de e-mail baseados na web, use o método seguro HTTPS, que criptografa seus dados à medida que viajam na Internet, e sempre que possível torna mais difícil que seus dados sejam interceptados e caiam em mãos erradas. Sistemas como o Gmail, da Google, ou o Hotmail, da Microsoft, oferecem uma opção para usar o HTTPS. Busque pelo HTTPS no início do endereço do site na barra do seu navegador. Em browsers mais novos, você verá também um cadeado verde lá, indicando que a página é segura.
4. Evite anexos
Tome cuidado com o que você faz com seu e-mail, especialmente ao abrir anexos – como podem conter vírus e malwares, abra apenas as mensagens com arquivos que já esteja esperando. Os vírus podem se esconder em mensagens dos seus amigos (ou que parecem ser deles), por isso, quando estiver em dúvida, pergunte ao remetente o que há no anexo antes de abrir. Não recuse um scan por vírus se o seu serviço de e-mail oferecer ao baixar o anexo. Outros métodos de compartilhar arquivos, como usar o Box.com ou Dropbox, são mais seguros. Mas mesmo com esses, esteja certo de estar usando uma conexão segura e que o arquivo esteja vindo da conta do seu colega, e não de um impostor.
5. Fuja de ataques de phishing
Se você é o alvo de um ataque de phishing, uma mensagem de e-mail enviada para você parecerá ter sido enviada por uma fonte que você conhece. Esses ataques usam links para te levar para um site falso que tenta te enganar e fazê-lo digitar suas informações de login, o que permitirá aos criminosos acessarem sua conta verdadeira. Esforços atuais tentam reduzir esse perigo, como a recém-anunciada colaboração DMARC, que uma vez adotada deve ajudar a assegurar que as mensagens sejam realmente de quem afirmam ser. Mas até que esses e outros esforços parecidos cheguem para valer, evite clicar em links dentro de mensagens de e-mail, mesmo aqueles que parecem ser dentro da sua própria empresa. Em vez disso, use um favorito (bookmark) que já tenha salvo ou digite um endereço manualmente para um site que deseja visitar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
Apesar da popularidade dos meios de comunicação em tempo real como mensagens instantâneas, assim como updates no Facebook e no Twitter, a maioria dos ambientes de trabalho ainda usa e depende do bom e velho e-mail. Por mais útil que ele seja, também pode ser perigoso. Arquivos anexos podem trazer vírus, e mensagens de e-mail podem esconder links para ataques de phishing que te levam a sites falsos em uma tentativa de roubar suas informações de login.
Grandes empresas de tecnologia, incluindo Google e Facebook, buscam estabelecer um novo padrão chamado DMARC para reduzir essas ameaças no futuro. Mas enquanto isso não acontece existem cinco coisas que você pode fazer para deixar seu e-mail mais seguro. Confira abaixo.
1. Use uma senha...
Parece óbvio, mas nem sempre é. Sua senha é sua primeira e mais importante linha de defesa na proteção do e-mail. Apesar de a maioria dos sistemas de e-mail exigir, existem muitas maneiras de não precisar para acessar seu e-mail. Por exemplo, usar o Outlook ou o Thunderbid em um notebook sem nenhuma tela de login deixa expostos todos os e-mails que já foram baixados, mesmo que você use uma senha para fazer o download. Se você não tem senha ou PIN em seu telefone móvel, seu e-mail também é deixado sem proteção. Esteja certo de exigir senhas em qualquer aparelho que tenha e-mail, assim como com em qualquer programa.
2. ...e esteja certa de que é segura
Apesar de usar uma senha ser algo essencial para proteger seus e-mails armazenados localmente, ter um código seguro é algo crítico para e-mails com acesso remoto. Ao usar uma senha que seja complexa, com pelo menos oito caracteres que misture letras e números e inclua maiúsculas e símbolos, o ato de adivinhar ou “crackear” torna-se dramaticamente mais difícil. Além disso, usar senhas diferentes para cada conta que você tem evita que uma exposta em um sistema seja usada e comprometa o acesso a outros serviços.
3. Use conexões HTTPS
Quando estiver em sistemas de e-mail baseados na web, use o método seguro HTTPS, que criptografa seus dados à medida que viajam na Internet, e sempre que possível torna mais difícil que seus dados sejam interceptados e caiam em mãos erradas. Sistemas como o Gmail, da Google, ou o Hotmail, da Microsoft, oferecem uma opção para usar o HTTPS. Busque pelo HTTPS no início do endereço do site na barra do seu navegador. Em browsers mais novos, você verá também um cadeado verde lá, indicando que a página é segura.
4. Evite anexos
Tome cuidado com o que você faz com seu e-mail, especialmente ao abrir anexos – como podem conter vírus e malwares, abra apenas as mensagens com arquivos que já esteja esperando. Os vírus podem se esconder em mensagens dos seus amigos (ou que parecem ser deles), por isso, quando estiver em dúvida, pergunte ao remetente o que há no anexo antes de abrir. Não recuse um scan por vírus se o seu serviço de e-mail oferecer ao baixar o anexo. Outros métodos de compartilhar arquivos, como usar o Box.com ou Dropbox, são mais seguros. Mas mesmo com esses, esteja certo de estar usando uma conexão segura e que o arquivo esteja vindo da conta do seu colega, e não de um impostor.
5. Fuja de ataques de phishing
Se você é o alvo de um ataque de phishing, uma mensagem de e-mail enviada para você parecerá ter sido enviada por uma fonte que você conhece. Esses ataques usam links para te levar para um site falso que tenta te enganar e fazê-lo digitar suas informações de login, o que permitirá aos criminosos acessarem sua conta verdadeira. Esforços atuais tentam reduzir esse perigo, como a recém-anunciada colaboração DMARC, que uma vez adotada deve ajudar a assegurar que as mensagens sejam realmente de quem afirmam ser. Mas até que esses e outros esforços parecidos cheguem para valer, evite clicar em links dentro de mensagens de e-mail, mesmo aqueles que parecem ser dentro da sua própria empresa. Em vez disso, use um favorito (bookmark) que já tenha salvo ou digite um endereço manualmente para um site que deseja visitar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
*/
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
/*
Desenvolvedores de vírus estão usando crianças como "porta de entrada" para os computadores de seus pais. Os criadores de softwares maliciosos costumam atrair os pequenos com jogos animados na web, segundo o Daily Mail.
No site do game, os malwares são instalados sem que a criança perceba, e rodam em segundo plano no computador buscando por informações dos adultos, mesmo depois que a conexão com o "jogo" foi encerrada. Os baixinhos seriam vítimas mais fácies de enganar por não terem tanta preocupação antes de clicar em um link, enquanto um adulto seria mais cuidadoso.
"Jogos exigem cliques e as crianças não pensam muito sobre em que estão clicando, o que faz delas - ou dos computadores de seus pais - bastante susceptíveis a softwares maliciosos", explica Ondrej Vlcek, executivo da Avast Software. Segundo ele, a forma como os pequenos navegam a web, passando rapidamente de um conteúdo a outro, também contribui para que sejam alvos fáceis.
Segundo o laboratório tcheco da empresa de segurança, a página Cute Arcade, por exemplo, teria infectado mais de 12,6 mil computadores. O site Hidden Ninja Games seria outro que oferece riscos potenciais. Os dois endereços fazem parte de uma lista com 60 URLs infectadas e que contém as palavras "game" ou "arcade" no título, de acordo com dados de um levantamento da Avast. O malware estaria nas próprias páginas ou em anúncios exibidos por elas.
A sugestão da empresa para evitar o problema é ter um antivírus instalado no computador.
FONTE:tecnologia.terra.com.br
*/
Desenvolvedores de vírus estão usando crianças como "porta de entrada" para os computadores de seus pais. Os criadores de softwares maliciosos costumam atrair os pequenos com jogos animados na web, segundo o Daily Mail.
No site do game, os malwares são instalados sem que a criança perceba, e rodam em segundo plano no computador buscando por informações dos adultos, mesmo depois que a conexão com o "jogo" foi encerrada. Os baixinhos seriam vítimas mais fácies de enganar por não terem tanta preocupação antes de clicar em um link, enquanto um adulto seria mais cuidadoso.
"Jogos exigem cliques e as crianças não pensam muito sobre em que estão clicando, o que faz delas - ou dos computadores de seus pais - bastante susceptíveis a softwares maliciosos", explica Ondrej Vlcek, executivo da Avast Software. Segundo ele, a forma como os pequenos navegam a web, passando rapidamente de um conteúdo a outro, também contribui para que sejam alvos fáceis.
Segundo o laboratório tcheco da empresa de segurança, a página Cute Arcade, por exemplo, teria infectado mais de 12,6 mil computadores. O site Hidden Ninja Games seria outro que oferece riscos potenciais. Os dois endereços fazem parte de uma lista com 60 URLs infectadas e que contém as palavras "game" ou "arcade" no título, de acordo com dados de um levantamento da Avast. O malware estaria nas próprias páginas ou em anúncios exibidos por elas.
A sugestão da empresa para evitar o problema é ter um antivírus instalado no computador.
FONTE:tecnologia.terra.com.br
*/
Assinar:
Postagens (Atom)
Search
Popular Posts
-
Uma tabela dinâmica simples e fácil de usar feita em html e javascript DOWNLOAD
-
/* Uma campanha do McDonalds no Twitter não saiu exatamente como os idealizadores planejaram e gerou protestos por parte dos clientes que...
-
Um script simples que certamente você irá precisar. Basta digitar o que deseja e ele irá filtrar para itens que contenham as letras inseri...
Blogger templates
Categories
- Notícias
- Internet
- Redes Sociais
- Tecnologia
- Pesquisa
- Microsoft
- Curiosidades
- VideoGames
- Atualizações
- Android
- Programação
- Windows 8
- tecnologia verde
- Jogos
- Sistemas Operacionais
- Virus
- Pirataria
- Site
- SmartPhone
- Anti-Virus
- Notebook
- Compartilhamento de Arquivos
- Navegadores
- Televisão
- Windows XP
Blog Archive
Total de visualizações de página
wid - informática e tecnologia. Tecnologia do Blogger.

