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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
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O investimento publicitário em mídia online continua na lista dos maiores crescimentos em mídia do mercado brasileiro. Entre janeiro e agosto de 2012, segundo dados do Projeto Inter-Meios, a publicidade online cresceu 14,33% comparada com o mesmo período de 2011. Em números absolutos, a internet teve investimentos acumulados de 981 milhões de reais no período, equivalentes a 5,06% do bolo publicitário total.
O total de investimento em publicidade em todos os meios de comunicação no Brasil cresceu 10,07% em relação ao mesmo período do ano passado, acumulando faturamento de 19,375 bilhões de reais. Na lista dos meios que mais cresceram com relação a 2011 ficaram, pela ordem, Digital out-of-home (na categoria de Mídia Exterior) com crescimento de 31,2%; TV por Assinatura, com faturamento 16,04% maior; Cinema, com alta de 14,61%; e Internet, com crescimento de 14,33%.
Duas mídias apenas mantiveram tendência de queda no ano: Guias e Listas, com queda de 14,66% em comparação com o mesmo período de 2011; e Revistas, com faturamento 3,67% menor que no ano passado. Os jornais brasileiros, contrariando a tendência mundial (ainda) cresceram 2,54% em receita no período.
Com relação à divisão da receita total de publicidade, a TV Aberta lidera, engolindo 64,96% do total investido no período de janeiro a agosto de 2012. Em seguida vem o meio Jornal, com 11,46% do bolo; Revistas, com 6,07%; e Internet, com 5,06%.
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia realizado pela PricewaterhouseCoopers com exclusividade para o Meio & Mensagem, que coordena a iniciativa. O relatório mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira, a partir de informações dos próprios veículos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O investimento publicitário em mídia online continua na lista dos maiores crescimentos em mídia do mercado brasileiro. Entre janeiro e agosto de 2012, segundo dados do Projeto Inter-Meios, a publicidade online cresceu 14,33% comparada com o mesmo período de 2011. Em números absolutos, a internet teve investimentos acumulados de 981 milhões de reais no período, equivalentes a 5,06% do bolo publicitário total.
O total de investimento em publicidade em todos os meios de comunicação no Brasil cresceu 10,07% em relação ao mesmo período do ano passado, acumulando faturamento de 19,375 bilhões de reais. Na lista dos meios que mais cresceram com relação a 2011 ficaram, pela ordem, Digital out-of-home (na categoria de Mídia Exterior) com crescimento de 31,2%; TV por Assinatura, com faturamento 16,04% maior; Cinema, com alta de 14,61%; e Internet, com crescimento de 14,33%.
Duas mídias apenas mantiveram tendência de queda no ano: Guias e Listas, com queda de 14,66% em comparação com o mesmo período de 2011; e Revistas, com faturamento 3,67% menor que no ano passado. Os jornais brasileiros, contrariando a tendência mundial (ainda) cresceram 2,54% em receita no período.
Com relação à divisão da receita total de publicidade, a TV Aberta lidera, engolindo 64,96% do total investido no período de janeiro a agosto de 2012. Em seguida vem o meio Jornal, com 11,46% do bolo; Revistas, com 6,07%; e Internet, com 5,06%.
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia realizado pela PricewaterhouseCoopers com exclusividade para o Meio & Mensagem, que coordena a iniciativa. O relatório mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira, a partir de informações dos próprios veículos.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
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Um novo modelo de propaganda online, que cresceu incríveis 203% em 2011 segundo um estudo da IDC (International Data Corporation), finalmente começa a ser usado por agências de publicidade brasileiras. Trata-se do real time bidding (RTB), um sistema de compra de mídia em tempo real através de leilões que promete alterar bastante o atual cenário da publicidade digital por aqui. Nos Estados Unidos, mais de 85% das agências e anunciantes já aderiram ao modelo e estima-se que 20% dos investimentos em mídia digital serão efetuados através de RTB até 2014. Até o Facebook anunciou nesta semana que está desenvolvendo um sistema para vender anúncios no modelo do RTB.
Utilizando-se do RTB, as empresas agora poderão comprar - de forma instantânea e com menos intermediários - banners que atingirão justamente o seu público alvo. Através de um software que usa dados particulares (1st party data) e de terceiros (3rd party data), é possível que os anunciantes identifiquem se as pessoas que navegam em determinada página se aproximam do seu target, o público-alvo de determinada campanha, e possam fazer lances em tempo real pelo espaço. Se a empresa vencer o leilão, a publicidade pode ser entregue em instantes.
Quem explica é Ana Maria Nubié, sócia da Agência Click, o principal escritório de publicidade digital do Brasil. "Agora as agências poderão comprar espaços com mais eficiência, com todo o processo sendo feito através da rede, e com isso haverá menos dispersão da publicidade", resume. Antigamente, a compra de publicidade online era feita por volume, sendo calculada pela quantidade de banners adquiridos em uma determinada página por um determinado período de tempo – com isso, o anúncio atingia muita gente que nem sequer estava interessada em vê-lo. Agora será possível que a compra de espaços seja feita por performance, de acordo com a audiência que frequenta determinado site, e com muito mais rapidez.
Segundo o publicitário Fabrício Bruzetti, diretor da Adnetik, a tendência é que a publicidade fique menos setorizada se o real time bidding for usado como complemento em ações publicitárias. "Fizemos uma campanha para vender carros sedan de luxo e usamos o real time bidding, e por isso conseguimos atingir um público específico sem termos que apostar necessariamente nos sites da mídia especializada em carros. Nós usamos dados de terceiros que nos mostraram quais os espaços frequentados por homens de 25/48 anos, com renda de até 180 mil dólares, que fizeram buscas por sedans de luxo nos últimos meses. Com esse modelo conseguimos atingir justamente as pessoas que buscamos".
Mas nem tudo será fácil para as agências, que terão que investir na recapacitação dos profissionais de publicidade. "O publicitário agora terá que ser muito mais focado em dados e terá que entender de tecnologias mais sofisticadas”, opina Ari Meneghini, diretor do Internet Advertising Bureau (IAB).
Meios de comunicação digitais e portais também terão que se adaptar ao novo sistema, mas devem ganhar bastante com a inovação. Com o RTB, os sites conseguirão vender a maior parte dos seus espaços publicitários através do novo sistema. Também será possível uma maior automatização do processo de vendas, e com isso virá uma redução de custos e um maior retorno sobre os investimentos. Os publishers podem definir quais áreas do seu site venderão através do RTB e qual o preço mínimo aceitável para cada uma delas. A principal vantagem é a venda de espaços que anteriormente poderiam ficar ociosos, já que é raro o site que consiga preencher todos os seus espaços com anunciantes. A tendência é que os portais comecem a se aproveitar melhor dos dados dos seus usuários, oferecendo um perfil específico de audiência para as agências e anunciantes.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Um novo modelo de propaganda online, que cresceu incríveis 203% em 2011 segundo um estudo da IDC (International Data Corporation), finalmente começa a ser usado por agências de publicidade brasileiras. Trata-se do real time bidding (RTB), um sistema de compra de mídia em tempo real através de leilões que promete alterar bastante o atual cenário da publicidade digital por aqui. Nos Estados Unidos, mais de 85% das agências e anunciantes já aderiram ao modelo e estima-se que 20% dos investimentos em mídia digital serão efetuados através de RTB até 2014. Até o Facebook anunciou nesta semana que está desenvolvendo um sistema para vender anúncios no modelo do RTB.
Utilizando-se do RTB, as empresas agora poderão comprar - de forma instantânea e com menos intermediários - banners que atingirão justamente o seu público alvo. Através de um software que usa dados particulares (1st party data) e de terceiros (3rd party data), é possível que os anunciantes identifiquem se as pessoas que navegam em determinada página se aproximam do seu target, o público-alvo de determinada campanha, e possam fazer lances em tempo real pelo espaço. Se a empresa vencer o leilão, a publicidade pode ser entregue em instantes.
Quem explica é Ana Maria Nubié, sócia da Agência Click, o principal escritório de publicidade digital do Brasil. "Agora as agências poderão comprar espaços com mais eficiência, com todo o processo sendo feito através da rede, e com isso haverá menos dispersão da publicidade", resume. Antigamente, a compra de publicidade online era feita por volume, sendo calculada pela quantidade de banners adquiridos em uma determinada página por um determinado período de tempo – com isso, o anúncio atingia muita gente que nem sequer estava interessada em vê-lo. Agora será possível que a compra de espaços seja feita por performance, de acordo com a audiência que frequenta determinado site, e com muito mais rapidez.
Segundo o publicitário Fabrício Bruzetti, diretor da Adnetik, a tendência é que a publicidade fique menos setorizada se o real time bidding for usado como complemento em ações publicitárias. "Fizemos uma campanha para vender carros sedan de luxo e usamos o real time bidding, e por isso conseguimos atingir um público específico sem termos que apostar necessariamente nos sites da mídia especializada em carros. Nós usamos dados de terceiros que nos mostraram quais os espaços frequentados por homens de 25/48 anos, com renda de até 180 mil dólares, que fizeram buscas por sedans de luxo nos últimos meses. Com esse modelo conseguimos atingir justamente as pessoas que buscamos".
Mas nem tudo será fácil para as agências, que terão que investir na recapacitação dos profissionais de publicidade. "O publicitário agora terá que ser muito mais focado em dados e terá que entender de tecnologias mais sofisticadas”, opina Ari Meneghini, diretor do Internet Advertising Bureau (IAB).
Meios de comunicação digitais e portais também terão que se adaptar ao novo sistema, mas devem ganhar bastante com a inovação. Com o RTB, os sites conseguirão vender a maior parte dos seus espaços publicitários através do novo sistema. Também será possível uma maior automatização do processo de vendas, e com isso virá uma redução de custos e um maior retorno sobre os investimentos. Os publishers podem definir quais áreas do seu site venderão através do RTB e qual o preço mínimo aceitável para cada uma delas. A principal vantagem é a venda de espaços que anteriormente poderiam ficar ociosos, já que é raro o site que consiga preencher todos os seus espaços com anunciantes. A tendência é que os portais comecem a se aproveitar melhor dos dados dos seus usuários, oferecendo um perfil específico de audiência para as agências e anunciantes.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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