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quinta-feira, 3 de março de 2016

On 2:44 PM by Unknown in , , ,    No comments
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A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), ligada ao Ministério Público do Distrito Federal, instaurou procedimento para investigar os limites de consumo de internet na banda larga fixa. Em fevereiro, os contratos da Vivo passaram a estabelecer franquias mensais de 10 GB a 130 GB para os novos assinantes do Vivo Internet Fixa, um modelo já adotado nos planos de internet móvel oferecidos no país.

O documento do Ministério Público cita especificamente a notícia publicada com exclusividade pelo Tecnoblog. Segundo o que apuramos em primeira mão, os novos clientes do Vivo Internet Fixa poderão ter a velocidade da conexão reduzida ou cortada após atingirem o limite de franquia. Também há referência ao fato da operadora estudar a possibilidade de implantar o mesmo mecanismo para os assinantes da GVT e Vivo Fibra.

Para o promotor de justiça Paulo Roberto Binicheski, serviços como Netflix, Spotify e YouTube, que consomem mais dados, “estão amplamente disseminados na cultura atual da internet e torná-los onerosos é retirar um enorme contingente de usuários do livre acesso à rede”. Segundo o promotor, as operadoras de TV por assinatura sofrem a concorrência dos serviços de streaming, que são mais baratos para os usuários, o que obriga as empresas a alterarem suas políticas de preços sob risco de perda de clientela.

O superintendente de competição da Anatel, Carlos Baigorri, havia avaliado a mudança como benéfica para o consumidor, argumentando que, no modelo atual, “quem consome menos paga por quem consome mais”. No entanto, de acordo com Binicheski, a alteração do sistema de cobrança “reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio”.

Vivo, Oi e NET, que possuem a cláusula do limite de franquia em seus contratos, devem responder ao MP quais são os elementos financeiros que determinaram a mudança dos modelos comerciais na banda larga fixa e quais serão as opções dadas aos consumidores. Além disso, a Prodecon requisita à Anatel os estudos que foram realizados e o marco regulatório sobre o tema.

O Tecnoblog procurou as operadoras para solicitar um posicionamento. A Vivo informou que ainda não foi notificada pelo MP e, portanto, não comentará o assunto. Até a última atualização desta matéria, Oi e NET não haviam nos respondido.

FONTE: Tecnoblog
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

On 11:22 AM by Anônimo in , ,    No comments
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Sabe aquele velho ditado "olhe antes de pular"? Vamos dar a ele um toque moderno: olhe antes de clicar.

Está vendo aquele banner na imagem acima? É do popular site de download “Giveaway of the Day”. À esquerda, há uma descrição do brinde do dia. À direita, um grande botão “Download” tentador. Obviamente é ali que você clica para obter o software, certo?


Errado. Isso é realmente um anúncio de algo chamado “Download Manager”, que na verdade é realmente uma coleção de lixo que você não quer: barras de ferramentas, adware, e assim por diante. Mas muitos usuários desavisados irão longe, a ponto de instalar tudo isso antes de perceber que não é o programa que eles queriam - muito pelo contrário.


Esta é uma tática cada vez mais comum entre anunciantes e até mesmo distribuidores de spyware: anúncios que se mascaram como botões de download. Quando você está procurando por um software em uma página de download, o olho vai naturalmente para o botão grande e colorido que diz claramente "Download" - e o ponteiro do mouse instintivamente segue.


Mas isso pode levar a grandes problemas: spyware, vírus e sistema entupido de lixo. Como eu disse anteriormente, olhe antes de clicar. Aqui estão três maneiras para lhe ajudar a se proteger de botões falsos de download:



  1. Não clique na primeira opção “download” que vir pela frente. Você provavelmente precisará rolar um pouco a página para encontrar o caminho certo, que pode ser um simples link em vez de um botão grande e aparecido. Muitas páginas de download são cheias de anúncios e outras distrações projetadas para levá-lo a clicar na coisa errada. Olhe direito e tome cuidado.

  2.  Ainda não tem certeza? Passe o mouse sobre o botão ou link (mas não clique!) e depois olhe na parte inferior de seu navegador: você deverá ver uma pequena caixa contendo a URL associada a esse item. Se o domínio corresponde ao site que você está, provavelmente é o certo. Se for longo e de aparência estranha, ou contém palavras reveladoras como "adservices," provavelmente é falso.

  3. Seja fiel aos sites de download confiáveis. Ainda melhor: sempre que possível, faça download do software diretamente do site do desenvolvedor. Você estará muito menos propenso a correr riscos com anúncios falsos.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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sexta-feira, 6 de julho de 2012

On 11:59 AM by Anônimo in , ,    No comments
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Você tinha arquivos no Megaupload? Gostava do serviço? Então prepare-se: o site vai voltar ao ar em breve, muito maior, melhor e mais rápido.


Quem deu o recado foi o próprio fundador, Kim Dotcom. O empresário publicou a informação em sua conta no Twitter em comemoração ao fim do SOPA, do PIPA e do ACTA. Todos os três eram projetos de lei que tinham o objetivo de acabar com a pirataria na internet e aumentar o controle de dados dos usuários.


"SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!”, diz a mensagem de Dotcom na rede social.


Ainda não se sabe quando o site de compartilhamento de arquivos voltará, mas Kim Dotcom parece animado, assim como seus seguidores que fizeram questão de espalhar a mensagem por toda rede.


Em janeiro deste ano, o Megaupload foi fechado por agentes federais norte-americanos sob a acusação de repetidamente violar direitos autorais e promover a pirataria em massa. Na ocasião, o fundador e três executivos da empresa foram presos na Nova Zelândia a pedido das autoridades norte-americanas. Eles respondem pelo processo em liberdade.

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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