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quarta-feira, 9 de março de 2016

On 10:05 AM by Unknown in , , , , ,    No comments
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A SanDisk lança nesta semana no Brasil um pen drive com conexão Wi-Fi que funciona como uma central de mídia portátil para smartphones, tablets e computadores. 

O produto é chamado Connect Wireless Stick e seu diferencial é que, além de funcionar como um pen drive comum, ele pode se conectar a dispositivos móveis para transmitir conteúdos como vídeos, músicas, fotos ou documentos. Desta maneira, não é preciso ocupar a memória do seu aparelho com esses dados. 

O Connect Wireless Stick tem uma bateria interna e, com isso, é possível acessar os arquivos guardados nele sem que seja preciso que ele esteja plugado a uma tomada ou porta USB. Basta que o usuário ligue o pen drive, baixe o aplicativo chamado SanDisk Connect (disponível para Android e iOS) e conecte o seu dispositivo à sua rede Wi-Fi. O streaming de conteúdos via rede wireless também funciona em computadores com Windows e Macs. 

O pen drive pode estar a uma distância de até 45 metros do aparelho conectado para que a transmissão de dados aconteça – desde o ambiente seja livre de interferências de outras redes Wi-Fi. Até três gadgets podem se conectar simultaneamente ao produto. 

Em testes realizados por EXAME.com, o Connect Wireless Stick funcionou bem para transmitir conteúdos, como fotos e vídeos para um smartphone Galaxy S6, da Samsung. Há também uma função de backup de imagens que pode ser configurada para ser ativada cada vez que o smartphone ou tablet se conecte ao acessório.  

A SanDisk informa que a duração de bateria do seu novo pen drive com Wi-Fi pode chegar a quatro horas e meia, se o usuário transmitir vídeos com resolução HD constantemente nesse período. 

O produto chega ao Brasil em três versões com capacidades diferentes de armazenamento: 16 GB, 32 GB e 64 GB. Eles têm preços sugeridos de 210 reais, 350 reais e 520 reais, respectivamente. Uma edição de 128 GB será vendida somente nas Apple Stores de São Paulo e Rio de Janeiro e custará 929 reais.

FONTE: Exame
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quarta-feira, 2 de março de 2016

On 1:52 PM by Unknown in , , , ,    No comments
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Nós já especulávamos sobre isso a um bom tempo, este realmente parecia ser o caminho que a marca Xbox estava trilhando. Phil Spencer, líder da divisão dos games da Microsoft, explicou como isso vai funcionar e pasmem, é muito mais ambicioso do que todos imaginávamos!

O chefe da divisão de jogos da Microsoft confirmou efetivamente que Xbox está se tornando um novo tipo de dispositivo híbrido, metade PC e metade console, além disso rodará a nova plataforma universal da empresa. Mas como será isso?

A Microsoft está planejando unificar suas plataformas PC e Xbox One em um ecossistema com aplicativos universais (Universal UWAs), assim foi anunciado por Phil Spencer. Também parece provável que o Xbox One poderá ter seu hardware atualizável assim como acontece com os PCs no futuro.

Durante um evento para a imprensa em San Francisco na semana passada, Spencer disse que a plataforma “Windows Universal“, uma plataforma de desenvolvimento comum que permite que aplicativos para funcionem através de PC, Xbox, tablets e smartphones, seria fundamental para a estratégia dos jogos da empresa. “Esse é o nosso foco daqui para a frente“, disse ele a repórteres. “Construir um ecossistema de jogos completo para aplicativos universais do Windows.”

No final de janeiro, Satya Nadella, chefe-executivo da Microsoft, disse aos participantes na conferência dotNet em Madri que UWAs estariam vindo para Xbox One, mas não especificou a proporção disso.

Agora parece que o plano da Microsoft é mudar todo o modelo de desenvolvimento para aplicativos universais que são executadas através do PC e do console – na verdade qualquer máquina que seja compatível com a Plataforma Universal do Windows. Isso poderia ter implicações radicais para os console como conhecemos nos dias de hoje, que até agora têm sido baseados na ideia de que o hardware tem que permanecer praticamente inalterado durante toda a vida do equipamento.

“Em outros ecossistemas [alheios aos consoles] você ver uma inovação mais contínua de hardware que raramente é alcançada em consoles porque os consoles bloqueiam as plataformas de hardware e software por sete anos ou mais”, disse Spencer. “Nós estamos nos permitindo separar a nossa plataforma de software da plataforma de hardware.”

O que isso pode significar é que o Xbox One torna-se algo mais próximo a um PC, com a Microsoft a lançar versões atualizadas em intervalos regulares com processadores mais poderosos e gráficos. Em teoria, os jogos vão ser escrita como criados como aplicativos universais poderão ficar mais antigos, mas continuarão a ser compatíveis com novas máquinas.

“Acreditamos que vamos ver mais inovação em hardware no espaço de console do que já vimos antes“, disse Spencer. “Nós podemos efetivamente ter a sensação similar a de um PC onde eu ainda posso voltar e executar o meu velho Quake e Doom, mas também posso rodar jogos a 4K jogos. Evolução de hardware e software é uma grande vantagem. Eu não tenho de pular de geração e perder tudo que joguei antes. “

Spencer passou a alegação de que a união do PC com Windows 10 e Xbox One significa que agora existem mais jogos em desenvolvimento para o Xbox One do que jamais houve antes. Ele também afirmou que a divisão de jogos dentro da Microsoft está trabalhando para fornecer experiências como jogo de Cross-play entre diferentes dispositivos, bem como a possibilidade de vender um jogo em uma plataforma que estará disponível para os consumidores em todos os dispositivos com Windows 10 (cross-buy).

O chefe Xbox terminou seu discurso reiterando a importância do PC como plataforma de jogos. Ele prometeu que UWAs irá suportar múltiplos processadores gráficos diferentes e que problemas com V-Sync seriam resolvidos.

A pergunta é: Será que os jogadores de consoles querem isso?

“Tudo o que fazemos em qualquer dispositivo está a ser conduzido pela equipe do Xbox, e que a equipe está 100% comprometida com o sucesso em todas as plataformas onde os jogadores querem jogar“, disse Spencer. “O jogador está no centro de todas as decisões que tomamos.”

Em suma, aparentemente, a Microsoft que unificar não só as plataformas, mas as vantagens dos PCs e dos consoles em um único produto.  Um jogo criado para PC, teoricamente, já estaria criado para o Xbox One também, o mesmo que podemos dizer com aplicativos como VLC, Facebook, Instagram, Twitch, Edge, players de música, e toda aquela infinidade de programas disponíveis para smartphones e para o próprio Windows desktop, caso sejam convertidos para serem aplicativos universais.

Vale lembrar que o Xbox será compatível com teclado para jogos, no que tange a outras tarefas ele já tem suporte.


É no mínimo audacioso.

FONTE: Windows Club
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

On 10:39 AM by Anônimo in , , , ,    No comments

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Alguns navegadores da Web pode ser enganados com as chamadas "extensões maliciosas", as quais podem dar a crackers a capacidade de sequestrar a sessão do usuário, espionar webcams, upload e download de arquivos e até invadir smartphones Android.

O consultor de segurança da Deloitte Hungria, Zoltan Balazs, falou sobre o tema que ele chama de “navegadores zumbis" durante a conferência hacker Hacker Halted Conference, que ocorreu durante esta semana em Miami.

Ele afirmou que até um ano atrás, apenas 10 dessas extensões maliciosas eram conhecidas, mas este ano foram identificadas mais 49. "É um aumento vertiginoso", observou Balazs, e ele culpou os fornecedores de antivírus por supostamente ignorar a questão.

"Mesmo depois de dois anos, nenhum dos fornecedores de antivírus detectou essas extensões", disse. Balazs pediu, ainda, que para que fornecedores "se esforcem mais na identificação de extensões maliciosas."

Em sua palestra, Balazs explicou como extensões maliciosas no Firefox, Chrome e Safari foram criadas por crackers, que tentam adicioná-las aos navegadores de usuários por meio de ataques drive-by download ou anexos infectados. "O resultado pode estar dando ao atacante uma maneira de roubar dados ou espionar você", disse.

Em termos de aconselhar empresas preocupadas com a sua base de usuários que podem vir a ser vítimas desses ataques, Balazs disse que estabelecer controle sobre as aplicações pode ajudar. Além disso, no Chrome é possível controlar as extensões que o usuário pode usar.

FONTE: idgnow.uol.com.br
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

On 11:20 AM by Anônimo in , ,    No comments
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No começo do ano o Raspberry Pi, o menor e mais barato computador do mundo, começou a ser produzido. Consumidores se interessaram pela máquina e começaram a se questionar: como é possível fabricar um equipamento tão barato? A resposta é muito simples: os três fundadores da Raspberry Pi Foundation não pensavam em faturar dinheiro quando desenvolveram o computador. A ideia era ajudar a comunidade educacional, especialmente na área de ciência da computação, e quebrar o paradigma de que é preciso gastar muito para desenvolver um PC. Além disso, por se tratar de uma fundação sem fins lucrativos, a empresa é proibida por lei de distribuir os lucros das vendas para seus administradores e, portanto, não se preocupa com os balanços trimestrais e sim em ajudar na formação de jovens do mundo todo.

"Não achamos que o Raspberry Pi é a solução dos problemas do mundo da computação, mas acreditamos que pode ser um catalisador. Queremos ter um computador barato, acessível e programável em todos os lugares", comentou Eben Upton, professor e co-fundador da fundação. "Encorajamos outras empresas a clonar o projeto para que mais pessoas se beneficiem", completa.

Obviamente, para conseguir oferecer ao mercado uma máquina tão barata, Eben e outros dois professores que também lecionavam na Universidade de Cambridge - Rob Mullins e Alan Mycroft - tiveram que abrir mão de muitas coisas. Ele conta que foi necessário cortar alguns dos recursos e manter as ferramentas mínimas necessárias para que o computador funcionasse. O trio também teve que negociar muito com fornecedores para encontrar suprimentos baratos, porém confiáveis, e optar pelo BCM2835, um processador de aplicações multimídia que consome menos energia e é bem mais barato. 

"Esperamos que o Raspberry Pi promova o renascimento da programação entre os jovens de todo o mundo", disse. "Afinal, o objetivo inicial era incentivar o estudo da ciência da computação e voltar a torná-lo divertido”, diz. Eben ainda afirma que espera que a máquina seja adotada em países menos desenvolvidos, que os compraria em grandes lotes para distribuir em comunidades carentes.

A fabricação do equipamento, que custa US$ 25, está sendo feita, a princípio, em Taiwan e na China. Mas os próximos lotes devem ser transferidos para o Reino Unido, local de origem da fundação.  Segundo ele, o PC deve estar disponível a partir deste mês e a venda inicial será feita através do site da fundação. Quem se cadastrar poderá receber um email de notificação assim que a máquina estiver disponível. "A princípio teremos um limite de um unidade por pessoa para garantir que todos os interessados tenham sua chance de adquiri-lo. Mas a ideia é estabelecer uma rede de distribuição internacional daqui um tempo", ressalta.

O computador, que tem o tamanho de um cartão de crédito, é equipado com um processador ARM de 700MHz e vem em dois modelos - com 128 MB ou 256 MB de RAM (no segundo caso, o preço sobe para US$ 35). Fora isso, ele pode ser conectado à internet através de um adaptador USB e roda Linux. O armazenamento de dados pode ser feito por cartões SD.

"Estamos muito felizes e gratos pelo número de pessoas interessadas no aparelho. Hospitais, museus e outros estabelecimentos também têm nos procurado para acionar dispositivos usando o Raspberry Pi”, conclui.



FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

On 1:04 PM by Anônimo in ,    No comments
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Na era dos dispositivos móveis e portáteis, como tablets, smartphones e até notebooks, existe um tipo diferenciado de computador que vem crescendo e aos poucos vai se consolidando no mercado. Trata-se do All in One. Sabe aquele computador que vem com tudo integrado junto à tela, sem a necessidade daquela enorme torre ao lado? Esse mesmo!

Chegando timidamente ao mercado brasileiro, quando foi muito pouco explorado pelos conceitos de compacto, potente e fácil manuseio, os modelos All in One vêm caindo no gosto de quem preza por performance, mas ao mesmo tempo, mais espaço. Hoje, segundo dados de mercado, o mercado consome mensalmente cerca de 20 mil unidades, um valor considerado ainda baixo, porém já demonstra sinais de crescimento.

Inicialmente, os All in One tinham um preço considerado alto em comparação aos outros modelos de computadores, natural de produtos recém-lançados. Além disso, preços mais acessíveis com a massificação da tecnologia são fatores cruciais para a empreitada do conceito de “Tudo em um” tomar seu espaço no mercado.

Hoje, temos computadores tão potentes quanto qualquer tipo de máquina desktop convencional. O mercado já apresenta computadores com tela LED, como o novo EVO da AOC, e até mesmo o touch screen, como o da HP, além de contarem com os processadores velozes, 4 GB de memória RAM, entre outras especificações.

E, está mais do que na hora do mercado aliar essa tecnologia ao preço acessível, e principalmente, ao ganho de espaço. Benefícios esses que no início são pouco visíveis, porém, tornam-se extremamente relevantes com o uso. O equipamento é simples, não existe trabalho em montagem, todos os periféricos são plug and play, além de não haver mais a imagem da enorme torre, que fica usualmente embaixo da mesa ou ao lado, roubando espaço livre.

Com design diferenciado, o All in One pode ser tanto corporativo quando para uso pessoal. Como hoje muitas pessoas já evitam carregar notebooks para onde forem, o “tudo em um” tem sido uma opção prática para quem não precisa carregar o PC para todo lugar.

Independente por onde se olhar, a máxima é a mesma: os consumidores estão abrindo os olhos para o All in One, que engloba potência e praticidade. Essa é a realidade que deve estar sobre os olhares atentos dos brasileiros.

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

On 9:02 AM by Anônimo in ,    No comments
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Há cerca de um mês e meio o computador mais barato do mundo, o Raspberry Pi, chegaria no Natal deste ano. Mas, como boa parte dos produtos tecnológicos, sua entrega atrasou e não havia mais nenhuma informação sobre o seu lançamento.

O pequeno PC, que tem o tamanho de um cartão de crédito e custa cerca de US$ 25 dólares (R$ 50 reais), começará a ser vendido nos Estados Unidos agora em janeiro, de acordo com um anúncio feito por seus criadores no blog do produto. A máquina é voltada para crianças e para incentivar o uso da informática por pessoas mais jovens.

"Estamos fazendo testes com os primeiros aparelhos e, se tudo correr bem, colocaremos nas lojas a partir de janeiro", diz o post.

Apesar de ser de baixo custo, o computador virá em duas opções de compra: a mais simples, modelo A, custará US$ 25 (cerca de R$ 50), 128 MB de memória e conexão com a internet através de um adaptador USB.

Já a versão mais cara do produto, modelo B, será vendida a US$ 35 (R$ 70), mas terá o dobro de memória (256 MB) e conectividade à web por meio de uma rede cabeada.

Ambos os modelos terão um processador modesto ARM de 700 Mhz, entradas USB e HDMI para conectar o Raspberry Pi em um televisor, mouse ou até teclado, e a possibilidade de utilizar um cartão SD de memória para o armazenamento de dados. Outra característica é que, dependendo do gosto de cada usuário, o Pi poderá rodar algumas distribuições do Linux e softwares leves.

Pode parecer pouco, mas o pequeno computador será capaz de rodar jogos com gráficos avançados. Um exemplo é o "Quake 3", um game de tiro em primeira pessoa com 20 frames por segundo e resolução de 1920 por 1080 pixels.


FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

On 9:16 AM by Anônimo in , ,    No comments
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Quando o assunto é reutilizar materiais que são considerados lixo, muita gente pensa logo em reciclagem. Mas existe outra possibilidade que vem sendo cada vez mais explorada: o reúso. Chamado também de upcycle, implica em usar um material inicialmente criado para um fim e aplicá-lo em algo diferente. Por exemplo, em vez de reciclar placas de circuito de computadores velhos, recuperando metais e outros elementos, é possível usar esses componentes da sucata eletrônica para criar beleza, arte e funcionalidade.

É o que a artista plástica brasileira Naná Hayne faz há nove anos. Cabos, placas e outras peças são transformados em painéis, esculturas e acessórios como as tecnojoias. Em um estúdio de 4 m² em Mairiporã, cidade a 40 km de São Paulo, Naná cria seus trabalhos a partir da matéria-prima sucata eletrônica. "Não penso inicialmente que preciso disso ou daquilo, eu primeiro olho o que tenho e penso no que vou criar com o material", explicou em entrevista ao Terra.

Segundo ela, reutilizar materiais sempre fez parte da vida pessoal e artística, o que atribui aos ensinamentos da avó. As peças que usa na arte são encontradas no lixo ou recebidas de doações. "Vivo tendo que recusar coisas, porque não tenho muito espaço", conta Naná. E tudo começou de forma inusitada: ela precisava imprimir um currículo e a impressora não funcionava.
Irritada, deu um puxão no cabo do aparelho, que se rompeu e deixou ver as cores que tinha por dentro. "Artista não pode ver cor", ri, "eu fiquei maravilhada, é fantástico!". "Pensei, 'como algo tão bonito pode ir para o lixo?'", relembra.

Com um estilete, ela começou a abrir o cabo, depois decidiu ver como era o computador por dentro. "Me deparei com a placa mãe, fiquei pensando que parecia uma cidade vista de cima, com os prédios, me apaixonei", conta. No mesmo momento, ela pegou uma tela que tinha em casa, massa acrílica e criou o painel Bocanet.

Depois que começou a usar componentes de eletrônicos em suas obras, a brasileira não largou mais os materiais. Decidiu abandonar a carreira na publicidade e dedicar-se à arte, antes um hobby, como atividade primeira. Mas não foi fácil, segundo ela. Inicialmente, vendia suas peças em feiras de artesanato. "Percebi que era difícil as pessoas comprarem painéis e esculturas, peças maiores, e foi aí que comecei com as tecnojoias, que são pequenas e podem ser vendidas por um preço mais acessível", conta. Anéis, colares, brincos e outros acessórios são exibidos em feiras e na internet, no perfil do Facebook e no blog da artista (nanahaynearte.blogspot.com).
"Meu trabalho é conceitual, não é uma solução para o problema da sucata eletrônica", pontua Naná. Ela lembra que quando começou a usar os componentes, foi pesquisar sobre sua toxidade e sobre os perigos de manusear ou de descartar incorretamente os eletros. "A evolução da tecnologia leva a uma obsolescência muito rápida, e isso não vai mudar, assim como ninguém vai ouvir palestras chatas sobre a importância de jogar os equipamentos no lixo certo", opina.

Segundo ela, os jovens que veem seu trabalho sempre identificam os componentes de computadores. "Todos eles já abriram uma máquina pelo menos uma vez na vida", diz. Para esse público, a artista acredita que a arte é um caminho mais interessante para a educação ambiental. "Funciona sem que você precise explicar: sei que todo o jovem que vê meu trabalho, quando for descartar o celular, vai pensar 'poxa, tem aquela mulher que fazia arte com isso', ou no mínimo vai lembrar que alguém pode fazer um uso e então é melhor não jogar no lixo comum", afirma.

A artista ministra cursos e workshops, mas para além da sua iniciativa pessoal, acredita no poder da arte para a conscientização. "Eu até já apresentei em Brasília uma proposta de eu dar oficinas para os professores e eles ensinarem os alunos, nas aulas de artes mesmo", revela.

Pelo mundo
Além da brasileira, muitos outros artistas, em diferentes países, também fazem arte a partir de peças eletrônicas. Alguns têm preferência por componentes específicos, como o cubano Steven Rodrig, que trabalha com placas de circuito. A ideia surgiu quando o artista estudava Aviação, em Havana, e consertava equipamentos eletrônicos. Hoje, ele usa as partes para criar "formas de vida orgânica, em que as placas acabam se tornando parte da 'pele' e ajudando a moldar o sentido" das esculturas, como explica em seu site oficial (www.pcbcreations.com).

As obras de Rodrig, além de representarem animais, plantas e outros seres vivos, também expressam o desejo do artista de imprimir "vida orgânica" aos objetos a partir de seus títulos. Uma peça em formato de sutiã, por exemplo, chama-se Supporting Her Data (apoiando as informações da moça, em tradução livre).

Outro que escolhe componentes específicos para suas obras é Doug Powell. Ele criou a Arte Duzzle - o nome mistura sua inicial com a palavra puzzle, quebra-cabeças em inglês - e utiliza, em uma nova série de trabalhos, teclas de computadores velhos. O quadro que retrata o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln, por exemplo, precisou de 4.081 dessas pequenas peças de teclado para ser composto.

Parece muito? Em outra obra, uma nave espacial, foram 5.951 teclas, num trabalho que durou mais de 190 horas, segundo relata em seu site oficial (www.duzzleart.com). O quadro mede 1,21 m de largura e 1,83 m de altura, e tem 14 palavras "escondidas" na sua composição. A peça foi comprada pelo museu Ripley's Believe it or Not.

A coleção do Ripley's ainda inclui outro artista que encontra a matéria-prima de sua criatividade na sucata eletrônica: a obra Fembot, escultura em forma de corpo de mulher feita com peças de computador, assinada por Gabriel Dishaw.

Ele começou ainda na adolescência, utilizando metais e eletros jogados fora. Sua Junk Art (arte de lixo, em tradução livre) transforma objetos indesejados em peças como o tênis Blazer Pentium, imitação de um calçado comum nos mínimos detalhes.

"Começo cada escultura me perguntando o que posso fazer com essas peças inúteis de metal que encontro e com objetos insignificativos para criar algo que todo mundo entenda", resume Dishaw em seu site oficial (www.gabrieldishaw.com).



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FONTE: Terra
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

On 12:04 PM by Anônimo in ,    No comments
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O supercomputador mais rápido do mundo, conhecido como K, aumentou sua capacidade de processamento para 10,51 petaflops, segundo a Fujitsu e a agência japonesa Riken, envolvidas na fabricação da máquina. São 10,51 quadrilhões de operações por segundo.

O K é formado por 88.128 CPUs interconectadas e ainda estão sendo feitos ajustes de software na máquina –o prazo para que fique pronto é junho de 2012.

Ele, que começou a ser desenvolvido em setembro de 2010, foi escolhido como o supercomputador mais rápido do mundo em junho de 2011, segundo a classificação TOP500, elaborada por universidades alemãs e norte-americanas

A ideia é que a velocidade dos cálculos e a precisão trazida pelo K possam ser aplicadas em diversos campos da ciência, como a análise do comportamento dos nanomateriais, a fabricação de células de captação de energia solar, a simulação do impacto de tsunamis e da previsão do tempo. O projeto "K" conta com um investimento de cerca de 112 bilhões de ienes (975 milhões de euros).



FONTE: globo.com/
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