Mostrando postagens com marcador Mozilla. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
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Colocados à venda nesta terça-feira exclusivamente para desenvolvedores, os primeiros smartphones com o sistema Firefox OS, da Mozilla, já foram todos vendidos, informa a revista Wired.
As fabricantes Geedkstone e Telefônica disponibilizaram apenas dois modelos nesta primeira leva, batizados de Keon e Peak, que puderam ser adquiridos em escala global.
O primeiro oferece tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480 x 320 pixels, processador de um núcleo Qualcomm Snapdragon S1 de 1GHz, 512MB de RAM e 4GB de armazenamento interno.
O segundo apresenta como diferenciais uma tela maior, de 4,3 polegadas, e processador Qualcomm dual-core de 1.2Ghz, mas mantém as mesmas capacidades de memória RAM e armazenamento. A Mozilla fixou como preços sugeridos US$ 91 para o Keon e US$ 149 para o Peak.
Os smartphones com Firefox OS chegarão às mãos do consumidor final apenas em junho e o Brasil está na lista dos que receberão primeiramente o aparelho, ao lado de Venezuela, Polônia, Portugal e Espanha.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Colocados à venda nesta terça-feira exclusivamente para desenvolvedores, os primeiros smartphones com o sistema Firefox OS, da Mozilla, já foram todos vendidos, informa a revista Wired.
As fabricantes Geedkstone e Telefônica disponibilizaram apenas dois modelos nesta primeira leva, batizados de Keon e Peak, que puderam ser adquiridos em escala global.
O primeiro oferece tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480 x 320 pixels, processador de um núcleo Qualcomm Snapdragon S1 de 1GHz, 512MB de RAM e 4GB de armazenamento interno.
O segundo apresenta como diferenciais uma tela maior, de 4,3 polegadas, e processador Qualcomm dual-core de 1.2Ghz, mas mantém as mesmas capacidades de memória RAM e armazenamento. A Mozilla fixou como preços sugeridos US$ 91 para o Keon e US$ 149 para o Peak.
Os smartphones com Firefox OS chegarão às mãos do consumidor final apenas em junho e o Brasil está na lista dos que receberão primeiramente o aparelho, ao lado de Venezuela, Polônia, Portugal e Espanha.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 10 de julho de 2012
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Há cerca de um ano a Mozilla lançou o Firefox 4 e, desde então, mais nove versões finais do navegador foram lançadas. Para Jono DiCarlo, desenvolvedor do browser, essas frequentes atualizações estão matando o Firefox.
Em um post em seu blog, DiCarlo criticou a política da Mozilla de lançar novas versões do Firefox em curtos espaços de tempo - cerca de 45 dias entre uma e outra. Ele afirma que os usuários odeiam as atualizações e que isso está afastando muitos deles do navegador.
O programador destacou três pontos que fazem as atualizações serem odiadas. Em primeiro lugar, o Firefox precisa ser reiniciado quando baixa uma versão nova e isso consome tempo. Segundo, as novas versões podem vir sem recursos que o usuário gostavam, mas que foram retirados pela Mozilla por serem usados por poucas pessoas. E, por isso, uma nova interface diminui a produtividade, já que é preciso um tempo para entender como tudo funciona.
Mas DiCarlo não acha que a Mozilla deve parar de atualizar o navegador. Ele afirma que correções de erros e falhas de segurança são sempre bem recebidas, mas o Firefox vai muito além disso, e algumas atualizações fazem apenas pequenas modificações na interface do navegador sem adicionar muita coisa.
A política de atualização rápida do Firefox, que começou ano passado, é parecida com a que o Google faz com o Chrome desde que lançou o seu navegador. A diferença é que as atualizações do browser do Google - que está na versão 20 - são silenciosas e poucas vezes os usuários percebem que elas foram feitas, enquanto o Firefox exibe janelas para avisar que um update está disponível.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Há cerca de um ano a Mozilla lançou o Firefox 4 e, desde então, mais nove versões finais do navegador foram lançadas. Para Jono DiCarlo, desenvolvedor do browser, essas frequentes atualizações estão matando o Firefox.
Em um post em seu blog, DiCarlo criticou a política da Mozilla de lançar novas versões do Firefox em curtos espaços de tempo - cerca de 45 dias entre uma e outra. Ele afirma que os usuários odeiam as atualizações e que isso está afastando muitos deles do navegador.
O programador destacou três pontos que fazem as atualizações serem odiadas. Em primeiro lugar, o Firefox precisa ser reiniciado quando baixa uma versão nova e isso consome tempo. Segundo, as novas versões podem vir sem recursos que o usuário gostavam, mas que foram retirados pela Mozilla por serem usados por poucas pessoas. E, por isso, uma nova interface diminui a produtividade, já que é preciso um tempo para entender como tudo funciona.
Mas DiCarlo não acha que a Mozilla deve parar de atualizar o navegador. Ele afirma que correções de erros e falhas de segurança são sempre bem recebidas, mas o Firefox vai muito além disso, e algumas atualizações fazem apenas pequenas modificações na interface do navegador sem adicionar muita coisa.
A política de atualização rápida do Firefox, que começou ano passado, é parecida com a que o Google faz com o Chrome desde que lançou o seu navegador. A diferença é que as atualizações do browser do Google - que está na versão 20 - são silenciosas e poucas vezes os usuários percebem que elas foram feitas, enquanto o Firefox exibe janelas para avisar que um update está disponível.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
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Há alguns anos, a Mozilla tinha todos os holofotes voltados para ela - o Firefox era o primeiro desafiante à altura do Internet Explorer em muito tempo. A identidade da companhia com o open source melhorou a percepção do público, o que deu um bom começo para o projeto.
Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março.
Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março.
Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
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Na versão do Firefox 11 foi atribuido um novo recurso que facilita a visualização do layout com um recurso chamado 3D onde a sua página pode ser visualizada em diversos agulos mostrando toda a estrutura CSS de sua página. Facilitando o desenvolvimento do Layout!
Para Visualizar a sua Página em 3D Precione “CTRL + SHIFT + I” e Clique na Opção
“Visualização 3D”
FONTE: igorpaim.wordpress.com/
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Na versão do Firefox 11 foi atribuido um novo recurso que facilita a visualização do layout com um recurso chamado 3D onde a sua página pode ser visualizada em diversos agulos mostrando toda a estrutura CSS de sua página. Facilitando o desenvolvimento do Layout!
Para Visualizar a sua Página em 3D Precione “CTRL + SHIFT + I” e Clique na Opção
“Visualização 3D”
FONTE: igorpaim.wordpress.com/
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A incubadora de startups Strangeloops Networks colheu alguns dados bem interessantes sobre a relação entre navegadores e tendências de compras dos seus usuários. Em um texto para o VentureBeat, o executivo da empresa Joshua Bixby divulgou uma lista de quatro diferenças importantes entre os usuários de Chrome, Firefox e Internet Explorer na hora de gastar dinheiro na internet.
Uma das descobertas mais relevantes não depende do browser: segundo a pesquisa, pessoas que usam versões mais novas de navegadores gastam consideravelmente mais do que aqueles usuários que demoram para atualizar o software. "Em um dos sites analisados, descobri que o valor dos pedidos era 29% mais alto para usuários do Internet Explorer 8 em comparação com os que ainda estão no IE7", afirma Bixby.
Outro ponto destacado pelo analista é de que os usuários do navegador da Microsoft supostamente visitariam mais sites (20% a mais que Chrome e Firefox) e gastariam mais tempo em cada um deles (entre 30 e 45 segundos a mais, em média).
Por último, a pesquisa também analisou os usuários do iPhone e levantou que eles visitariam menos sites e passariam menos tempo neles. O autor teoriza que isso se daria porque o iPhone seria um gadget melhor que seus concorrentes, levando seus adeptos a concluirem seus afazerem mais rapidamente.
Em comparação com os usuários do Android, as pessoas que usam o Safari visitam um número 31% menor de websites e passam 28% menos tempo conectados neles.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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A incubadora de startups Strangeloops Networks colheu alguns dados bem interessantes sobre a relação entre navegadores e tendências de compras dos seus usuários. Em um texto para o VentureBeat, o executivo da empresa Joshua Bixby divulgou uma lista de quatro diferenças importantes entre os usuários de Chrome, Firefox e Internet Explorer na hora de gastar dinheiro na internet.
Uma das descobertas mais relevantes não depende do browser: segundo a pesquisa, pessoas que usam versões mais novas de navegadores gastam consideravelmente mais do que aqueles usuários que demoram para atualizar o software. "Em um dos sites analisados, descobri que o valor dos pedidos era 29% mais alto para usuários do Internet Explorer 8 em comparação com os que ainda estão no IE7", afirma Bixby.
Outro ponto destacado pelo analista é de que os usuários do navegador da Microsoft supostamente visitariam mais sites (20% a mais que Chrome e Firefox) e gastariam mais tempo em cada um deles (entre 30 e 45 segundos a mais, em média).
Por último, a pesquisa também analisou os usuários do iPhone e levantou que eles visitariam menos sites e passariam menos tempo neles. O autor teoriza que isso se daria porque o iPhone seria um gadget melhor que seus concorrentes, levando seus adeptos a concluirem seus afazerem mais rapidamente.
Em comparação com os usuários do Android, as pessoas que usam o Safari visitam um número 31% menor de websites e passam 28% menos tempo conectados neles.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
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À partir do Firefox 4 o navegador da Mozilla deixou de exibir uma função interessante que era usada por alguns usuários: quando tentávamos fechar várias abas de uma vez o navegador exibia a possibilidade de “Salvar e Sair”.

Felizmente o salvamento de abas no Firefox não foi removido, apenas desativado por padrão. Para “devolver” tal função ao navegador digite na barra de endereços about:config e dê ENTER.
Clique em “Serei cuidadoso, prometo!” e em localizar digite browser.showQuitWarning

Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo encontrado, selecione “Inverter valor” e pronto.
Logo após fechar a página de configuração a modificação já entra em vigor:

FONTE: www.guiadowindows.net/
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
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Mozilla tem se esforçado para migrar usuários para versões mais recentes. Firefox 3.6 deixará de ser suportado pela fundação em abril.
O ultimo alerta de atualização da Mozilla, enviado no fim do ano passado, trouxe mais usuários do Firefox 3.6 para a versão mais recente desde o aviso de junho, atesta o instituto Net Applications.
De acordo com o levantamento, a participação do antigo browser da Mozilla caiu de 5,3%, no fim de novembro, para 4,4% em dezembro. No começo do mês, o software começou a exibir uma notificação para que os internautas migrassem para sua última versão – na época, o Firefox 8.
Convencer os usuários do Firefox 3.6 a instalarem as novas versões é importante para a Mozilla, pois ela deixa de entregar atualizações de segurança dois anos após o lançamento de determinado modelo. Com o prazo prestes a se completar, o objetivo da fundação é abandonar o antigo software sem deixar nenhum internauta para trás.
Por alguns meses, a Mozilla cogitou abandonar o Firefox 3.6. Em setembro, porém, anunciou que manteria antigas versões até que o software com suporte estendido – desenvolvido especialmente para empresas – fosse liberado. A iniciativa foi pensada por conta da dificuldade que o mercado corporativo possui de acompanhar o ritmo de atualizações do navegador, que, desde o último ano, tem um grande update a cada seis semanas.
Assim, o plano atual é que o Firefox 3.6 deixe de ser atualizado a partir de 24/04. Atualmente, ele responde por um quinto da participação do browser no mercado, ante os 82% que detinha em janeiro e 32% em julho.
FONTE: idgnow.uol.com.br/
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Mozilla tem se esforçado para migrar usuários para versões mais recentes. Firefox 3.6 deixará de ser suportado pela fundação em abril.
O ultimo alerta de atualização da Mozilla, enviado no fim do ano passado, trouxe mais usuários do Firefox 3.6 para a versão mais recente desde o aviso de junho, atesta o instituto Net Applications.
De acordo com o levantamento, a participação do antigo browser da Mozilla caiu de 5,3%, no fim de novembro, para 4,4% em dezembro. No começo do mês, o software começou a exibir uma notificação para que os internautas migrassem para sua última versão – na época, o Firefox 8.
Convencer os usuários do Firefox 3.6 a instalarem as novas versões é importante para a Mozilla, pois ela deixa de entregar atualizações de segurança dois anos após o lançamento de determinado modelo. Com o prazo prestes a se completar, o objetivo da fundação é abandonar o antigo software sem deixar nenhum internauta para trás.
Por alguns meses, a Mozilla cogitou abandonar o Firefox 3.6. Em setembro, porém, anunciou que manteria antigas versões até que o software com suporte estendido – desenvolvido especialmente para empresas – fosse liberado. A iniciativa foi pensada por conta da dificuldade que o mercado corporativo possui de acompanhar o ritmo de atualizações do navegador, que, desde o último ano, tem um grande update a cada seis semanas.
Assim, o plano atual é que o Firefox 3.6 deixe de ser atualizado a partir de 24/04. Atualmente, ele responde por um quinto da participação do browser no mercado, ante os 82% que detinha em janeiro e 32% em julho.
FONTE: idgnow.uol.com.br/
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
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O Google pagará, pelos próximos três anos, cerca de US$ 900 milhões à Fundação Mozilla para ser o buscador padrão do Firefox, de acordo com fontes ouvidas pelo site americano All Things Digital. O acordo entre a gigante das buscas e a fundação foi anunciado na terça-feira, mas sem maiores detalhes sobre a parceria. O Google deve pagar cerca de US$ 300 milhões por ano para continuar sendo o motor de busca padrão no navegador.
Segundo o site americano, o valor pago pelo Google deu um grande salto do antigo acordo para o atual, já que Yahoo! e Microsoft estavam tentando fechar parceria com a Mozilla. "A Mozilla tem sido um parceiro valioso para o Google ao longo dos anos e esperamos dar continuidade a esta grande parceria nos anos que estão por vir", disse Alan Eustace, vice-presidente sênior de pesquisa do Google. De acordo com informações divulgadas no início do mês, 84% da receita da Mozilla era gerada a partir da parceria com o Gogole e seu sistema de busca inserido no Firefox.
FONTE:tecnologia.terra.com.br/
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O Google pagará, pelos próximos três anos, cerca de US$ 900 milhões à Fundação Mozilla para ser o buscador padrão do Firefox, de acordo com fontes ouvidas pelo site americano All Things Digital. O acordo entre a gigante das buscas e a fundação foi anunciado na terça-feira, mas sem maiores detalhes sobre a parceria. O Google deve pagar cerca de US$ 300 milhões por ano para continuar sendo o motor de busca padrão no navegador.
Segundo o site americano, o valor pago pelo Google deu um grande salto do antigo acordo para o atual, já que Yahoo! e Microsoft estavam tentando fechar parceria com a Mozilla. "A Mozilla tem sido um parceiro valioso para o Google ao longo dos anos e esperamos dar continuidade a esta grande parceria nos anos que estão por vir", disse Alan Eustace, vice-presidente sênior de pesquisa do Google. De acordo com informações divulgadas no início do mês, 84% da receita da Mozilla era gerada a partir da parceria com o Gogole e seu sistema de busca inserido no Firefox.
FONTE:tecnologia.terra.com.br/
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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Chamado de B2G, OS terá partes do Android e deve ser lançado até metade de 2012; objetivo é acabar com necessidade de várias versões de apps para sistemas diferentes.
Os desenvolvedores da Mozilla esperam iniciar testes com telefones celulares rodando seu novo sistema operacional móvel ainda neste trimestre, com as demos do produto agendadas para o início do ano que vem e o lançamento acontecendo ainda no primeiro semestre de 2012, de acordo com o road map (plano de lançamento) publicado no site do projeto.
A Mozilla anunciou o projeto, chamado de Boot to Gecko (B2G), em julho, descrevendo-o como um sistema operacional para aparelhos móveis que rodaria principalmente aplicativos na web.
Os desenvolvedores esperam que o B2G ajude a resolver um problema que há muito assombra a indústria móvel: a necessidade de reescrever apps para cada sistema operacional diferente do mercado. O objetivo do B2G é criar um framework (plataforma) que permitiria aos aplicativos rodarem a partir da web em qualquer sistema operacional, desde que o OS em questão suporte a tecnologia do B2G.
Até o final deste ano, os desenvolvedores esperam ter as funções básicas construídas e integradas, incluindo o acelerômetro, câmera, mensagens, telefones e gerenciamento de energia, de acordo com o road map.
A Mozilla também espera ter desenvolvido a interface de usuário (UI) para o telefone, que é chamada de Gaia pela empresa. Mockups da interface indicam que ela é relativamente parecida com as do iPhone e do Android.
Durante o primeiro trimestre de 2012, os desenvolvedores esperam ter prontos apps e funções mais sofisticadas, como em uma loja de aplicativos. Eles dizem que é uma previsão, mas devem completar as funções de Bluetooth, USB e NFC (Near Field Communication) até lá. Eles também estão trabalhando em um leitor de e-books, um tocador de mídia e um navegador na web.
A Mozilla não respondeu aos nossos questionamentos para mais detalhes sobre o assunto e recusou um pedido de entrevista com o desenvolvedor principal do projeto. Três desenvolvedores estão trabalhando parcialmente no projeto, segundo o site oficial, e outros também estão contribuindo de forma voluntária.
O B2G está usando pedaços do Android, o sistema operacional móvel baseado no Linux e desenvolvido pela Google.
FONTE: idgnow.uol.com.br/
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Chamado de B2G, OS terá partes do Android e deve ser lançado até metade de 2012; objetivo é acabar com necessidade de várias versões de apps para sistemas diferentes.
Os desenvolvedores da Mozilla esperam iniciar testes com telefones celulares rodando seu novo sistema operacional móvel ainda neste trimestre, com as demos do produto agendadas para o início do ano que vem e o lançamento acontecendo ainda no primeiro semestre de 2012, de acordo com o road map (plano de lançamento) publicado no site do projeto.
A Mozilla anunciou o projeto, chamado de Boot to Gecko (B2G), em julho, descrevendo-o como um sistema operacional para aparelhos móveis que rodaria principalmente aplicativos na web.
Os desenvolvedores esperam que o B2G ajude a resolver um problema que há muito assombra a indústria móvel: a necessidade de reescrever apps para cada sistema operacional diferente do mercado. O objetivo do B2G é criar um framework (plataforma) que permitiria aos aplicativos rodarem a partir da web em qualquer sistema operacional, desde que o OS em questão suporte a tecnologia do B2G.
Até o final deste ano, os desenvolvedores esperam ter as funções básicas construídas e integradas, incluindo o acelerômetro, câmera, mensagens, telefones e gerenciamento de energia, de acordo com o road map.
A Mozilla também espera ter desenvolvido a interface de usuário (UI) para o telefone, que é chamada de Gaia pela empresa. Mockups da interface indicam que ela é relativamente parecida com as do iPhone e do Android.
Durante o primeiro trimestre de 2012, os desenvolvedores esperam ter prontos apps e funções mais sofisticadas, como em uma loja de aplicativos. Eles dizem que é uma previsão, mas devem completar as funções de Bluetooth, USB e NFC (Near Field Communication) até lá. Eles também estão trabalhando em um leitor de e-books, um tocador de mídia e um navegador na web.
A Mozilla não respondeu aos nossos questionamentos para mais detalhes sobre o assunto e recusou um pedido de entrevista com o desenvolvedor principal do projeto. Três desenvolvedores estão trabalhando parcialmente no projeto, segundo o site oficial, e outros também estão contribuindo de forma voluntária.
O B2G está usando pedaços do Android, o sistema operacional móvel baseado no Linux e desenvolvido pela Google.
FONTE: idgnow.uol.com.br/
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