sexta-feira, 26 de outubro de 2012
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Embora o mundo da tecnologia esteja sempre mudando, uma coisa continua a mesma: muitas pessoas usam senhas terríveis.
O SplashData, um desenvolvedor de software de segurança, divulgou sua lista anual das senhas mais comuns na internet. Mais uma vez, "password" (senha), "123456" e "12345678" são as três mais populares, nesta ordem.
A lista de senhas mais comuns é baseada em depósitos de arquivos de hackers. O SplashData observa que 2012 viu várias violações de segurança de alto perfil, incluindo Yahoo, LinkedIn, eHarmony e Last.fm. A empresa diz que libera sua lista anual para alertar sobre senhas ruins - e, bem provável, para promover seu software de gestão de senha, o SplashID.
Já é um começo
Além das habituais e simplórias "abc123" e "qwerty", a lista inclui a volta de algumas já conhecidas: "macaco", “beisebol”e "sombra". Algumas das novas entradas são mais inesperadas: "Jesus", "ninja", e "mustang" fazem parte do top 25.
Em uma nota mais encorajadora, “password1" ficou em primeiro no top 25 este ano, então talvez as pessoas estejam aprendendo que a combinação de letras e números faz uma senha mais forte. (Agora elas só precisam trabalhar em não escolher a mais óbvia de todas.)
Soluções
Nós provavelmente estamos sendo repetitivos, mas, como escrevi no ano passado, uma senha forte contém letras, números e símbolos. Você pode usar frases curtas separadas por sublinhados caso esteja preocupado em lembrar uma longa sequência.
Além disso, tente não usar a mesma senha sempre, especialmente para contas sensíveis, como bancos e e-mail. Se tudo isso soa muito difícil, sempre há ferramentas de terceiros para ajudar, como o LastPass, 1Password, Roboform, eWallet, SplashID ou KeePass.
Você também pode configurar a autenticação de dois passos. Alguns sites permitem que você faça login por meio do Google ou do Facebook, usando-os como uma espécie de chave mestra, então a autenticação irá adicionar uma camada extra de segurança.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Nos últimos dias é provável que você tenha recebido em seu feed de notícias uma mensagem de algum contato sobre uma reportagem no Fantástico, que fala sobre a privacidade do Facebook. Saiba que a mensagem, que pede que "desmarque a opção 'Comentários e opções Curtir' no meu perfil", é apenas mais uma corrente que circula na rede - também conhecida por hoax.
Citar a reportagem do Fantástico é apenas um artifício para dar um teor confiável à mensagem. Há também variações do texto, sem a parte do Fantástico, mas a essência é a mesma: O simples fato de pedir aos amigos que desmarquem a opção "comentários e curtir" no seu perfil não fará com que essas "atividades fiquem restritas aos meus amigos e familiares, e não se tornem domínio público", como afirma a mensagem. Ao desmarcar a opção no perfil do amigo, como solicitado, a única coisa que você conseguirá é deixar de receber esse tipo de atualização desse amigo em seu feed de notícias.
A única coisa que pode garantir a sua privacidade na rede social é o modo como é configurada a privacidade do seu perfil. O usuário pode optar por ter o perfil totalmente bloqueado, inclusive para todas as pessoas da lista de contatos, simplesmente colocando todas as configurações para "somente eu".
Certas informações do perfil - como álbuns de fotos, informações pessoais ou mesmo postagens no mural feitas por você ou por um contato autorizado - também podem ter a visualização limitada para "amigos", ou "amigos de amigos", se assim desejar.
A rede social mostrará - ou não - as informações de acordo com o que você modificar em cada parte do perfil. Então não se preocupe se um amigo seu curtir sua foto se ela estiver limitada a apenas "amigos" - ela só poderá aparecer para pessoas fora da sua rede de contatos se você permitir isso.
Ainda não há como limitar comentários em fotos ou postagens de amigos, se as configurações do seu colega estiver aberta ao público, por exemplo. Mas a vantagem da Linha do Tempo é essa. Caso não se lembre, na versão anterior do Facebook, tudo o que você fazia na rede - inclusive comentários nos murais alheios - ficava registrado no seu mural, para qualquer um ver.
Com a Linha do Tempo, o seu Registro de Atividades só pode ser visto por você e seus comentários em murais alheios só poderão ser visualizados pelo dono do mural ou se algum bisbilhoteiro entrar no perfil do seu amigo e ver a sua publicação. Fora isso, se você não quiser que ninguém veja o que você comenta, é mais fácil mandar uma mensagem privada.
Como configurar privacidade de opções "curtir"
Para que as pessoas não saibam quais páginas você curtir, é possível ocultar essas informações no próprio perfil. Vá para a página inicial, clique na caixinha Opções "curtir" e, quando a página carregar, clique no botão "Editar", no topo direito da tela.
Você também pode modificar as configurações dos seus favoritos na seta ao lado de cada área, como mostra a imagem abaixo:
É possível configurar a exibição para "público", "amigos", "somente eu". Também é possível limitar a exibição para "amigos de amigos" ou para grupos ou pessoas específicas clicando na opção "personalizado".
O mesmo pode ser feito nas outras caixas de favoritos que aparecem na página, como livros, televisão, jogos, e todos os outros "curtir", bem como em álbuns inteiros ou com fotos específicas.
Outras opções como "quem pode publicar na sua linha do tempo", ou "quem pode ver o que outros publicaram na sua linha do tempo", ou fotos e publicações em que você foi marcado também podem ser limitadas. Para tal, clique na engrenagem ao lado de "página inicial", no topo direito da tela. Lá você encontrará a opção "Linha do tempo e marcação".
É comum também vermos fotos de colegas na barra de anúncios (localizada ao lado direito da tela), seguidas por um "Fulano curtiu isso" - caso tenha realmente curtido a página. É possível que sua foto de perfil apareça para outros contatos da mesma forma. Isso também é possível restringir.
Basta ir em "configurações de conta" na engrenagem no topo da página. Selecionar "Anúncios do Facebook" (no menu do lado esquerdo da tela) e clicar em "Editar configuração de anúncios sociais" em "Anúncios e Amigos". Opte pelo "Ninguém" e pronto.
Lembrando que "somente os amigos confirmados podem ver suas ações ao lado de um anúncio", como o próprio Facebook avisa. Ou seja, somente a lista de contatos poderá ver o que você curtiu acompanhado pelo anúncio.
Há também a opção "Anúncios exibidos por terceiros". Até o momento, a rede social não permite que as informações do usuário sejam utilizadas por terceiros. Mas, se isso ocorrer no futuro, optando também pelo "Ninguém" nessa área, a sua conta estará protegida também fora da rede.
Vale lembrar que dá para restringir, inclusive, postagens no mural. Antes de publicá-las selecione quem você deseja que as veja e pronto, sua privacidade está garantida - ao menos dentro da rede.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Nos últimos dias é provável que você tenha recebido em seu feed de notícias uma mensagem de algum contato sobre uma reportagem no Fantástico, que fala sobre a privacidade do Facebook. Saiba que a mensagem, que pede que "desmarque a opção 'Comentários e opções Curtir' no meu perfil", é apenas mais uma corrente que circula na rede - também conhecida por hoax.
Citar a reportagem do Fantástico é apenas um artifício para dar um teor confiável à mensagem. Há também variações do texto, sem a parte do Fantástico, mas a essência é a mesma: O simples fato de pedir aos amigos que desmarquem a opção "comentários e curtir" no seu perfil não fará com que essas "atividades fiquem restritas aos meus amigos e familiares, e não se tornem domínio público", como afirma a mensagem. Ao desmarcar a opção no perfil do amigo, como solicitado, a única coisa que você conseguirá é deixar de receber esse tipo de atualização desse amigo em seu feed de notícias.
A única coisa que pode garantir a sua privacidade na rede social é o modo como é configurada a privacidade do seu perfil. O usuário pode optar por ter o perfil totalmente bloqueado, inclusive para todas as pessoas da lista de contatos, simplesmente colocando todas as configurações para "somente eu".
Certas informações do perfil - como álbuns de fotos, informações pessoais ou mesmo postagens no mural feitas por você ou por um contato autorizado - também podem ter a visualização limitada para "amigos", ou "amigos de amigos", se assim desejar.
A rede social mostrará - ou não - as informações de acordo com o que você modificar em cada parte do perfil. Então não se preocupe se um amigo seu curtir sua foto se ela estiver limitada a apenas "amigos" - ela só poderá aparecer para pessoas fora da sua rede de contatos se você permitir isso.
Ainda não há como limitar comentários em fotos ou postagens de amigos, se as configurações do seu colega estiver aberta ao público, por exemplo. Mas a vantagem da Linha do Tempo é essa. Caso não se lembre, na versão anterior do Facebook, tudo o que você fazia na rede - inclusive comentários nos murais alheios - ficava registrado no seu mural, para qualquer um ver.
Com a Linha do Tempo, o seu Registro de Atividades só pode ser visto por você e seus comentários em murais alheios só poderão ser visualizados pelo dono do mural ou se algum bisbilhoteiro entrar no perfil do seu amigo e ver a sua publicação. Fora isso, se você não quiser que ninguém veja o que você comenta, é mais fácil mandar uma mensagem privada.
Como configurar privacidade de opções "curtir"
Para que as pessoas não saibam quais páginas você curtir, é possível ocultar essas informações no próprio perfil. Vá para a página inicial, clique na caixinha Opções "curtir" e, quando a página carregar, clique no botão "Editar", no topo direito da tela.
Você também pode modificar as configurações dos seus favoritos na seta ao lado de cada área, como mostra a imagem abaixo:
É possível configurar a exibição para "público", "amigos", "somente eu". Também é possível limitar a exibição para "amigos de amigos" ou para grupos ou pessoas específicas clicando na opção "personalizado".
O mesmo pode ser feito nas outras caixas de favoritos que aparecem na página, como livros, televisão, jogos, e todos os outros "curtir", bem como em álbuns inteiros ou com fotos específicas.
Outras opções como "quem pode publicar na sua linha do tempo", ou "quem pode ver o que outros publicaram na sua linha do tempo", ou fotos e publicações em que você foi marcado também podem ser limitadas. Para tal, clique na engrenagem ao lado de "página inicial", no topo direito da tela. Lá você encontrará a opção "Linha do tempo e marcação".
É comum também vermos fotos de colegas na barra de anúncios (localizada ao lado direito da tela), seguidas por um "Fulano curtiu isso" - caso tenha realmente curtido a página. É possível que sua foto de perfil apareça para outros contatos da mesma forma. Isso também é possível restringir.
Basta ir em "configurações de conta" na engrenagem no topo da página. Selecionar "Anúncios do Facebook" (no menu do lado esquerdo da tela) e clicar em "Editar configuração de anúncios sociais" em "Anúncios e Amigos". Opte pelo "Ninguém" e pronto.
Lembrando que "somente os amigos confirmados podem ver suas ações ao lado de um anúncio", como o próprio Facebook avisa. Ou seja, somente a lista de contatos poderá ver o que você curtiu acompanhado pelo anúncio.
Há também a opção "Anúncios exibidos por terceiros". Até o momento, a rede social não permite que as informações do usuário sejam utilizadas por terceiros. Mas, se isso ocorrer no futuro, optando também pelo "Ninguém" nessa área, a sua conta estará protegida também fora da rede.
Vale lembrar que dá para restringir, inclusive, postagens no mural. Antes de publicá-las selecione quem você deseja que as veja e pronto, sua privacidade está garantida - ao menos dentro da rede.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
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Na sexta-feira passada, 12, o Facebook discretamente soltou uma atualização para seus usuários, permitindo que eles coloquem emoticons nos comentários dos posts. Até então, só era possível incluir os desenhos nos bate-papos.
A novidade ainda não funciona nas postagens, somente em comentários. E se o Facebook sequer informou sobre isso, também não disse nada sobre quando será possível escrever diretamente na Linha do Tempo com emoticons.
São mais de 20 desenhos, incluindo desde os tradicionais (coração e caretas diversas) até outros mais curiosos, como um robô, um pinguim e... Chris Putnam (:putnam:), a representação de um engenheiro da rede social.
E então, gostaram da novidade?
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Na sexta-feira passada, 12, o Facebook discretamente soltou uma atualização para seus usuários, permitindo que eles coloquem emoticons nos comentários dos posts. Até então, só era possível incluir os desenhos nos bate-papos.
A novidade ainda não funciona nas postagens, somente em comentários. E se o Facebook sequer informou sobre isso, também não disse nada sobre quando será possível escrever diretamente na Linha do Tempo com emoticons.
São mais de 20 desenhos, incluindo desde os tradicionais (coração e caretas diversas) até outros mais curiosos, como um robô, um pinguim e... Chris Putnam (:putnam:), a representação de um engenheiro da rede social.
E então, gostaram da novidade?
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Ministério da Ciência e Tecnologia divulgou nesta segunda-feira (15/10) que fará um programa de apoio às empresas iniciantes de desenvolvimento de softwares e serviços de TI, segundo a Reuters.
O projeto, chamado de 'Start-Up Brasil', tem como objetivo fortalecer os setores científico, tecnológico e econômico do país.
O texto publicado no Diário Oficial da União ainda não dá detalhes sobre o projeto, mas afirma que o programa quer estimular "por meio do empreendedorismo, a ampliação da base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais e o surgimento de um ambiente favorável a pesquisa, desenvolvimento e inovação".
O 'Start-Up Brasil' integra o 'Programa TI Maior', voltado ao estímulo de desenvolvimento de software no Brasil, lançado pelo governo em agosto. O projeto tem investimento previsto de R$ 500 milhões até 2015, dos quais R$ 40 milhões serão para as empresas iniciantes, segundo informações da Agência Brasil.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Ministério da Ciência e Tecnologia divulgou nesta segunda-feira (15/10) que fará um programa de apoio às empresas iniciantes de desenvolvimento de softwares e serviços de TI, segundo a Reuters.
O projeto, chamado de 'Start-Up Brasil', tem como objetivo fortalecer os setores científico, tecnológico e econômico do país.
O texto publicado no Diário Oficial da União ainda não dá detalhes sobre o projeto, mas afirma que o programa quer estimular "por meio do empreendedorismo, a ampliação da base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais e o surgimento de um ambiente favorável a pesquisa, desenvolvimento e inovação".
O 'Start-Up Brasil' integra o 'Programa TI Maior', voltado ao estímulo de desenvolvimento de software no Brasil, lançado pelo governo em agosto. O projeto tem investimento previsto de R$ 500 milhões até 2015, dos quais R$ 40 milhões serão para as empresas iniciantes, segundo informações da Agência Brasil.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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On 11:16 AM by Anônimo in Celular, Curiosidades, Hardware, Internet, Notebook, Notícias, Wi-Fi No comments
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Uma lista de 5 mitos tecnológicos que o Olhar Digital publicou recentemente não foi suficiente e preparamos mais explicações sobre algumas dúvidas bastante comuns dos fãs de tecnologia. Confira abaixo respostas para algumas questões que confundem a cabeça das pessoas:
Celular causa câncer?
Os efeitos do uso constante de telefones celulares na saúde humana ainda são muito discutidos entre pesquisadores. Há muito tempo existe a lenda de que os celulares podem causar câncer, mas, até hoje, nenhum estudo conseguiu relacionar diretamente o uso dos aparelhos ao surgimento e desenvolvimento da doença.
Um estudo recente do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, publicado em junho de 2012, é mais um que não conseguiu chegar a nenhuma conclusão a respeito da influência dos aparelhos na saúde. “Mais estudos são necessários porque a tecnologia da telefonia móvel e a forma como as pessoas usam telefones celulares estão mudando rapidamente”, conclui o estudo.
Diversos fatores foram apontados pelos pesquisadores como possíveis influências na saúde devido ao uso de celulares. “A quantidade de energia de radiofrequência que um usuário de celular está exposto depende da tecnologia dele, da distância entre a antena e o usuário, o tipo de uso e a distância entre o usuário e as torres de sinal.”
Ou seja, os celulares podem até causar câncer, mas não há nada que relacione o uso deles à doença e há diversas formas de usá-lo que podem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um tumor.
O que interfere no sinal do Wi-Fi?
O roteador Wi-Fi é posicionado na sala da casa e, próximo a ele, o sinal é excelente. No entanto, em um quarto no fundo do imóvel ele não pega tão bem e frequentemente quem tenta acessar a rede de lá simplesmente não consegue.
Por que isso acontece? É simples: por ser uma rede sem fio que transmite ondas de rádio, o Wi-Fi pode sofrer interferência de uma série de coisas: desde a parede da casa até mesmo um micro-ondas.
Entre os fatores que interferem nas redes Wi-Fi estão as paredes, portas e o chão da casa, por exemplo. O material usado na construção do imóvel também pode prejudicar o sinal, como tijolos, pedras, concreto, metal, entre outras.
Não é só isso: outros objetos espalhados pela casa também prejudicam o sinal. Celulares com Bluetooth ativado, micro-ondas, telefones sem-fio, babás eletrônicas e outros produtos que também funcionam com ondas também causam uma pequena interferência no Wi-Fi.
A solução ideal para ter o melhor sinal possível é instalar o roteador em um ambiente aberto sem paredes nem nenhum outro tipo de objeto. Parece difícil imaginar isso, e também é bom lembrar que mesmo assim o sinal não será perfeito: ele tem um alcance e, dependendo da distância do roteador, mesmo sem nada que possa interferir, chega uma hora que o sinal começa a ficar mais fraco.
Deixar o carregador conectado prejudica a bateria do notebook?
Dúvidas sobre o uso da bateria são muito comuns. Por muito tempo os produtos usavam baterias de níquel cádmio e, mesmo depois delas serem substituídas pelas de íon de lítio, alguns cuidados que eram recomendados para as baterias antigas continuam sendo considerados para as novas.
Um bom exemplo está na crença de que deixar o notebook ligado na tomada direto, mesmo com a carga cheia, pode prejudicar a bateria. Não é isso o que acontece.
Para começar, as baterias de íon lítio podem ser carregadas repetidamente sem estar com a carga vazia sem que isso prejudique a vida útil delas. E, além disso, notebooks mais recentes contam com sistemas que detectam quando a carga está cheia, desativando o processo de recarga, como explica a Dell em seu site oficial.
Quando o notebook está ligado na tomada, não é a bateria que vai fornecer a energia para ele, e sim a própria tomada - se você tirar a bateria, conseguirá usar o aparelho normalmente.
Portanto, esqueça lendas de que é preciso esperar a carga terminar para carregar o computador, ou que é bom deixar ela descarregar completamente algumas vezes para aumentar a sua vida útil. No caso das baterias de níquel cádmio isso até era verdade, mas com as de íon de lítio isso não acontece.
Uma pilha pode ser recarregada se ficar na geladeira?
Não, a pilha não vai recarregar caso seja colocada na geladeira. Mas é verdade que ela pode, sim, ganhar um tempo de vida "extra" depois de ser resfriada por um tempo.
A carga da pilha é quimicamente gerada e, quando colocada na geladeira, ela se reorganiza e, assim, é possível usar um resto de carga que estava espalhada pela unidade.
Assim, colocar a pilha na geladeira faz com que o resto de carga possa ser usado. Para usar uma pilha por diversas vezes, o único jeito é mesmo comprar uma recarregável.
É possível estragar o HD formatando diversas vezes?
É natural que, com o tempo, o computador fique lento devido ao excesso de dados guardados no HD, por exemplo, e, por isso, muitas vezes é recomendável que o disco rígido seja formatado para voltar a funcionar bem. A partir disso, uma lenda foi criada dizendo que formatar o HD várias vezes pode danificá-lo.
Mas isso não é verdade. A formatação apenas apaga todos os dados guardados no disco rígido, e logo depois ele continua funcionando perfeitamente – e continuará mesmo que seja formatado, por exemplo, uma vez por mês. Portanto, a quantidade de vezes que um HD é formatado não influencia no seu tempo de vida.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Celular causa câncer?
Os efeitos do uso constante de telefones celulares na saúde humana ainda são muito discutidos entre pesquisadores. Há muito tempo existe a lenda de que os celulares podem causar câncer, mas, até hoje, nenhum estudo conseguiu relacionar diretamente o uso dos aparelhos ao surgimento e desenvolvimento da doença.
Um estudo recente do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, publicado em junho de 2012, é mais um que não conseguiu chegar a nenhuma conclusão a respeito da influência dos aparelhos na saúde. “Mais estudos são necessários porque a tecnologia da telefonia móvel e a forma como as pessoas usam telefones celulares estão mudando rapidamente”, conclui o estudo.
Diversos fatores foram apontados pelos pesquisadores como possíveis influências na saúde devido ao uso de celulares. “A quantidade de energia de radiofrequência que um usuário de celular está exposto depende da tecnologia dele, da distância entre a antena e o usuário, o tipo de uso e a distância entre o usuário e as torres de sinal.”
Ou seja, os celulares podem até causar câncer, mas não há nada que relacione o uso deles à doença e há diversas formas de usá-lo que podem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um tumor.
O que interfere no sinal do Wi-Fi?
O roteador Wi-Fi é posicionado na sala da casa e, próximo a ele, o sinal é excelente. No entanto, em um quarto no fundo do imóvel ele não pega tão bem e frequentemente quem tenta acessar a rede de lá simplesmente não consegue.
Por que isso acontece? É simples: por ser uma rede sem fio que transmite ondas de rádio, o Wi-Fi pode sofrer interferência de uma série de coisas: desde a parede da casa até mesmo um micro-ondas.
Entre os fatores que interferem nas redes Wi-Fi estão as paredes, portas e o chão da casa, por exemplo. O material usado na construção do imóvel também pode prejudicar o sinal, como tijolos, pedras, concreto, metal, entre outras.
Não é só isso: outros objetos espalhados pela casa também prejudicam o sinal. Celulares com Bluetooth ativado, micro-ondas, telefones sem-fio, babás eletrônicas e outros produtos que também funcionam com ondas também causam uma pequena interferência no Wi-Fi.
A solução ideal para ter o melhor sinal possível é instalar o roteador em um ambiente aberto sem paredes nem nenhum outro tipo de objeto. Parece difícil imaginar isso, e também é bom lembrar que mesmo assim o sinal não será perfeito: ele tem um alcance e, dependendo da distância do roteador, mesmo sem nada que possa interferir, chega uma hora que o sinal começa a ficar mais fraco.
Deixar o carregador conectado prejudica a bateria do notebook?
Dúvidas sobre o uso da bateria são muito comuns. Por muito tempo os produtos usavam baterias de níquel cádmio e, mesmo depois delas serem substituídas pelas de íon de lítio, alguns cuidados que eram recomendados para as baterias antigas continuam sendo considerados para as novas.
Um bom exemplo está na crença de que deixar o notebook ligado na tomada direto, mesmo com a carga cheia, pode prejudicar a bateria. Não é isso o que acontece.
Para começar, as baterias de íon lítio podem ser carregadas repetidamente sem estar com a carga vazia sem que isso prejudique a vida útil delas. E, além disso, notebooks mais recentes contam com sistemas que detectam quando a carga está cheia, desativando o processo de recarga, como explica a Dell em seu site oficial.
Quando o notebook está ligado na tomada, não é a bateria que vai fornecer a energia para ele, e sim a própria tomada - se você tirar a bateria, conseguirá usar o aparelho normalmente.
Portanto, esqueça lendas de que é preciso esperar a carga terminar para carregar o computador, ou que é bom deixar ela descarregar completamente algumas vezes para aumentar a sua vida útil. No caso das baterias de níquel cádmio isso até era verdade, mas com as de íon de lítio isso não acontece.
Uma pilha pode ser recarregada se ficar na geladeira?
Não, a pilha não vai recarregar caso seja colocada na geladeira. Mas é verdade que ela pode, sim, ganhar um tempo de vida "extra" depois de ser resfriada por um tempo.
A carga da pilha é quimicamente gerada e, quando colocada na geladeira, ela se reorganiza e, assim, é possível usar um resto de carga que estava espalhada pela unidade.
Assim, colocar a pilha na geladeira faz com que o resto de carga possa ser usado. Para usar uma pilha por diversas vezes, o único jeito é mesmo comprar uma recarregável.
É possível estragar o HD formatando diversas vezes?
É natural que, com o tempo, o computador fique lento devido ao excesso de dados guardados no HD, por exemplo, e, por isso, muitas vezes é recomendável que o disco rígido seja formatado para voltar a funcionar bem. A partir disso, uma lenda foi criada dizendo que formatar o HD várias vezes pode danificá-lo.
Mas isso não é verdade. A formatação apenas apaga todos os dados guardados no disco rígido, e logo depois ele continua funcionando perfeitamente – e continuará mesmo que seja formatado, por exemplo, uma vez por mês. Portanto, a quantidade de vezes que um HD é formatado não influencia no seu tempo de vida.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
On 10:43 AM by Anônimo in Facebook No comments
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Na quinta-feira da semana passada, dia 4, o Facebook atingiu um patamar colossal ao se tornar uma rede que reúne 1 bilhão de internautas no mundo. Isso significa que uma a cada sete pessoas do planeta possui conta no site, ou seja, um sétimo da população da Terra pode ser considerado cliente de Mark Zuckerberg. É um tremendo status para um serviço que começou há menos de dez anos, afinal, o Facebook conseguiu reunir gostos, hábitos e preferências de toda essa multidão.
"O número é realmente impressionante", declara Liráucio Girardi Jr., doutor em sociologia e professor na Faculdade Cásper Líbero e na Universidade Municipal de São Caetano do Sul. O acadêmico considera o fato "um belo casamento entre engenharia da computação e engenharia social".
Serviços como este mostram como a sociedade continua trabalhando para vencer barreiras de expressão. O advento da comunicação em massa, explica o professor, serviu tanto para derrubar a territorialização da comunicação, quanto para criar filtros, pois passamos a depender de intermediários (partidos, donos de jornais, editores, donos de gravadoras, empresários e diretores canais de televisão e rádio etc.).
"O Facebook (e outros antes dele) amplificou o 'express yourself 2.0'. O custo de se produzir e distribuir/compartilhar informação, fotos, filmes, música, poesia, opinião foi reduzido quase que a zero", comenta Girardi. "Zuckerberg parece ter entendido muito bem o significado disso - ou se apropriou bem dessa ideia."
Luli Radfaher, Ph.D. em comunicação digital e professor na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, acredita que o Facebook ainda vai crescer mais. Muito mais. "Ele está entrando num patamar gigantesco, a caminho de se transformar em algo como Google e Microsoft", disse. "O Facebook é a rede social, as pessoas estão lá para compartilhar, trocar ideias, informações etc., e só ele atende a essas funções plenamente."
Vigia
O Facebook é mesmo um facilitador incontestável no campo comunicacional, prova disso é que a rede forma atualmente 140,3 bilhões de conexões - ou "amizades". Mesmo assim, há outro tema a ser observado no site: ele reúne uma quantidade não revelada de informações, agora sobre 1 bilhão de sujeitos. Isso não é perigoso?
Ambos os especialistas ouvidos pelo Olhar Digital concordam que não há com o que se preocupar em relação à retenção de dados. Para Girardi, o Facebook se vê obrigado a manter uma conduta polida justamente por ser constantemente vigiado. Isso porque a lógica comercial esbarra na lógica da cultura hacker, centrada na informação livre, na descentralização, na desconfiança com relação às autoridades. "A questão é saber até que ponto o Facebook vai conseguir andar no fio da navalha", diz. "Atualmente, ele tem sido forçado a respeitar esses princípios pelos próprios membros da cultura hacker."
Já Radfaher diz que o barulho em torno dos dados chega a ser injustificável, pois o Facebook não é o único com tamanho banco de dados - as operadoras de cartão de crédito, por exemplo, podem saber menos hábitos, mas têm mais poder financeiro sobre cada um de seus clientes. "O problema é outro, porque os dados não são meus há muito tempo; o problema é como eles são usados, pra quem são vendidos e por quê. Eu quero saber o que estão fazendo com minhas informações."
Segundo ele, o ideal seria que os dados fossem todos abertos, ao invés de pertencer a determinados grupos, já que ninguém sabe ao certo o que acontece com o que é publicado na internet.
Educação
Esbarra-se, ainda, noutra questão: as pessoas sabem o que é o Facebook? O professor da USP acha que não, que a maioria dos usuários sabe usá-lo, mas não entende bem o funcionamento dele e o porquê de sua existência. Seria necessário aplicar seriamente a alfabetização digital, que é a compreensão real do que querem dizer as ferramentas.
Por mais que esteja sob vigilância constante - afinal, atente a 1/7 da Terra - o Facebook não passa de um serviço privado, que pertence a acionistas e pode muito bem mudar o que quiser sem perguntar nada a nenhum dos usuários. O Olhar Digital relembrou recentemente alguns dos termos concordados por todos os que resolvem se tornar parte dessa comunidade (veja aqui); são as regras de convivência, que deixam uma coisa bem clara: a rede pode até ser social, mas não é sua.
"A maior parte dos usuários das redes sociais não tem muita noção dos aspectos sociais, culturais, jurídicos ou políticos da rede. Como não tem, também, sobre a maioria dos recursos que usa no seu dia a dia", explica Girardi. "Assim como o Google", complementa Radfaher, "ninguém entende que o Google pertence a alguém, acham que é um serviço público."
Imbatível?
Ainda não se sabe o que acontecerá com o Facebook e até onde vai, só que ele tem lutado para manter os usuários ativos pelo máximo de tempo possível. Isso começou com a adoção da Linha do Tempo, anunciada por Zuckerberg com o propósito de transformar a rede social na "casa" dos internautas. Depois vieram os investimentos maciços em plataformas móveis, pelas quais pode-se levar o site a qualquer lugar.
Para desespero do Google e seu Google+, o Facebook não deve ser substituído por um serviço semelhante, na opinião de Radfaher, mas sim por outra plataforma, algo completamente diferente. A exemplo disso, ele cita a Globo, maior rede televisiva do Brasil, que até hoje não encontrou concorrente à altura - números de audiência comprovam isso - mas aos poucos tem perdido terreno para a internet.
"O Facebook conseguiu aquele tamanho que é bom o bastante, grande o suficiente. Pensa no tamanho daquilo, é muito difícil deixar o Facebook, a dor de sair é muito maior do que a satisfação de estar em outra rede", declara ele, que sentencia: "O valor do Facebook não está nele, mas nas relações que ele criou."
Girardi acha que o fundamental é que os princípios de liberdade na web sejam sempre lembrados, discutidos e defendidos publicamente - nas escolas, nos meios de comunicação, no debate sobre o marco civil da internet, nas reuniões entre amigos. "É preciso que indivíduos e grupos inspirados na cultura hacker participem do debate público e do próprio processo de controle e de inovação que pretende criar um mundo melhor para as pessoas."
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Na quinta-feira da semana passada, dia 4, o Facebook atingiu um patamar colossal ao se tornar uma rede que reúne 1 bilhão de internautas no mundo. Isso significa que uma a cada sete pessoas do planeta possui conta no site, ou seja, um sétimo da população da Terra pode ser considerado cliente de Mark Zuckerberg. É um tremendo status para um serviço que começou há menos de dez anos, afinal, o Facebook conseguiu reunir gostos, hábitos e preferências de toda essa multidão.
"O número é realmente impressionante", declara Liráucio Girardi Jr., doutor em sociologia e professor na Faculdade Cásper Líbero e na Universidade Municipal de São Caetano do Sul. O acadêmico considera o fato "um belo casamento entre engenharia da computação e engenharia social".
Serviços como este mostram como a sociedade continua trabalhando para vencer barreiras de expressão. O advento da comunicação em massa, explica o professor, serviu tanto para derrubar a territorialização da comunicação, quanto para criar filtros, pois passamos a depender de intermediários (partidos, donos de jornais, editores, donos de gravadoras, empresários e diretores canais de televisão e rádio etc.).
"O Facebook (e outros antes dele) amplificou o 'express yourself 2.0'. O custo de se produzir e distribuir/compartilhar informação, fotos, filmes, música, poesia, opinião foi reduzido quase que a zero", comenta Girardi. "Zuckerberg parece ter entendido muito bem o significado disso - ou se apropriou bem dessa ideia."
Luli Radfaher, Ph.D. em comunicação digital e professor na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, acredita que o Facebook ainda vai crescer mais. Muito mais. "Ele está entrando num patamar gigantesco, a caminho de se transformar em algo como Google e Microsoft", disse. "O Facebook é a rede social, as pessoas estão lá para compartilhar, trocar ideias, informações etc., e só ele atende a essas funções plenamente."
Vigia
O Facebook é mesmo um facilitador incontestável no campo comunicacional, prova disso é que a rede forma atualmente 140,3 bilhões de conexões - ou "amizades". Mesmo assim, há outro tema a ser observado no site: ele reúne uma quantidade não revelada de informações, agora sobre 1 bilhão de sujeitos. Isso não é perigoso?
Ambos os especialistas ouvidos pelo Olhar Digital concordam que não há com o que se preocupar em relação à retenção de dados. Para Girardi, o Facebook se vê obrigado a manter uma conduta polida justamente por ser constantemente vigiado. Isso porque a lógica comercial esbarra na lógica da cultura hacker, centrada na informação livre, na descentralização, na desconfiança com relação às autoridades. "A questão é saber até que ponto o Facebook vai conseguir andar no fio da navalha", diz. "Atualmente, ele tem sido forçado a respeitar esses princípios pelos próprios membros da cultura hacker."
Já Radfaher diz que o barulho em torno dos dados chega a ser injustificável, pois o Facebook não é o único com tamanho banco de dados - as operadoras de cartão de crédito, por exemplo, podem saber menos hábitos, mas têm mais poder financeiro sobre cada um de seus clientes. "O problema é outro, porque os dados não são meus há muito tempo; o problema é como eles são usados, pra quem são vendidos e por quê. Eu quero saber o que estão fazendo com minhas informações."
Segundo ele, o ideal seria que os dados fossem todos abertos, ao invés de pertencer a determinados grupos, já que ninguém sabe ao certo o que acontece com o que é publicado na internet.
Educação
Esbarra-se, ainda, noutra questão: as pessoas sabem o que é o Facebook? O professor da USP acha que não, que a maioria dos usuários sabe usá-lo, mas não entende bem o funcionamento dele e o porquê de sua existência. Seria necessário aplicar seriamente a alfabetização digital, que é a compreensão real do que querem dizer as ferramentas.
Por mais que esteja sob vigilância constante - afinal, atente a 1/7 da Terra - o Facebook não passa de um serviço privado, que pertence a acionistas e pode muito bem mudar o que quiser sem perguntar nada a nenhum dos usuários. O Olhar Digital relembrou recentemente alguns dos termos concordados por todos os que resolvem se tornar parte dessa comunidade (veja aqui); são as regras de convivência, que deixam uma coisa bem clara: a rede pode até ser social, mas não é sua.
"A maior parte dos usuários das redes sociais não tem muita noção dos aspectos sociais, culturais, jurídicos ou políticos da rede. Como não tem, também, sobre a maioria dos recursos que usa no seu dia a dia", explica Girardi. "Assim como o Google", complementa Radfaher, "ninguém entende que o Google pertence a alguém, acham que é um serviço público."
Imbatível?
Ainda não se sabe o que acontecerá com o Facebook e até onde vai, só que ele tem lutado para manter os usuários ativos pelo máximo de tempo possível. Isso começou com a adoção da Linha do Tempo, anunciada por Zuckerberg com o propósito de transformar a rede social na "casa" dos internautas. Depois vieram os investimentos maciços em plataformas móveis, pelas quais pode-se levar o site a qualquer lugar.
Para desespero do Google e seu Google+, o Facebook não deve ser substituído por um serviço semelhante, na opinião de Radfaher, mas sim por outra plataforma, algo completamente diferente. A exemplo disso, ele cita a Globo, maior rede televisiva do Brasil, que até hoje não encontrou concorrente à altura - números de audiência comprovam isso - mas aos poucos tem perdido terreno para a internet.
"O Facebook conseguiu aquele tamanho que é bom o bastante, grande o suficiente. Pensa no tamanho daquilo, é muito difícil deixar o Facebook, a dor de sair é muito maior do que a satisfação de estar em outra rede", declara ele, que sentencia: "O valor do Facebook não está nele, mas nas relações que ele criou."
Girardi acha que o fundamental é que os princípios de liberdade na web sejam sempre lembrados, discutidos e defendidos publicamente - nas escolas, nos meios de comunicação, no debate sobre o marco civil da internet, nas reuniões entre amigos. "É preciso que indivíduos e grupos inspirados na cultura hacker participem do debate público e do próprio processo de controle e de inovação que pretende criar um mundo melhor para as pessoas."
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
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Mais um viral ganhou força no Facebook nos últimos dias. Você já deve ter visto algum colega seu publicando um texto enorme, uma espécie de “aviso de privacidade”, afirmando que com ele o usuário protegerá todos os dados presentes na rede social, evitando que qualquer pessoa ou entidade - inclusive do governo americano - possa utilizá-los para outros fins que o internauta não gostaria.
Mas o que acontece é que o texto não passa de uma corrente, que já causou reclamações e até paródias. O fato é que, ao compartilhar o aviso, você estará apenas incomodando seus amigos. A rede social de Mark Zuckerberg já possui uma política de termos de uso e uma outra sobre o uso de dados no site – que informam ao usuário sobre quais informações o site recebe e para quais fins elas são utilizadas.
O Facebook deixa claro que só utiliza informações dos usuários com o consentimento dos mesmos. “Embora você esteja nos permitindo usar as informações que recebemos sobre você, você sempre será o proprietário de todas as suas informações. Sua confiança é importante para nós, e é por isso que não compartilhamos informações sobre você com outros a menos que tenhamos: recebido sua permissão; notificado você, informando-o nesta política, por exemplo; ou removido seu nome ou outras informações de identificação pessoal do site”, informa a página da política de uso de dados do site.
Ao se inscrever no site, o usuário já está concorda com essa política, ou seja, esse simples aviso no seu mural não fará diferença alguma. Caso você não concorde, o Facebook te dá a opção de excluir sua conta.
Dois fatores utilizados no corpo do hoax, como são chamadas essas histórias falsas que circulam na Internet, podem induzir o usuário a acreditar que ele seja verdadeiro. O primeiro deles é afirmar que o Facebook se tornou uma "entidade de capital aberto".
Isso significa apenas que a empresa se tornou pública e pode vender ações no mercado. Isso não influencia em nada na política de privacidade do site.
Outro dado curioso é o "UCC" ao final do texto, identificado como se fosse uma lei internacional que punirá quem não respeitar o aviso. A sigla é americana, mas certamente não tem relação com privacidade. UCC significa Uniform Commercial Code - em tradução livre, Código Comercial Uniforme -, um código que trata de transações comerciais e assuntos afins.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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Mais um viral ganhou força no Facebook nos últimos dias. Você já deve ter visto algum colega seu publicando um texto enorme, uma espécie de “aviso de privacidade”, afirmando que com ele o usuário protegerá todos os dados presentes na rede social, evitando que qualquer pessoa ou entidade - inclusive do governo americano - possa utilizá-los para outros fins que o internauta não gostaria.
Mas o que acontece é que o texto não passa de uma corrente, que já causou reclamações e até paródias. O fato é que, ao compartilhar o aviso, você estará apenas incomodando seus amigos. A rede social de Mark Zuckerberg já possui uma política de termos de uso e uma outra sobre o uso de dados no site – que informam ao usuário sobre quais informações o site recebe e para quais fins elas são utilizadas.
O Facebook deixa claro que só utiliza informações dos usuários com o consentimento dos mesmos. “Embora você esteja nos permitindo usar as informações que recebemos sobre você, você sempre será o proprietário de todas as suas informações. Sua confiança é importante para nós, e é por isso que não compartilhamos informações sobre você com outros a menos que tenhamos: recebido sua permissão; notificado você, informando-o nesta política, por exemplo; ou removido seu nome ou outras informações de identificação pessoal do site”, informa a página da política de uso de dados do site.
Ao se inscrever no site, o usuário já está concorda com essa política, ou seja, esse simples aviso no seu mural não fará diferença alguma. Caso você não concorde, o Facebook te dá a opção de excluir sua conta.

Dois fatores utilizados no corpo do hoax, como são chamadas essas histórias falsas que circulam na Internet, podem induzir o usuário a acreditar que ele seja verdadeiro. O primeiro deles é afirmar que o Facebook se tornou uma "entidade de capital aberto".
Isso significa apenas que a empresa se tornou pública e pode vender ações no mercado. Isso não influencia em nada na política de privacidade do site.
Outro dado curioso é o "UCC" ao final do texto, identificado como se fosse uma lei internacional que punirá quem não respeitar o aviso. A sigla é americana, mas certamente não tem relação com privacidade. UCC significa Uniform Commercial Code - em tradução livre, Código Comercial Uniforme -, um código que trata de transações comerciais e assuntos afins.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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