terça-feira, 31 de janeiro de 2012
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Entre todas as visitas feitas à Internet em dezembro de 2011, 19,38% delas tiveram como destino sites da categoria Redes Sociais e Fóruns. A participação desta categoria é três vezes maior do que a verificada para a categoria de Sites Adultos, que ficou com 5,29% das visitas no mesmo período. É o que revela a pesquisa mais recente da Experian Hitwise.
Na comparação com dezembro de 2010, os sites de conteúdo adulto apresentaram um crescimento de 0,67% no ano contra ano, saindo de 4,62% para 5,28% de participação em visitas em todo o Brasil. Já as redes sociais cresceram 3,84%, saindo de 15,54% em dezembro de 2010 para 19,38% em dezembro de 2011.
Esse crescimento das redes sociais se reflete no dado recentemente divulgado pela Experian Hitwise de que o Facebook passou o Orkut no Brasil, atingindo 33,60% das visitas a Redes Sociais e Fóruns na primeira semana de 2012. O Orkut passou a ocupar a segunda posição do ranking, com 32,68%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Facebook cresceu 25,47%, enquanto o Orkut viu queda de 23,24%.
Comparação internacional
Em outros países, os sites de conteúdo adulto e as redes sociais têm menor participação em visitas do que no Brasil.
Nos Estados Unidos, a categoria de sites de conteúdo adulto ficou com 4,54% da preferência dos usuários, atrás também de Redes Sociais e Fóruns (14,57%), Ferramentas de Busca (10,89%) e Sites de e-mail (5,62%).
Em comparação com outras regiões, a categoria de sites de conteúdo adulto também apresenta variação. Em Hong Kong, a categoria teve 2,90% de participação em visitas em dezembro de 2011, seguida de Cingapura (3,33%), França (4,28%), Nova Zelândia (5,12%). Os acessos à categoria no Brasil estão atrás de Canadá (5,32%), Austrália (5,45%) e Reino Unido (5,83%).
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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Na comparação com dezembro de 2010, os sites de conteúdo adulto apresentaram um crescimento de 0,67% no ano contra ano, saindo de 4,62% para 5,28% de participação em visitas em todo o Brasil. Já as redes sociais cresceram 3,84%, saindo de 15,54% em dezembro de 2010 para 19,38% em dezembro de 2011.
Esse crescimento das redes sociais se reflete no dado recentemente divulgado pela Experian Hitwise de que o Facebook passou o Orkut no Brasil, atingindo 33,60% das visitas a Redes Sociais e Fóruns na primeira semana de 2012. O Orkut passou a ocupar a segunda posição do ranking, com 32,68%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Facebook cresceu 25,47%, enquanto o Orkut viu queda de 23,24%.
Comparação internacional
Em outros países, os sites de conteúdo adulto e as redes sociais têm menor participação em visitas do que no Brasil.
Nos Estados Unidos, a categoria de sites de conteúdo adulto ficou com 4,54% da preferência dos usuários, atrás também de Redes Sociais e Fóruns (14,57%), Ferramentas de Busca (10,89%) e Sites de e-mail (5,62%).
Em comparação com outras regiões, a categoria de sites de conteúdo adulto também apresenta variação. Em Hong Kong, a categoria teve 2,90% de participação em visitas em dezembro de 2011, seguida de Cingapura (3,33%), França (4,28%), Nova Zelândia (5,12%). Os acessos à categoria no Brasil estão atrás de Canadá (5,32%), Austrália (5,45%) e Reino Unido (5,83%).
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
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O ano mal começou e já podemos sentir um pouco do que ainda está por vir nos próximos meses. Desde o início de janeiro, a internet foi tomada por uma onda de protestos contra o Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect IP Act (PIPA), em pauta no congresso americano até meados de janeiro, quando foram paralisados (ou mortos).
Após as constantes pressões do público, a decisão para impedir que o projeto continuasse, na teoria, partiu do próprio criador, Lamar Smith, que desistiu da causa "até que haja um amplo acordo sobre uma solução".
Contudo, uma ameaça ainda maior já pode estar em andamento, e talvez até mais perigosa que o SOPA para as liberdades de internet: Anti-Counterfeiting Trade Agreement, ou ACTA (Acordo Comercial Anticontrafacção, para o português). Pelo menos é isso o que afirma Darrell Issa, representante político do estado da Califórnia.
Segundo entrevista para o Fórum Mundial de Economia, na Suíça, "apesar de não mudar as leis já existentes, [o ACTA] é mais perigoso do que o SOPA pois, uma vez implementado, vai criar um sistema de aplicação totalmente novo e atar as mãos do Congresso americano caso queiram desfazê-lo no futuro".
O que é o ACTA?
Com as mesmas prerrogativas do projeto americano SOPA, o ACTA é um tratado global mais abrangente que visa normatizar a proteção de direitos autorais e propriedade intelectual entre os países participantes, ou seja, criar determinados padrões internacionais para combater bens falsificados e a pirataria virtual. Além disso, seu objetivo inclui penas para quem for acusado de "contrabando" online, como restrições ao acesso à internet, por exemplo, e também se expande para a falsificação de medicamentos e produtos de grife.
O acordo ainda sofre críticas porque a maior parte das negociações é feita secretamente e por estar sob suspeitas de beneficiar as grandes corporações, ao mesmo tempo em que fecha o cerco à liberdade dos usuários da web ao rastrear conexões e implantar filtros de navegação. Embora não esteja claro, Darrell Issa acredita que muitas coisas no SOPA são basicamente implementadas no ACTA.
Com negociações iniciadas formalmente em 2008, a construção do projeto foi conduzida em segredo até 2009, quando o Wikileaks revelou ao público a existência dos arquivos confidenciais. Em 2011, o tratado foi aberto para assinaturas e foi prontamente reconhecido pelos países que participaram das reuniões - com exceção da União Europeia (UE). Meses depois, Austrália, Coreia do Sul, Marrocos, Nova Zelândia e Cingapura também aderiram ao protocolo.
Esta semana, o ACTA foi assinado por 22 estados membros da UE, em Tóquio, mas só deve ser efetivamente colocado em prática no território europeu após a aprovação do parlamento, que deve acontecer em junho deste ano. Agora, o projeto já tem um número significativo de nações apoiadoras, tais como Polônia, França, Itália, Japão, Singapura, Suíça, e, claro, os Estados Unidos (que assinou a petição no ano passado). Todas ainda têm tentado restringir o quanto puderem o acesso generalizado de seus cidadãos aos documentos que servem de base à negociação do projeto.
O que pode mudar com o ACTA?
Mesmo sem saber sobre a versão final do ACTA, o que se sabe é que seus objetivos são similares ao SOPA, com a diferença de que será muito mais abrangente e seus mecanismos de implementação e punição são ainda mais rigorosos para os que descumprirem as leis.
Uma dessas implementações prevê que o acordo transforme servidores de internet em vigilantes da rede. Basicamente, eles serão obrigados a fornecer dados privados de usuários suspeitos para as indústrias detentoras de direitos autorais. Neste caso, o detentor terá de apresentar justificativas razoáveis que mostrem e comprovem a infração. O problema é que o ACTA não deixa claro qual e como seriam os motivos para justificar o crime, trazendo, então, implicações diretas para a privacidade virtual.
Os ISPs norte-americanos já estão habituados a um sistema parecido, que obriga os intermediários técnicos, como os fornecedores de acesso à internet, a remover todos os conteúdos ilícitos sempre que receberem uma notificação dos detentores de direitos, caso não desejem ser processados.
Apesar das pressões das editoras discográficas, até o momento os ISPs norte-americanos não têm cooperado, e é justamente isso o que a ACTA pretende mudar: além de fazer essa regra de caráter global, os ISPs poderão passar a ser obrigados a filtrar ou bloquear conteúdos protegidos por direitos de autor. Isso já acontece na Coreia do Sul, onde a subsidiária do Google optou por impedir todos os uploads de vídeos e comentários.
Por fim, o tratado reforça ainda mais a proteção concedida às medidas técnicas de segurança, mais conhecidas como DRM, a ponto de prever a aplicação de leis civis e criminais a quem contornar ou distribuir ferramentas que driblem essas tecnologias anticópia. Além disso, podem ser implantadas leis alfandegárias, o que deve significar a fiscalização e apreensão de bens como notebooks e mp3 players. Para isso, apenas a suspeita de que tais itens violam direitos autorais já seria suficiente para condenar um culpado.
Manifestações
Enquanto o projeto segue em andamento, o número de entidades e figuras políticas que se posicionam contra a aplicação efetiva do tratado aumenta cada vez mais. A deputada holandesa Marietje Schaake, que participa do parlamento europeu, declarou em nota oficial a preocupação com a falta de transparência com a qual o acordo foi negociado, além dos impactos reais que ele terá na liberdade de expressão na internet.
Já os franceses do Le Quadrature du Net - uma ONG que alerta governos e a sociedade sobre projetos que ameaçam liberdades civis na web - veem a assinatura do ACTA pela UE como uma armadilha para a democracia. Nem mesmo o temido grupo de hackers Anonymous ficou de fora dos críticos. Em postagens recentes no Twitter, eles deixam clara a posição contrária ao acordo, e promete retaliações.
O público que mais tem protestado diante do tratado são os poloneses que, desde o início desta semana, invadiram as ruas contra a participação da Polônia no projeto. Em Varsóvia, os manifestantes ocuparam a frente do gabinete da União Europeia, onde, com adesivos colados na boca, cartazes com dizeres "Pare ACTA" e máscara de Guy Fawkes, se declararam contra a entrada do ACTA no país.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
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Nesta segunda-feira (23/01) o Sindicato dos Trabalhadores (Sindpd) e o Sindicato dos Empresários (Seprop) chegaram a um acordo com os trabalhadores de TI para aumento de salário. Assim, houve aumento de 7,5% a 9,1% no piso salarial, na 4ª rodada de negociações da campanha.
Essa mudança atinge digitadores, help desks, profissionais com funções administrativas e técnicos de informática. Porém, para os empregados do ramo de office boy, o reajuste foi de 15%. Na realidade, os ganhos reais dos funcionários irão de 1,4 a 3,02%, já que a inflação no período ficou em 6,08%.
Para Antonio Neto, presidente do Sindpd, "o desempenho no setor é excelente", com crescimento de 13%. Para ele, o programa Brasil Maior, que desonerou a folha de pagamento, irá ajudar, já que fará com que as empresas tenham incentivo tributário. "Iniciamos 2012 com o pé direito, mostrando que o país está com a economia aquecida e a TI é um de seus principais motores", afirma.
O PLR (Participação em Lucros e Resultados) e o VR (Vale Refeição) também mudaram. Empresas com mais de 50 funcionários terão 90 dias para começarem a implantar o PLR. As com mais de 100 empregados terão de pagar no mínimo R$10 de VR para cargas horárias de 8 horas - mas a restrição cairá para 50 funcionários em 2013.
A hora extra será de 75% para as 2 primeiras após a jornada normal. Após esse período, o valor é de mais 100% por hora. Aqui, vale uma ressalva: trabalhadores que já têm benefícios maiores não poderão ter esses direitos diminuídos. Os reajustes já valem para janeiro.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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Essa mudança atinge digitadores, help desks, profissionais com funções administrativas e técnicos de informática. Porém, para os empregados do ramo de office boy, o reajuste foi de 15%. Na realidade, os ganhos reais dos funcionários irão de 1,4 a 3,02%, já que a inflação no período ficou em 6,08%.
Para Antonio Neto, presidente do Sindpd, "o desempenho no setor é excelente", com crescimento de 13%. Para ele, o programa Brasil Maior, que desonerou a folha de pagamento, irá ajudar, já que fará com que as empresas tenham incentivo tributário. "Iniciamos 2012 com o pé direito, mostrando que o país está com a economia aquecida e a TI é um de seus principais motores", afirma.
O PLR (Participação em Lucros e Resultados) e o VR (Vale Refeição) também mudaram. Empresas com mais de 50 funcionários terão 90 dias para começarem a implantar o PLR. As com mais de 100 empregados terão de pagar no mínimo R$10 de VR para cargas horárias de 8 horas - mas a restrição cairá para 50 funcionários em 2013.
A hora extra será de 75% para as 2 primeiras após a jornada normal. Após esse período, o valor é de mais 100% por hora. Aqui, vale uma ressalva: trabalhadores que já têm benefícios maiores não poderão ter esses direitos diminuídos. Os reajustes já valem para janeiro.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
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A era digital também chegou aos processos de seleção de candidatos a vagas de empregos. A Union Square Ventures, companhia de capital de riscos e investidora de grandes nomes do mundo online como Twitter, Foursquare e Zynga, já exigem que o candidato envie perfis no Twitter e Tumblr, junto de um vídeo demonstrando o interesse na posição, ao invés do antigo currículo.
Em uma matéria do jornal norte-americano The Wall Street Journal, a empresa afirma que esse processo seleciona os melhores candidatos, principalmente para eles, que são altamente envolvidos com internet e redes sociais.
Outros meios, como o LinkedIn, vídeos e até questionários online também são novas formas escolhidas para seleção de candidatos. Para Christina Cacioppo, associada da Union Square, os currículos não dizem muito sobre os candidatos: "Estamos mais interessados em como as pessoas são, com o que elas gostam de trabalhar e como elas pensam", diz.
Além de questões normais sobre o emprego, as empresas também estão querendo saber "Como é o emprego dos sonhos" ou "Qual foi o melhor trabalho que você já teve". Já a empresa IGN Entertainment Inc., de games e mídias, criou um programa chamado Code Foo, onde os participantes jogam e aprendem ao mesmo tempo. Ao invés de currículos, neste caso a empresa criou uma série de desafios em seu site e até pede vídeos demonstrando a paixão por jogos dos candidatos.
Para Todd Carlisle, diretor do Google, informações como experiências anteriores, hobbies, atividades extracurriculares, como pintar casas ou fazer uma tour com uma banda de punk rock, ajudam a mostrar como o candidato se encaixaria na cultura da companhia.
E, você, gosta da ideia ou é mais antiquado e prefere o bom e velho currículo? Deixe sua opinião nos comentários.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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Em uma matéria do jornal norte-americano The Wall Street Journal, a empresa afirma que esse processo seleciona os melhores candidatos, principalmente para eles, que são altamente envolvidos com internet e redes sociais.
Outros meios, como o LinkedIn, vídeos e até questionários online também são novas formas escolhidas para seleção de candidatos. Para Christina Cacioppo, associada da Union Square, os currículos não dizem muito sobre os candidatos: "Estamos mais interessados em como as pessoas são, com o que elas gostam de trabalhar e como elas pensam", diz.
Além de questões normais sobre o emprego, as empresas também estão querendo saber "Como é o emprego dos sonhos" ou "Qual foi o melhor trabalho que você já teve". Já a empresa IGN Entertainment Inc., de games e mídias, criou um programa chamado Code Foo, onde os participantes jogam e aprendem ao mesmo tempo. Ao invés de currículos, neste caso a empresa criou uma série de desafios em seu site e até pede vídeos demonstrando a paixão por jogos dos candidatos.
Para Todd Carlisle, diretor do Google, informações como experiências anteriores, hobbies, atividades extracurriculares, como pintar casas ou fazer uma tour com uma banda de punk rock, ajudam a mostrar como o candidato se encaixaria na cultura da companhia.
E, você, gosta da ideia ou é mais antiquado e prefere o bom e velho currículo? Deixe sua opinião nos comentários.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou a resolução para a redução gradual da taxa para ligações entre telefones fixos e móveis. As chamadas VC terão redução de 10% para os usuários, provavelmente, a partir de fevereiro.
O valor pago antes dessa aprovação era de R$0,54 e agora, será de R$0,484. A Anatel espera que, em 2013 e 2014, ela seja de R$0,449 e R$0,425, respectivamente - ou seja, ao final da redução gradual, o consumidor deverá economizar cerca de 45%, se considerada a inflação no período.
Esse dinheiro pago pelo consumidor, normalmente, é dividido entre a operadora de telefonia fixa e a móvel. A redução vai afetar, principalmente, as operadoras de celular, que tiveram um retorno maior nos últimos anos para estimular a expansão da infraestrutura e o serviço no país.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou a resolução para a redução gradual da taxa para ligações entre telefones fixos e móveis. As chamadas VC terão redução de 10% para os usuários, provavelmente, a partir de fevereiro.
O valor pago antes dessa aprovação era de R$0,54 e agora, será de R$0,484. A Anatel espera que, em 2013 e 2014, ela seja de R$0,449 e R$0,425, respectivamente - ou seja, ao final da redução gradual, o consumidor deverá economizar cerca de 45%, se considerada a inflação no período.
Esse dinheiro pago pelo consumidor, normalmente, é dividido entre a operadora de telefonia fixa e a móvel. A redução vai afetar, principalmente, as operadoras de celular, que tiveram um retorno maior nos últimos anos para estimular a expansão da infraestrutura e o serviço no país.
FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
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Uma campanha do McDonalds no Twitter não saiu exatamente como os idealizadores planejaram e gerou protestos por parte dos clientes que usam o serviço, segundo o The Daily Mail.
A campanha pedia que fãs da rede de fast food mandassem histórias envolvendo o McDonalds com a hashtag #McDStories ou #MeetTheFarmers (encontre os fazendeiros, uma referência aos fornecedores dos produtos usados nos lanches do McDonalds).
O primeiro tweet falava "Quando você faz algo com orgulho, as pessoas podem apreciar", com um vídeo de um fornecedor de batatas da rede falando sobre a sua relação com o McDonalds. Ao final do tweet, a hashtag "McDStories" foi apresentada para que usuários também contassem suas experiências.
O que começou como uma inocente brincadeira tomou proporções que o McDonalds não imaginava. Usuários começaram a relatar casos negativos envolvendo os lanches da rede de fast food, como um rapaz contando de uma vez que encontrou unhas no seu Big Mac, ou uma mulher que teve uma intoxicação após comer um lanche em uma loja da franquia.
Além disso, outros usuários usaram as hashtags para divulgar textos espalhados pela internet que acusam o McDonalds de crueldade com os animais que são usados para a produção dos lanches, e fazendeiros afirmavam que jamais forneceriam produtos para a rede de lanchonete.
O diretor de mídias sociais do McDonalds, Rick Wion, explicou o fracasso da campanha ao Paidcontent. Segundo Wion, apesar de terem escolhido com bastante cautela as palavras usadas nas hashtags, não dá para evitar que pessoas que são contra a marca se manifestem pelo Twitter.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Uma campanha do McDonalds no Twitter não saiu exatamente como os idealizadores planejaram e gerou protestos por parte dos clientes que usam o serviço, segundo o The Daily Mail.
A campanha pedia que fãs da rede de fast food mandassem histórias envolvendo o McDonalds com a hashtag #McDStories ou #MeetTheFarmers (encontre os fazendeiros, uma referência aos fornecedores dos produtos usados nos lanches do McDonalds).
O primeiro tweet falava "Quando você faz algo com orgulho, as pessoas podem apreciar", com um vídeo de um fornecedor de batatas da rede falando sobre a sua relação com o McDonalds. Ao final do tweet, a hashtag "McDStories" foi apresentada para que usuários também contassem suas experiências.
O que começou como uma inocente brincadeira tomou proporções que o McDonalds não imaginava. Usuários começaram a relatar casos negativos envolvendo os lanches da rede de fast food, como um rapaz contando de uma vez que encontrou unhas no seu Big Mac, ou uma mulher que teve uma intoxicação após comer um lanche em uma loja da franquia.
Além disso, outros usuários usaram as hashtags para divulgar textos espalhados pela internet que acusam o McDonalds de crueldade com os animais que são usados para a produção dos lanches, e fazendeiros afirmavam que jamais forneceriam produtos para a rede de lanchonete.
O diretor de mídias sociais do McDonalds, Rick Wion, explicou o fracasso da campanha ao Paidcontent. Segundo Wion, apesar de terem escolhido com bastante cautela as palavras usadas nas hashtags, não dá para evitar que pessoas que são contra a marca se manifestem pelo Twitter.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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Após o FBI tirar do ar o site MegaUpload, o grupo hackitivista Anonymous disponibilizou nesta segunda-feira (23/01) todo o acervo da gravadora Sony para download.
Em uma página simples e básica, arquivos como trilhas sonoras de filmes, álbuns de séries de TV e de cantores contratados pela gravadora, como Jennifer López e Franz Ferdinand, foram disponibilizados.
De acordo com o site da revista Exame, discos lançados há 10 anos e filmes produzidos a partir de 2000 foram colocados para download em torrent e alguns, em arquivo direto. Um recado foi colocado junto aos arquivos. No texto, os Anonymous dizem que, mesmo sem MegaUpload, outras formas de download de conteúdos continuarão a existir.
Além da Sony, o grupo Anonymous também invadiu ou derrubou sites da CBS, EMI, RIAA, FBI e até o site da cantora brasileira Paula Fernandes, contratada da Sony Music.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Após o FBI tirar do ar o site MegaUpload, o grupo hackitivista Anonymous disponibilizou nesta segunda-feira (23/01) todo o acervo da gravadora Sony para download.
Em uma página simples e básica, arquivos como trilhas sonoras de filmes, álbuns de séries de TV e de cantores contratados pela gravadora, como Jennifer López e Franz Ferdinand, foram disponibilizados.
De acordo com o site da revista Exame, discos lançados há 10 anos e filmes produzidos a partir de 2000 foram colocados para download em torrent e alguns, em arquivo direto. Um recado foi colocado junto aos arquivos. No texto, os Anonymous dizem que, mesmo sem MegaUpload, outras formas de download de conteúdos continuarão a existir.
Além da Sony, o grupo Anonymous também invadiu ou derrubou sites da CBS, EMI, RIAA, FBI e até o site da cantora brasileira Paula Fernandes, contratada da Sony Music.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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