Curiosidades, Notícias, Dicas, Códigos

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

On 10:32 AM by Anônimo in ,    No comments
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Vá começando a se desapegar dos famosos ".com", ".net", ".br" e outros tipos de domínios que servem como padrões para sites. Novas regras na internet começarão a ser implementadas a partir desta quinta-feira (12/1), principalmente em relação aos nomes de domínios dos sites.

A partir deste dia, empresas, marcas ou instituições poderão, por exemplo, propor qualquer terminação para seus endereços, ou os chamados domínios genéricos superiores. Assim, poderão ser criados domínios ".banco", ".sp" ou até ".olhardigital", uma vez que marcas poderão criar seus ".nike", ".apple", ou ".xbox", e assim vai.

Porém, além de propor esses domínios, as empresas se tornarão entidades registradoras. Basicamente, terão toda a responsabilidade da gestão e operação do domínio, mesmo a parte tecnológica, assim como a Registro BR faz com o ".br".

Para Rodrigo Azevedo, advogado especializado em Propriedade Intelectual e Tecnologia da Informação, os novos endereços possibilitam "um melhor posicionamento da marca na internet, ampliando as possibilidades de comunicação e visibilidade global de conteúdos", além, claro, "de ser uma alternativa para o esgotamento do .com e .com.br".

Apesar de a ideia já estar bombando no exterior – Nova Iorque e Berlim já querem seus domínios e diversos interessados querem domínios ".music", ".hotel" ou ".web" –, no Brasil, o desconhecimento sobre o tema ainda é regra.

Azevedo conta que ele já está coordenando diversos pedidos de domínios para algumas das maiores marcas brasileiras, mas, na maioria da vezes, as companhias nem sequer sabem do que se trata essa oportunidade.

Outro ponto muito benéfico para as marcas e empresas é a prevenção de crimes ou fraudes virtuais. Assim, "todo o conteúdo publicado abaixo de .marcax, por exemplo, seria conteúdo oficial da marca 'X'", diz o advogado.

Porém, há riscos: outra empresa homônima pode escolher um domínio similar, podendo fazer com que a marca vá para segundo plano, mesmo se pensarmos em resultados de pesquisa em buscadores.

Entre os principais motivos que levam as empresas a investirem em novos domínios estão a personalização de seu lugar na web, atribuição de status digital à marca, possibilidade de comercialização de sites e e-mails com o nome do domínios e as oportunidades quase ilimitadas de novos endereços.



FONTE: olhardigital.uol.com.br/
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

On 11:02 AM by Anônimo in ,    No comments
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O Japão anunciou ter desenvolvido um vírus capaz de desarmar sistemas de ataque de outros países.

Dez anos atrás, vírus e malwares eram desenvolvidos por estudantes curiosos e vândalos querendo saber a extensão dos danos que podiam causar. Mas rapidamente a prática se tornou comum entre criminosos, que criaram a maior parte das ameaças ao perceber que era possível obter lucro com elas.

Agora é a vez dos governos. Uma ciberguerra financiada pela iniciativa pública é uma preocupação crescente conforme os países aumentam se arsenal de armas virtuais.

Engenheiros do departamento de Defesa do Japão, por exemplo, anunciaram que desenvolveram um vírus que consegue ratrear, identificar e desarmar sistemas de ataque. A ameaça começou a ser criada há três anos e por enquanto foi testada apenas em redes próximas, segundo informações do jornal japonês Daily Yomiuri.

A ideia de usar vírus para impedir ataques iminentes não é nova. Seguindo o malware Code Red de 2001, várias ameaças – entre elas o Code Blue e o Code Green – foram enviadas para sistemas vulneráveis a infecções. O Code Green até tentou limpar sistemas contaminados com a primeira ameaça.

De acordo com especialistas, a partir de 2005 o governo dos Estados Unidos começou a investir em programas e ameaças robustos o suficiente para travar uma ciberguerra. As ferramentas variam de botnets para exploração de sofwares até malwares poderosos. Atualmente, a maior parte dos países mais desenvolvidos são suspeitos de ter ou anunciaram possuir ofensivas virtuais como essas.

Muitos afirmam que o malware Stuxnet, com ou sem a ajuda de Israel, é uma criação do governo dos Estados Unidos.

"Quando se trata de guerras entre nações, defesas automatizadas fazem sentido", disse o diretor de pesquisas da Spire Security Pete Lindstrom. "Os seres humanos não podem igualar a escala de respostas que os computadores conseguem atingir."

No entanto, se os governos começarem a lançar em grande quantidade respostas eletrônicas para ataques, como vírus e malwares, para neutralizar um ataque, ou a promover ofensivas de negação de serviço (DDoS) para derrubar sites de adversários, as empresas precisarão se preparar melhor para potenciais de danos colaterais. "Uma vez liberada uma ameaça, ninguém sabe realmente o impacto que ela poderia ter sobre certos sistemas e redes."

Analista da empresa de segurança Securosis, David Mortman afirmou que os gerentes de TI de companhias de segurança precisam se preparar para todos tipos de ataques que vimos nas duas últimas décadas. "É improvável que vejamos novos vírus, DDoS, botnets, explorações de softwares e golpes de engenharia social", declarou Mortman. "Mas é possível que vejamos o que já existe em maior escala. Essencialmente, para se proteger desses ataques, você precisa fazer tudo o que você já deve estar fazendo, isso é ter as defesas certas e planos em vigor para os tradicionais ataques e desastres. "



FONTE: idgnow.uol.com.br
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

On 11:18 AM by Anônimo in , ,    No comments
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A CNNMoney acaba de divulgar que, pela primeira vez na indústria, as vendas de música através da internet ultrapassaram as vendas em discos e outros suportes físicos.

Tecnicamente, digamos assim, foi um empate. O comércio online ficou com 50,3% do bolo em 2011, de acordo com o relatório Nielsen & Billboard. Mas agora já era, ninguém segura. Impossível voltar atrás. Ou não?

O que me surpreende é que tenha levado tanto tempo para que a indústria digital tenha ultrapassado essa marca. Desde 1999, quando o saudoso Napster detonou o tráfego de gravações pela rede, a coisa não parou mais. Sem falar na Apple e seu iTunes, facilitando de vez a criação de um mercado que vende bilhões na base dos centavinhos de dólar…

 
FONTE: idgnow.uol.com.br
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On 11:03 AM by Anônimo in , , ,    No comments
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A LG Electronics informou nesta sexta-feira que lançará seu primeiro Google TV na próxima semana, na feira anual Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, seguindo os passos de Sony e Samsung Electronics e se aliando ao Google para entrar no crescente mercado de TV via internet.

O Google tenta repetir no segmento de TV o bom desempenho da plataforma para smartphones Android, mas o sucesso tem sido parcial até agora pela falta de conteúdo na internet e de suporte por parte das fabricantes de hardware.

O Google TV permite acessar vídeos online e sites pela televisão, além de aplicativos como jogos. Atualmente o serviço está disponível em alguns modelos da Sony, mas a Samsung também vem trabalhando com a companhia norte-americana para lançar o Google TV.

O Google informou que as fabricantes de chips Marvell e MediaTek e a de televisores Vizio também têm parcerias para o serviço.
A CES se realiza em Las Vegas, de 10 a 13 de janeiro.



FONTE: tecnologia.terra.com.br
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

On 10:54 AM by Anônimo in ,    No comments
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O Ministério das Comunicações estaria planejando uma desoneração de impostos para smartphones produzidos no Brasil, como uma forma de ampliar o acesso da população à internet, segundo reportagem desta quinta-feira na Folha de S. Paulo. A proposta seria incluir os telefones inteligentes na chamada Lei do Bem, que isenta produtos do PIS/Cofins (no caso, de 9,25%) e diminui o IPI (de 15% para 3%). A legislação é a mesma na qual já foram incluídos computadores e tablets fabricados no País.

A expectativa do governo, de acordo com a matéria da Folha de S. Paulo, é que os preços finais ao consumidor caiam cerca de 25% - o modelo mais barato registrado pelos dados oficiais, de R$ 199, passaria a custar R$ 150. O projeto teria surgido após uma pesquisa revelar que o "celular que acessa a internet" virou sonho de consumo da classe C do País em anos recentes. Os dados de expansão da banda larga móvel - 101,1% entre outubro de 2010 e o mesmo mês de 2011, contra 24% da conexão rápida fixa - também colaboram com o projeto, que teria o reforço, ainda, de um possível aumento da velocidade da internet 3G oferecida aos clientes após a licitação da banda móvel 4G, que deve ocorrer em abril. Hoje, há planos de banda larga móvel a partir de R$ 0,50 por dia.



FONTE: tecnologia.terra.com.br/
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

On 11:02 AM by Anônimo in ,    No comments
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Mozilla tem se esforçado para migrar usuários para versões mais recentes. Firefox 3.6 deixará de ser suportado pela fundação em abril.

O ultimo alerta de atualização da Mozilla, enviado no fim do ano passado, trouxe mais usuários do Firefox 3.6 para a versão mais recente desde o aviso de junho, atesta o instituto Net Applications.

De acordo com o levantamento, a participação do antigo browser da Mozilla caiu de 5,3%, no fim de novembro, para 4,4% em dezembro. No começo do mês, o software começou a exibir uma notificação para que os internautas migrassem para sua última versão – na época, o Firefox 8.

Convencer os usuários do Firefox 3.6 a instalarem as novas versões é importante para a Mozilla, pois ela deixa de entregar atualizações de segurança dois anos após o lançamento de determinado modelo. Com o prazo prestes a se completar, o objetivo da fundação é abandonar o antigo software sem deixar nenhum internauta para trás.

Por alguns meses, a Mozilla cogitou abandonar o Firefox 3.6. Em setembro, porém, anunciou que manteria antigas versões até que o software com suporte estendido – desenvolvido especialmente para empresas – fosse liberado. A iniciativa foi pensada por conta da dificuldade que o mercado corporativo possui de acompanhar o ritmo de atualizações do navegador, que, desde o último ano, tem um grande update a cada seis semanas.

Assim, o plano atual é que o Firefox 3.6 deixe de ser atualizado a partir de 24/04. Atualmente, ele responde por um quinto da participação do browser no mercado, ante os 82% que detinha em janeiro e 32% em julho.



FONTE: idgnow.uol.com.br/
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

On 10:15 AM by Anônimo in , , ,    No comments
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Sites como Google, Facebook, Twitter e Wikipedia podem interromper suas operações causando uma espécie de “blackout” na internet em protesto à lei antipirataria em discussão no Senado norte-americano conhecida como S.O.P.A, sigla para Stop Online Piracy Act.

O diretor da NetCoalition, associação das empresas de internet contrárias à aprovação da lei, disse à Fox News disse que a Mozilla – dona do browser Firefox – já desligou seus serviços em um dia e agora empresas, dentre elas a Wikimedia, responsável pela Wikipedia, estudam fazer algo parecido. O executivo Markham Erickson, garante que as ações conjuntas são apenas “a ponta do iceberg em termos de resposta” à lei.

A NetCoalition engloba empresas como Facebook, AOL, eBay, Facebook, Foursquare, Google, LinkedIn, Twitter, PayPal, Wikimedia, Mozilla, Yahoo e Zynga. A ação ainda não foi definida e, por isso, não sabe exatamente o que acontecerá, mas ao que tudo indica, usuários da internet se deparariam com momentos online sem a possibilidade de fazer buscas no Google ou Wikipedia, publicações no Facebook e Twitter ou pagamentos pelo PayPal. No lugar das páginas, apareceriam mensagens incentivando os usuários a reclamar da lei aos congressistas. O Scribd recentemente fez uma ação contra a lei, causando o desaparecimento gradual de palavras dos documentos no seu site.

“Esse tipo de coisa não acontece porque as empresas normalmente não colocam seus usuários nessa posição”, disse Erickson comentando o ineditismo da ação. “A diferença é que essas normas alteram profundamente o modo como a internet funciona”. O executivo acredita que as pessoas “precisam entender o efeito que essa legislação terá sobre quem usa a internet”.

O projeto que atualmente tramita no Senado dos Estados Unidos responsabiliza sites pelo conteúdo postado por usuários. Se algum conteúdo for considerado ilegal, a punição poderá recair sobre os donos do site que hospeda o conteúdo – seja ele o Facebook ou o Megaupload. As penas incluem desde o bloqueio do site até a prisão dos responsáveis por até cinco anos.

As empresas de internet que são contra a lei (veja a lista completa dos apoiadores e dos opositores da S.O.P.A) enviaram em novembro passado uma carta ao Congresso americano mostrando a preocupação geral em relação à lei e as consequências que traria para a indústria e para a “cibersegurança nacional”.



FONTE:blogs.estadao.com.br/
Enviado por: Felipe Abreu
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