quinta-feira, 25 de abril de 2013
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Quase duas semanas após detectar uma falha que inutilizava PCs de brasileiros com Windows 7, a Microsoft liberou uma nova versão do pacote de segurança MS13-036, que desde o dia 10 vinha causando problemas a quem o instalasse.
Isso acontecia em razão da atualização KB2823324, contida no pacote. Agora a empresa colocou para rodar a KB2840149 que, segundo Dustin Childs (gerente de comunicações da Microsoft), mira os mesmos riscos da anterior - mas não tem falhas.
A companhia não explicou o que aconteceu, mas especula-se que a falha tenha sido causada por um problema de incompatibilidade com o plug-in G-Buster, software utilizado para transações de internet banking no Brasil.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Quase duas semanas após detectar uma falha que inutilizava PCs de brasileiros com Windows 7, a Microsoft liberou uma nova versão do pacote de segurança MS13-036, que desde o dia 10 vinha causando problemas a quem o instalasse.
Isso acontecia em razão da atualização KB2823324, contida no pacote. Agora a empresa colocou para rodar a KB2840149 que, segundo Dustin Childs (gerente de comunicações da Microsoft), mira os mesmos riscos da anterior - mas não tem falhas.
A companhia não explicou o que aconteceu, mas especula-se que a falha tenha sido causada por um problema de incompatibilidade com o plug-in G-Buster, software utilizado para transações de internet banking no Brasil.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
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Colocados à venda nesta terça-feira exclusivamente para desenvolvedores, os primeiros smartphones com o sistema Firefox OS, da Mozilla, já foram todos vendidos, informa a revista Wired.
As fabricantes Geedkstone e Telefônica disponibilizaram apenas dois modelos nesta primeira leva, batizados de Keon e Peak, que puderam ser adquiridos em escala global.
O primeiro oferece tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480 x 320 pixels, processador de um núcleo Qualcomm Snapdragon S1 de 1GHz, 512MB de RAM e 4GB de armazenamento interno.
O segundo apresenta como diferenciais uma tela maior, de 4,3 polegadas, e processador Qualcomm dual-core de 1.2Ghz, mas mantém as mesmas capacidades de memória RAM e armazenamento. A Mozilla fixou como preços sugeridos US$ 91 para o Keon e US$ 149 para o Peak.
Os smartphones com Firefox OS chegarão às mãos do consumidor final apenas em junho e o Brasil está na lista dos que receberão primeiramente o aparelho, ao lado de Venezuela, Polônia, Portugal e Espanha.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Colocados à venda nesta terça-feira exclusivamente para desenvolvedores, os primeiros smartphones com o sistema Firefox OS, da Mozilla, já foram todos vendidos, informa a revista Wired.
As fabricantes Geedkstone e Telefônica disponibilizaram apenas dois modelos nesta primeira leva, batizados de Keon e Peak, que puderam ser adquiridos em escala global.
O primeiro oferece tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480 x 320 pixels, processador de um núcleo Qualcomm Snapdragon S1 de 1GHz, 512MB de RAM e 4GB de armazenamento interno.
O segundo apresenta como diferenciais uma tela maior, de 4,3 polegadas, e processador Qualcomm dual-core de 1.2Ghz, mas mantém as mesmas capacidades de memória RAM e armazenamento. A Mozilla fixou como preços sugeridos US$ 91 para o Keon e US$ 149 para o Peak.
Os smartphones com Firefox OS chegarão às mãos do consumidor final apenas em junho e o Brasil está na lista dos que receberão primeiramente o aparelho, ao lado de Venezuela, Polônia, Portugal e Espanha.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Google apertou o cerco contra empresas que disponibilizam barras de ferramentas alternativas junto com downloads de softwares, de acordo com post no blog da companhia.
Nos últimos 90 dias, a gigante de buscas contabilizou mais de 100 mil reclamações sobre barras que mudaram as configurações do navegador ou dificuldades de desinstalação das ferramentas que aparecem de surpresa no browser.
A questão gira em torno da publicidade exibida nestas barras de ferramentas, que é a forma como elas geram receita. Os anúncios são exibidos por meio das ferramentas do Google, que quer evitar experiências negativas do usuário.
A partir de agora, a instalação automática deverá ser pré-aprovado pelo Google, oferecer a desinstalação da ferramenta em um clique, exibir com transparência informações sobre o que será baixado e instalar-se apenas em um navegador por download.
Um dos alvos da gigante de buscas é a AVG. A empresa de antivírus oferece junto da versão gratuita do software uma barra de buscas segura, que exibe publicidade e atrapalha os internautas. Outra empresa que será afetada é a Babylon, responsável pelo software de tradução.
O CEO da AVG informou ao Paid Content, no entanto, que assinou um novo contrato de dois anos com o Google e cumpriu todas as novas condições da empresa. De acordo com ele, a barra já pode ser desinstalada em um clique.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Google apertou o cerco contra empresas que disponibilizam barras de ferramentas alternativas junto com downloads de softwares, de acordo com post no blog da companhia.
Nos últimos 90 dias, a gigante de buscas contabilizou mais de 100 mil reclamações sobre barras que mudaram as configurações do navegador ou dificuldades de desinstalação das ferramentas que aparecem de surpresa no browser.
A questão gira em torno da publicidade exibida nestas barras de ferramentas, que é a forma como elas geram receita. Os anúncios são exibidos por meio das ferramentas do Google, que quer evitar experiências negativas do usuário.
A partir de agora, a instalação automática deverá ser pré-aprovado pelo Google, oferecer a desinstalação da ferramenta em um clique, exibir com transparência informações sobre o que será baixado e instalar-se apenas em um navegador por download.
Um dos alvos da gigante de buscas é a AVG. A empresa de antivírus oferece junto da versão gratuita do software uma barra de buscas segura, que exibe publicidade e atrapalha os internautas. Outra empresa que será afetada é a Babylon, responsável pelo software de tradução.
O CEO da AVG informou ao Paid Content, no entanto, que assinou um novo contrato de dois anos com o Google e cumpriu todas as novas condições da empresa. De acordo com ele, a barra já pode ser desinstalada em um clique.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 23 de abril de 2013
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O grupo hacker Anonymous convocou websites para realizarem um "apagão" na Internet nessa segunda-feira (22), em protesto contra a legislação americana que pode permitir a empresas online e agências do governo compartilharem mais facilmente informações pessoais.
No entanto, o movimento contra o Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (popularmente chamado de CISPA), parece ter baixa adesão. Contas relacionadas ao grupo convocaram para a ação no Twitter usando a hashtag #CISPABlackout, e alguns poucos sites bloquearam seu acesso - incluindo a popular categoria "Funny" no Reddit.
O CISPA tem como objetivo promover uma melhor troca de informações durante ciberataques ativos. O projeto de lei permite que as agências de inteligência dos Estados Unidos compartilhem dados sigilosos sobre ameaças cibernéticas com empresas privadas - algo que atualmente é proibido. Ele também protege as empresas que voluntariamente compartilham informações sobre ameaças cibernéticas com outras empresas ou com o governo de ações judiciais de privacidade feitas por usuários.
Os críticos dizem que a lei permitiria às empresas privadas compartilhar uma ampla gama de dados de clientes com outras companhias e com o governo. Os defensores da privacidade também apontaram que não é necessário que tais empresas entreguem dados desnecessários do cliente.
O projeto de lei foi aprovado na semana passada nos EUA pela Câmara dos Deputados, embora ainda deva ser aprovado pelo Senado, e os assessores do presidente Barack Obama prometeram um veto. "É o equivalente online de permitir que um policial entre em sua casa e começe a vasculhar seus arquivos pessoais sem a permissão de um tribunal", diz a mensagem do Anonymous.
O CISPA tem sido associado ao Stop Piracy Act Online (SOPA), um projeto de lei apresentado para combater a violação de direitos autorais em janeiro de 2012.
Sites importantes, incluindo o Reddit e a versão em Inglês do Wikipedia pararam de funcionar em protestar ao SOPA, como muitos outros, expressando a sua oposição. O projeto acabou por ser abandonado.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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O grupo hacker Anonymous convocou websites para realizarem um "apagão" na Internet nessa segunda-feira (22), em protesto contra a legislação americana que pode permitir a empresas online e agências do governo compartilharem mais facilmente informações pessoais.
No entanto, o movimento contra o Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (popularmente chamado de CISPA), parece ter baixa adesão. Contas relacionadas ao grupo convocaram para a ação no Twitter usando a hashtag #CISPABlackout, e alguns poucos sites bloquearam seu acesso - incluindo a popular categoria "Funny" no Reddit.
O CISPA tem como objetivo promover uma melhor troca de informações durante ciberataques ativos. O projeto de lei permite que as agências de inteligência dos Estados Unidos compartilhem dados sigilosos sobre ameaças cibernéticas com empresas privadas - algo que atualmente é proibido. Ele também protege as empresas que voluntariamente compartilham informações sobre ameaças cibernéticas com outras empresas ou com o governo de ações judiciais de privacidade feitas por usuários.
Os críticos dizem que a lei permitiria às empresas privadas compartilhar uma ampla gama de dados de clientes com outras companhias e com o governo. Os defensores da privacidade também apontaram que não é necessário que tais empresas entreguem dados desnecessários do cliente.
O projeto de lei foi aprovado na semana passada nos EUA pela Câmara dos Deputados, embora ainda deva ser aprovado pelo Senado, e os assessores do presidente Barack Obama prometeram um veto. "É o equivalente online de permitir que um policial entre em sua casa e começe a vasculhar seus arquivos pessoais sem a permissão de um tribunal", diz a mensagem do Anonymous.
O CISPA tem sido associado ao Stop Piracy Act Online (SOPA), um projeto de lei apresentado para combater a violação de direitos autorais em janeiro de 2012.
Sites importantes, incluindo o Reddit e a versão em Inglês do Wikipedia pararam de funcionar em protestar ao SOPA, como muitos outros, expressando a sua oposição. O projeto acabou por ser abandonado.
FONTE: idgnow.uol.com.br
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A Microsoft pode recolocar o botão Iniciar do seu sistema operacional, abandadono com a chegada do Windows 8. A versão 8.1 do software, segundo o site The Verge, deve trazer o botão de volta apenas para dar ao usuário acesso à tela inicial. A Microsoft não deve incluir o menu Iniciar na atualização.
O botão Iniciar estreou no Windows 95, e muitos usuários sentiram falta da funcionalidade na nova versão. Tanto que empresas forneceram aplicativos para trazer o botão de volta. Outra novidade pode ser a possibilidade de iniciar o sistema operacional diretamente da área de trabalho tradicional do sistema, sem precisar passar pela nova interface de blocos coloridos trazida pelo Windows 8.
Lançado em outubro do ano passado, o Windows 8 trouxe diversas alterações em sua interface. Inicialmente chamada de Metro - nomenclatura abandonada pela Microsoft -, ela é representada pelo blocos coloridos na tela inicial do sistema. Esses blocos representam aplicativos, widgets e contatos e são totalmente dinâmicos, mostrando atualizações de programas e de status de amigos nas redes sociais, por exemplo. Essa interface foi totalmente otimizada para ser usada em dispositivos com telas de toque, fazendo com que o Windows 8 rode tanto em tablets quanto em notebooks e desktops.
Relembre as versões do Windows:Além disso, a tela inicial substitui o menu Iniciar no Windows 8. Na tela com os blocos coloridos o usuário pode fixar aplicativos, contatos e sites para facilitar o acesso aos itens que usa com maior frequência. Todos os aplicativos, tanto os instalados da Windows Store quanto os da área de trabalho, ficam disponíveis na tela inicial.
FONTE: tecnologia.terra.com.br
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A Microsoft pode recolocar o botão Iniciar do seu sistema operacional, abandadono com a chegada do Windows 8. A versão 8.1 do software, segundo o site The Verge, deve trazer o botão de volta apenas para dar ao usuário acesso à tela inicial. A Microsoft não deve incluir o menu Iniciar na atualização.
O botão Iniciar estreou no Windows 95, e muitos usuários sentiram falta da funcionalidade na nova versão. Tanto que empresas forneceram aplicativos para trazer o botão de volta. Outra novidade pode ser a possibilidade de iniciar o sistema operacional diretamente da área de trabalho tradicional do sistema, sem precisar passar pela nova interface de blocos coloridos trazida pelo Windows 8.
Lançado em outubro do ano passado, o Windows 8 trouxe diversas alterações em sua interface. Inicialmente chamada de Metro - nomenclatura abandonada pela Microsoft -, ela é representada pelo blocos coloridos na tela inicial do sistema. Esses blocos representam aplicativos, widgets e contatos e são totalmente dinâmicos, mostrando atualizações de programas e de status de amigos nas redes sociais, por exemplo. Essa interface foi totalmente otimizada para ser usada em dispositivos com telas de toque, fazendo com que o Windows 8 rode tanto em tablets quanto em notebooks e desktops.
Relembre as versões do Windows:Além disso, a tela inicial substitui o menu Iniciar no Windows 8. Na tela com os blocos coloridos o usuário pode fixar aplicativos, contatos e sites para facilitar o acesso aos itens que usa com maior frequência. Todos os aplicativos, tanto os instalados da Windows Store quanto os da área de trabalho, ficam disponíveis na tela inicial.
FONTE: tecnologia.terra.com.br
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
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Acabou a desculpa de não ter dinheiro para enviar torpedos a seus contatos. Isso porque as principais operadoras que atuam no mercado brasileiro já disponibilizam um serviço que permite enviar SMS a cobrar -- assim como acontece nos telefonemas, paga quem recebe. Os valores praticados pelas operadoras variam de R$ 0,30 a R$ 0,45.
A iniciativa começou em 2009 e aos poucos as operadoras foram aderindo aos serviços da companhia Takenet, que vende a tecnologia do "SMS a cobrar" para as empresas de telefonia móvel. Falta apenas um acordo entre Claro e Tim para que todos os usuários, de todas as operadoras, possam trocar SMS a cobrar. A Claro afirma que está realizado testes e, em breve, permitirá o envio a cobrar para clientes da Tim.
Como enviar um SMS a cobrar?
O processo é semelhante ao de fazer uma ligação a cobrar. Na aplicação de mensagens, o usuário deve digitar: 9090 + DDD + número do contato e transmitir o torpedo para o destinatário.
O destinatário receberá uma mensagem informando que determinado número enviou um SMS a ele. Para aceitar, deve responder uma mensagem pedindo para visualizar o SMS ou simplesmente ignorá-lo.
Algumas operadoras permitem ainda que o destinatário responda com a mensagem "Sempre". Dessa forma, todos torpedos a cobrar de determinado contato serão debitados automaticamente dos créditos, sem a necessidade de confirmação.
Como funciona a cobrança do SMS a cobrar?
Se o usuário João (cliente da Tim) envia uma mensagem a cobrar para Maria (cliente da Oi), o valor da tarifa é estabelecido pela operadora de quem recebe o torpedo – no caso da Oi, R$ 0,45. Se a situação fosse a contrária, João pagaria 0,39 para receber o mesmo texto. Essa lógica vale para mensagens trocadas entre usuários de mesma operadora: se João receber um SMS de outro cliente da Tim, pagará os R$ 0,39 cobrados por essa empresa.
Quais os preços para receber SMS a cobrar?
Vivo – R$ 0,45
Tim – R$ 0,39
Oi – R$ 0,45
Claro – R$ 0,30
Se eu receber uma mensagem a cobrar, o valor é descontado do meu pacote de torpedos?
Não, as mensagens a cobrar não usam o "crédito" de pacotes de torpedos (nem no caso dos ilimitados). Portanto, se alguém aceitar um SMS a cobrar pagará esse valor "extra" (R$ 0,45, por exemplo).
Quanto tempo o SMS a cobrar fica disponível para recebimento?
Quem recebe um torpedo a cobrar tem até 24 horas após a notificação para autorizar o crédito do valor estabelecido pela operadora. Caso essa pessoa não aceite, o remetente (quem enviou o SMS a cobrar) recebe uma notificação informando que a mensagem não foi lida.
FONTE: http://tecnologia.uol.com.br
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Acabou a desculpa de não ter dinheiro para enviar torpedos a seus contatos. Isso porque as principais operadoras que atuam no mercado brasileiro já disponibilizam um serviço que permite enviar SMS a cobrar -- assim como acontece nos telefonemas, paga quem recebe. Os valores praticados pelas operadoras variam de R$ 0,30 a R$ 0,45.
A iniciativa começou em 2009 e aos poucos as operadoras foram aderindo aos serviços da companhia Takenet, que vende a tecnologia do "SMS a cobrar" para as empresas de telefonia móvel. Falta apenas um acordo entre Claro e Tim para que todos os usuários, de todas as operadoras, possam trocar SMS a cobrar. A Claro afirma que está realizado testes e, em breve, permitirá o envio a cobrar para clientes da Tim.
Como enviar um SMS a cobrar?
O processo é semelhante ao de fazer uma ligação a cobrar. Na aplicação de mensagens, o usuário deve digitar: 9090 + DDD + número do contato e transmitir o torpedo para o destinatário.
O destinatário receberá uma mensagem informando que determinado número enviou um SMS a ele. Para aceitar, deve responder uma mensagem pedindo para visualizar o SMS ou simplesmente ignorá-lo.
Algumas operadoras permitem ainda que o destinatário responda com a mensagem "Sempre". Dessa forma, todos torpedos a cobrar de determinado contato serão debitados automaticamente dos créditos, sem a necessidade de confirmação.
Como funciona a cobrança do SMS a cobrar?
Se o usuário João (cliente da Tim) envia uma mensagem a cobrar para Maria (cliente da Oi), o valor da tarifa é estabelecido pela operadora de quem recebe o torpedo – no caso da Oi, R$ 0,45. Se a situação fosse a contrária, João pagaria 0,39 para receber o mesmo texto. Essa lógica vale para mensagens trocadas entre usuários de mesma operadora: se João receber um SMS de outro cliente da Tim, pagará os R$ 0,39 cobrados por essa empresa.
Quais os preços para receber SMS a cobrar?
Vivo – R$ 0,45
Tim – R$ 0,39
Oi – R$ 0,45
Claro – R$ 0,30
Se eu receber uma mensagem a cobrar, o valor é descontado do meu pacote de torpedos?
Não, as mensagens a cobrar não usam o "crédito" de pacotes de torpedos (nem no caso dos ilimitados). Portanto, se alguém aceitar um SMS a cobrar pagará esse valor "extra" (R$ 0,45, por exemplo).
Quanto tempo o SMS a cobrar fica disponível para recebimento?
Quem recebe um torpedo a cobrar tem até 24 horas após a notificação para autorizar o crédito do valor estabelecido pela operadora. Caso essa pessoa não aceite, o remetente (quem enviou o SMS a cobrar) recebe uma notificação informando que a mensagem não foi lida.
FONTE: http://tecnologia.uol.com.br
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domingo, 21 de abril de 2013
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A Sony parece ter aprendido com as falhas do Playstation 3. Após ser duramente criticada pelo lançamento do PS3, anunciado a US$ 600, uma quantia acima do padrão, a empresa parece estar disposta a não repetir o erro com o PS4.
A companhia ainda não divulga o preço oficial, mas em entrevista à Edge, Michael Denny, vice-presidente da Sony Worldwide Studios, afirma que a companhia aprendeu as lições com os lançamentos do passado.
"Nós aprendemos com todos os lançamentos e precisamos saber de todas as forças que o Playstation 3 teve, mas também dos desafios", afirma Denny. Segundo ele, a empresa tenta alcançar o máximo de público com um preço que ela considera justo.
"Queremos um sistema que alcance o máximo de jogadores, ao mesmo tempo que seja um sistema profundo, conectado, rico e imersivo", diz Denny. Para ele, ainda há muito tempo até o lançamento do console para que esta informação seja revelada.
"Estamos na fase inicial de anúncios, que envolve explicar a visão do console para todos. Parte desta visão é que nós criamos o PS4 absolutamente focados nos gamers, e nós queremos que 'gamers' seja encarado no sentido mais amplo possível".
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