segunda-feira, 27 de agosto de 2012
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O Procon do Paraná multou a operadora Claro em R$ 2,3 milhões devido ao grande número de reclamações de clientes. Segundo a entidade, apenas em 2012 foram feitas 790 queixas formais foram registradas contra a empresa.
Os problemas reclamados pelos usuários dizem respeito a cobranças indevidas nas faturas, serviços não solicitados, não cumprimento de ofertas, inclusão indevida do nome dos consumidores em cadastros de inadimplentes, além de problemas com sinal, que faz com que as ligações caiam constantemente.
"A conduta da empresa contraria várias disposições do Código de Defesa do Consumidor por desrespeitar um direito básico previsto na lei que é a adequada prestação de serviços”, disse a coordenadora do Procon do Paraná, Claudia Silvano.
A empresa ainda poderá entrar com recurso administrativo contra a decisão. A equipe do Olhar Digital procurou a operadora, mas não obteve retorno.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Procon do Paraná multou a operadora Claro em R$ 2,3 milhões devido ao grande número de reclamações de clientes. Segundo a entidade, apenas em 2012 foram feitas 790 queixas formais foram registradas contra a empresa.
Os problemas reclamados pelos usuários dizem respeito a cobranças indevidas nas faturas, serviços não solicitados, não cumprimento de ofertas, inclusão indevida do nome dos consumidores em cadastros de inadimplentes, além de problemas com sinal, que faz com que as ligações caiam constantemente.
"A conduta da empresa contraria várias disposições do Código de Defesa do Consumidor por desrespeitar um direito básico previsto na lei que é a adequada prestação de serviços”, disse a coordenadora do Procon do Paraná, Claudia Silvano.
A empresa ainda poderá entrar com recurso administrativo contra a decisão. A equipe do Olhar Digital procurou a operadora, mas não obteve retorno.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O site de compartilhamento de arquivos Mediafire, famoso pode hospedar conteúdo pirata, decidiu mudar um pouco o seu negócio e apostar em uma estratégia similar àquela usada por serviços como o Dropbox e Skydrive, oferecendo 50 GB gratuitos às pessoas cadastradas. A novidade foi anunciada nesta sexta-feira, 24/8. Apesar das vantagens, o serviço ditou algumas limitações, como a que exige que sejam enviados apenas 200 mb por vez e 15 links por dia.
Além disso, o serviço não sincroniza conteúdo automaticamente, fazendo que o usuário tenha que baixar novamente o arquivo se quiser visualizar modificações.
A versão Pro do serviço, a mais barata da categoria premium, custa US$ 9 mensais e dá 250 GB de espaço, limite de 4 GB por aquivo e possibilidade de criação de 500 links diários.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O site de compartilhamento de arquivos Mediafire, famoso pode hospedar conteúdo pirata, decidiu mudar um pouco o seu negócio e apostar em uma estratégia similar àquela usada por serviços como o Dropbox e Skydrive, oferecendo 50 GB gratuitos às pessoas cadastradas. A novidade foi anunciada nesta sexta-feira, 24/8. Apesar das vantagens, o serviço ditou algumas limitações, como a que exige que sejam enviados apenas 200 mb por vez e 15 links por dia.
Além disso, o serviço não sincroniza conteúdo automaticamente, fazendo que o usuário tenha que baixar novamente o arquivo se quiser visualizar modificações.
A versão Pro do serviço, a mais barata da categoria premium, custa US$ 9 mensais e dá 250 GB de espaço, limite de 4 GB por aquivo e possibilidade de criação de 500 links diários.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
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Depois de a TIM ter sido acusada de derrubar ligações de seus clientes propositalmente e com fins de lucro, o Ministério Público também investigará se as operadoras Claro, Vivo e Oi se valem do mesmo expediente.
O departamento ligado ao órgão no estado do Paraná instaurou inquérito contra as três companhias no final da tarde desta terça-feira (7/8). De acordo com nota publicada no site do MP paranaense, o objetivo do processo é "apurar se as empresas cumprem, no Paraná, o plano geral de metas e qualidade definido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)".
A agência reguladora julgará se o pedido é procedente. Depois, poderá ceder os dados ao Ministério Público, que por sua vez avaliará se as três operadoras cumprem com o plano prometido aos clientes ou se também cortam propositalmente o sinal para obter benefícios. É possível que representantes de Claro, Vivo e Oi sejam chamados para depor.
Entenda o caso
Na manhã desta terça-feira, a Anatel acusou a TIM de ter prejudicado seus clientes no plano Infinity, que teriam sofrido quatro vezes mais cortes do que os usuários regulares.
O órgão julgou que tais interrupções teriam sido planejadas, já que o plano cobra por ligação e não por tempo de conversação. A operadora teria faturado R$ 4,3 milhões com a artimanha, derrubando 8,1 milhões de ligações.
Muito criticada pela imprensa e pelos seus próprios clientes nas redes sociais, a TIM lançou uma nota à imprensa no começo da noite negando "veementemente" a prática e culpando um erro de processamento de dados pelo resultado apurado pela Anatel.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Mas isso já sei a anos.
Graças a um gaúcho que tem vergonha na cara e sabe reclamar pelos seus direitos, finalmente vão investigar isso.

Depois de a TIM ter sido acusada de derrubar ligações de seus clientes propositalmente e com fins de lucro, o Ministério Público também investigará se as operadoras Claro, Vivo e Oi se valem do mesmo expediente.
O departamento ligado ao órgão no estado do Paraná instaurou inquérito contra as três companhias no final da tarde desta terça-feira (7/8). De acordo com nota publicada no site do MP paranaense, o objetivo do processo é "apurar se as empresas cumprem, no Paraná, o plano geral de metas e qualidade definido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)".
A agência reguladora julgará se o pedido é procedente. Depois, poderá ceder os dados ao Ministério Público, que por sua vez avaliará se as três operadoras cumprem com o plano prometido aos clientes ou se também cortam propositalmente o sinal para obter benefícios. É possível que representantes de Claro, Vivo e Oi sejam chamados para depor.
Entenda o caso
Na manhã desta terça-feira, a Anatel acusou a TIM de ter prejudicado seus clientes no plano Infinity, que teriam sofrido quatro vezes mais cortes do que os usuários regulares.
O órgão julgou que tais interrupções teriam sido planejadas, já que o plano cobra por ligação e não por tempo de conversação. A operadora teria faturado R$ 4,3 milhões com a artimanha, derrubando 8,1 milhões de ligações.
Muito criticada pela imprensa e pelos seus próprios clientes nas redes sociais, a TIM lançou uma nota à imprensa no começo da noite negando "veementemente" a prática e culpando um erro de processamento de dados pelo resultado apurado pela Anatel.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Mas isso já sei a anos.
Graças a um gaúcho que tem vergonha na cara e sabe reclamar pelos seus direitos, finalmente vão investigar isso.
terça-feira, 31 de julho de 2012
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O Facebook está adicionando um novo recurso para os membros da rede social marcarem links que acham interessantes para serem abertos em outra hora.
Segundo o The Verge, tanto o aplicativo para iOS quanto as versões móvel e de desktop do site do Facebook ganharão a funcionalidade em breve. Com ela, ao encontrar um post interessante, o usuário poderá salvá-lo para ler mais tarde.
Assim, quem acessa o Facebook do iPhone, por exemplo, e encontra um link enviado por um amigo mas não tem tempo de ler na hora, poderá segurar o post por alguns segundos para que ele fique salvo em uma pasta na parte de favoritos da rede social. Ao acessar novamente via qualquer dispositivo e entrar na pasta, os links estarão lá para serem lidos.
Já na versão de desktop da rede social, o botão "Salvar" vai aparecer na parte inferior do post, ao lado do "Curtir - Comentar - Compartilhar".
Por enquanto há detalhes apenas do novo recurso no site do Facebook e no aplicativo para iOS, mas é bastante provável que ele também seja incorporado ao app de Android e em outros sistemas móveis.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Facebook está adicionando um novo recurso para os membros da rede social marcarem links que acham interessantes para serem abertos em outra hora.
Segundo o The Verge, tanto o aplicativo para iOS quanto as versões móvel e de desktop do site do Facebook ganharão a funcionalidade em breve. Com ela, ao encontrar um post interessante, o usuário poderá salvá-lo para ler mais tarde.
Assim, quem acessa o Facebook do iPhone, por exemplo, e encontra um link enviado por um amigo mas não tem tempo de ler na hora, poderá segurar o post por alguns segundos para que ele fique salvo em uma pasta na parte de favoritos da rede social. Ao acessar novamente via qualquer dispositivo e entrar na pasta, os links estarão lá para serem lidos.
Já na versão de desktop da rede social, o botão "Salvar" vai aparecer na parte inferior do post, ao lado do "Curtir - Comentar - Compartilhar".
Por enquanto há detalhes apenas do novo recurso no site do Facebook e no aplicativo para iOS, mas é bastante provável que ele também seja incorporado ao app de Android e em outros sistemas móveis.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 27 de julho de 2012
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De acordo com uma pesquisa realizada por estudiosos das universidades de Columbia, Wisconsin e Harvard, pesquisar dúvidas no Google altera o desempenho da memória em nosso cérebro. O estudo foi publicado pela edição de julho da revista Science.
Segundo os autores da pesquisa – Betsy Sparrow, Jenny Liu e Daniel Wegner -, a facilidade em encontrar informações através do Google teria mudado a maneira como o nosso cérebro funciona quando há uma dúvida, substituindo a memória de fatos específicos pela que entende onde as informações podem ser encontradas com mais facilidade – na maioria das vezes, em algum site da internet.
A noção de que qualquer informação poderia ser achada facilmente através dos computadores teria piorado as notas de alguns voluntários em testes de memória, mas, por outro lado, as pessoas conseguiriam reter mais o local em que podem encontrar os dados do que as informações contidas neles, permitindo o nascimento de uma memória mais prática e possibilitando que o cérebro se ocupe de outras atividades.
"A internet se tornou a nossa forma primária de memória externa, onde a informação pode ser arquivada coletivamente em vez de ficar presa nas nossas mentes", diz a apresentação da pesquisa.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Segundo os autores da pesquisa – Betsy Sparrow, Jenny Liu e Daniel Wegner -, a facilidade em encontrar informações através do Google teria mudado a maneira como o nosso cérebro funciona quando há uma dúvida, substituindo a memória de fatos específicos pela que entende onde as informações podem ser encontradas com mais facilidade – na maioria das vezes, em algum site da internet.
A noção de que qualquer informação poderia ser achada facilmente através dos computadores teria piorado as notas de alguns voluntários em testes de memória, mas, por outro lado, as pessoas conseguiriam reter mais o local em que podem encontrar os dados do que as informações contidas neles, permitindo o nascimento de uma memória mais prática e possibilitando que o cérebro se ocupe de outras atividades.
"A internet se tornou a nossa forma primária de memória externa, onde a informação pode ser arquivada coletivamente em vez de ficar presa nas nossas mentes", diz a apresentação da pesquisa.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
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O Ministério das Comunicações anunciou nesta quinta-feira, 12, um projeto que possibilitaria o acesso gratuito de páginas da internet em celulares.
O governo espera criar um domínio específico – 0800.br – que permitira o acesso a algumas páginas da web mesmo para a pessoa que não paga um plano de dados. Os gastos do programa seriam revertidos para as próprias operadoras. As páginas governamentais gratuitas trarão informações como vagas de emprego, agenda cultural, horários do transporte público, informações sobre vagas públicas e também algumas notícias de relevância geral.
80 pessoas da cidade de São Sebastião, próxima à capital Brasília, começarão a testar um modelo do serviço no próximo sábado (14).
A iniciativa foi criada em parceria entre o governo federal e o governo estadual do Distrito Federal, e conta com a parceria das operadoras Vivo, Tim, Claro e Oi.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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O Ministério das Comunicações anunciou nesta quinta-feira, 12, um projeto que possibilitaria o acesso gratuito de páginas da internet em celulares.
O governo espera criar um domínio específico – 0800.br – que permitira o acesso a algumas páginas da web mesmo para a pessoa que não paga um plano de dados. Os gastos do programa seriam revertidos para as próprias operadoras. As páginas governamentais gratuitas trarão informações como vagas de emprego, agenda cultural, horários do transporte público, informações sobre vagas públicas e também algumas notícias de relevância geral.
80 pessoas da cidade de São Sebastião, próxima à capital Brasília, começarão a testar um modelo do serviço no próximo sábado (14).
A iniciativa foi criada em parceria entre o governo federal e o governo estadual do Distrito Federal, e conta com a parceria das operadoras Vivo, Tim, Claro e Oi.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 10 de julho de 2012
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Há cerca de um ano a Mozilla lançou o Firefox 4 e, desde então, mais nove versões finais do navegador foram lançadas. Para Jono DiCarlo, desenvolvedor do browser, essas frequentes atualizações estão matando o Firefox.
Em um post em seu blog, DiCarlo criticou a política da Mozilla de lançar novas versões do Firefox em curtos espaços de tempo - cerca de 45 dias entre uma e outra. Ele afirma que os usuários odeiam as atualizações e que isso está afastando muitos deles do navegador.
O programador destacou três pontos que fazem as atualizações serem odiadas. Em primeiro lugar, o Firefox precisa ser reiniciado quando baixa uma versão nova e isso consome tempo. Segundo, as novas versões podem vir sem recursos que o usuário gostavam, mas que foram retirados pela Mozilla por serem usados por poucas pessoas. E, por isso, uma nova interface diminui a produtividade, já que é preciso um tempo para entender como tudo funciona.
Mas DiCarlo não acha que a Mozilla deve parar de atualizar o navegador. Ele afirma que correções de erros e falhas de segurança são sempre bem recebidas, mas o Firefox vai muito além disso, e algumas atualizações fazem apenas pequenas modificações na interface do navegador sem adicionar muita coisa.
A política de atualização rápida do Firefox, que começou ano passado, é parecida com a que o Google faz com o Chrome desde que lançou o seu navegador. A diferença é que as atualizações do browser do Google - que está na versão 20 - são silenciosas e poucas vezes os usuários percebem que elas foram feitas, enquanto o Firefox exibe janelas para avisar que um update está disponível.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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Há cerca de um ano a Mozilla lançou o Firefox 4 e, desde então, mais nove versões finais do navegador foram lançadas. Para Jono DiCarlo, desenvolvedor do browser, essas frequentes atualizações estão matando o Firefox.
Em um post em seu blog, DiCarlo criticou a política da Mozilla de lançar novas versões do Firefox em curtos espaços de tempo - cerca de 45 dias entre uma e outra. Ele afirma que os usuários odeiam as atualizações e que isso está afastando muitos deles do navegador.
O programador destacou três pontos que fazem as atualizações serem odiadas. Em primeiro lugar, o Firefox precisa ser reiniciado quando baixa uma versão nova e isso consome tempo. Segundo, as novas versões podem vir sem recursos que o usuário gostavam, mas que foram retirados pela Mozilla por serem usados por poucas pessoas. E, por isso, uma nova interface diminui a produtividade, já que é preciso um tempo para entender como tudo funciona.
Mas DiCarlo não acha que a Mozilla deve parar de atualizar o navegador. Ele afirma que correções de erros e falhas de segurança são sempre bem recebidas, mas o Firefox vai muito além disso, e algumas atualizações fazem apenas pequenas modificações na interface do navegador sem adicionar muita coisa.
A política de atualização rápida do Firefox, que começou ano passado, é parecida com a que o Google faz com o Chrome desde que lançou o seu navegador. A diferença é que as atualizações do browser do Google - que está na versão 20 - são silenciosas e poucas vezes os usuários percebem que elas foram feitas, enquanto o Firefox exibe janelas para avisar que um update está disponível.
FONTE: olhardigital.uol.com.br
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