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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

On 8:49 AM by Fabrício in ,    No comments
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Apenas 8% dos provedores ouvidos afirma não utilizar o padrão e metade acredita que ele ainda precisa ser promovido.

A importância em adotar o IPv6 finalmente está sendo compreendida pelos provedores de Internet e seus clientes, constata pesquisa conduzida pela Number Resource Organization (NRO) – que representa os domínios da web.

Mais de 1600 empresas foram ouvidas, e embora uma pequena parte da Internet já esteja no padrão, apenas 8% disse não ou pouco utilizá-lo. Especialistas acreditam que essa mudança de postura significa muito para o futuro da rede.

Mais de metade dos provedores disse que seus clientes demonstraram interesse pelo IPv6, enquanto que somente 7% não o considera. Quanto ao que deve ser feito, há uma divisão rigorosa: 50% acreditam que o padrão deva ser promovido, mas outros 50% pensam que é preciso esperar, já que a demanda ainda é pequena.

As barreiras enfrentadas para a migração são diversas, mas a principal reclamação é quanto à falta de suporte. Quase 50% disse temer falta de assistência e 40% ressalta a falta de pessoal treinado caso algo de errado aconteça.

Em suma, os consumidores não veem a adoção do IPv6 como algo urgente, apesar do iminente fim do IPv4, principalmente por conta da insegurança em relação ao suporte. No entanto, o interesse é pelo padrão é explícito, diferentemente do que se descobriu nas pesquisas anteriores.

Provedores, como já era de se esperar, estão entusiasmados com o IPv6, já que ele permite a entrega de mais serviços valiosos.

“É fantástico observar o crescente comprometimento em sua adoção. Em muitos aspectos, os provedores serão determinantes para o sucesso do IPv6, já que terão de providenciar a migração para as empresas”, disse Raúl Echeberría, membro do NRO.

O desempenho do IPv6 é superior ao que se previa ano passado, quando seu primeiro teste global foi praticado. Porém, aparentemente, sua completa adoção só será possível quando o contexto econômico assim a exigir, ou seja, quando os preços dos endereços do IPv4 começarem a subir devido ao baixo número restante.



FONTE: idgnow.uol.com.br
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

On 9:33 AM by Fabrício in ,    No comments
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De acordo com estudo, uma a cada quatro tentativas a chamada não é estabelecida e, mesmo quando finalizada, tem 24% de chances de cair.

Estudo desenvolvido pelo Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) afirma que os celulares falsificados, além de deixarem os consumidores insatisfeitos, prejudicam as empresas do setor e a economia local. No total, 44 aparelhos piratas foram analisados e comparados a dispositivos originais homologados.

De acordo com a pesquisa, os celulares avaliados falharam em 26% das tentativas de ligações e, das estabelecidas, 24% caíram. Além disso, em locais alguns onde os originais funcionavam perfeitamente, os falsificados mal se conectavam à rede, dada a sua baixa capacidade de transmissão.

“Mercados emergentes experimentaram recentemente um aumento significativo na venda de telefones falsificados, que representam um problema para consumidores, para a indústria de telecomunicações e para o governo”, disse Aderbal Bonturi Pereira diretor do Fórum das Fabricantes de Celulares (MMF, na silha em inglês) para a América Latina. “No Brasil, por exemplo, há estimativas de que os ilegais representem aproximadamente 20% do setor”.

O INdT investigou tanto as imitações, que têm a marca de uma empresa inscrita ou que se assemelham a aparelhos consagrados, quanto os genéricos, que, supostamente, não pertencem à companhia nenhuma. Como pontos em comum, eles não são homologados pela Anatel, não estão em conformidade com as leis do consumidor e podem infringir direitos de propriedade intelectual, além de não renderam os impostos que deveriam ser pagos aos governos.

O diretor sênior de Relações com o Governo da Research In Motion (RIM) para a América Latina, Adrean Scheid Rothkopf, destacou que os dispositivos falsificados “inevitavelmente desapontam”. Costumeiramente, eles combinam “componentes antigos com peças sobressalentes de baixa qualidade dentro de uma carcaça projetada para parecer com um telefone novo original”.

O INdT testou o desempenho dos aparelhos em relação à falhas de acesso, queda de ligações, capacidade de handover – que mantém a ligação do celular enquanto se move entre células –  capacidades e controle de transmissão de energia e acesso à internet. Os métodos de teste utilizados são internacionalmente padronizados pelo 3GPP (Projeto de Parceria para a Terceira Geração).


FONTE: idgnow.uol.com.br/
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Seria isso uma verdade ou só mais uma notícia enganosa da mídia manipulada pelas grandes empresas de telefonia?
Pelo experiencia que tive com esses celulares, não concordo. Eles são ruins, mas não deixam a desejar. Pelo preço que a pessoa paga, sabe que está sujeita a ter um serviço de má qualidade. E quando comprei, foi pela facilidade de ter várias funções em um mesmo aparelho e não para faze-lo de CallCenter.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

On 9:22 AM by Fabrício in ,    No comments
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De acordo com um relatório divulgado pela Anatel, dos 26 estados brasileiros, 20 já possuem mais celulares do que habitantes, incluindo o Distrito Federal. Na lista também estão os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Santa Catarína, Sergipe e Tocantins.

Em setembro deste ano, os estados da Paraíba e Roraima registraram mais de um aparelho por habitante e se juntaram a outros 19 locais. O Distrito Federal possui a maior relação:198,77 linhas para cada 100 habitantes, quase duas linhas por morador da capital. A maior teledensidade está na área do DDD 71, cuja principal cidade é Salvador com 180,51 aparelhos a cada 100 habitantes.

Ainda segundo o levantamento da Anatel, só no mês de setembro foram habilitadas mais de 3,3 milhões de novas linhas de celulares no Brasil. Este número representa um crescimento de 1,48% em relação a agosto. Nos primeiros nove meses de 2011, o serviço de telefonia móvel registrou 24,4 milhões de novas habilitações, um aumento de 12,03% ao ano. Em setembro de 2000, o número de novas linhas chegou a 531,9 mil e, hoje, existem mais de 227,4 milhões em todo o território brasileiro.

Outra informação relevante é a quantidade de aparelhos pré-pagos em relação aos pós-pagos. No Brasil, 81,64% dos telefones precisam de créditos para fazer ligações e 18,36% recebem a conta no final do mês. Já os aparelhos 3G totalizaram em 34,5 milhões em setembro, crescimento de 67,19% em relação ao ano passado.

A operadora Vivo lidera o mercado brasileiro com 29,49% de participação, seguida pela TIM (26,04%), Claro (25,3%), Oi (18,84%), CTBC e Sercomtel (0,3%).


FONTE: olhardigital.uol.com.br

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

On 9:19 AM by Fabrício in ,    No comments
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Pesquisadores de Cingapura desenvolveram técnica com cloreto de sódio que permite aumentar em seis vezes a densidade de dados para discos rígidos.

Um grupo de cientistas de Cingapura descobriu uma função inteiramente nova para o sal, além de temperar a sua porção de batata frita. Segundo os pesquisadores liderados por Joel Yang, o bom e velho cloreto de sódio pode sim aumentar dramaticamente a capacidade de armazenamento de um aparelho.

Os discos rígidos tradicionais possuem grãos magnéticos arranjados aleatoriamente, que permitem densidade de dados de 0,5TB por polegada², mas um processo de litografia de alta resolução com sal permite que os grãos sejam colocados de uma maneira mais junta e em ordem, aumentando, assim, para 3,3TB por polegada² a densidade de dados por polegada quadrada.

Como explica o Engadget, o feito é possível por meio de uma técnica chamada nanopatterning  (micropadronagem) que utiliza o sal para aumentar a densidade de armazenamento de dados por polegada quadrada, o que permite a um disco de 1TB armazenar cerca de 6TB sem a necessidade de pratos adicionais.

Além disso, vale lembrar que a técnica também funciona com tecnologias atuais de produção, o que descarta a necessidade de melhorias caras.

Para saber mais sobre a novidade, confira na íntegra estudo do Institute of Materials Research and Engineering (IMRE).



FONTE: idgnow.uol.com.br
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On 8:58 AM by Fabrício in    No comments

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Apesar de ter sido comprada pela Panasonic, a Sanyo mostra que ainda tem bala na agulha para azucrinar a concorrência. E nesse caso a munição vem da sua linha de pilhas Eneloop (nossas favoritas) que, no Japão, recebeu uma atualização. A novidade mais importante é o lançamento de uma nova geração de pilhas que depois de um ano consegue reter 90% da sua recarga original e 70% após cinco anos. Trata-se de uma grande melhoria se levarmos em consideração que a geração anterior segurava 85% da carga depois de um ano e 75% depois de três anos.


Fora isso, o número de ciclos de recarga garantidos pela Sanyo subiu para 1.800 vezes, 20% a mais que a geração anterior e 80% a mais que a primeira Eneloop lançada em 2005. E quer mais? Dentro do seu espírito de promover tecnologias verdes, a fabricante afirma que partir de agora todas suas baterias Eneloop saem de fábrica pré-carregadas com energia limpa e renovável, capturadas de painéis solares.


FONTE: terra.com.br

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

On 9:19 AM by Fabrício in , ,    No comments
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Sua rede sem fios está mais lenta do que deveria? Aprenda a detectar e resolver o problema com estas dicas simples de um especialista.

Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.

Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos da ficção fizemos uma pesquisa e consultamos um especialista no assunto: Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas de problemas.

1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos
“Eu diria que atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos”, diz Kalle. O problem é que a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa de frequência de 2.4 GHz. “Há basicamente três canais que não se sobrepõem. Eu sempre os descrevo como uma rodovia de três pistas que é muito, muito movimentada”, completa.

Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o desempenho e limitando seu alcance.

A solução: compre um roteador capaz de operar nos padrões 802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5 GHz é “quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu falar”, diz Kalle. “Há muito menos congestionamento”.

Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks, especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band. “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da rodovia vazia, o que realmente ajuda”, diz Kalle.

É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em 2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.

Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band 802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009 que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300 Megabits por segundo.

2. Eletrônicos domésticos
Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.

A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi. Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

A solução: ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio: modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.

3. Dispositivos Bluetooth

Dispositivos Bluetooth mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram técnicas específicas para minimizar a interferência”, diz Kalle.

A solução: “a maioria das pessoas troca seus celulares a cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir com sua rede Wi-Fi”, afirma.

4. Humanos

Se você se lembra das aulas de ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.

“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica visivelmente os resultados”, adiciona.

A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.

A solução: relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.

5. Ajustes de segurança

Em alguns roteadores mais baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho. Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança completamente, ou usar segurança mais fraca.

Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2 substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não devem prejudicar o desempenho da rede.

A solução: Kalle enfatiza a importância da criptografia do roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso possa acelerar um pouco as coisas.

6. Firmware antigo

Por que atualizar o firmware do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema, verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado uma solução”, diz Kalle.

Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o comprou.

A solução: mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um aplicativo - quase que um iTunes - que avisa quando uma versão mais recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a atualização simplesmente pressionando um botão.

Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso, seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi doméstica em perfeito funcionamento.


FONTE:http://idgnow.uol.com.br
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On 8:31 AM by Fabrício in    No comments


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A Cruz Vermelha dos Estados Unidos criou uma campanha que irá presentear os doadores com um pen drive, segundo o site The Die Line. A medida tem o objetivo de aumentar a estocagem de sangue nos hospitais, além de incentivar jovens a fazer doações, já que eles são o público-alvo da instituição.

O pen drive, batizado de "Bloodriver", tem 2GB de memória. A embalagem imita o formato de uma bolsa de sangue e vem com um vídeo institucional da Cruz Vermelha, que explica a importância de se doar sangue. No final do filme, os doadores recebem um convite para participar de um grupo no Facebook, a fim de dividir suas experiências a respeito desse assunto.

Apesar da iniciativa ter aumentando o número de doadores, principalmente os mais jovens, muita gente criticou a atitude da instituição. Eles alegam que a campanha estimula as pessoas a doar sangue pelo motivo errado.

De acordo com a revista Super Interessante, o Brasil, assim como o resto do mundo, enfrenta graves problemas com a falta de doadores. Dados da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo mostram que, a cada dois minutos, uma pessoa precisa de transfusão de sangue no país, mas apenas 2% da população tem o hábito de fazer doações. A porcentagem mínima recomendada pela Organização Mundial da Saúde é de 5%.

E você? Já fez a sua doação? Para saber mais, acesse os sites do INCA (Instituto Nacional do Câncer) e do Pró-Sangue.


FONTE: www.olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

On 6:50 PM by Fabrício in ,    2 comments
Uma tabela dinâmica simples e fácil de usar feita em html e javascript




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On 6:05 PM by Fabrício in ,    No comments

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Pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) sobre o uso de internet por crianças de 5 a 9 anos no Brasil (TIC 2010) mostra que 90% delas usou a rede para ter acesso a jogos online. Segundo este estudo, que entrevistou 2.516 crianças - 2.131 na área urbana e 385 na área rural - de setembro a novembro de 2010, o número das que jogam online é exatamente o dobro das que buscam na rede soluções para trabalhos escolares (45%), brincam em sites com desenhos da TV (42%), fazem pesquisas diversas (35%) ou assistem desenhos animados e vídeos (34%).


Ainda de acordo com a 2ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil (TIC), um terço das crianças que usam a internet acessaram redes sociais como Facebook e Orkut (29%). Enquanto o domicílio é citado pela maioria das crianças de áreas urbanas como principal local de acesso (48%), nas áreas rurais o mais citado é a escola (52%). A maior parte das crianças acessa a internet sozinha (39%), seguido pelo acesso com a mãe (35%), com parentes (29%) e com professores na escola (28%).


A pesquisa questionou ainda as crianças sobre terem alguma vez se sentido ameaçadas ao acessar a rede e um quarto delas (25%) disse que sim. Não foi especificado pela pesquisa qual a espécie de ameaça percebida. O estudo mostrou ainda que 12% conheceu alguém pela internet, 11% enviou fotos suas pela rede e 6% declarou ter sido vítima de piadas ou brincadeira que não gostou.


FONTE:www.terra.com.br

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Os tempos mudam. Cada vez mais se vê crianças passando mais tempo em casa do que na rua. Não é querer criticar o computador, meu ganha pão, mas você passava o dia em casa, quando pequeno?