Curiosidades, Notícias, Dicas, Códigos

sexta-feira, 30 de março de 2012

On 12:43 PM by Fabrício in , , ,    No comments
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O Google pode lançar uma nova loja virtual ainda este ano, e pode vender tablets com Android através dela, afirma o The Wall Street Journal. E, além disso, a empresa prepara sua própria linha de dispositivos para lançar ainda em 2012.

O tablet do Google seria desenvolvido nos mesmos moldes dos smartphones da linha Nexus, que são feitos por fabricantes parceiras e levam a marca Google. Uma possibilidade seria um dispositivo da Asus a ser lançado com o Jelly Bean, a próxima atualização do Android.

Esses aparelhos seriam vendidos em uma loja virtual do Google desenvolvida especialmente para a comercialização de tablets com Android. Além dos dispositivos próprios, a empresa poderia oferecer aparelhos de fabricantes como Samsung e Asus, responsáveis pelas linhas Galaxy Tab e Transformer, respectivamente.

De acordo com o jornal, o Google ainda deve subsidiar parte dos custos de produção dos tablets para torná-los mais baratos para o consumidor. A empresa faria algo parecido com o que a Amazon faz - a loja vende o Kindle Fire por US$ 199, em uma tentativa de ajudar a popularizar os tablets no mercado.

FONTE:
olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 28 de março de 2012

On 11:16 AM by Fabrício in , ,    No comments
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A pornografia online pode ser considerada um fator de risco ultrapassado. O motivo? Segundo a Kaspersky Lab, as redes sociais se tornaram veículos mais perigosos do que sites adultos.

Os cibercriminosos estão tirando vantagem do fato dos internautas passarem grande parte do tempo em páginas como Twitter, Facebook ou Google+. As páginas com conteúdo adulto sempre foram usadas como iscas, mas estão perdendo popularidade, sobretudo depois do sucesso das redes sociais. Atualmente, sites pornôs representam a disseminação de 14% dos links maliciosos, e as mídias sociais já são responsáveis por 21% desses malwares. A lógica é simples: quanto mais popular o serviço, maior a presença de links maliciosos com o objetivo de direcionar os usuários para sites falsos ou infectados.

A maioria dos links maliciosos descobertos pela equipe de analistas da Kaspersky Lab em redes sociais está no Facebook e em seu clone russo, o VKontakte. Dessa forma, na teoria, o Brasil deve se preocupar com o relatório, já que o país é o quarto na lista de países latino-americanos que mais acessam o site de Mark Zuckerberg.

Em um ranking de métodos mais populares para disseminação de malware, os cibercriminosos preferem o popular serviço de vídeos, YouTube, onde estão hospedados quase 1 em cada 3 dos links maliciosos encontrados pela Kaspersky Lab (31%). Os serviços de busca continuam a ser um canal importante de distribuição de links maliciosos, com 22% dos golpes na internet, realizados por meio da manipulação de resultados no Google e de outros motores de pesquisa.
 

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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On 11:14 AM by Fabrício in    No comments
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Nesta terça-feira (27/03), o jornal New Zealand Herald publicou mais um fato polêmico sobre o caso Megaupload. Segundo a imprensa neozelandesa, o site acusado de pirataria tem vários emails que comprovam que estúdios de Hollywood buscaram acordos comerciais com o site. Empresas como a Disney, Warner Bros, Fox e Turner Broadcasting foram citadas.

De acordo com o jornal, os executivos dos estúdios teriam pedido ao Megaupload para compartilhar conteúdos e realizar acordos de publicidade conjunta. Além disso, o site afirma que cerca de 490 contas do portal pertenciam a membros da Associação do Cinema dos Estados Unidos e da Associação de Indústria Fonográfica norte-americana. No total, as instituições compartilharam 16.455 arquivos no portal. A defesa ainda alega que 1.058 usuários pertenciam a instituições oficiais americanas como Nasa e FBI.

Sobre o caso

O Megaupload teve seu fundador, Kim Dotcom, e outros três executivos da companhia, detidos na Nova Zelândia no dia 20 de janeiro. A acusação alega que o serviço gerou um prejuízo de US$ 500 milhões aos detentores de diretos autorais, principalmente, de músicas e filmes.

Vale lembrar que o Megaupload não era famoso apenas entre os internautas, mas também tinha o apoio de celebridades conhecidas e, por mais curioso que pareça, de músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Entre os exemplos estão nomes como Kim Kardashian e os cantores Alicia Keys e Kanye West, que gravaram um vídeo de apoio à empresa, retirado do ar posteriormente pelas gravadoras.

O fechamento do serviço de compartilhamento gerou a revolta de muitos grupos virtuais. O mais famoso deles foi o Anonymous, que iniciou uma série de ataques na noite do dia 19 de janeiro a sites como RIAA (Record Industry Association of America) e MPAA (Motion Picture Association of America), US Copyright Office, Warner Music Group, Warner Bros Shop, MGM, Ministry of Justice of New Zealand e até mesmo o do FBI.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 27 de março de 2012

On 12:24 PM by Fabrício in ,    No comments
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Um número cada vez maior de empregadores está percebendo que permitir que os funcionários usem o Facebook no trabalho é uma válvula de escape que os tornam mais "felizes e confortáveis". Pelo menos é no que acreditam vários gestores de tecnologia da informação, de acordo com o site Computerworld.

A permissão de acesso à rede social seria uma espécie de "troca justa" por muitas horas de trabalho no escritório, com horas complementares em casa. A companhia de análise Gartner também reportou, no início de março, que cada vez menos companhias estão bloqueado o Facebook. Em 2010, quase 50% delas bloqueavam.

"Se você trabalha de 12 a 15 horas por dia, haverá momentos em que você gostará de dar uma pausa e se conectar com a realidade - e falar com os amigos e com a família permite que isso aconteça", afirmou um consultor de uma empresa de análises de Chicago, nos Estados Unidos. "Essas ferramentas permitem que você trabalhe por muitas horas sem enloquecer", concluiu.

O número caírá ainda mais daqui dois anos, com cerca de 30% das empresas aplicando bloqueio ao Facebook em 2014, segundo a Gartner. A taxa de queda anual da restrição às redes sociais pelas corporações é de 10% ao ano.

FONTE: terra.com.br
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segunda-feira, 26 de março de 2012

On 1:58 PM by Fabrício in ,    No comments
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Antes só era possível compartilhar arquivos com outros usuários do disco virtual, mas agora versão web oferece integração com a rede social.

Nesta semana o Dropbox recebeu uma atualização que permite compartilhar os arquivos com os usuários do Facebook. Antes só era possível enviar links dos conteúdos pessoais armazenados no disco virtual com um e-mail vinculado a uma conta no Dropbox.

Para usar o novo recurso, basta selecionar uma pasta com o botão direito do mouse e clicar em “Invite to folder” (convidar para a pasta). Quando a aparecer a página de compartilhamento, clique em “Invite Facebook friends” (em destaque na foto abaixo) para enviar o link de download da pasta para um contato do seu Facebook.

Basta clicar em "Invite Facebook friends" e inserir o nome do seu amigo na rede social



Com o novo recurso, o Dropbox pode se tornar ainda mais popular no segmento de discos virtuais, já que os maiores concorrentes do serviço, como o SugarSynch e o Box, não possem essa integração com a rede social mais usada do mundo. Não sabe como usar os discos virtuais? Veja algumas dicas no nosso tutorial.

FONTE: idgnow.uol.com.br
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On 12:08 PM by Fabrício in ,    No comments
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O cientista e pesquisador do laboratório de computação social da HP, Bernardo Huberman, acredita que a privacidade na internet como é conhecida hoje em dia está prestes a chegar ao fim. Para ele, em um futuro não muito distante, revelar um segredo em redes sociais somente acontecerá sob o pagamento em dinheiro. "Os usuários devem ser pagos para participar do Facebook e do Twitter, por exemplo", constatou em entrevista para o Terra.

A afirmação não é fruto do acaso. Huberman lidera uma pesquisa no centro da HP na qual identifica e estabelece a importância do usuário na construção e na consolidação de uma rede social. "Atualmente, uma empresa é capaz de conhecer os hábitos até mesmo quando as pessoas não estão conectadas a partir de um dispositivo", exemplificou.

As companhias de análise estratificam os dados e os transformam em tendências comerciais. Com isso, elas são capazes de projetar as horas em que um funcionário de uma empresa, por exemplo, está no banheiro ou almoçando por conta não somente da queda no tráfego online mas também das informações divulgadas na web.

"A questão é que elas são muito valiosas", afirmou o cientista em relação às informações fornecidas publicamente em site, que complementou que as pessoas ainda não têm a dimensão de como a divulgação de um livro recém-lido, por exemplo, pode ajudar a traçar o perfil do usuário. "As companhias vendem os dados dos usuários para empresas de marketing, que lucram toneladas de dinheiro em cima disso", afirmou.

Nada mais justo, portanto, de acordo com o cientista, que os usuários participem dos lucros das companhias - que se baseiam primordialmente nas pessoas, e não na tecnologia, para se tornar um sucesso digital. Esse é o caso, aliás, do próprio Facebook, que, com quase 900 milhões e usuários em todo o planeta, deve entrar na bolsa de valores em maio deste ano com um valor estimado de US$ 5 bilhões, sem nenhum centavo compartilhado com os usuários, às exceção do que responde pelo nome de Mark Zuckerberg.

Projetos que pagam o usuário já existem na web
A UberMedia, criadora de vários aplicativos populares de redes sociais (como o Echonfon), lançou a Chime.in. O diferencial da novidade, segundo o CEO da empresa, Bill Gross, é que ela trabalhará com um sistema para pagar os usuários pelos posts.

Além de recompensar os usuários, o sistema de pagamento usa o dinheiro como atrativo para que as pessoas participem dela ativamente - o que tem sido um problema para as novatas: atrair público. "Quando há dinheiro envolvido, você consegue um nível de seriedade que não existe se não há pagamento", afirma. O YouTube já aposta na mesma premissa, e paga aos usuários por conteúdos muito populares, na expectativa de que a qualidade dos vídeos seja o destaque. A prática também já foi testada pelo Blogger, do Google.

Um outro exemplo é a rede social espanhola TuyYou, que pretende oferecer uma comissão pelas compras realizadas pelos usuários recomendados. Além de uma plataforma de comércio eletrônico, o TuyYou permite compartilhar conteúdo e realizar contatos profissionais.


FONTE: terra.com.br
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On 11:49 AM by Fabrício in ,    No comments
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Ironia do destino? Os ex-funcionários do Google, Brian Kennish e Austin Chau criaram uma empresa para acabar com o rastreamento de dados pelas companhias web - inclusive o próprio Google, para quem prestaram serviço por vários anos.

Chamada de Disconnect, a empresa, que também conta com a ajuda do defensor dos direitos do consumidor Casey Oppenheim, lançou um aplicativo que bloqueia o controle dos dados por sites como Google, Twitter, Yahoo e até Facebook. O app já acumula cerca de 400 mil downloads por semana.

A Disconnect tem alguns princípios que guiam a empresa: dados pessoais devem pertencer às pessoas, não às corporações, segundo o Tech Crunch. Basicamente, o sistema é uma plataforma onde os usuários conseguem ter total controle do que fazer com seus dados online. A empresa já conseguiu US$600 mil (cerca de R$ 1 milhão) da Highland Capital Partners e diversos outros investidores.

A ideia de criar uma companhia veio após o sucesso do app para navegadores Facebook Disconnect, que permite que você continue usando a rede social normalmente, mas sem que ela rastreie nenhum dado de sua conta.

Agora, além do Facebook Disconnect, a empresa também possui o Google Disconnect e o Twitter Disconnect, que têm o mesmo objetivo. Ambos foram lançados para que os usuários se defendam das novas políticas de privacidade do Google, que uniram as políticas de todos os serviços em apenas um.



FONTE: olhardigital.uol.com.br
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quarta-feira, 21 de março de 2012

On 12:00 PM by Fabrício in ,    No comments
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O Google vai modificar o robô GoogleBot das buscas para impedir que técnicas de SEO modifiquem os resultados mostrados para as pesquisas feitas no mecanismo, segundo a CNET.

As técnicas de SEO - search engine optimization, ou otimização de mecanismo de busca - permitem que sites melhorem o ranking nas buscas do Google. Mas não é de hoje que técnicas duvidosas são usadas e, para acabar com isso, o Google decidiu penalizar sites que usam métodos de otimização excessiva.

Engenheiros do Google procuram uma forma de neutralizar os excessos que "claramente prejudicam a otimização de buscas". A ideia é dar espaço para resultados que tenham bom conteúdo e que não exagerem nas medidas de SEO.

"Queremos fazer o GoogleBot mais inteligente, fazer nossa relevância melhorar, e também estamos de olho em quem abusa disso, com métodos como muitas palavras-chave em uma página", disse o engenheiro do Google, Matt Cutts.

As mudanças devem começar a entrar em vigor nas próximas semanas. O Google também está preparando a maior reformulação da história do seu sistema de busca para torná-lo mais eficiente para os usuários, segundo o The Wall Street Journal.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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terça-feira, 13 de março de 2012

On 12:47 PM by Fabrício in , ,    No comments
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Antigamente, era fácil prever que as dúvidas e perguntas das crianças seriam solucionadas pelos próprios pais ou pessoas próximas a elas. Mas as novas tecnologias mudaram esse tipo de comportamento, já que uma pesquisa britânica da Birmingham Science City mostrou que 54% dos pequenos de 6 a 15 anos de idade consultaram primeiro o Google antes de seus pais ou professores.

De acordo com o Daily Mail, o estudo entrevistou 500 crianças de 6 a 15 anos, e só 19% dos entrevistados afirmaram ter usado um dicionário impresso uma vez na vida. As enciclopédias vieram em último lugar no relatório, quando um quarto das crianças admitiu que nunca viu e nem sabia o que é uma. Questionados sobre o que seria uma enciclopédia, os pequenos soltaram palpites como um meio de transporte para viajar e uma ferramenta usada em operações.

Também foram entrevistados alguns professores, que não se saíram nada bem no estudo. Apenas 3% das crianças com idade entre 6 e 14 anos disseram que procurariam respostas com um professor, e só um quarto delas tiraria dúvidas com seus pais antes de acessarem o Google.

O estudo destacou a importância que a tecnologia passou a ter nessa nova geração. Para a doutora Pam Waddell, diretora do Birmingham Science City, "as crianças agora crescem em um ambiente onde a tecnologia digital é aceita como padrão, portanto, não é surpreendente que os jovens escolham obter respostas pelo Google, com apenas um toque, ao invés de se consultarem com amigos, pais ou professores".

Waddell, no entanto, acredita que isso não seja necessariamente uma coisa ruim, pois só mostra como os mecanismos tecnológicos dessa geração se tornaram comuns para as crianças, e como elas se sentem confortáveis diante deles.

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 12 de março de 2012

On 11:08 AM by Fabrício in , ,    No comments

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Foi durante uma enchente que o mineiro Adriano Reis Carvalho teve uma ideia que mudaria sua vida. Ele percebeu que, na sua cidade, muitas garrafas PET eram jogadas na rua e, por consequência, entupiam os bueiros. Como cada garrafa demora cerca de 400 anos para se decompor, ele pensou: e se usássemos este material para criar um computador?


O jovem inventor de São Lourenço fez uma parceria com catadores de lixo da cidade, que vendiam as garrafas já prensadas, e começou a desenvolver o projeto do EcoPC, que tinha como principal objetivo ser um gabinete e computador sustentável. "Demorei um ano para conseguir alcançar o resultado final. Com 20 garrafas, criei o primeiro EcoPC", conta.


Adriano e seus dois sócios na empresa Aja Tecnologia, conseguiram manipular o Pet de uma forma que as garrafas poderiam ser modeladas de qualquer maneira. No entanto, para seguir o conceito de PC sustentável, eles optaram por criar um gabinete pequeno de 5 por 18 centímetros. "O EcoPC é mais leve e 8 vezes menor que um computador padrão, o que ajuda a diminuir os gases do efeito estufa, pois no mesmo veículo que seria transportado X computadores, nós poderíamos transportar muito mais unidades", comenta.


Além de a carcaça ser totalmente ecológica, a parte interna também ganhou uma atenção especial neste sentido. Adriano usou uma placa mãe de baixo consumo energético, que foi comprovada por um laudo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a única instituição credenciada pelo Inmentro. "Enquanto um computador tradicional gasta 60 W de energia, o EcoPC gasta 20,7 W, é um terço a menos", conta. "O que o computador gera de economia de energia, daria para se pagar", completa.


Sobre o desempenho, Adriano garante que a máquina é ótima e pode ser configurada de diversas maneiras. O protótipo apresentado para o Olhar Digital tinha HD de 500 GB, memória de 4 GB e processador dual core. No entanto, nossa equipe não testou o equipamento. Ao ser questionado sobre a fragilidade do produto, o inventor diz que a máquina não tem problemas de aquecimento, mesmo sendo produzido com um material mais delicado.


Computador retornável


Como parte do projeto, Adriano também criou um programa de reciclagem do produto. A ideia é que a empresa compre os EcoPCs obsoletos, com cerca de 2 ou 3 anos de uso, e recicle o equipamento, utilizando a carcaça dos antigos para a produção de novas máquinas. "O lixo eletrônico é um problema sério. A gente só vai vender nosso projeto se a empresa interessada fizer a reciclagem do produto", afirma.


Os empresários estão em busca de um investimento por parte do governo ou empresas privadas e já até pensam em levar a ideia para outros equipamentos. "Assim que o EcoPC deslanchar, queremos criar uma carcaça sustentável para tablets", conclui.


Confira as fotos do PC abaixo.



Gostou da ideia? Acha que daria certo ter um PC de garrafa PET na sua casa? Deixe sua opinião nos comentários!

FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 9 de março de 2012

On 2:07 PM by Fabrício in , ,    No comments
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Uma pesquisa realizada pela Universidade de Maryland (Estados Unidos) levantou uma questão interessante sobre as redes sociais. Será que o Facebook e outros sites de relacionamento virtual podem acelerar o surgimento da fobia social e a depressão? De acordo com Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática da PUC/SP, quando uma pessoa já tem pré-disposição ou apresenta sintomas de que não está bem, as redes podem ser uma facilitadora.

O jornalista Gabriel Nunes (nome fictício), que trabalha com mídias sociais e é diagnosticado com fobia social há dez anos, compartilha da mesma opinião. Ele, que já sofreu na pele o que é se esconder por trás das redes, diz que boa parte das vezes que usa a internet ou conhece uma pessoa pela web é pra fugir de sua realidade. Ele até acredita que seu destino profissional de trabalhar com as redes sociais foi uma escolha inconsciente. "Eu parei na comunicação bem de paraquedas e nunca me imaginei trabalhando com isso. Mas, acredito que a facilidade que tenho de mexer nas redes se deve ao fato de eu ter fobia social, já que trabalho com um público que não me vê e não me conhece", explica.

Segundo Luciana, sites como Facebook, Orkut ou Twitter são canais que trazem prazer e preenchem uma lacuna na vida da pessoa como a falta de contato com outros seres humanos. Com isso, é possível que a rede contribua para que o usuário permaneça mais tempo isolado e faça deste ambiente virtual sua fuga. "Uma pessoa que tem dificuldade de se relacionar vai encontrar ali pessoas para participar da vida e, às vezes, este contato virtual é o suficiente", comenta.

Um indivíduo com propensão à depressão e fobia social tende a usar as redes de forma dependente da mesma forma como acontece com as drogas. A pessoa faz daquela prática sua evasão dos problemas. No entanto, a dependência à internet, de acordo com Luciana, não é identificada pela quantidade de tempo gasto na rede, mas sim nas coisas que foram deixadas de lado para que o usuário permanecesse conectado. "Aquele que deixa de fazer coisas e estar entre amigos e família para permanecer conectado também tem maus hábitos na rede", afirma. "O problema não é a ferramenta. É o uso que fazemos dela", completa.

Por outro lado, as redes sociais também podem auxiliar no tratamento da fobia social. A psicóloga conta que, durante a atividade terapêutica, é necessário fazer com que o paciente encontre suas habilidades e, para isso, é possível utilizar ferramentas extras como, no caso, sites de relacionamento. Porém, para que o resultado seja positivo, é necessário que a pessoa tome consciência de que os relacionamentos que ela mantém na rede podem ser transportados à vida real. "Até dá para usar a rede como recurso, mas depende muito do caso. O paciente precisa gostar deste tipo de site e o psicólogo precisa ter familiaridade com estas ferramentas", diz.

No caso de Gabriel, a internet o ajudou a fazer amigos, porque, segundo ele, era mais fácil conversar com alguém sem estar cara a cara. Um dos principais motivos é que na internet você pode construir uma imagem da maneira que quiser, criar uma personalidade que pode ou não ser a verdadeira. Outro ponto positivo, de acordo com Gabriel, é que a web pode ser um caminho para que as coisas aconteçam no mundo real. "Na rede é possível esconder várias coisas como defeitos e traumas, justamente por esta construção de personalidade. Mas, ao meu ver, a internet é mais uma fuga do que uma solução para os problemas", ressalta. "Você até pode se apegar à internet pra fazer com que essa sensação se amenize e, assim, conseguir ter um relacionamento com outras pessoas. Mas, sempre vai rolar uma ponta de desconfiança, sabe?", completou.

Sobre a fobia social

A fobia social também é conhecida como transtorno de ansiedade social, transtorno ansioso social ou sociofobia. Trata-se de uma síndrome ansiosa caracterizada por manifestações de alarme, tensão nervosa e desconforto desencadeadas pela exposição à avaliação social. A condição psiquiátrica, segundo a psicóloga Luciana, é bem difícil de ser revertida, uma vez que se trata de uma pessoa com timidez extrema.

De acordo com a psicóloga, uma pessoa diagnosticada com fobia social tem vergonha de comer na frente dos outros, não conta dinheiro em público com medo de errar, não fala com estranhos e mal consegue se comunicar com conhecidos. Além disso, ela se sente muito mal em situações que precisa conhecer pessoas novas.

Quer contribuir com a discussão? Você acredita que as redes sociais aceleram a fobia social ou podem ajudar para que as pessoas transportem seus relacionamentos virtuais para a vida real? Escreva nos comentários abaixo. E se você sofre de fobia social, conte-nos quais experiências na web te proporcionaram bons resultados.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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On 1:54 PM by Fabrício in ,    No comments
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Vídeo distribuído pela ONG Invisible Children, para tornar conhecido o rosto do criminoso de guerra Joseph Kony, superou o fenômeno Susan Boyle.

Joseph Kony, Número 1 na lista de criminosos de guerra mais procurados do mundo acaba de tornar-se famoso, para seu azar. Nesta sexta feira, seu rosto já tinha sido visto por mais de 70 milhões de pessoas em todo mundo, que assistiram ao documentário de 30 minutos chamado Kony 2012, postado no YouTube pela organização Invisible Children Inc na segunda-feira, dia 5 de março.

O objetivo da ONG não era homenagear Kony, líder do grupo rebelde Lord’s Resistance Army, de Uganda, tristemente conhecido por sequestrar garotos de suas famílias e, pelo medo, transformá-los em guerrilheiros, matando e mutilando suas famílias e seus vizinhos. O anonimato facilitava a fuga de Kony pela África, por isso a Invisible Children se propôs a torná-lo uma celebridade divulgando seu rosto e fazendo com que cada pessoa no mundo possa identifica-lo e prende-lo ainda em 2012.

Segundo a empresa de métricas online Visible Measures Corp, o vídeo de Kony superou os 70 milhões de views nesta manha, tornando-se o viral mais rápido da história. Na segunda-feira, a ONG lançou oficialmente a campanha Kony 2012 nas mídias sociais, criando páginas no YouTube, Facebook e Twitter e pedindo a celebridades que ajudassem a divulgar a campanha.

Já existem mais de 500 mil comentários para a campanha e o twitter @invisible já tem mais de 370 mil seguidores. A página do Facebook passa dos 2 milhões de seguidores.  Para ter uma idéia do impacto, a Visible Measures compara Kony 2012 ao fenômeno Susan Boyle, considerada a campeã até agora. No caso da cantora anônima, cujo vídeo hoje tem mais de 480 milhões de views, foram necessários 6 dias para atingir os 70 milhões de views. Kony atingiu a marca com um dia a menos.



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quinta-feira, 8 de março de 2012

On 1:12 PM by Fabrício in ,    No comments
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Empresa MWR Security descobriu que informações como localização, lista de contatos e e-mails são enviadas a companhias publicitárias.

Muitos aplicativos supostamente gratuitos disponíveis no Google Play (antigo Android Market) vazam dados pessoais dos usuários, como listas de contatos, para agências de publicidade, de acordo com informações do Daily Mail.

Hackers que trabalham para a MWR Security descobriram que muitos dos aplicativos compartilham informações sensíveis dos usuários, como calendários, lista de contatos de telefone e e-mail e sua localização. “Confirmamos que o código está no aplicativo Fruit Ninja. Muitos dos 50 apps mais populares da Google Play usam esse código”, afirmou o hacker ‘Nils’, da MWR Security.

Ao baixar aplicativos, os usuários permitem o acesso do software às funções do smartphone, mas não concedem o direito de compartilhar esses dados com outras companhias.

Um exemplo é o popular game Fruit Ninja, que contém um código secreto que repassa informações do usuário para a rede de publicidade MobClix, segundo a empresa especializada em privacidade digital.

A MobClix não deixou claro qual seria a utilização dessas informações ou se elas estão sendo armazenadas remotamente.

“Eles estão seguindo você, pegando informações sobre os seus amigos, seus arredores, suas preferências”, afirmou Viviane Reding, vice-presidente da Comissão Europeia em uma entrevista na emissora de TV local Channel 4.

A vice-presidente da Comissão Europeia disse que não concorda com a prática porque muitos usuários não estão cientes de que estão sendo monitorados e compartilhando dados pessoais. “Com certeza não foi isso que você esperava quando você fez o download do aplicativo sem custos. Precisamos mudar isso”, declarou Viviane.

A MWR Infosecurity disse ao Channel 4 que a equipe da empresa descobriu que alguns aplicativos do top 50 da Google Play também garantem que as empresas de publicidade tenham acesso aos dados armazenados pelos softwares.



FONTE: idgnow.uol.com.br
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Estudantes e professores da Universidade de Yale, nos EUA, descobriram um fungo que pode acabar com um dos maiores problemas da Terra. O Pestalotiopsis microspora foi achado na Floresta Amazônica e pode degradar e utilizar o plástico para realizar sua respiração anaeróbica (que não utiliza oxigênio).

Segundo o artigo publicado pelo grupo, "diversos organismos ativos foram identificados, incluindo dois isolados distintos do Pestalotiopsis microspora, que possuem a habilidade de degradar e utilizar eficientemente o PUR (plástico de poliuretano) como única fonte de carbono, quando cultivada anaerobicamente", segundo o Mashable.

O poliuretano é um dos maiores problemas do mundo quando o assunto é acúmulo de lixo. Agora, já que o fungo pode sobreviver sozinho no material em um ambiente livre de oxigênio, podemos concluir que estamos chegando perto de uma solução.

O grupo de estudantes e professores faz parte do projeto Rainforest Expedition and Laboratory. Nele, os envolvidos procuram por plantas e micro-organismos presentes dentro delas.



FONTE: olhardigital.uol.com.br
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On 1:05 PM by Fabrício in , ,    No comments
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Usa Android? Tem um antivírus instalado? Tomara que sua escolha tenha sido inteligente, pois, de acordo com estudo feito pela empresa de análise AV-Test e divulgada no site CNET, a maior parte dos aplicativos de proteção para dispositivos Android não cumpre aquilo que promete - ou seja, falha em identificar a maior parte das ameaças.

O estudo, capitaneado pelo pesquisador Andreas Marx, CEO da AV-Test, diz que o teste só teve resultados bem-sucedidos em aplicações que possuem versões também para desktop, como Avast, F-Secure e Kaspersky. Já para softwares desenvolvidos especificamente para o sistema operacional Android, salvam-se apenas Lookout e Zoner. Todos estes, segundo a pesquisa, detectaram aproximadamente 90% das 618 espécies de ameaças que afetam o sistema do Google.

Fazendo justiça a quem teve pontuação menor, Marx disse que essas "ameaças" podem não ser necessariamente maliciosas, dependendo do ambiente em que se encontram. Aplicativos que pontuaram entre 60% e 90% nos testes "podem ser baixados e você não terá que esquentar a cabeça com proteção".

O teste da AV-Test foi feito em duas partes: serviços de proteção foram primeiramente testados no Android SDK, o kit para desenvolvedores do sistema operacional do Google, onde é possível emular quase todos os ambientes do Android; e um aparelho comercial não-descrito, para o caso de aplicativos que pedissem alguma autenticação do usuário, como códigos enviados via SMS.


FONTE: olhardigital.uol.com.br
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sexta-feira, 2 de março de 2012

On 3:03 PM by Fabrício in ,    No comments
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Agências de proteção da informação de países europeus concluíram que a nova política unificada de privacidade do Google está violando a lei europeia, disse nesta quinta-feira a comissária de Justiça da União Europeia, Viviane Reding. O CNIL, órgão regulador francês de proteção de dados, também levantou dúvidas sobre a legalidade da política do Google e informou que vai liderar uma ampla investigação europeia.

Reding disse à BBC Radio Four que as autoridades de controle de informação na Europa pediram às contrapartes francesas para analisarem a nova política. "E eles chegaram à conclusão de que estão profundamente preocupados, e que as novas regras não estão de acordo com a lei europeia, e que as regras de transparência não foram aplicadas", disse Reding.

O Google afirmou em janeiro que estava simplificando sua política de privacidade, consolidando 60 diretrizes em uma única que se aplica para todos os seus serviços, incluindo YouTube, Gmail e a rede social Google+. Os usuários não podem optar por não participar da nova política, se quiserem continuar utilizando os serviços do Google.

Questionada sobre quais aspectos a regra do Google poderia desrespeitar a lei da União Europeia, Reding afirmou que "em vários aspectos". "Um deles é que ninguém foi consultado, não está em conformidade com a lei de transparência e utiliza a informação privada para entregá-la para terceiros, o que não é o que os usuários concordaram", objetivou.

"A proteção de informações pessoais é uma regra básica para a União Europeia", disse. "Isto está escrito em tratados. Não é uma questão de dúvida, mas de obrigação", concluiu.

Mais cedo, o Google publicou mensagem em seu blog, defendendo a regra da companhia. "Nossa política de privacidade agora é muito mais fácil de ser compreendida", afirmou a empresa. "Nós incluímos partes importantes de mais de mais de 60 itens na principal política de privacidade do Google", explicava o texto.

Reding argumentou que a maior parte dos usuários não está ciente sobre o que esta concordando. "Setenta por cento dos usuários raramente, ou nunca, usam os termos e condições, que são escritas muitas vezes em letras muito pequenas, e são muito complicados e incompreensíveis para o usuário normal, que está preocupado", disse ela à BBC.

"Sabemos que os dados são a linha vital dessas novas empresas, mas, ao mesmo tempo, existem regras básicas europeias que precisam ser aplicadas, e infelizmente sempre vemos que estas normas não são observadas e a ilegalidade acaba assumindo", finalizou.



FONTE: tecnologia.terra.com.br
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On 2:26 PM by Fabrício in , ,    No comments
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Os fãs do seriado Chaves receberam, nesta quarta-feira, uma boa notícia. Mais de 150 episódios da série, uma das mais populares da TV mexicana e que teve sua primeira exibição no Brasil em 1984, estão disponíveis no YouTube, gratuitamente.

Com qualidade de DVD, as trapalhadas de Chaves, Chiquinha, Kiko, seu Madruga, seu Barriga e tantos outros, podem ser acessadas 24h por dia no canal oficial www.youtube.com/user/chaves com a dublagem em português conhecida há quase 30 anos.


FONTE: tecnologia.terra.com.br
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On 2:13 PM by Fabrício in , ,    No comments
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Uma negociação feita entre o Twitter e a Datasift está gerando grandes reclamações de privacidade entre os usuários da rede social. Com exceção dos tweets deletados e das contas privativas, a companhia agora tem acesso a todas as postagens do site nos últimos dois anos - uma quantia absurda de informação, já que o são postados aproximadamente 250 milhões de tweets por dia.

Obviamente, isso não foi visto com bons olhos. Um dos principais motivos para a indignação, de acordo com Graham Cluley, da firma de segurança Sophos, ao site Mail Online, está no fato da timeline da rede mostrar dados de no máximo uma semana atrás.



FONTE: tecnologia.terra.com.br
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On 2:09 PM by Fabrício in ,    No comments
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Há uma boa chance de que os jovens que estão crescendo no moderno mundo conectado de hoje se tornem pessoas capazes de decisões ágeis e brilhantes, caso não se transformem em indivíduos incapazes de se concentrar pelo tempo necessário para ler um bom livro. É o que dizem 1.021 profissionais da tecnologia, críticos e estudantes pesquisados pelo Pew Research Center.

Os entrevistados se dividem praticamente meio a meio sobre o impacto da tecnologia onipresente em adolescentes e jovens da chamada "geração Y". Na pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, 55% dos respondentes concordaram com a declaração de que, em 2020, os cérebros dos jovens terão "conexões" diferentes dos cérebros de pessoas com mais de 35 anos, permitindo bons resultados em termos de se localizar respostas rapidamente.

Mas 42% dos entrevistados se declararam pessimistas, concordando com a afirmação de que, em 2020, os jovens usuários de tecnologia se distrairão facilmente, não terão capacidade para raciocínio em profundidade e se preocuparão apenas com satisfação instantânea. "Existe uma tensão entre os aspectos positivos e negativos daquilo que prevemos", disse Janna Anderson, professora associada da Universidade Elon, na Carolina do Norte, e uma das responsáveis pelo estudo. "No momento, muitos dos entrevistados respondem que a vida deles já é assim. Estão todos antecipando que seja esse o desfecho", afirmou ela à Reuters. As previsões da pesquisa atraem atenção porque um levantamento semelhante realizado no começo dos anos de 1990 previu com precisão os conflitos que surgiriam entre a tecnologia online e os direitos autorais, as instituições estabelecidas e a proteção da privacidade, disse Anderson.

Os entrevistados ofereceram previsões coerentes sobre a capacitação de que os jovens necessitarão em 2020. Entre elas estão a capacidade de solução de problemas de maneira colaborativa, a busca efetiva de informação online, e a avaliação da qualidade dessa informação.

"Em contraste, a capacidade de ler alguma coisa e refletir seriamente sobre ela durante algumas horas não será desimportante, mas terá menos importância, para a maioria das pessoas", disse Jonathan Grudin, diretor de pesquisa da Microsoft e um dos entrevistados no levantamento, em um comentário citado pelo Pew.

Muitos dos pesquisados apóiam reformas educacionais para tornar jovens distraídos mais capazes de se concentrar e lidar com tecnologias de conexões sempre ativas. Entre as sugestões estão espaços de descanso, meditação, áreas de silêncio e períodos afastados de dispositivos conectados à Internet. Alvaro Retena, importante especialista em tecnologia da Hewlett-Packard, previu estagnação da tecnologia e mesmo na literatura, como resultado da redução dos períodos de concentração.

A pesquisa foi realizada online entre 28 de agosto e 31 de outubro de 2011. Dos pesquisados, 40% são cientistas ou funcionários de uma faculdade ou universidade e 12% trabalham para companhias de tecnologia da informação.



FONTE: tecnologia.terra.com.br
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quinta-feira, 1 de março de 2012

On 8:10 PM by Fabrício in , ,    No comments

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Lembra-se da nova política de privacidade do Google? Pois ela entra em vigor hoje, 1º de março, e muita gente já está incomodada com algumas alterações que podem fazer com que a empresa saiba muita mais sobre sua pessoa do que você gostaria de divulgar.


Isso porque a empresa irá interligar todos os seus serviços para identificar seus interesses a partir de páginas que você visita e de vídeos que você vê no YouTube. Em resumo, tudo o que você fizer na internet será enviado para a Google para tornar a veiculação de publicidade mais direcionada a seus gostos.


Mas não se preocupe, pois há uma forma de impedir que todos esses dados sejam compartilhados com a companhia, preservando sua privacidade. Por mais que essa mudança não signifique a dominação mundial que muita gente afirma ser, é inegável o desconfortável sentimento de estar sempre sendo observado.


Como se prevenir?


Como uma das principais ferramentas desse “monitoramento” é o Google Web History, basta desativar o serviço para ficar fora do alcance dos olhos do “Grande Irmão”. Embora isso possa ser feito a qualquer momento, o ideal é fazer isso ainda hoje, antes das mudanças de prioridade da empresa entrem em vigor. 


Para isso, basta:



  1. Faça login no Google Web History;
  2. Clique no botão “Remover todo o histórico da web”;
  3. Confirme a operação.



Com esse simples procedimento, você evita que a Google tenha acesso ao seu histórico de navegação e outros dados pessoais obtidos a partir daquilo que você acessa diariamente.

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